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Inovação tecnológica em saúde
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Inovação tecnológica em saúde • 2/14
Objetivos de Aprendizagem
• Compreender o conceito de inovação tecnológica.
• Conhecer as principais inovações tecnológicas que podem ser utilizadas na 
área da saúde.
Inovação tecnológica em saúde
Conteúdo organizado por Angela Maria Moed Lopes em 2022 do livro Introdução 
à Informática em Saúde - Fundamentos, Aplicações e Lições Aprendidas com a 
Informatização do Sistema de Saúde Americano, publicado em 2020 por Tiago 
Kuse Colicchio, pela editora Artmed.
https://player.vimeo.com/video/765706842
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Introdução 
O avanço tecnológico proporcionado pela Quarta Revolução Tecnológica tem, 
na área da saúde, um espaço privilegiado de desenvolvimento e de interação. A 
inovação tecnológica em saúde corresponde ao desenvolvimento de tecnologias 
geradas em ambientes de pesquisa científica que resultam no aumento da qualidade 
e da produtividade das organizações de saúde. A digitalização e a conectividade 
entre pessoas e coisas, a Inteligência Artificial, o Big Data, a Internet das Coisas (IoT), 
dentre outras, formam um grupo de inovações tecnológicas com grande potencial 
para revolucionar as bases técnicas da área da saúde a partir da utilização de redes 
de máquinas inteligentes. Assim sendo, este tema abordará os principais conceitos 
das inovações tecnológicas utilizadas na área da saúde.
Inteligência Artificial
A Inteligência Artificial (IA) compreende um dos campos da ciência de dados relativo 
à utilização de máquinas de computação avançadas, que apresentam a capacidade 
de aprender a partir de dados e interagir com o mundo humano. Diversos benefícios 
têm sido associados à introdução da IA, como a realização de diagnósticos precoces, 
autocuidado, prevenção e bem-estar, suporte à decisão clínica, prestação de cuidados 
e gestão de cuidados crônicos (Ferrante, 2021). Os recursos utilizados na Inteligência 
Artificial incluem:
• Tecnologia Assistiva (TA): termo utilizado para descrever os recursos e serviços 
que contribuem para proporcionar ou ampliar as habilidades funcionais de 
indivíduos com deficiência a fim de promover a inclusão social e uma vida 
independente. Segundo Cook (2013) a TA corresponde aos equipamentos, 
serviços, estratégias e práticas voltadas à redução dos problemas vivenciados 
pelos indivíduos com deficiência.
• Robótica: é o ramo da tecnologia que envolve a mecânica, eletrônica e 
computação, para o desenvolvimento de sistemas compostos por máquinas e 
partes mecânicas automáticas, controladas manualmente ou automaticamente 
por circuitos elétricos, capazes de realizar atividades ou movimentos humanos 
simples ou complexos (Mataric, 2014).
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• Radio Frequency Identification (RFID): trata-se de dispositivos e tecnologia 
que utilizam sinais de rádio para o intercâmbio de dados de identificação. 
Estes dispositivos são capazes de reconhecer objetos específicos, por meio de 
uma etiqueta ou rótulo RFID, e inserir estas informações diretamente em um 
sistema de computador sem qualquer envolvimento humano. Esta tecnologia foi 
desenvolvida durante a Segunda Guerra Mundial e tem sido utilizada com diversas 
finalidades no setor da saúde, como na marcação de recipientes farmacêuticos 
individuais, monitoramento do progresso da medicação, validação da identidade 
de paciente, dentre outros (Pal et al., 2021).
• Machine Learning (ML): também conhecido como aprendizado de máquina, é 
uma forma de análise de dados que permite aos computadores aprenderem por 
conta própria, melhorando seu desempenho diante de problemas específicos. 
Desta forma, as máquinas utilizam algoritmos complexos para interpretação de 
dados e tomada de decisão, sem intervenção humana (Bublitz et al., 2019).
• Deep Learning (DL): também conhecido como aprendizagem profunda, é uma 
área que apresenta uma ampla gama de aplicações, como o reconhecimento de 
fala, visão computacional, mineração de dados, classificação de doenças, previsão 
do tempo e de eventos extremos relacionados ao clima que afetam a saúde, 
dentre outras. Pode-se citar, como exemplo, o sistema Watson for Oncology, que 
foi desenvolvido pela International Business Machines Corporation (IBM) e utiliza 
o deep learning para resgatar conteúdos da literatura científica e dados clínicos 
e genéticos do paciente para sugerir opções de tratamento (Neto et al., 2020). 
• Processamento de linguagem natural: relaciona-se à capacidade que um 
sistema computacional possui em entender a linguagem humana como ela 
é falada. As ferramentas de PLN têm por objetivo analisar, reconhecer e/ou 
produzir textos em linguagens humanas (Neto et al., 2020).
• Serious games: outro seguimento da inovação tecnológica que tem ganhado 
destaque, os “jogos sérios ou jogos levados a sério, são ferramentas digitais, 
baseadas nos princípios de construção dos jogos e no uso de seus elementos, cujo 
propósito vai além do entretenimento, tendo como objetivo principal deixar 
uma mensagem, ensinar um conteúdo ou prática, reabilitar ou promover 
uma experiência ou atividade, aliado a característica lúdica e motivadora 
dos jogos” (Neto et al., 2020, p. 9437).
