Logo Passei Direto
Buscar

relatorio-propedeutica

Relatório de aulas práticas de Enfermagem da disciplina Propedêutica e Processo de Cuidar na Saúde do Adulto (Universidade Paulista - UNIP). Inclui registros de práticas: oxigenioterapia, aspiração endotraqueal, avaliações clínicas por sistemas, sondagens, curativos, punção venosa, medicação IV e banho no leito.

User badge image
Emily Silva

em

Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Prévia do material em texto

Relatório Propedêutica
Propedeutica processo Cuidar Saúde Adulto (Universidade Paulista)
Digitalizar para abrir em Studocu
A Studocu não é patrocinada ou endossada por nenhuma faculdade ou universidade
Relatório Propedêutica
Propedeutica processo Cuidar Saúde Adulto (Universidade Paulista)
Digitalizar para abrir em Studocu
A Studocu não é patrocinada ou endossada por nenhuma faculdade ou universidade
Baixado por Emily Silva (emilysilva1330@gmail.com)
lOMoARcPSD|42796650
https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=relatorio-propedeutica
https://www.studocu.com/pt-br/document/universidade-paulista/propedeutica-processo-cuidar-saude-adulto/relatorio-propedeutica/95530209?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=relatorio-propedeutica
https://www.studocu.com/pt-br/course/universidade-paulista/propedeutica-processo-cuidar-saude-adulto/3759120?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=relatorio-propedeutica
https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=relatorio-propedeutica
https://www.studocu.com/pt-br/document/universidade-paulista/propedeutica-processo-cuidar-saude-adulto/relatorio-propedeutica/95530209?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=relatorio-propedeutica
https://www.studocu.com/pt-br/course/universidade-paulista/propedeutica-processo-cuidar-saude-adulto/3759120?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=relatorio-propedeutica
UNIVERSIDADE PAULISTA – UNIP
RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS
CURSO: ENFERMAGEM DISCIPLINA: PROPEDÊUTICA E PROCESSO
DE CUIDAR NA SAÚDE DO ADULTO
NOME DO ALUNO: CRISLANE SILVA DOS SANTOS
R.A: 2281248
POLO DE MATRÍCULA: UNIP – COARI
POLO DE PRÁTICA: UNIP – COARI
NOME DO(DA) DOCENTE: ALEXANDRE PAES DE OLIVEIRA
DATA: 18 DE NOVEMBRO DE 2023
Baixado por Emily Silva (emilysilva1330@gmail.com)
lOMoARcPSD|42796650
https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=relatorio-propedeutica
INTRODUÇÃO:
O enfermeiro no cuidado ao indivíduo deve compreender o ser humano
em suas fases evolutivas e no seu viver como adulto, no processo de cuidar
paciente doente considerando-o em sua relação com o meio ambiente,
observando, avaliando e intervindo para a promoção, prevenção e recuperação
da saúde, respeitando as diretrizes do modelo de saúde vigente.
“São muitos os procedimentos de enfermagem disponíveis para
proporcionar uma assistência de qualidade. Eles existem para que as
necessidades humanas básicas sejam supridas diante da incapacidade do
adulto de atender suas próprias demandas. Assim, diante da pessoa doente,
será possível selecionar e praticar técnicas básicas de enfermagem para o
atendimento às necessidades básicas do indivíduo.” (Propedêutica e
processo de cuidar na saúde do adulto, Adriana Cecel Guedes e Rafaela
Angel Cassota, 2022, p10)
A partir das aulas práticas, irei citar os referidos roteiros:
Oxigenioterapia, Oxigenioterapia por cateter nasal, Oxigenioterapia por
máscara de nebulização Venturi e Oxigenioterapia por inalação. Vimos também
Aspiração endotraqueal. Avaliação clínica e discussão de caso com enfoque no
sistema respiratório – oncológico, Avaliação clínica e discussão de caso com
enfoque no sistema cardiovascular, Preparo e administração de medicamentos,
Inserção de sonda nasogástrica, Inserção de sonda nasoentérica, Avaliação
clínica e discussão de caso com enfoque no sistema digestório, Sondagem
vesical de demora – feminina, Sondagem vesical de demora – masculino,
Avaliação clínica e discussão de caso com enfoque no sistema renal, Avaliação
clínica e discussão de caso com enfoque no sistema neurológico, Curativos,
Punção venosa periférica, Medicação via Intravenosa e Banho no leito.
Baixado por Emily Silva (emilysilva1330@gmail.com)
lOMoARcPSD|42796650
RESULTADOS E DISCUSSÃO:
AULA 1: OXIGENIOTERAPIA
ROTEIRO 1
A oxigenioterapia consiste na administração de oxigênio
acima da concentração do gás ambiental normal. No
ambiente, está disponível em torno de 21% de oxigênio,
dependendo de alguns fatores, como poluição e altitude. O
principal objetivo da oxigenoterapia é manter a oxigenação
tecidual adequada, corrigindo a hipoxemia e,
consequentemente, promovendo a diminuição da carga de
trabalho cardiopulmonar através da elevação dos níveis
alveolar e sanguíneo de oxigênio. (GUEDES; CASSSOTA,
2022, p134).
