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CONTEÚDO DE PROVA MATEMÁTICA - 2º BIMESTRE 
 
QUESTÕES PARA REVISÃO DE PROVA: 
1) Qual a origem e significado da expressão “lúdico”? 
A expressão lúdico tem sua origem no latim, da palavra ludos, que pode designar: jogo, 
brinquedo; podemos entender que o lúdico está relacionado atividades que envolvam aos 
alunos de forma que propiciem prazer e aprendizado com o que for trabalhado, sendo que 
este deve ser utilizado para ser o suporte no ensino. 
 
2) Segundo Almeida (1995, p. 41), como a educação lúdica contribui e influência na 
aprendizagem? 
A educação lúdica contribui e influência na formação da criança, possibilitando um 
crescimento sadio, um enriquecimento permanente, integrando-se ao mais alto espírito 
democrático enquanto investe em uma produção séria do conhecimento. 
 
3) Ainda conforme Almeida (1995, p. 41), quais as mínimas condições e exigências para 
a eficácia de uma educação lúdica? 
As mínimas condições e exigências para a eficácia de uma educação lúdica são: a 
participação franca, criativa, livre, crítica, promovendo a interação social e tendo em vista o 
forte compromisso de transformação e modificação do meio. 
 
4) Cite algumas habilidades e conhecimentos que a criança pode desenvolver com o uso 
de jogos. 
• Autoestima 
• Independência 
• Interação Social 
• Desenvolvimento Linguagem 
• Desenvolvimento Cognitivo 
• Contextualização do Conteúdo 
 
5) Por que o lúdico e o brincar é importante no ensino de Matemática? 
O lúdico e o brincar são importantes no ensino de Matemática porque possibilitam estimular 
de forma prazerosa a aprendizagem para o aluno. 
 
6) Qual a importância dos jogos e tecnologias no ensino de Matemática? 
Os jogos e as tecnologias são importantes no ensino de Matemática, o uso de jogos em sala 
de aula deixa o ambiente mais agradável e propício para o ensino, promovendo uma melhor 
fixação do conteúdo. Assim, o emprego dos jogos nas aulas viabiliza aos alunos uma 
maneira distinta de visualizar conceitos científicos, com a possibilidade de interagir entre os 
colegas e assim construir seus conhecimentos. 
7) Qual a importância do ensino de Matemática na Educação Básica, especialmente nos 
Anos Iniciais do Ensino Fundamental? 
O ensino de Matemática na Educação Básica, especialmente nos Anos Iniciais do Ensino 
Fundamental, é crucial porque visa proporcionar aos alunos a construção de conhecimentos 
que até então poderiam ser utilizados por eles no cotidiano, só que agora visto de através 
de conceitos da escola. 
 
8) O que são materiais didáticos (MD) e explique por que eles são importantes no 
processo educativo. 
Materiais Didáticos (MD) são todos os objetos disponíveis ao professor e aos alunos que 
contribuem para o processo de aprendizagem. Isso inclui mesas, cadeiras, cadernos, 
canetas, borrachas, lápis, quadros, giz, folhas mimeografadas ou fotocopiadas, livros 
didáticos, materiais manipulativos e concretos, cartazes, retroprojetores, data shows, jogos, 
computadores, entre outros. Eles são importantes porque ajudam a facilitar a compreensão 
e o desenvolvimento dos conceitos a serem aprendidos pelos alunos. 
 
9) Considerando nossas discussões acerca do brincar no processo de aprendizagem 
matemática, complete as lacunas e assinale a alternativa que contém a resposta certa: 
 
“O ser humano durante a fase da vida tem a necessidade de brincar, pois esta é uma das 
atividades mais essenciais na vida dos indivíduos. Através das brincadeiras, se 
desenvolvem ações com o meio em que vive, o estímulo da imaginação, da criatividade, 
do raciocínio logico e da autonomia para criar seus próprios conhecimentos.” 
 
a) Criatividade, brincadeira, imaginação, criatividade, raciocínio lógico, autonomia. 
b) Imaginação, brincadeira, criatividade, raciocínio lógico, autonomia. 
c) Brincadeiras, imaginação, criatividade, raciocínio lógico, autonomia. 
d) Imaginação, criatividade, raciocínio lógico, persistência. 
e) Brincadeiras, imaginação, criatividade, raciocínio lógico, persistência. 
 
