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Esta disciplina abordará as relações entre os processos de desenvolvimento e a aprendizagem humana.
Vamos refletir um pouco sobre a questão?
O QUE FAZ UM BOM PROFESSOR?
-CONHECIMENTO DO CONTEÚDO E HABILIDADES
 PEDAGÓGICAS;
-DOMÍNIO DE HABILIDADES PEDAGÓGICAS; 
-O BOM ENSINO PODE SER ENSINADO?
-O PROFESSOR INTENCIONAL 
 
 
VAMOS ANALISAR?
 QUAL É O PAPEL DA PESQUISA EM PSICOLOGIA EDUCACIONAL? 
 
 
 
Começando a conversa...
Você já se questionou sobre como aprendemos? O que devemos aprender? O que ensinar? Como ensinar? Converse com seus alunos sobre isso... 
Para ajudar na resposta, vamos brincar um pouco...
DINÂMICA DA CAIXA
Material necessário: uma caixa com um objeto dentro
Instruções: mostre para um aluno, o conteúdo da caixa. Ele deverá “explicar” para a turma o que tem na caixa, sem falar o que é, apenas por mímicas. Vá trocando de objetos, enquanto o grupo tiver disposto para brincar.
Ao conversar sobre o desfecho da dinâmica, provavelmente, você perceberá como cada um vê as coisas do seu jeito. De um mesmo objeto, virão várias percepções... Alguns acertarão, outros não. Assim também acontece com a aprendizagem. A mesma coisa, as pessoas aprendem de um jeito diferente. Assim como, também ensinam de outra forma. Ou seja, aprender ou ensinar é um processo bem pessoal.
Este processo será o foco de nossa disciplina: a compreensão do processo ensino-aprendizagem.
Tutor: fotografe alguns destes momentos da Dinâmica, e, envie para a coordenação do curso de Pedagogia, para a Professora Dra Ana Clarisse Alencar Barbosa, no e-mail: ana.alencar@uniasselvi.com.br para que possamos colocar no portfólio do curso. 
Depois desta experiência, vamos estudar um pouco sobre os tipos de aprendizagem, seu conceitos, características e as perspectivas teóricas sobre o tema.
“Quem aprende modifica seu comportamento”. (CAMPOS, 1987, p. 36)
A finalidade principal da Psicologia da Educação é utilizar e aplicar os conhecimentos, os princípios e os métodos da Psicologia para construir e intervir no estudo destes processos educativos.
 
 
COMO PIAGET COMPREENDEU O DESENVOLVIMENTO
COGNITIVO? 
 COMO OCORRE O DESENVOLVIMENTO: O que são ESQUEMAS? 
 
CONSTRUTIVISMO
	A Teoria Construtivista surgiu no século XX, a partir das experiências do biólogo, filósofo e epistemólogo suíço Jean Piaget (1896-1980), o qual observando crianças desde o nascimento até a adolescência percebeu que o conhecimento se constrói na interação do sujeito com o meio em que ele vive. 
 
Esquemas: é uma ação de categorizar. 
Ex: a criança pega uma bola e olha para ela. 
A criança está usando seu ‘esquema de olhar’, seu 
‘esquema de pegar’ e seu ‘esquema de segurar’;
 
Assimilação: Quando o bebê olha para um móbile acima 
de seu berço e depois estende a mão para ele. 
Para Piaget o bebê assimilou o móbile nos esquemas 
e olhar e alcançar; [...] a assimilação é um processo ativo;
 
Acomodação: É quando o indivíduo tem o primeiro contato ou conhece algo novo. A acomodação se realiza quando esse novo conhecimento assimilado desestrutura e reorganiza nossos esquemas mentais já formulados ou cria novos esquemas. O processo de acomodação é a chave para o desenvolvimento. Ex: Quando aprendo novas palavras, eu gradualmente modifico (acomodo) meus conceitos e categorias..;
 
 
Equilibração: refere-se ao processo de acomodar os novos conhecimentos aos antigos ou formular novos esquemas mentais. Ex: uma criança conhecendo os animais. Uma criança pequena vê um gato (animal de estimação da família), percebe que o animal tem quatro patas, anda de quatro, tem pêlos, bigodes e rabo. Ela brinca com o gato, toca nele, sente seus pelos e unhas. Cria um esquema para esse conhecimento – esquema “gato”. Mas, um dia, essa criança é levada ao zoológico e vê um cavalo. Ora, o cavalo tem quatro patas, anda de quatro, tem pelos, rabo etc. Mas o cavalo não é um gato. Esse novo conhecimento exige que a criança assimile a informação que nem todo animal de quatro patas é gato;
 