Existem vários tipos de oxigenioterapia, sendo eles as de Sistemas de
baixo fluxo e Sistema de alto fluxo. Segundo (BEZERRA, Clarisse, 2021) Este
tipo de oxigenioterapia (sistema de baixo fluxo) é recomendado para pessoas
que não necessitam de grande quantidade de oxigênio e através destes
sistemas é possível fornecer oxigênio para as vias aéreas em um fluxo de até 8
litros por minuto ou com um Fi02, chamado de fração de oxigênio inspirado, de
60%. Isso significa que do ar total que a pessoa vai inspirar, 60% serão de
oxigênio.
Oxigenioterapia por cateter nasal:
Vimos nas aulas práticas que o cateter nasal é um tubo de plástico com
duas saídas de ar que devem ser colocadas nas narinas e em média, servem
para oferecer oxigênio a 2 litros por minuto.
Começamos fazendo a higienização das mãos, em seguida orientar o
paciente e familiar sobre o procedimento, reunir todo o material e levando até o
paciente, preencher o umidificador com água destilada até o nível máximo,
conectar o umidificador à rede de oxigênio por meio do fluxômetro, conectar o
extensor de silicone do cateter no umidificador de oxigênio, fazer o calçamento
das luvas de procedimento, colocar o cateter nasal nas narinas do paciente,
ajustar a faixa elástica em torno da cabeça para prender o catéter firmemente,
mas de maneira confortável, abrir o fluxômetro que regula a quantidade de
Baixado por Emily Silva (emilysilva1330@gmail.com)
lOMoARcPSD|42796650
https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=relatorio-propedeutica
oxigênio em litros por minuto, de acordo com a prescrição médica, checar o
procedimento e por último realizar as anotações de enfermagem no prontuário.
Oxigenioterapia por máscara de nebulização Venturi:
Vimos nas aulas práticas que a máscara de Venturi é indicada para
quem possui a taxa de oxigênio baixa em casos de fibrose pulmonar ou
taquipneia.
Devemos fazer a higienização das mãos antes e depois de qualquer
procedimento. Para iniciar os procedimentos primeiramente reunir todos os
materiais necessários e orientar o paciente e acompanhante sobre o
procedimento que será realizado e solicitar de ambos colaborem para obter um
ótimo resultado.
Oxigenioterapia por inalação:
A oxigenioterapia por inalação tem como objetivo, umidificar as vias
aéreas, fluidificar secreções da membrana mucosa do trato respiratório,
facilitando sua expulsão e ajudar no tratamento medicamentoso de doenças
pulmonares.
É indicado para pessoas com asma, bronquites, sinusites, infecções e
inflamações em geral.
AULA 2: ASPIRAÇÃO ENDOTRAQUEAL
ROTEIRO 1
A aspiração endotraqueal consiste na remoção de secreções do trato
respiratório interior através de uma sonda que é adaptada ao sistema de
vácuo, melhora a respiração do paciente, elimina secreções quando RN não
consegue liberar de forma natural como na tosse. Antes do procedimento,
reunir todo o material que será utilizado e levar até o paciente, fazer a
higienização das mãos antes e após o procedimento, usar EPIs, explicar ao
paciente e acompanhantequal o procedimento a ser realizado.
Baixado por Emily Silva (emilysilva1330@gmail.com)
lOMoARcPSD|42796650
Logo após a realização do procedimento, recolher todo o material,
organizar, fazer a limpeza das superfícies para evitar possíveis infecções.
Monitorar os sinais fitais, checar prontuários e fazer a evolução de enfermagem
sobre o procedimento, tipo de aspiração, tamanho da sonda e volume de
secreção retirada.
Avaliação Clínica E Discussão De Caso Em Enfoque No Sistema
Respiratório – Oncológico:
Nessa avaliação falamos de uma paciente:
L.D.M. Do sexo feminino, 61 anos, empresária do ramo de silkscreen, iniciou
quadro clínico de tosse seca em crises, com cianose associada. Médico
solicitou radiografia simples de tórax e tomografia computadorizada (TC) de
tórax, a qual mostrou um nódulo em lobo superior do pulmão esquerdo
medindo 1,8 a 1,5 por 1,3 cm. Foi submetida à ressecção do nódulo e o exame
microscópico intraoperatório revelou câncer de pulmão de células não
pequenas com metástase para 4\9 linfonodos Peribrônquicos. Foram
realizados os seguintes exames para estadia mento da doença: TC de crânio
com aspecto tomográfico norma l; cintilografia óssea com conclusão de áreas
prováveis em processo osteodegenerativo próprio da idade e sem evidências
neoplásmaticas; TC do abdome superior com o fígado e demais estruturas com
situ ação, dimensões, contornos e coeficientes de atenuação normais (TNIMO).
Dosagens séricas: antígeno carcinoembriogênico (CEA) = 2,2 nas g \ml;
fosfatasse alcalina = 79 U\L; desidrogenase lática (DHL) = 1 79 UI\L.
Encaminhada a um cirurgião torácico para lobectomia esquerda e
posteriormente tratamento oncológico clínico com radioterapia externa em
região de mediastino (30 sessões) e quimioterapia (QT: vinorelbina 30mg\m).
O que deve ser priorizado no exame clínico? 
A biópsia é a única maneira de se fazer o diagnóstico definitivo da doença. 
Quais parâmetros dos exames laboratoriais devem ser observados? Qual
a correlação com a patologia?
Baixado por Emily Silva (emilysilva1330@gmail.com)
lOMoARcPSD|42796650
https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=relatorio-propedeutica
Os parâmetros dos exames laboratoriais que devem ser observados são os
leucócitos, observei que a febre sinal que a alguma infecção grave.