10) O que é Etnomatemática e qual o nome do brasileiro que foi pioneiro desses estudos? 
Etnomatemática é uma área de pesquisa que surgiu na década de 1980, no campo da 
História e Filosofia da Matemática, e trata das implicações pedagógicas do reconhecimento 
de que diferentes culturas possuem maneiras distintas de lidar com situações e problemas 
cotidianos, além de fornecer explicações sobre fatos e fenômenos naturais e sociais. 
O brasileiro pioneiro nos estudos de Etnomatemática foi Ubiratan D'Ambrosio, ele foi 
professor da UNICAMP e é considerado o principal referencial teórico da Etnomatemática 
no Brasil. D'Ambrosio criticava a visão eurocêntrica da matemática e valorizava os 
conhecimentos matemáticos presentes em outras culturas, como as africanas e indígenas. 
 
SLIDES AULA 5 
METODOLOGIAS PARA O ENSINO DA MATEMÁTICA 
As tendências atuais em educação matemática 
- História da matemática 
- Resolução de problemas 
- Jogos e novas tecnologias 
- Etnomatemática 
O QUE VOCÊ ENTENDE POR ETNOMATEMÁTICA? 
Surge na década de 1980, como área de pesquisa em História e Filosofia da Matemática e suas 
implicações pedagógicas; 
Significa o reconhecimento de que diferentes culturas têm maneiras diferentes de lidar com 
situações e problemas do cotidiano e de dar explicações sobre fatos e fenômenos naturais e 
sociais; 
Rejeita a ideia de que a Matemática só surgiu na Grécia, quando os gregos a tornaram 
ciência/teoremas; 
ETNOMATEMÁTICA NO BRASIL 
A Etnomatemática no Brasil, tem gerado muitas discussões em torno do ensino tradicional, e ainda 
contemporâneo, de executar o processo de ensino aprendizagem dentro das salas de aula 
brasileiras; 
O método tradicional grego, de teoremas, muitas vezes distancia o conhecimento matemático do 
cotidiano do estudante; 
É considerada uma metodologia de ensino que aborda a construção histórica matemática, como 
ela é necessária para a humanidade e está presente em seu dia-dia; 
O principal referencial teórico na Etnomatemática no Brasil, chama-se Ubiratan D’Ambrósio, 
falecido em maio de 2021; 
Professor da UNICAMP, foi pioneiro dos estudos da Etnomatemática no Brasil; 
Questionava a visão eurocêntrica da matemática; 
Em suas viagens acadêmicas para África, observava a riqueza de coisas que não eram chamadas 
de matemática ou de ciência, mas que tinham na sua raiz a conceituação de uma matemática e de 
uma ciência rigorosa e organizada; 
D’ambrosio fazia a crítica ao ensino tradicional de matemática, que tomava por baliza os marcos 
de ciência europeus, desconsiderando o uso e o desenvolvimento da matemática em outras 
culturas, como as africanas e indígenas; 
ETNOMATEMÁTICA NA ESCOLA 
Nossa matemática era toda eurocêntrica, vinha toda do hemisfério norte. Não sabíamos que no 
hemisfério sul havia tanta matemática, tanta geometria. Quando D’Ambrósio começou a recuperar a 
matemática que existia no hemisfério sul foi um choque grande na matemática; 
Para D’Ambrósio (2008), trabalhar a Etnomatemática no espaço escolar é ajudar para que as novas 
gerações conheçam e reconheçam uma matemática muito mais cultural, ligada ao cotidiano de 
diferentes grupos étnicos; 
Trata-se de uma postura didática que procura uma melhoria no método de ensino-aprendizagem 
matemática com a incorporação do conhecimento advindo da vida do aluno e de valores humanos 
como por exemplo, a cooperação, a solidariedade e a ética. 
Busca valorizar o saber/fazer, cultural matemático, entendendo que cada povo sabe produzir seu 
próprio pensar, calcular e conseguir resolver seus problemas; 
