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Questões resolvidas

Em um trabalho sobre a escravidão no mundo greco-romano, Lauffer escreveu que a
palavra Sklave, esclave, schiavo, originada na Idade Média, e que a princípio
designava os cativos da guerra eslava na Europa oriental, só pode ser transferida
para a Antiguidade de um modo anacrônico, o que suscita equívocos. Além do mais,
essa palavra lembra a escravidão negra da América do Norte e das regiões coloniais
dos séculos mais recentes, o que dificulta ainda mais a sua aplicação nas relações da
antiguidade. Poucos ou nenhum dos historiadores da antiguidade que participaram da
discussão do trabalho de Lauffer viram com bons olhos essa sugestão radical de
abandonar a palavra ‘escravo’.
FINLEY, M. Uso e abuso da história. São Paulo: Martins Fontes, 1989 (adaptado).
Considerando a reflexão suscitada pelo texto e o estudo da escravidão na
Antiguidade, avalie as asserções a seguir e a relação proposta entre elas.
I. No campo da história, a conexão que se estabelece entre o presente e o passado
pode suscitar anacronismo, o que torna possível a ocorrência de equívo

I. No campo da história, a conexão que se estabelece entre o presente e o passado pode suscitar anacronismo, o que torna possível a ocorrência de equívocos.
II. A palavra 'escravo' é adequada para descrever a condição dos cativos da guerra eslava na Europa oriental na Idade Média.
III. A palavra 'escravo' é adequada para descrever a escravidão no mundo greco-romano.
a) As asserções I e II são proposições verdadeiras, e a II é uma justificativa correta da I.
b) As asserções I e II são proposições verdadeiras, mas a II não é uma justificativa correta da I.
c) A asserção I é uma proposição verdadeira, e a II é uma proposição falsa.
d) A asserção I é uma proposição falsa, e a II é uma proposição verdadeira.
e) As asserções I e II são proposições falsas.

Leia o texto para responder a questão. “Entre o final do século XIX e as primeiras três décadas do século XX, a noção de História foi sacudida, construída e reconstruída a partir de preocupações teórico-metodológicas e temáticas. Frente ao objetivismo e à defesa exacerbada da história política, voltada à exaltação de indivíduos e laudatória, alguns pensadores como François Simiand, Marc Bloch, Lucien Febvre pejoravam a história que era baseada em três ídolos (expressão de Simiand): o indivíduo, a data e o fato. Foram eles que, lançando uma revista nova de história, intitulada Annales d’Histoire Économique et Social, acabaram por articular uma nova forma de se fazer história, a ser difundida pelo grupo designado, posteriormente, de Escola dos Annales. As críticas sobre o documento, dentro desse grupo, seriam feitas por Fernand Braudel, que propunha a expansão ou dilatação do conceito, afirmando que o historiador não deveria apenas se pautar por documentos oficiais para construir seus enredos, mas por documentos diversos que emergiam do todo social. Civilização material, economia e capitalismo, uma coleção de três livros produzia por Braudel representa, certamente, um bom exemplo do que é o historiador, a partir da visão historiográfica dos Annales. Nela, Braudel faz uso de receitas, anotações, mapas, croquis.” FRANÇA, Cyntia Simioni. Introdução aos estudos históricos / Cyntia Simioni França, Evandro André de Souza, Julho Zamariam, Jó Klanovicz, Paulo César dos Santos. – Londrina: Editora e Distribuidora Educacional S.A., 2014. P.47-48. A tese central do texto é a de que a escola dos Annales Clique na sua resposta abaixo defendeu uma história política renovou as concepções de documento histórico para compreender melhor a esfera política. advogou uma história social dos grandes homens e pensadores promoveu uma renovação teórico-metodológica nos estudos históricos ampliou o conceito de documento, ao incluir tanto os escritos oficiais como não-oficiais