 
 
 
Sensório-motor- Do nascimento até os 24 meses de vida.
E a fase em que o bebê passa a conhecer o mundo que a cerca por meio de suas próprias ações que são controladas por informações sensoriais imediatas. 
Nessa fase uma criança enxerga a vida somente a partir de sua própria estrutura de referência, ou seja, é egocêntrica. O egocentrismo é diferente de egoísmo. O egocentrismo faz com que a criança pense que todos enxergam o mundo da sua maneira. 
Nesse estágio, a criança busca adquirir a habilidade verbal. Ela pode até nomear objetos, classificar e raciocinar figurativamente, mas ainda não consegue coordenar operações fundamentais. 
Nesse estágio, consegue lidar com coisas que experimentou, que conhece ou que pode ver e mexer, mas ainda não consegue manipular idéias abstratas ou possibilidades.
Pré-operatório- Do 24º. mês de vida a seis anos de vida.
Operatório concreto- Entre os seis e doze anos de vida.
 
Operatório formal- Dos doze aos dezesseis anos.
Nesse estágio, a criança tem capacidade de utilizar o raciocínio abstrato e sistemático. As deduções lógicas podem ser feitas sem o apoio de objetos concretos, significando que o pensamento dedutivo é muito presente na vida da criança nessa fase.
 
 
O QUE É A CONSERVAÇÃO?
 
A obra do psicólogo ressalta o papel da escola no desenvolvimento mental das crianças e é uma das mais estudadas pela pedagogia contemporânea.
 
O psicólogo bielo-russo Lev Vygotsky (1896-1934) morreu há mais de 70 anos, mas sua obra ainda está em pleno processo de descoberta e debate em vários pontos do mundo, incluindo o Brasil.
Aos professores interessa em particular os estudos sobre desenvolvimento intelectual. Vygotsky atribuía um papel preponderante às relações sociais nesse processo, tanto que a corrente pedagógica que se originou de seu pensamento é chamada de sociointeracionismo.
Surge da ênfase no social uma oposição teórica em relação ao biólogo suíço Jean Piaget (1896-1980), que também se dedicou ao tema da evolução da capacidade de aquisição de conhecimento pelo ser humano e chegou a conclusões que atribuem bem mais importância aos processos internos do que aos interpessoais.
 
 
Segundo a perspectiva histórico-cultural, a vivência em sociedade é essencial para a transformação do homem biológico em ser humano. Em outras palavras, para Vygotsky (2008), o ser humano só adquire as características humanas quando convive em sociedade.
 
Vygostsky define a aprendizagem como um processo central no desenvolvimento humano, envolvendo a interação, em virtude de um processo de apropriação de conhecimentos, signos, valores, habilidades... 
COMO BRONFENBRENNER COMPREENDEU O
DESENVOLVIMENTO? 
ESTÁGIOS DE DESENVOLVIMENTO PSICOSSOCIAL DE
ERIKSON 
Estágio I – Confiança versus Desconfiança (do nascimento aos 18 meses) 
Estágio II – Autonomia versus vergonha/dúvida (18 meses a 3 anos) 
Estágio III – Iniciativa versus culpa (3 a 6 anos) 
Estágio IV – Diligência versus inferioridade (6 a 12 anos) 
Estágio V – Identidade versus confusão de identidade/papel (12 a 18 anos) 
Estágio VI – Intimidade versus isolamento (19 a 40 anos) 
Estágio VII – Generatividade versus estagnação/ autoabsorção (meia-idade, 41 a 65 anos) 
Estágio VIII – Integridade versus desespero (velhice, após os 65 anos) 
TEORIA DO DESENVOLVIMENTO MORAL DE PIAGET 
ESTÁGIOS DE RACIOCÍNIO MORAL DE KOHLBERG 
DESENVOLVIMENTO SOCIOEMOCIONAL DURANTE OS
ANOS PRÉ-ESCOLARES 
Os comportamentos pró-sociais são ações voluntárias para com os
outros, como cuidar, compartilhar, confortar e cooperar. A pesquisa sobre as
raízes do comportamento prosocial contribuiu para o nosso conhecimento sobre o desenvolvimento moral e social das crianças. Vários fatores parecem estar associados ao desenvolvimento de comportamentos pró-sociais (EISENBERG, 2001), incluindo os seguintes:
• Técnicas disciplinaresparentais que enfatizam as consequências do
comportamento da criança para os outros e que são aplicadas dentro de uma
relação pais-filhos afetuosa e responsiva.
• Contato com adultos que indicam que esperam a preocupação com os outros, que informam às crianças que soluções agressivas para os problemas são inaceitáveis e que fornecem alternativas aceitáveis. 
DESENVOLVIMENTO SOCIOEMOCIONAL DURANTE OS
ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL 
 