São conhecimentos que proporcionam a valorização e o respeito às maneiras diferentes que a 
humanidade utiliza diariamente para explicar, entender, compreender e lidar com as situações-
problema enfrentadas no dia a dia; 
A Etnomatemática propõe um ensino mais perto do aluno, em que ele possa relacionar o que foi 
aprendido dentro da sala de aula a sua vivência; 
A matemática está emtudo, mesmo que não percebamos ela está impregnada em todo meio social 
do ser humano e se mostra a cada nova aprendizagem; 
Porém, a falta de contextualização dos conteúdos dentro das salas de aula tem dificultado o 
aprendizado dos alunos, com a imensidão de fórmulas prontas, conhecimentos e definições. Os 
educandos se sentem sufocados e apavorados, pois não conseguem entender e nem aplicar no 
seu dia a dia; 
Tratar os conteúdos matemáticos de maneira contextualizada significa usar o máximo de relações 
que existem entre a matemática e o meio sociocultural no qual os estudantes vivem, usando esse 
conhecimento como instrumento de criação para o aperfeiçoamento das atividades; 
Deve-se demonstrar a matemática aos estudantes através de objetos e situações concretas que 
a tornem não apenas uma disciplina escolar, mas um instrumento fundamental da ação humana, 
que sempre esteve presente na história da humanidade colaborando para o seu desenvolvimento; 
Pensando desse modo, a matemática passa a ser vista como um componente criado pelo homem 
com intuito de representar as mais variadas circunstâncias que nos promovem a busca/construção 
de novos conhecimentos, que ajudarão na resolução de possíveis problemas surgidos durante 
nossas vidas (MENDES, 2008); 
Todas as profissões utilizam o conhecimento matemático para criar, manter regras e fórmulas: a 
costureira, o pedreiro, o cozinheiro são algumas das muitas profissões que dominam algum 
conhecimento matemático e quem nem sempre relacionam aos cálculos trabalhados em sala de 
aula; 
Um trabalho educativo centrado na perspectiva de que o papel da matemática no 
desenvolvimento dos cidadãos e da sociedade é muito importante, faz com que os alunos 
sintam mais segurança na própria capacidade de desenvolver conhecimentos matemáticos, e 
procurar métodos de resolução de problemas encontrados no seu cotidiano; 
D’Ambrósio (1996) diz que é necessário que o professor adote em sala de aula uma nova postura, 
quebrando esse paradigma da Matemática; 
No entanto, é necessário querer mudar e acreditar que isso é possível. Mais do que constatar 
que precisamos mudar, é necessário ter a convicção de que sempre há um novo jeito de ensinar, 
que sempre é possível mudar (POMPEU; MONTEIRO, 2001, p. 14); 
Essa mudança requer que o professor entenda e tenha clareza da dimensão de seu papel e da 
importância do conteúdo matemático que é trabalhado com os alunos, ou seja, é preciso que o 
estudante seja compreendido de forma integral, procurando mostrar suas necessidades de 
desenvolvimento intelectual, físico, social, emocional e cultural; 
Os professores atuais têm pela frente um grande desafio: educados num processo fragmentado, 
terão de superar os limites que essa formação lhes impõe e extrapolar as fronteiras de conteúdos 
vistos de forma parcial e a-histórica (POMPEU; MONTEIRO, 2001, p.15); 
Nesta abordagem, o trabalho de ensinar e aprender é totalmente diferente da abordagem 
tradicional conhecida, já que todas as culturas e povos têm desenvolvido suas próprias formas de 
explicar e mudar a realidade em que vivem. 
Existem diversas formas de levar essa perspectiva para a sala de aula. Nos Anos Iniciais e no 
começo dos Anos Finais, por exemplo, é possível que ao tratar de sistemas de numeração, os 