Quais as características dos fármacos e quais os cuidados de
enfermagem?
Neurontin: Não se deve ultrapassar o intervalo de 12 horas entre as doses de
Neurontin reincidência de Convulsões. 
Fluoxetina: A fluoxetina deve ser administrada com cuidado a pacientes com
história de convulsões
Amoxicilina: Monitorar as funções renal, hepática e hematológica
periodicamente, Monitorar sinais de anafilaxia durante a primeira dose. 
Diprospan: não pode ser administrado por via endovenosa ou subcutânea. 
Tamarine: Seguir a orientação médica.
Paracetamol e codeína: a administração deste produto pode mascarar o
diagnóstico ou a evolução clínica de pacientes com quadro de abdome agudo. 
Metamucil: Respeitar a dose recomendada, não administrar em casos de
obstrução intestinal.
Quais diagnósticos de enfermagem e suas possíveis intervenções?
Risco de infecção: Avaliar rigorosamente a paciente à procura de sinais e
sintomas de infecção e avaliar o hemograma, atentando para leucopenia e
neutropenia. 
Dor crônica: avaliar a intensidade da dor segundo escalas, como a escala
analógica numérica (0 a 3 = dor leve; 4 a 6 = dor moderada; 7 a 10 = dor
forte). 
Náuseas: avaliar o impacto da náusea na qualidade de vida (apetite,
atividades, responsabilidades de papel, sono etc.). 
Fadiga: avaliar o padrão de fadiga do paciente: início, duração períodos,
alterações ao longo do dia, fatores que aliviam ou intensificam. 
Baixado por Emily Silva (emilysilva1330@gmail.com)
lOMoARcPSD|42796650
Integridade da pele e tissular prejudicada em MMSS e MID: instruir
paciente/familiares a aplicar Hirudoid em membros superiores, monitorar
evolução da lesão em membro inferior direito (aspecto). 
Disposição para processos familiares melhorados: Identificar a capacidade dos
membros da família para envolvimento no cuidado da paciente. 
Risco de Trauma vascular: Não administrar a vinorelbina em infusão
prolongada (mais de 30 min) por veia periférica.
AULA 3: AVALIAÇÃO CLÍNICA E DISCUSSÃO DE CASO COM ENFOQUE
NO SISTEMA CARDIOVASCULAR
ROTEIRO 1
Paciente, 70 anos, sexo feminino, diagnóstico médico de insuficiência
cardíaca descompensada. Há 1 semana evoluídos medicamentos e desânimo
importante, não conseguindo se cuidar sozinha e está cansada de viver desta
forma, também se referiu que não evacuava há 7 dias.
Em seguida respondemos as perguntas do roteiro:
O que deve ser priorizado no exame clínico?
A biópsia é a única maneira de se fazer o diagnóstico definitivo da doença. 
Quais parâmetros dos exames laboratoriais de vem ser observados? Qual
a correlação com a patologia? 
O parâmetro dos exames que devem ser avaliados são os leucócitos, visto que
a febre sinal que a alguma infecção grave.
Quais as características dos fármacos e quais os cuidados de
enfermagem?
Tabela 01: Fármacos e cuidados de enfermagem
Fármaco Cuidados de enfermagem
Amoxicilina Monitorar as funções renal, hepática e
hematológica periodicamente. Monitorar sinais de
anfiaxia durante a primeira dose
Diprospan. Diprospan não pode ser administrado por via
endovenosa ou subcutânea. 
Baixado por Emily Silva (emilysilva1330@gmail.com)
lOMoARcPSD|42796650
https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=relatorio-propedeutica
Metamucil Respeitar a dose recomendada, não administrar
em casos de obstrução intestinal
Tamarine Seguir a orientação médica.
Neurontin. Não se deve ultrapassar o intervalo de 12
horas entre as doses de Neurontin reincidência
de convulsões.
Paracetamol e codeína A administração deste produto pode mascarar
o diagnóstico ou a evolução clínica de pacientes
com quadro de abdome agudo.
Fluoxetina A fluoxetina deve ser administrada com
cuidado a pacientes com histórico de convulsões.
Fonte: Elaborado pelo autor, 2023.
Quais diagnósticos de enfermagem e suas possíveis intervenções?
Tabela 02: Diagnósticos de enfermagem e intervenções
Diagnósticos de enfermagem Possíveis intervenções?
Risco de infecção Avaliar rigorosamente a paciente à
procura de sinais e sintomas de
infecção, Avaliar o hemograma,
atentando para leucopenia e
neutropenia
Dor crônica. Avaliar a intensidade da dor segundo
escalas, como a escala analógica
numérica (0 a 3 = dor leve; 4 a 6 =
dor moderada; 7 a 10 = dor forte).
Náuseas. Avaliar o impacto da náusea na
qualidade de vida (apetite, atividades,
responsabilidades de papel, sono
etc.).
Fadiga. Avaliar o padrão de fadiga do
paciente: início, duração períodos,
alterações ao longo do dia, fatores
que aliviam ou intensificam
. Integridade da pele e tissular Instruir paciente/familiares a aplicar
Baixado por Emily Silva (emilysilva1330@gmail.com)
lOMoARcPSD|42796650
prejudicada em MMSS e MMSI Hirudoid em membros superiores.
Monitorar evolução da lesão em
membro inferior direito (aspecto).
Disposição para processos familiares
melhorando
Identificar a capacidade dos membros
da família para envolvimento no
cuidado da paciente.