Os anos iniciais do Ensino Fundamental dão a muitas crianças a primeira
chance de se comparar com outras crianças e de trabalhar e brincar sob a orientação de adultos fora de sua família. Esses adultos devem proporcionar experiências que permitam às crianças ter sucesso, sentir-se bem consigo mesmas e manter seu entusiasmo e criatividade.
A palavra-chave em relação ao desenvolvimento pessoal e social é aceitação. O fato é que as crianças diferem em suas habilidades; não importa o
que os professores façam, e os alunos terão descoberto no final dos anos iniciais
do Ensino Fundamental quem é mais capaz e quem é menos capaz. No entanto,
você pode ter um impacto substancial na maneira como os alunos se sentem
sobre essas diferenças e no valor que os alunos com baixo desempenho atribuem
à aprendizagem, mesmo quando sabem que nunca serão as estrelas da classe. 
 
DESENVOLVIMENTO SOCIOEMOCIONAL DURANTE OS
ANOS FINAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO 
Com base no trabalho de Erikson (1976), James Marcia (1991) identificou, a partir de entrevistas com adolescentes, os quatro estados de identidade que refletem o grau em que os adolescentes assumem compromissos firmes com valores religiosos e políticos, bem como com uma ocupação futura.
1. Pré-fechamento. Indivíduos em estado de pré-fechamento nunca experimentaram uma crise de identidade. Em vez disso, eles estabeleceram prematuramente uma identidade com base nas escolhas de seus pais, e não nas suas próprias. Eles assumiram compromissos ocupacionais e ideológicos, mas esses compromissos refletem uma avaliação por parte dos pais ou figuras de autoridade mais do que um processo autônomo de autoavaliação. O pré- fechamento indica um tipo de "pseudoidentidade" que geralmente é muito fixa e rígida para servir de base para enfrentar as crises futuras da vida.
2. Difusão de identidade. Os adolescentes que vivenciam a difusão de identidade não encontraram uma direção ocupacional nem um compromisso ideológico de qualquer tipo, e fizeram pouco progresso nessa direção. Eles podem ter passado por uma crise de identidade, mas não foram capazes de resolvê-la.
3. Moratória. Os adolescentes em estado de moratória começaram a experimentar escolhas ocupacionais e ideológicas, mas ainda não assumiram compromissos definitivos com nenhuma delas. Esses indivíduos estão diretamente no meio de uma crise de identidade e atualmente examinam opções alternativas de vida.
4. Identidade estabelecida. A identidade estabelecida significa um estado de consolidação da identidade no qual os adolescentes tomaram suas próprias decisões claras e conscientes sobre ocupação e ideologia. O indivíduo está convencido de que essas decisões foram tomadas de forma autônoma e livre e que refletem sua verdadeira natureza e seus profundos compromissos internos 
 
TEORIAS COMPORTAMENTAIS E
SOCIAIS DE APRENDIZAGEM 
 
QUAL NOSSA CONCEPÇÃO DE APRENDIZAGEM NA EDUCAÇÃO?
 
Pavlov: condicionamento clássico 
 
Skinner: condicionamento operante 
O trabalho de Skinner focou em colocar os sujeitos em situações controladas e observar as mudanças em seu comportamento produzidas por mudanças sistemáticas nas consequências de seu comportamento (ALBERTO;
TROUTMAN, 2013).
 Skinner é famoso por seu desenvolvimento e uso da caixa
de Skinner, um dispositivo que contém um aparato muito simples para estudar o comportamento de animais, geralmente ratos e pombos. 
QUAIS SÃO ALGUNS PRINCÍPIOS DA APRENDIZAGEM
COMPORTAMENTAL? 
- O papel das consequências;
Reforçadores;
Punidores ;
Imediatismo das consequências;
Modelagem; 
- Extinção; 
 
 
 
 
 
ESQUEMAS DE REFORÇAMENTO 
 
 
 
 
 