docentes investiguem com seus alunos os sistemas de culturas africanas ou indígenas; 
Se os professores mostrarem que, durante a história da humanidade, existiram diferentes formas 
de contar, com diferentes bases numéricas, eles já estarão evidenciando que o desenvolvimento 
da Matemática não foi linear e que o conhecimento também é influenciado pelas diferentes culturas; 
As leis federais 10.639/2003 e 11.645/2008 alteram a LDB 9394/1996 e tornam obrigatório o ensino 
da história e cultura africana, afro-brasileira e indígenas no currículo escolar de todo o Ensino 
Fundamental. 
OS DESAFIOS PARA A ETNOMATEMÁTICA NA ESCOLA 
Condições do trabalho docente: falta de aperfeiçoamento e principalmente a falta de tempo para 
planejar e pensar criticamente sobre sua prática pedagógica; o desgaste físico e mental de longas 
cargas horárias de trabalho que são necessárias para ter um padrão de vida aceitável; 
Crer que a matemática é inquestionável, dificultando o livre pensamento e impedindo um papel 
mais ativo dos estudantes quando os alunos são colocados à frente de uma atitude mais 
questionadora e livre no método de aprendizagem da matemática, onde o professor media o 
conhecimento, os resultados são muito bons; 
Compreender que a matemática não é uma disciplina que o aluno precise decorar conteúdo para 
fazer provas, mas um campo de conhecimento que o objetivo é aprender para melhorar a vida 
cotidiana das pessoas. 
A visão eurocêntrica do currículo escolar; 
A escassez de estudos, debates e discussões acerca da Etnomatemática; 
O afastamento da matemática do cotidiano; 
Para que se desenvolva um trabalho com a postura Etnomatemática é importante a ação docente, 
dado que é através da mediação dos conteúdos realizado pelo professor será possível a 
aplicabilidade dos conhecimentos obtidos, pois é de fundamental importância nesse processo. 
A ETNOMATEMÁTICA NA PRÁTICA 
Se você perguntar o comprimento de algum objeto/coisa a três pessoas diferentes, pode ser que 
as respostas não sejam iguais. Se uma delas for uma criança, por exemplo, ela pode medir com os 
próprios pés. Outra pessoa, com passos e uma terceira, usar uma trena. Assim, uma resposta 
chegará em pezinhos, outra em passos e a terceira em metros. E qual das três estará correta? 
Do ponto de vista da Matemática padronizada, uma dessas pode ser a melhor, a esperada. Porém, 
para a Etnomatemática, todas são valorizadas e ajudam na construção do conhecimento. 
SLIDES AULA 6 
O ensino da Matemática e o brincar: uma abordagem a partir do lúdico nos anos iniciais. 
O ser humano durante a fase da vida tem a necessidade de brincar, pois esta é uma das atividades 
mais essenciais na vida dos indivíduos; 
Através das brincadeiras, se desenvolvem ações com o meio em que vive, o estímulo da 
imaginação, da criatividade, do raciocínio lógico e da autonomia para criar seus próprios 
conhecimentos. 
A MATEMÁTICA E O BRINCAR 
Se formos pensar em Matemática e o brincar, iremos nos remeter na utilização da abordagem 
lúdica e de jogos que contemplem o ensino, pois estes dois assuntos são alvo de atenção por parte 
de pesquisadores para o ensino de Matemática; 
Para encontramos formas que motivem o aluno para o ensino da Matemática, temos o lúdico como 
alternativa, pois ele possibilita estimular de forma prazerosa a aprendizagem para o aluno. 
MAS O QUE É O LÚDICO? 
A expressão lúdico tem sua origem no latim, da palavra ludos, que pode designar: jogo, brinquedo; 
Podemos entender que o lúdico está relacionado atividades que envolvam aos alunos de forma 