Risco de Trauma vascular Não administrar a vinorelbina em
infusão prolongada (mais de 30 min)
por veia periférica.
Fonte: Elaborado pelo autor, 2023.
AULA 4: PREPARO E ADMINISTRAÇÃO DE MEDICAMENTOS
ROTEIRO 1
Umas das principais funções da equipe de enfermagemno cuidado aos
pacientes é a administração de medicamentos. Exige dos profissionais:
responsabilidade, conhecimento e habilidades, estes fatores garantem a
segurança do paciente.
Para administração de medicamentos é necessário aplicação dos 13
certos:
 Paciente certo
 Medicamento certo
 Via de administração certa
 Horário certo
 Dose certa
 Registro certo
 Orientação certa
 Forma certa
 Resposta certa
 Validade certa
 Compatibilidade certa
 Tempo de administração certo
 Prescrição certa
Baixado por Emily Silva (emilysilva1330@gmail.com)
lOMoARcPSD|42796650
https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=relatorio-propedeutica
Administração de medicamentos por via oral
Vimos nas aulas práticas que a administração de medicamentos pela via
oral consiste em oferecer o medicamento que será deglutido ou não com
auxílio de líquidos.
Vimos que as formas de apresentação dos fármacos para administração
por via oral são: comprimidos, cápsulas, drágeas, soluções, suspensão e pó.
Administração de medicamentos por via subcutânea
Aprendemos nas aulas práticas que, na via subcutânea é importante que
o profissional de enfermagem saiba proceder e ensinar a aplicação, pois é
muito comum a autoaplicação nos pacientes de algumas doenças dentre elas
os diabéticos.
Vimos que na via subcutânea os medicamentos são administrados
debaixo da pele, no tecido subcutâneo.
Administração de medicamentos por via intramuscular
Vimos que a medicação administrada por via IM, é depositada
profundamente no tecido muscular, o qual é ricamente irrigado pelo sangue.
Movimenta-se rapidamente para dentro da circulação sistêmica.
Provoca pouca dor, pois o tecido muscular contém poucos nervos
sensoriais. Os medicamentos irritantes costumam ser dados via intramuscular
devido às pouquíssimas terminações nervosas que se encontram na
musculatura profunda.
AULA 5: INSERÇÃO DE SONDA NASOGÁSTRICA
ROTEIRO 1
Sonda nasogástrica inserida no estômago possibilita acesso á parte
interna do estômago. Algumas vezes a sonda é introduzida no intestino
delgado para possibilitar a alimentação enteral. (MANUAL MSD, 2023).
Baixado por Emily Silva (emilysilva1330@gmail.com)
lOMoARcPSD|42796650
A sonda nasogástrica é indicada para: Fornecer nutrientes ao estômago,
esvaziar o estômago, como por exemplo nos pacientes entubados para
prevenir a aspiração, para administrar agentes de contraste radiopacos orais.
Vimos nas aulas práticas, que para inserção da sonda o paciente deve
sentar-se ereto na posição olfativa com o pescoço ligeiramente flexionado. E se
o paciente é ventilado por uma sonda endotraqueal que protege as vias
respiratórias, pode-se inserir a sonda nasogástrica com o paciente em pé ou
em decúbito dorsal.
Vimos o passo a passo da passagem de sonda: lubrificar a extremidade
da sonda nasogástrica, inserir delicadamente a ponta da sonda no nariz e
deslizar ao longo do assoalho da cavidade nasal, apontar para trás, então para
baixo de modo a permanecer abaixo do corneto nasal, esperar sentir
resistência leve à medida que o tubo passa pela nasofaringe posterior.
AULA 6: INSERÇÃO DE SONDA NASOENTÉRICA
ROTEIRO 1
A sonda nasoentereal proporciona nutrição enteral e também serve para
administração de medicamentos, principalmente nos pacientes idosos,
acamados e com reflexos diminuídos.
Os materiais utilizados são: máscara descartáveis, bandeja, SNE, gel
hidrossolúvel, seringa 20ml, gaze, estetoscópio, luva de procedimento,
esparadrapo, SF 0,9%, lanterna, biombo, toalha ou papel-toalha.
AULA 7: AVALIAÇÃO E DISCUSSÃO DE CASO COM ENFOQUE NO
SISTEMA DIGESTÓRIO
ROTEIRO 1
Durante a aula abordamos um caso clínico e em seguida uma avaliação
química em foco no sistema digestório de uma paciente no seu primeiro dia
de internação por pancreatite aguda (PA), sexo feminino, 45 anos.
Informou que veio para o hospital por causa de do r abdominal aguda
acompanhada de náuseas e vômitos que não aliviavam a dor.
Baixado por Emily Silva (emilysilva1330@gmail.com)
lOMoARcPSD|42796650
https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=relatorio-propedeutica
Apresentava antecedentes pessoais de colelitíase, dislipidemia, depressão e
tabagismo h á mais de 20 anos. 
Exame físico: consciente , orientada, inquieta, com dor abdominal
de forte intensidade (escore 10), posição no leito com as pernas fletidas
de encontro com o tórax, dispneica, crepitações finas e difusas, sonda
ausculta cardíaca com rítmicas, hipofoneticas em dois tempos, distensão
abdominal importante, sonda nasogástrica (SNG) aberta, Abdome doloroso
á palpação superficial, acesso venoso periférico instalado n a veia cubital
esquerda, pele fria e úmida diurese por DDV evoluindo com oliguria.