BANDURA: MODELAGEM E APRENDIZAGEM
OBSERVACIONAL 
A análise de Bandura (1997) da aprendizagem observacional envolve quatro fases: atenção, retenção, reprodução e motivacional.
1. Fase de atenção – A primeira fase da aprendizagem observacional é prestar atenção a um modelo. Em geral, os alunos prestam atenção aos modelos que são atraentes, bem-sucedidos, interessantes e populares. É por isso que tantos alunos copiam as roupas, o penteado e os maneirismos das estrelas da cultura pop. Na sala de aula, você chama a atenção dos alunos ao apresentar pistas claras e interessantes, ao usar novidades ou surpresas e motivar os alunos.
2. Fase de retenção – Depois que os professores têm a atenção dos alunos, é hora de modelar o comportamento que eles querem que os alunos imitem e, em seguida, dar aos alunos a chance de praticar ou ensaiar. Por exemplo, você pode mostrar como escrever a letra A. Em seguida, os alunos imitariam o seu
modelo tentando escrever vários As para si próprios.
3. Fase da reprodução – Durante a fase de reprodução, os alunos tentam combinar seu comportamento com o do modelo. Na sala de aula, a avaliação da aprendizagem do aluno ocorre durante esta fase. Por exemplo, depois de ver a letra A modelada e praticá-la várias vezes, o aluno consegue reproduzir a letra de forma que se pareça com o seu modelo?
4. Fase motivacional – A fase final do processo de aprendizagem observacional é a motivação. Os alunos imitarão um modelo porque acreditam que isso aumentará suas chances de serem reforçados. Na sala de aula, a fase motivacional da aprendizagem observacional frequentemente envolve elogios ou notas dadas 
por corresponder ao seu modelo. Os alunos prestam atenção no modelo, praticando e 
reproduzindo-o porque aprenderam que é disso que você gosta e querem agradá-lo. 
Quando a criança faz um A reconhecível, você diz: "bom trabalho! 
MODELO DE APRENDIZAGEM AUTORREGULADA DE
MEICHENBAUM 
As etapas envolvidas na autoaprendizagem são descritas por
Meichenbaum (1977, p. 32) da seguinte forma:
1. Um modelo adulto executa uma tarefa enquanto fala consigo mesmo
em voz alta (modelagem cognitiva).
2. A criança realiza a mesma tarefa sob a direção das instruções do
modelo (orientação aberta e externa).
3. A criança realiza a tarefa enquanto se autoinstrui em voz alta (autoorientação aberta).
4. A criança sussurra as instruções para si mesma à medida que realiza
a tarefa (auto-orientação aberta).
5. A criança executa a tarefa enquanto orienta seu desempenho por
meio de fala privada (autoinstrução encoberta). 
Converse com seus alunos sobre estas teorias: conseguimos identificar por meio de qual delas ensinamos? Por qual delas aprendemos?
 
TEORIAS COGNITIVAS DE APRENDIZAGEM 
 
O QUE É UM MODELO DE PROCESSAMENTO DE
INFORMAÇÕES? 
PROCESSAMENTO EXECUTIVO
REGISTRO SENSORIAL 
MEMÓRIA DE TRABALHO (OU DE CURTO PRAZO)
MEMÓRIA DE LONGO PRAZO 
 
MEMÓRIA SEMÂNTICA 
APRENDIZAGEM VERBAL 
Em muitos estudos, os psicólogos examinaram a aprendizagem verbal (SCHMIDT; MARZANO, 2015). Por exemplo, os alunos podem ser solicitados a aprender listas de palavras ou símbolos. Três tipos de atividades de aprendizagem verbal tipicamente vistas em sala de aula foram identificados e estudados extensivamente: tarefas de aprendizagem em pares, em série e de memória livre.
1. A aprendizagem de pares associados envolve aprender a responder sobre um membro de um par quando oferecido o outro membro, geralmente, a partir de uma lista de pares a serem memorizados. Em experimentos típicos, os pares são arbitrários. Exemplos educacionais de tarefas associadas aos pares incluem
aprender as capitais dos estados, os nomes e datas de eventos históricos, as tabelas de adição e multiplicação, os pesos atômicos dos elementos e a grafia das palavras.
2. A aprendizagem em série envolve o aprendizadode uma lista de termos em uma ordem particular. A memorização das notas na pauta musical,os elementos em ordem de peso atômico e poesia e canções são tarefas de aprendizagem em série.
3. As tarefas de aprendizagem de memória livre também envolvem a memorização de uma lista, mas não em uma ordem especial. Lembrar os nomes dos estados, lembrar os vários tipos de reforço, memorizar os diferentes gêneros da escrita e lembrar os sistemas de órgãos do corpo são exemplos de tarefas de memória
ou evocação livre. 
ABORDAGENS DE ENSINO-APRENDIZAGEM CONSTRUTIVISTAS E CENTRADAS NO ALUNO 
QUAL É A VISÃO CONSTRUTIVISTA DE APRENDIZAGEM? 
A essência da teoria construtivista é a ideia de que os alunos devem descobrir e transformar individualmente informações complexas se quiserem torná-las suas (SLAVICH; ZIMBARDO, 2012). 
A teoria construtivista vê os alunos constantemente verificando novas informações em relação às regras antigas e, então, revisando as regras quando elas não funcionam mais. Essa visão tem implicações profundas para o ensino porque sugere um papel muito mais ativo para os alunos em sua própria aprendizagem do que é típico em muitas salas de aula. 
PROCESSAMENTO TOP-DOWN 
O termo de top-down significa que os alunos começam com problemas complexos para resolver e, então, elaboram ou descobrem (com sua orientação) as habilidades básicas necessárias. Por exemplo, os alunos podem ser solicitados a escrever redações e só mais tarde aprender sobre ortografia, gramática e pontuação. 
Essa abordagem de processamento de cima para baixo é contrastada com a estratégia tradicional de baixo para cima, na qual as habilidades básicas são gradualmente transformadas em habilidades mais complexas. 
No ensino top-down, as tarefas com as quais os alunos começam são complexas, completas e autênticas, o que significa que não são partes ou simplificações das tarefas que se espera que os alunos executem, mas são as tarefas reais.
 