que propiciem prazer e aprendizado com o que for trabalhado, sendo que este deve ser utilizado 
para ser o suporte no ensino. 
[...] se o termo tivesse ligado a sua origem, o lúdico estaria se referindo apenas ao jogo, ao brincar, 
ao movimento espontâneo, mas passou a ser conhecido como traço essencialmente 
psicofisiológico, ou seja, uma necessidade básica da personalidade do corpo, da mente, no 
comportamento humano. As implicações das necessidades lúdicas extrapolaram as demarcações 
do brincar espontâneo de modo que a definição deixou de ser o simples sinônimo do jogo. O lúdico 
faz parte das atividades essenciais da dinâmica humana, trabalhando com a cultura corporal, 
movimento e expressão (ALMEIDA, 2008 apud SILVA, 2011, p.12). 
Ainda, segundo Almeida (1995, p.41): A educação lúdica contribui e influência na formação da 
criança, possibilitando um crescimento sadio, um enriquecimento permanente, integrando-se ao 
mais alto espírito democrático enquanto investe em uma produção séria do conhecimento. A sua 
prática exige a participação franca, criativa,livre, crítica, promovendo a interação social e tendo em 
vista o forte compromisso de transformação e modificação do meio. (Almeida 1995, p.41). 
A EDUCAÇÃO LÚDICA 
Tem significância na formação dos alunos, pois ela quando utilizada deve repensar a vivência das 
crianças e no que queremos contribuir para a melhora na aprendizagem deles; 
As vivências que as crianças trazem, é um fato importante para que haja aprendizagem, pois estas 
junto com uma abordagem do professor na qual ressalte o uso de jogos e brincadeiras, que estão 
presentes na infância, ajudam na formação do conhecimento. 
O LÚDICO E OS JOGOS 
Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN’s) dos anos iniciais: Para crianças pequenas, os jogos 
são as ações que elas repetem sistematicamente, mas que possuem um sentido funcional (jogos 
de exercício), isto é, são fontes de significados e, portanto, possibilitam compreensão, geram 
satisfação, formam hábitos que se estruturam num sistema. Essa repetição funcional também deve 
estar presente na atividade escolar, pois é importante no sentido de ajudar a criança a perceber 
regularidades (BRASIL, 1997, p.35). 
Os jogos são objetos facilitadores do desenvolvimento das atividades lúdicas, e utilizando-os 
podemos criar situações que as crianças possam representar o que está trabalhando, além de 
utilizá-los como suporte para entender a realidade do momento; 
O uso de jogos em sala de aula deixa o ambiente mais agradável e propício para o ensino, 
promovendo uma melhor fixação do conteúdo; 
Assim, o emprego dos jogos nas aulas viabiliza aos alunos uma maneira distinta de visualizar 
conceitos científicos, com a possibilidade de interagir entre os colegas e assim construir seus 
conhecimentos. 
Segundo Moura e Viamont: Os jogos educativos, sobretudo aqueles com fins pedagógicos, revelam 
a sua importância em situações de ensino-aprendizagem ao aumentar a construção do 
conhecimento, introduzindo propriedades do lúdico, do prazer, da capacidade de iniciação e ação 
ativa e motivadora, possibilitando o acesso da criança a vários tipos de conhecimentos e 
habilidades (2005, p. 1-2). 
Quais tipos de conhecimentos e habilidades a criança pode desenvolver com os jogos? 
Autoestima 
Independência 
Interação Social 
Desenvolvimento Linguagem 
Desenvolvimento Cognitivo 
Contextualização do Conteúdo 
O USO DOS JOGOS NO ENSINO DA MATEMÁTICA 
Nos anos iniciais, a introdução da Matemática visa oportunizar aos alunos a construção de 