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Internet das Coisas (IoT)
A Internet das Coisas (IoT - Internet of Things), relaciona-se à interconexão digital 
de objetos cotidianos com a internet, ou seja, é uma rede de objetos físicos que 
possuem a capacidade de reunir e transmitir dados. Esses objetos são dotados de 
sensores e atuadores inteligentes e apresentam recursos computacionais e energéticos 
limitados. Além disso, são capazes de interagir uns com os outros formando uma 
infraestrutura de rede global. Na área da saúde, a IoT é utilizada para o gerenciamento 
de dispositivos clínicos, gerenciamento de medicamentos, gerenciamento de dados 
clínicos, medicina à distância, atendimento médico móvel e gerenciamento da saúde 
individual (Huang, 2021). As possibilidades e perspectivas de utilização da IoT são 
abrangentes, e envolvem desde aplicações mais simples até invenções futuristas e 
desafiadoras. Dentre as ferramentas incluídas na internet das coisas podemos citar:
• Tecnologia 5G: o 5G objetiva elevar o alcance da banda larga móvel atual, 
conhecida como 4G, a altos padrões de velocidade de conexão e de usuários 
simultâneos (Huang, 2021). 
• Healthcare Monitoring Systems (HMS): compreendem softwares cujo objetivo 
principal é fornecer um ambiente inteligente onde o sistema monitora e avalia as 
condições de saúde dos pacientes e fornecem serviços de e-saúde oportunos 
(Huang, 2021).
Internet das Coisas Médicas (IoMT)
Conhecido como Internet of  Medical Things, a IoMT tem elevado a precisão, 
confiabilidade e produtividade dos dispositivos eletrônicos. Fazem parte da IoMT:
• Telemedicina: como visto no tema 1 desta unidade, a telemedicina pode 
ser caracterizada pelo uso das tecnologias de informação e comunicação na saúde, 
no intuito de viabilizar a oferta de serviços de cuidados de saúde, especialmente 
nos casos em que a distância é um fator crítico (Harzheim et al., 2017). 
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• Cyber-physical system (CPS): também conhecido como Sistemas Ciberfísicos, o 
CPS conecta o mundo virtual ao mundo físico. Estes sistemas integram dispositivos 
físicos, como sensores e câmeras, aos componentes cibernéticos, formando um 
sistema analítico que responde de forma inteligente às alterações dinâmicas nos 
ambientes do mundo real. Esta ferramenta pode ser utilizada em uma ampla 
variedade de aplicações, como tecnologia médica inteligente, vida assistida, 
controle ambiental e gerenciamento de tráfego (Haque, 2014).
Big Data
O Big Data relaciona-se às informações armazenadas e registradas, que são utilizadas 
nas análises e nas tomadas de decisões em saúde. O Big Data envolve a análise 
de grandesconjuntos de dados no intuito de otimizar a qualidade da produção, 
economizar energia e melhorar os serviços do equipamento, propiciando a avaliação 
robusta dos dados, que serão utilizados como base para a tomada de decisões em 
tempo real nas organizações (Rüßmann et al., 2015).
https://player.vimeo.com/video/765707071
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Blockchains
Apontada como a tecnologia do futuro, os blockchains têm sido utilizados para a 
minimização da probabilidade de erros, fraudes bem-sucedidas e processos com uso 
intensivo de papel. “A tecnologia Blockchain é baseada em uma rede ponto a ponto 
descentralizada, combina tecnologia de criptografia, dados de séries temporais 
e mecanismos de consenso e, assim, realiza a rastreabilidade e a verificação dos 
dados.  Nesse meio tempo, a proteção da privacidade e o compartilhamento são 
realizados” (Qian et al., 2018, p. 267).
Bioinformática
A bioinformática é uma área da informática em saúde que estuda os processos e 
as ferramentas necessárias para a representação e análise de dados biológicos ao 
nível molecular. O maior entendimento sobre a estrutura do DNA, bem como seu 
papel no processo hereditário, resultou no desenvolvimento de diversas tecnologias 
para análise dos dados biológicos. A continuidade dos avanços e descobertas 
relacionados aos estudos de bioinformática dependem da expansão do volume das 
sequências genômicas disponíveis para os estudos científicos, de uma maior conexão 
entre os dados biomoleculares e seus achados clínicos, do desenvolvimento de uma 
representação computacional da literatura biomédica e da melhoria da capacidade 
computacional disponível (Colicchio, 2020).
Inovações tecnológicas utilizadas para diagnóstico e trata-
mento de doenças
Nos últimos anos, diversas tecnologias têm sido desenvolvidas para auxiliar no 
tratamento e no diagnóstico de pacientes. Dentre as inovações, podemos citar:
• Membrana de L-PRF (leukocyte-and platelet-rich fibrin): é uma membrana 3D 
de fibrina de alta densidade rica em plaquetas, leucócitos, fatores de crescimento 
e células estaminais circulantes. Esta membrana é usada na reabilitação em 
implantodontia com o intuito de melhorar as condições e reduzir o tempo de 
cicatrização tecidual.
