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RELATO INDIVIDUAL Teoria Psicoterapica

Relato de experiência de projeto de extensão sobre Psicologia Escolar na inclusão social: contextualização, objetivos, metodologia (visitas, entrevistas e observações no Colégio Baptista Shepard), etapas, resultados e propostas de quatro dinâmicas de grupo para alunos de 10–14 anos.

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1 
 
Flavia Dias Tavares – mat. 202001085904 - Universidade Estácio de Sá, Nova América 
Teoria E Técnicas Psicoterápicas 
ARA1244 - 1002 
 
 
 
Universidade Estácio de Sá 
PSICOLOGIA 
 
 
TEORIA E TÉCNICAS PSICOTERÁPICAS 
ARA1244 - 1002 
 
Orientadora Professora Mestra Mara Braile 
Aluna: Flavia Dias Tavares – mat. 202001085904 
 
 
 
 
PROJETO DE EXTENSÃO 
 
 
A PSICOLOGIA ESCOLAR NA INCLUSÃO SOCIAL 
 
 
 
 
RELATO DE EXPERIÊNCIA INDIVIDUAL 
 
 
1) CONTEXTUALIZAÇÃO 
 
Nosso grupo é composto por mim, Flavia, e pela estudante Yasmim. Após 
realizar uma busca por escolas e clínicas da família, incluindo o envio de e-mails, 
contatos presenciais e ligações telefônicas, fomos acolhidas pelo Colégio Baptista 
Shepard, que se mostrou alinhado com nossa proposta de observar como a 
instituição aborda a questão da Educação Inclusiva. 
 
O projeto intitulado “A Psicologia Escolar na Inclusão Social” teve como 
objetivo investigar a aplicação da educação inclusiva no Colégio Baptista Shepard, 
uma instituição de referência no Ensino Fundamental II que mantém parceria com 
o Sistema de Ensino Bernoulli. Este colégio se destaca desde a promulgação do 
Decreto-Lei n.º 54/2018, de 6 de julho, que estabelece princípios e normas para a 
garantia da inclusão escolar. 
 
2 
 
Flavia Dias Tavares – mat. 202001085904 - Universidade Estácio de Sá, Nova América 
Teoria E Técnicas Psicoterápicas 
ARA1244 - 1002 
 
2) OBJETIVOS 
 
O objetivo principal do projeto foi observar e avaliar as práticas 
educacionais e o papel do psicólogo escolar na promoção de uma educação 
inclusiva de qualidade. A partir dessas observações, foi possível desenvolver 
quatro propostas de Dinâmicas de Grupo Inclusivas que visam promover a 
expressão emocional, facilitar o autoconhecimento e incentivar o desenvolvimento 
da empatia entre jovens estudantes, com idades entre 10 e 14 anos, integrando 
alunos neurotípicos e atípicos. 
 
3) METODOLOGIA 
 
A pesquisa adotou uma abordagem qualitativa, organizada em etapas que 
permitiram a compreensão aprofundada das práticas de inclusão escolar adotadas 
pelo Colégio Baptista Shepard. 
 
Local e Contexto: - A experiência ocorreu presencialmente, durante 
visitas ao Colégio Baptista Shepard, localizado na Rua José Higino, 416 - Tijuca, 
Rio de Janeiro - RJ. 
 
Sujeitos/Público Envolvido: - Os participantes deste estudo incluíram 
funcionários do Colégio Baptista Shepard, como a orientadora educacional, 
psicóloga, professores, alunos do Ensino Fundamental II, monitores e estagiários 
que prestam apoio pedagógico aos estudantes. Durante as visitas, foram realizadas 
entrevistas com a coordenadora educacional e a psicóloga da instituição, além de 
observações das atividades em sala de aula. 
 
Período: - O desenvolvimento do projeto teve início em 13 de setembro 
de 2024, com o primeiro contato estabelecido com a Professora Vania Elizabeth 
Barbulti Ferreira, Orientadora Educacional daquele Colégio. O encerramento está 
previsto para ocorrer com a apresentação dos seminários finais, entre os dias 5 e 
12 de novembro de 2024. 
 
DETALHAMENTO DAS ETAPAS 
 
Contato Inicial: O primeiro contato foi realizado com a Professora Vania 
Elizabeth Barbulti Ferreira, que agendou uma entrevista e forneceu o contato da 
psicóloga do colégio. 
 
Entrevista com a Orientadora Educacional: Durante a entrevista, a 
professora Vania Barbulti descreveu detalhadamente o funcionamento do colégio, 
o papel de cada profissional, o sistema seletivo e de aprovação, bem como a 
abordagem pedagógica adotada para os alunos do Ensino Fundamental II. 
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Flavia Dias Tavares – mat. 202001085904 - Universidade Estácio de Sá, Nova América 
Teoria E Técnicas Psicoterápicas 
ARA1244 - 1002 
 
Conversa com a Psicóloga: detalhou como atua no Colégio sempre 
junto com o Núcleo de Cuidados Socioemocionais. Dele participam a psicóloga, 
duas orientadoras, o capelão e a diretora do Colégio. As reuniões são semanais. 
 
Registro e Análise dos Relatos: Todas as informações foram 
devidamente registradas com o consentimento dos participantes, servindo de base 
para o desenvolvimento do Projeto de Dinâmicas de Grupo Pró Inclusão . 
 
Pesquisas na Biblioteca da Estácio e na Web – durante todo o período 
das visitas e da feitura do projeto foi necessário se proceder pesquisas para a 
fundamentação do trabalho. 
 
Essa metodologia permitiu a coleta de dados ricos e detalhados sobre a 
complexidade do processo pedagógico inclusivo do Colégio Baptista Shepard, 
oferecendo uma visão abrangente sobre suas práticas. 
 
4) RESULTADOS E DISCUSSÕES 
 
Os resultados obtidos nas visitas ao Colégio Baptista Shepard foram 
muito relevantes. Os profissionais contribuíram significativamente para o 
desenvolvimento do Projeto de Dinâmicas de Grupo Pró Inclusão, voltado para 
o Ensino Fundamental II. As nossas pesquisas sobre o tema e compartilhado pela 
psicóloga daquela instituição foram enriquecedoras. 
 
5) REFLEXÃO APROFUNDADA 
 
O contato com a equipe do Colégio Baptista Shepard, especialmente com 
a Professora Vania Elizabeth Barbulti Ferreira e a Psicóloga Daniela Concentino, 
foi extremamente enriquecedor para minha formação. A experiência aprofundou 
meu entendimento sobre as Teorias e Técnicas Psicoterápicas aplicadas na 
educação inclusiva. Entendi a aplicação prática da Terapia Sistêmica Familiar 
Breve descrita pela psicóloga Daniela, com alcances positivos ao lidar com 
questões comportamentais e emocionais dos alunos. 
 
Tivemos bons resultados, com os profissionais do colégio demonstrando 
interesse em compartilhar suas práticas inclusivas, o que contribuiu para a 
formulação do Projeto de Dinâmicas de Grupo. A receptividade e o ambiente 
colaborativo da instituição foram determinantes para o sucesso da pesquisa, 
permitindo uma visão detalhada sobre a complexidade e eficácia das práticas de 
inclusão escolar adotadas.

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