Medicações em uso domiciliar: fluoxetina 20mg\manha e
sisvastatina20mg \dia, Sinais vitais: frequência cardíaca (FC) = 100bpm,
dispneia com frequência respiratoria (FR) = 28rpm, saturação de oxigênio
= 90%, pressão arterial (PA) = 90 \50mmHg, temperatura axilar = 37,4°C:
exame laboratoriais: paCO2 = 40 mmHg, paO2 = 85mmHg, hemoglobina
(Hb) = 12g \dl, hematócrito (Ht) = 4 8%, leucócitos = 16.000u\l, albumina=
4,5g\l, amilase =440U\l, lipas = 400U\l, GGT = 22 U\L, TGO= 30U\l, TGP =22U\
l. k= 3,2mEq\l, cálcio= 8,2mg\dl, colesterol total= 260mg\dl, glicose = 275mg\dl,
ureia= 68mg\dl, creatina= 1mg\dl. Exames de imagem: tomografia de abdome
apresentando proeminência da poção cefálica pancreática e liquido na
cavidade peritoneal. Radiografia de tórax apresentando cúpulas diafragmáticas
elevadas. 
O que deve ser priorizado no exame clínico? 
Evolução clínica da colicistite e funções hepática. 
Quais parâmetros dos exames laboratoriais de vem ser observados?
Qual a correlação com a patologia? 
Alterações no exame de hematócrito, leucócitos, amilase, lipase, ureia,
potássio, colesterol e glicose. Caracterizando disfunção biliar e hepática.
Quais as características dos fármacos e quais os cuidados de
enfermagem?
Analgesia, anti-inflamatórios e antiespasmódico. Melhorar a condições biliar e
hepática. 
Baixado por Emily Silva (emilysilva1330@gmail.com)
lOMoARcPSD|42796650
Qual diagnósticos de enfermagem e suas possíveis intervenções? 
O diagnosticado é risco de função hepática prejudicada e sua respectiva
intervenção é o controle da nutrição e da dor.
AULA 8: SONDAGEM VESICAL DE DEMORA – FEMININA
ROTEIRO 1
É um procedimento estéril, invasivo que consiste na introdução de uma
sonda até a bexiga, através da uretra, com a finalidade de facilitar a drenagem
da urina ou instalar medicação ou líquido, com tempo de permanência longo,
determinado pelo médico.
1. Realizar higiene íntima na paciente, exceto se ela já tiver tomado banho.
Posicioná-la confortavelmente e preservar sua privacidade, fechando o quarto
ou utilizando biombos.
2. Colocar o recipiente para os resíduos em local acessível.
3. Calçar luva de procedimento para avaliar trauma uretral, considerando a
necessidade de tricotomia prévia.
4. Descartar as luvas de procedimento e lavar as mãos conforme o protocolo.
5. Abrir a bandeja de cateterismo usando a técnica asséptica.
6. Colocar a paciente em posição de decúbito dorsal: os joelhos flexionados, os
pés sobre o leito mantendo os joelhos afastados (posição ginecológica).
7. Calçar as luvas estéreis e, a seguir sob o campo estéril, deve-se fazer o
teste para avaliar a integridade do balão da sonda, insuflando-se ar com a
seringa e desinflando em seguida.
8. Separar, com uma das mãos, ospequenos lábios de modo que o meato
uretral seja visualizado; mantendo-os afastados, até que o cateterismo termine.
Atentar para o ponto que a mão que toca a genitália não tocará na sonda.
9. Realizar antissepsia da região perineal, com movimentos únicos, utilizando
gaze estéril embebida com clorexidina ou iodopolividona, não alcoólicos, estéril
e o auxílio da pinça Cheron: primeiro, horizontalmente, do meato até o monte
de Vênus. A seguir, verticalmente do meato até final da comissura labial
posterior, inicialmente sobre grandes lábios, após entre grandes e pequenos
Baixado por Emily Silva (emilysilva1330@gmail.com)
lOMoARcPSD|42796650
https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=relatorio-propedeutica
lábios. Por último, em movimentos circulares sobre o meato, de dentro para
fora.
10. Após antissepsia, proceder a colocação de campo fenestrado estéril e novo
afastamento dos grandes lábios. As etapas seguintes são a aplicação do
anestésico, no meato, situado abaixo do clitóris, na linha média, e a sondagem
vesical.
11. Ainda sob o campo estéril, conectar a sonda vesical com o sistema de
coletor para então lubrificar bem a sonda com o anestésico tópico prescrito. 
12. Introduzir a sonda pré-conectada a um coletor de drenagem de sistema
fechado, bem lubrificada por 5 cm a 7 cm no meato uretral, utilizando técnica
asséptica estrita. Quando a urina não aparecer, verificar se a sonda não está
na vagina. Se erroneamente posicionada, deixar a sonda na vagina como um
marco indicando onde não inserir e introduzir outra sonda.
13. Insuflar o balonete com água destilada (aproximadamente 10 ml),
certificando-se de que a sonda está drenando adequadamente.
14. Tracionar suavemente a sonda até sentir resistência.
15. Fixar a sonda de demora, prendendo-a juntamente com o equipo de
drenagem, na face interna da coxa com esparadrapo do tipo antialérgico.