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• Cirurgias Guiadas: a utilização de softwares específicos permite projetar e 
implementar estruturas anatômicas de um paciente, de forma que, virtualmente, 
seja possível planejar uma cirurgia. Esta técnica tem auxiliado na redução do 
tempo cirúrgico e no aumento da previsibilidade de sucesso (Neto et al., 2020). 
• StatDX: trata-se de um sistema internacional, que disponibiliza imagens e casos 
diagnosticados para auxiliar os radiologistas que estão emitindo um laudo, 
facilitando o diagnóstico de casos mais difíceis ou duvidosos (Neto et al., 2020).
• TensorFlow: é um software desenvolvido pelo Google que permite a comparação, 
por meio de uma inteligência artificial, de fotografias da retina de um paciente 
com as imagens disponibilizadas na biblioteca, com o objetivo de encontrar 
algum problema a partir da semelhança entre as imagens (Neto et al., 2020). 
• Nanomedicina: está relacionada ao desenvolvimento, caracterização e aplicação 
de sistemas diagnósticos e terapêuticos em escala nanométrica ou micrométrica. 
Esta tecnologia tem sido bastante utilizada pela indústria farmacêutica para 
modificar e controlar as propriedades biológicas das nanopartículas (Garcia, 
2014).
• Terapias gênicas: consiste na modificação pontual do genoma humano para 
correção de genes alterados (ou mutados) ou modificações sítio-específicas, 
que tenham com alvo o tratamento terapêutico. Este tipo de procedimento 
tornou-se possível graças aos avanços na genética e bioengenharia. Exemplos 
de técnicas empregadas na terapia gênica incluem a imunoterapia com células T 
do receptor do antígeno quimera (células T CAR) e a edição do DNA genômico 
por meio do sistema CRISPR/Cas9 (Gonçalves & Paiva, 2017).
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Estudo de Caso
No ano de 2018, um cientista chinês causou polêmica na comunidade 
científica internacional após anunciar que havia realizado a edição genética 
de duas bebês gêmeas para protegê-las da infecção pelo HIV. O cientista 
He Jiankui realizou a modificação do gene CCR5 nos embriões utilizando a 
técnica CRISPR/Cas9. Este gene codifica o receptor de quimiocina CCR5, que 
é utilizado pelo vírus HIV para entrada nas células hospedeiras. Desta forma, 
a edição do gene CCR5 tinha por objetivo tornar os bebês resistentes ao 
vírus. No entanto, especialistas sugerem que esta mutação pode trazer riscos 
às crianças, visto que o CCR5 é importante para o enfrentamento de outras 
infecções. Em estudo realizado na Universidade da Califórnia, em Berkley, 
verificou-se que os indivíduos que apresentam mutações no gene CCR5 têm 
20% mais probabilidade de morrer antes de chegar aos 78 anos. Acesse o link: 
https://www.bbc.com/portuguese/geral-48479434 e saiba mais sobre este caso.
https://www.bbc.com/portuguese/geral-48479434
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Saiba Mais
Assista ao vídeo “Sociedade digital: Tecnologia e informação em 
saúde” e compreenda os avanços tecnológicos relacionados ao 
cuidado em saúde. Disponível no link: https://www.youtube.com/
watch?v=MMKy0EpKJOA. Acessado em 25 de setembro de 2022.
Conceitos Fundamentais: 
Bioinformática – é um campo da informática em saúde que estuda a 
aplicação de técnicas de informática no estudo de dados biológicos. 
Materiais Complementares: 
1. https://papers.ssrn.com/sol3/papers.cfm?abstract_id=3077455, 
acessado em 25 de setembro de 2022.
2. https://www.scielosp.org/pdf/bwho/2015.v93n7/438-438/en, 
acessado em 18 de outubro de 2022.
Em Resumo
A utilização de novas tecnologias na área da saúde pode auxiliar no aumento da 
qualidade da assistência, proporcionar recursos diagnósticos e terapêuticos que 
facilitam o processo de tomada de decisão, bem como proporcionar a análise de 
grande quantidade de informações clínicas e de pesquisa. No entanto, é imprescindível 
a determinação de questões éticas, legais e sociais relacionadas à tecnologia da 
informação na área da saúde, no intuito de manter a confidencialidade e integridade 
do paciente.
https://www.youtube.com/watch?v=MMKy0EpKJOA
https://www.youtube.com/watch?v=MMKy0EpKJOA
https://papers.ssrn.com/sol3/papers.cfm?abstract_id=3077455
https://www.scielosp.org/pdf/bwho/2015.v93n7/438-438/en
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Na ponta da língua
https://player.vimeo.com/video/765707232
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LIVRO DE REFERÊNCIA:
Introdução à Informática em Saúde - Fundamentos, 
Aplicações e Lições Aprendidas com a 
Informatização do Sistema de Saúde Americano
Tiago Kuse Colicchio
Artmed, 2020

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