conhecimentos que até então poderiam ser utilizados por eles no cotidiano, só que agora visto de 
através de conceitos da escola; 
Para compreender Matemática é importante que os alunos sintam vontade de aprender a disciplina, 
para isto, o professor deve encontrar formas de motivar os educandos para desenvolverem o 
entusiasmo por essa aprendizagem. 
O USO DOS JOGOS NO ENSINO DA MATEMÁTICA 
Os jogos fazem parte da cultura das crianças, e quando utilizado na sala de aula, pode despertar 
na criança entusiasmo e motivação em aprender; 
Eles são ferramentas que possibilitam o aluno a vivenciar situações de imaginação e raciocínio 
lógico, e podem ajudar a aprender conceitos da Matemática de forma divertida. 
Segundo Thies e Alves (2013): Nesse contexto, entende-se que o ensino não acontece sem que 
o professor disponha de “Materiais Didáticos” (MD) para trabalhar os diferentes conceitos a 
serem aprendidos pelos alunos. 
Mas o que de fato são materiais didáticos? 
Todo aquele objeto disponível ao professor e aos alunos que contribua com o processo de 
aprendizagem, incluindo-se nessa ideia: mesas, cadeiras, cadernos, caneta, borracha, lápis, 
quadro e giz, folhas mimeografadas ou fotocopiadas, livros didáticos, materiais 
manipulativos e/ou concretos, cartazes, retroprojetor, data show, jogos, computadores, etc. 
Novas ou velhas, as tecnologias de ensino sempre acompanharam a prática docente, não sendo, 
na verdade, uma novidade e convivendo simultaneamente no universo escolar (p. 183-184) 
Os materiais manipuláveis são objetos disponíveis para o professor e alunos, com o intuito de 
trabalhar com conceitos matemáticos de forma que venha a facilitar a compreensão e o 
desenvolvimento do aluno, além de trabalhar de forma prazerosa. 
EDUCAÇÃO INCLUSIVA 
A médica e educadora italiana Maria Montessori, desenvolveu vários materiais manipuláveis, 
através de suas experiências com alunos portadores de necessidades especiais; 
Montessori acreditava que as crianças nessa situação, também tinham o direito de aprender, e 
através deste trabalho ela notou que manipulando os objetos, as crianças aprendiam os conceitos 
matemáticos espontaneamente; 
Assim, através de pesquisas ela desenvolveu materiais didáticos para se trabalhar com estes 
alunos. 
Posteriormente, ela notou que esses materiais poderiam ser utilizados para outros alunos; 
O seu material mais conhecido é o “material dourado”, constituído de pequenos cubos ou cubinhos; 
O uso isolado de materiais manipuláveis e jogos não desenvolve nos alunos a capacidade de 
aprender Matemática, pois é necessário que o professor seja um mediador dessa aprendizagem, 
e para isto é preciso o domínio na hora de aplicar. 
MATERIAIS MANIPULÁVEIS NO ENSINO DA MATEMÁTICA 
Quando levados estes recursos para sala de aula, é preciso o professor planejar de acordo com os 
objetivos didáticos que a turma necessita, pois estes quando trabalhados de forma adequada para 
o professor e para o aluno, pois os dois aprendem juntos; 
Não é qualquer material que poderá ser usado para o desenvolvimento de determinado conceito, 
o professor deve ter esse cuidado na sua seleção. 
É necessário lembrar que os materiais didáticos devem ser utilizados de forma lúdica e com um 
objetivo de aprendizagem pelo professor, pois não adianta termos diversos materiais didáticos e 
não sabermos utilizar ou fazer o uso de forma adequada; 
Por isso, é importante um preparo por parte do professor na aplicação de cada material, além de 
ser essencial, buscar meios que façam com que estimulem o aluno para o ensino de Matemática.

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