16. Secar a área e manter a paciente confortável.
17. Lavar as mãos.
18. Realizar anotação de enfermagem, assinar e carimbar.
19. Manter o ambiente da paciente em ordem. (REDAÇÃO SECAD, 2017)
AULA 9: SONDAGEM VESICAL DE DEMORA – MASCULINO
ROTEIRO 1
É uma técnica que consiste na introdução de uma sonda vesical, para
uretra até á bexiga de forma a fazer a permitir a saída de urina em pessoas que
não conseguem controlar esse ato, devido a obstruções como hipertrofia da
próstata, dilatação uretral.
A sondagem deve ser feita de forma mais asséptica possível para evitar
infecções e contaminações que dificultem ainda mais o caso clínico.
Baixado por Emily Silva (emilysilva1330@gmail.com)
lOMoARcPSD|42796650
AULA 10: AVALIAÇÃO CLÍNICA E DISCUSSÃO DE CASO COM ENFOQUE
NO SISTEMA RENAL
ROTEIRO 1
Paciente, sexo feminino, 60 anos, portadora de leucemia mieloide
aguda. Foi internada para transplante de medula óssea. Foi transferida para a
unidade de terapia intensiva, onde foi submetida à intubação endotraqueal.
Suspeitava-se de infecção pulmonar, posteriormente confirmada na cultura do
lavado brônquico. Com base nessa suspeita, iniciou-se amplo esquema
antimicrobiano. Foi iniciada hemodiálise em virtude da insuficiência renal aguda
(IRA) por necrose tubular aguda (NTA) secundária à sepse.
Em seguida respondemos as perguntas, o professor atuou tirando
dúvidas nesse processo, não senti dificuldade.
O que deve ser priorizado no exame clínico?
Insuficiência renal e insuficiência respiratória. 
Quais parâmetros dos exames laboratoriais de vem ser observados?
Qual a correlação com a patologia?
Sódio, Hb, plaquetas e pco2. Edemas e abdome globoso. 
Quais as características dos fármacos e quais os cuidados de
enfermagem?
Fármacos: Teicoplanina. Cuidados de enfermagem: evitar a formação de
espuma durante a Reconstituição.
FARM. Piperacilina. CUID.ENF. Deve ser administrada por Infusão intravenosa
lenta em um período de, no mínimo, 30 min. 
FARM. Metronidazol. CUID. ENF. Infundir a uma velocidade de 5 ml/min,
atentar para Aparecimento de parestesia, convulsão e outros sinais de
neurotoxicidade. 
FARM. Dipirona. CUID. ENF. Manter prevenção contra quedas devido à
Hipotensão postural. 
Baixado por Emily Silva (emilysilva1330@gmail.com)
lOMoARcPSD|42796650
https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=relatorio-propedeutica
FARM. Tramadol. CUID. ENF. A medicação por via Intravenosa deve ser
diluída com aproximadamente 50 a 100 ml de soro fisio - lógico 0,9% e
infundida em 30 a 60 minutos. 
FARM. Ambisome. CUID. ENF. Deve ser reconstituída em água estéril para
injeção (sem bacteriostático ), não reconstituir com salina ou adicionar salina
à solução reconstituída. 
FARM. Aciclovir. CUID. ENF. Durante a terapia, devem-se monitorar os níveis
de ureia E creatinina, bem como provas de função hepática
(transaminases e bilirrubinas).
FARM. Albumina humana. CUID. ENF. Não infundir a albumina
juntamente com verapamil ou vancomicina na mesma via. 
FARM. Filgrastima. CUID. ENF. Diluir e m soro glicosado 5% e infundir
em 30 min. 
FARM. Micofenolato mofetil. Em caso de superdosagem, o metabólito ativo
do fármaco pode ser aumentado com o uso de colestiramina. 
FARM. Tacrolimo. CUID. ENF. Ter cautela na administração simultânea com
o tacrolimo e a ciclosporina, a fim de preservar a função renal. 
FARM. Metilprednisol ona. Monitorar nível de glicose sérica e glicemia
capilar. 
FARM. Pantoprazol. Deve ser administrado com um pouco de líquido, antes ou
durante o café da manhã. FARM. Nistatina oral. CUID. ENF. Monitorar
náuseas, vômitos e diarreia.
Quais diagnósticos de enfermagem e suas possíveis intervenções?
DIAG. Perfusão tissular renal ineficaz. INTER. Controlar o volume de Diurese e
o balanço hídrico. 
DIAG. Volume de líquidos excessivo. INTER. Medir a circunferência dos locais
com edema para facilitar o acompanhamento Evolutivo. 
DIAG. Risco de desequilíbrio do volume de líquidos. INTER. Verificar a PA a
cada 15 min durante a sessão de hemodiálise. 
Baixado por Emily Silva (emilysilva1330@gmail.com)
lOMoARcPSD|42796650
DIAG. Mucosa Oral prejudicada. INTER. Inspecionar a cavidade oral
diariamente, buscando avaliar o grau da mucosite. 
DIAG. Proteção ineficaz. Monitorar a contagem de Plaquetas diariamente para
avaliar se está havendo recuperação da medula óssea. DIAG. Risco de
infecção. INTER. Avaliar rigorosamente a paciente à procura de sinais e
sintomas de infecção.
AULA 11: AVALIAÇÃO CLÍNICA E DISCUSSÃO DE CASO COM ENFOQUE
NO SISTEMA NEUROLÓGICO
ROTEIRO 1
Novamente a professora abordou o caso destacando os procedimentos
que deveriam ser realizados, ela tirou dúvidas durante o processo. Não senti
dúvidas.