AINDA TEMOS:
INTERAÇÃO ENTRE PARES
 APRENDIZAGEM POR DESCOBERTA
APRENDIZAGEM AUTORREGULADA
ANDAIME 
 
COMO A APRENDIZAGEM COOPERATIVA É USADA NO
ENSINO? 
 
 
ELEMENTOS DE ENSINO APRENDIZAGEM EFETIVOS:
MOTIVAÇÃO E AMBIENTE 
 
MODELO DE APRENDIZAGEM ESCOLAR DE CARROLL E MODELO QAIT
Slavin (1995) descreveu um modelo com foco nos elementos alteráveis do modelo de Carroll, aqueles que o professor ou a escola podem alterar diretamente. É chamado de modelo QAIT, para qualidade, adequação, incentivo e tempo.
1. Qualidade de ensino: o grau em que a apresentação de informações ou habilidades ajuda os alunos a aprenderem facilmente o material. A qualidade do ensino é, em grande parte, um produto da qualidade do currículo e da apresentação das aulas.
2. Níveis adequados de ensino: o grau em que o professor garante que os alunos estão prontos para aprender um novo conteúdo (ou seja, têm as habilidades e conhecimentos necessários para aprendê-lo), mas ainda não o aprenderam. Em outras palavras, o nível de instrução é apropriado quando uma aula não é nem muito difícil nem muito fácil para os alunos.
3. Incentivo: o grau em que o professor garante que os alunos estão motivados para trabalhar em tarefas instrucionais e aprender o material que está sendo apresentado.
4. Tempo: o grau em que os alunos têm tempo suficiente para aprender o material que está sendo ensinado. 
 
 
 
 
QUAIS SÃO ALGUMAS FORMAS DE DIFERENCIAR O
ENSINO? 
ENSINO DIFERENCIADO E PERSONALIZADO 
TUTORIA ENTRE PARES 
TUTORIA POR PROFESSORES 
 
 
 O QUE É MOTIVAÇÃO?
 
A motivação pode ser uma característica da personalidade; os indivíduos podem ter interesses duradouros e estáveis em participar de categorias amplas de atividades
como atividades acadêmicas, esportivas ou sociais. 
A motivação pode vir de características intrínsecas de uma tarefa: ao tornar a história da Revolução Americana divertida, social, ativa e envolvente, Carlos Levi deixou os alunos ansiosos para aprender. 
A motivação também pode vir de fontes extrínsecas à
tarefa, como aconteceu quando Carlos Levi avaliou o desempenho dos alunos na simulação da Convenção Constitucional. 
 
QUAIS SÃO AS TEORIAS DA MOTIVAÇÃO? 
 
MOTIVAÇÃO E NECESSIDADES HUMANAS 
 
A MOTIVAÇÃO E A TEORIA DA ATRIBUIÇÃO 
 
MOTIVAÇÃO E ORIENTAÇÕES PARA METAS 
AMBIENTES DE APRENDIZAGEM EFETIVA 
 
 TEMPO ALOCADO PARA O ENSINO
 TEMPO DE ENGAJAMENTO 
- EXCESSO DE TEMPO 
 
Enfim, caro Tutor, estes são alguns pontos que estudaremos nesta disciplina.
Ela nos ajudará a entender o processo pelo qual se ensina e se aprende.
Estaremos juntos neste processo... 
Obrigada
“
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