O que deve ser priorizado no exame clínico?
Acidente vascular encefálico. 
Quais parâmetros dos exames laboratoriais de vem ser observados?
Qual a correlação com a patologia?
Sódio, Hb, plaquetas e pco2. Edemas e abdome globoso.
Quais as características dos fármacos e quais os cuidados de
enfermagem?
FARM. Solução de glicose 5%. CUID. ENF. Não administrar
simultaneamente com sangue no mesmo equipo, devido à possibilidade
de pseudoaglutinação ou hemólise. 
FARM. Cefazolina. Pacientes com antecedente de alergia à penicilina não
devem fazer uso de cefalosporina. 
FARM. Dipirona sódica. CUID. ENF. Manter prevenção contra quedas
devido à hipotensão postural. 
FARM. Paracetamol. CUID. ENF. Manter prevenção contra quedas devido
à hipotensão postural. 
Baixado por Emily Silva (emilysilva1330@gmail.com)
lOMoARcPSD|42796650
https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=relatorio-propedeuticaFARM. Pantoprazol. CUID. ENF. Deve se r administrado com um pouco de
líquido, antes ou durante o café da manhã. 
FARM. Insulina regular. FARM. Fenitoína. CUID. ENF. Não misturar as
preparações injetáveis à glicose a 5% nem com outro medicamento. 
FARM. Dexametasona. CUID. ENF. Monitorar nível de glicose sérica e glicemia
capilar. 
FARM. Hidroxizina. CUID ENF. Realizar higiene oral mais frequentemente
na paciente. 
FARM. Noradrenalina. CUID. ENF. Monitoramento de alterações da frequência
cardíaca e arritmias. 
FARM. Fentanil. CUID. ENF. Monitorar função pulmonar. 
FARM. Midazolam. CUID. ENF. Atenção para depressão respiratória, manter
monitoração intensa de Pressão arterial, pelo risco de hipotensão.
Quais diagnósticos de enfermagem e suas possíveis intervenções?
DIAG. Capacidade adaptativa intracraniana diminuída. INTER. Garantir PIC <
20 mmHg. Manter PPC > 60 mmHg. 
DIAG. Risco de aspiração. INTER. Avaliar capacidade de proteção de vias
aéreas superiores.
DIAG. Risco para Desobstrução ineficaz de vias aéreas. INTER. Re alizar
higiene traqueobrônquica sempre que necessário. 
DIAG. Risco de volume de líquidos deficiente. INTER. Realizar rigoroso
controle urinário. Evitar balanço hídrico negativo. 
DIAG. Risco de infecção. INTER. Monitorar sinais e sintomas sistêmicos
e locais de infecção (febre, taquicardia etc.). 
DIAG. Glicemia instável. INTER. Monitorar e registrar os valores de glicemia
capilar.
AULA 12: CURATIVOS
Baixado por Emily Silva (emilysilva1330@gmail.com)
lOMoARcPSD|42796650
ROTEIRO 1
O curativo é um procedimento terapêutico que consiste na limpeza, no
qual toda substância e soluções necessárias são colocadas diretamente sobre
um ferimento. Serve para evitar a contaminação de feridas limpas, facilitar a
cicatrização, absorver secreções, reduzir a infecção nas lesões contaminadas,
facilitar a drenagem de secreções, promover a hemostasia com os curativos
compressivos, manter o contato de medicamentos junto à ferida, promover
conforto ao paciente. 
Tipos de curativo: o tipo de curativo a ser realizado varia de acordo com
a natureza, a localização e o tamanho da ferida. Em alguns casos é necessária
uma compressão, em outros lavagem com solução fisiológica e outros exigem
imobilização com ataduras.
Curativo semi-oclusivo;
Curativo oclusivo ou fechados;
Curativo compressivo;
Curativos abertos.
AULA 13: PUNÇÃO VENOSA PERIFÉRICA
ROTEIRO 1
A punção venosa periférica trata-se de um procedimento invasivo
comumente realizada por profissionais de enfermagem, sendo muito utilizada
na assistência à pacientes submetidos à terapia endovenosa. Consiste na
introdução de um cateter venoso na luz de uma veia superficial, de preferência
de grande calibre. (TENUTO, Camila, 2022)
A punção venosa periférica é indicada para coleta de exames
laboratoriais e terapia medicamentosa por via endovenosa.
O objetivo é instalar cateter em trajeto venoso periférico para
manutenção de via de acesso para infusão de soluções ou administração de
medicamentos.
Baixado por Emily Silva (emilysilva1330@gmail.com)
lOMoARcPSD|42796650
https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=relatorio-propedeutica
AULA 14: MEDICAÇÃO VIA INTRAVENOSA (IV)
ROTEIRO 1
Na administração intravenosa, os medicamentos são administrados por
meio de cateteres inseridos na veia. É uma via vantajosa porque o início da
ação é rápido. Podem ser obtidos níveis sanguíneos terapêuticos previsíveis
dos medicamentos. A via pode ser utilizada quando houver disfunção
gastrointestinal ou impossibilidade de aplicação IM ou SC. Muitos
medicamentos não podem ser ministrados pelas outras vias. (GUEDES,
CASSOTA, 2022, p196).
Vimos na aula prática que, o medicamento administrado pela via
intravenosa chega imediatamente à corrente sanguínea e tende a apresentar
efeito mais rapidamente do que quando administrado por qualquer outra via.
AULA 15: BANHO NO LEITO
ROTEIRO 1
Banho no leito é o procedimento realizado em qualquer paciente que tenha dificuldade
de locomoção, processo esse que retira toda a sujeira acumulada pelo paciente acamado. O
objetivo do presente estudo foi avaliar a importância da técnica do banho no leito na percepção
dos profissionais de saúde nos achados literários. Métodos: Trata-se de uma revisão da
literatura que buscou avaliar a importância da técnica do banho no leito na percepção dos
profissionais de saúde. Resultados: Estudos lidos e relatados demonstram que pode haver
alguma resistência na realização do cuidado por parte dos pacientes e dos enfermeiros e que
esse momento auxilia no processo de humanização. Conclusão: Ainda é mistificado o assunto
do banho no leito, embora seja parte dos cuidados de Enfermagem, é preciso que o tema seja
abordado mais amplamente e com mais naturalidade pelos enfermeiros que o supervisionam,
coordenam e participam. (SARAIVA, T.L.A, 2017).
Baixado por Emily Silva (emilysilva1330@gmail.com)
lOMoARcPSD|42796650
Baixado por Emily Silva (emilysilva1330@gmail.com)
lOMoARcPSD|42796650
https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=relatorio-propedeutica
Baixado por Emily Silva (emilysilva1330@gmail.com)
lOMoARcPSD|42796650
Baixado por Emily Silva (emilysilva1330@gmail.com)
lOMoARcPSD|42796650
https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=relatorio-propedeutica
Baixado por Emily Silva (emilysilva1330@gmail.com)
lOMoARcPSD|42796650
Baixado por Emily Silva (emilysilva1330@gmail.com)
lOMoARcPSD|42796650
https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=relatorio-propedeutica
REFERÊNCIA:
BEZERRA, Clarisse. Oxigenioterapia: o que é, tipos, para que serve e
cuidados. Site: Tua Saúde. Disponível em:
https://www.tuasaude.com/oxigenioterapia/ . acesso em: 13 Nov. 2023.
GUEDES, Adriana Cecel / CASSOTA, Raffaela Angel. Propedêutica e
Processo de Cuidar na Saúde do Adulto. São Paulo: Sol, 2022.
MALIK, Zubair. Como inserir uma Sonda Nasogástrica. Site: Manual MSD.
Disponível em: https://www.msdmanuals.com/pt-br/profissional/dist
%C3%BArbios-gastrointestinais/como-fazer-procedimentos-gastrointestinais/
como-inserir-uma-sonda-nasog%C3%A1strica#:~:text=Lubrificar%20a
%20extremidade%20da%20sonda,tubo%20passa%20pela%20nasofaringe
%20posterior. Acesso em: 15 Nov. 2023.
SARAIVA, T. L. A. Importância do procedimento banho no leito para
atendimento em enfermagem. Site: Recien. Disponível em:
https://www.recien.com.br/index.php/Recien/article/view/138#:~:text=Banho
%20no%20leito%20%C3%A9%20o,sujeira%20acumulada%20pelo
%20paciente%20acamado. Acesso em: 17 Nov. 2023.
TENUTO, Camila. Enfermagem: passo a passo da punção venosa
periférica. Site: Pedmed. Disponível em: Enfermagem: passo a passo da
punção venosa periférica - PEBMED. acesso em: 17 Nov. 2023.
Baixado por Emily Silva (emilysilva1330@gmail.com)
lOMoARcPSD|42796650
https://pebmed.com.br/enfermagem-passo-a-passo-da-puncao-venosa-periferica/
https://pebmed.com.br/enfermagem-passo-a-passo-da-puncao-venosa-periferica/
https://www.recien.com.br/index.php/Recien/article/view/138#:~:text=Banho%20no%20leito%20%C3%A9%20o,sujeira%20acumulada%20pelo%20paciente%20acamado
https://www.recien.com.br/index.php/Recien/article/view/138#:~:text=Banho%20no%20leito%20%C3%A9%20o,sujeira%20acumulada%20pelo%20paciente%20acamado
https://www.recien.com.br/index.php/Recien/article/view/138#:~:text=Banho%20no%20leito%20%C3%A9%20o,sujeira%20acumulada%20pelo%20paciente%20acamado
https://www.msdmanuals.com/pt-br/profissional/dist%C3%BArbios-gastrointestinais/como-fazer-procedimentos-gastrointestinais/como-inserir-uma-sonda-nasog%C3%A1strica#:~:text=Lubrificar%20a%20extremidade%20da%20sonda,tubo%20passa%20pela%20nasofaringe%20posteriorhttps://www.msdmanuals.com/pt-br/profissional/dist%C3%BArbios-gastrointestinais/como-fazer-procedimentos-gastrointestinais/como-inserir-uma-sonda-nasog%C3%A1strica#:~:text=Lubrificar%20a%20extremidade%20da%20sonda,tubo%20passa%20pela%20nasofaringe%20posterior
https://www.msdmanuals.com/pt-br/profissional/dist%C3%BArbios-gastrointestinais/como-fazer-procedimentos-gastrointestinais/como-inserir-uma-sonda-nasog%C3%A1strica#:~:text=Lubrificar%20a%20extremidade%20da%20sonda,tubo%20passa%20pela%20nasofaringe%20posterior
https://www.tuasaude.com/oxigenioterapia/

Mais conteúdos dessa disciplina