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Questões resolvidas

Em um trabalho sobre a escravidão no mundo greco-romano, Lauffer escreveu que a
palavra Sklave, esclave, schiavo, originada na Idade Média, e que a princípio
designava os cativos da guerra eslava na Europa oriental, só pode ser transferida
para a Antiguidade de um modo anacrônico, o que suscita equívocos. Além do mais,
essa palavra lembra a escravidão negra da América do Norte e das regiões coloniais
dos séculos mais recentes, o que dificulta ainda mais a sua aplicação nas relações da
antiguidade. Poucos ou nenhum dos historiadores da antiguidade que participaram da
discussão do trabalho de Lauffer viram com bons olhos essa sugestão radical de
abandonar a palavra ‘escravo’.
FINLEY, M. Uso e abuso da história. São Paulo: Martins Fontes, 1989 (adaptado).
Considerando a reflexão suscitada pelo texto e o estudo da escravidão na
Antiguidade, avalie as asserções a seguir e a relação proposta entre elas.
I. No campo da história, a conexão que se estabelece entre o presente e o passado
pode suscitar anacronismo, o que torna possível a ocorrência de equívo

I. No campo da história, a conexão que se estabelece entre o presente e o passado pode suscitar anacronismo, o que torna possível a ocorrência de equívocos.
II. A palavra 'escravo' é adequada para descrever a condição dos cativos da guerra eslava na Europa oriental na Idade Média.
III. A palavra 'escravo' é adequada para descrever a escravidão no mundo greco-romano.
a) As asserções I e II são proposições verdadeiras, e a II é uma justificativa correta da I.
b) As asserções I e II são proposições verdadeiras, mas a II não é uma justificativa correta da I.
c) A asserção I é uma proposição verdadeira, e a II é uma proposição falsa.
d) A asserção I é uma proposição falsa, e a II é uma proposição verdadeira.
e) As asserções I e II são proposições falsas.

Leia o texto para responder a questão. “Entre o final do século XIX e as primeiras três décadas do século XX, a noção de História foi sacudida, construída e reconstruída a partir de preocupações teórico-metodológicas e temáticas. Frente ao objetivismo e à defesa exacerbada da história política, voltada à exaltação de indivíduos e laudatória, alguns pensadores como François Simiand, Marc Bloch, Lucien Febvre pejoravam a história que era baseada em três ídolos (expressão de Simiand): o indivíduo, a data e o fato. Foram eles que, lançando uma revista nova de história, intitulada Annales d’Histoire Économique et Social, acabaram por articular uma nova forma de se fazer história, a ser difundida pelo grupo designado, posteriormente, de Escola dos Annales. As críticas sobre o documento, dentro desse grupo, seriam feitas por Fernand Braudel, que propunha a expansão ou dilatação do conceito, afirmando que o historiador não deveria apenas se pautar por documentos oficiais para construir seus enredos, mas por documentos diversos que emergiam do todo social. Civilização material, economia e capitalismo, uma coleção de três livros produzia por Braudel representa, certamente, um bom exemplo do que é o historiador, a partir da visão historiográfica dos Annales. Nela, Braudel faz uso de receitas, anotações, mapas, croquis.” FRANÇA, Cyntia Simioni. Introdução aos estudos históricos / Cyntia Simioni França, Evandro André de Souza, Julho Zamariam, Jó Klanovicz, Paulo César dos Santos. – Londrina: Editora e Distribuidora Educacional S.A., 2014. P.47-48. A tese central do texto é a de que a escola dos Annales Clique na sua resposta abaixo defendeu uma história política renovou as concepções de documento histórico para compreender melhor a esfera política. advogou uma história social dos grandes homens e pensadores promoveu uma renovação teórico-metodológica nos estudos históricos ampliou o conceito de documento, ao incluir tanto os escritos oficiais como não-oficiais

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Pincel Atômico - 21/11/2024 08:57:37 1/4
JOSÉ AUGUSTO
SANTOS LIMA
Exercício Caminho do Conhecimento - Etapa 8 (18161)
Atividade finalizada em 20/11/2024 16:05:14 (3082967 / 1)
LEGENDA
Resposta correta na questão
# Resposta correta - Questão Anulada
X Resposta selecionada pelo Aluno
Disciplina:
PRÁTICA PEDAGÓGICA INTERDISCIPLINAR: FUNDAMENTOS E METODOLOGIA DO ENSINO DE HISTÓRIA [1377429] - Avaliação com 8
questões, com o peso total de 3,33 pontos [capítulos - 4]
Turma:
Segunda Graduação: Segunda Graduação 6 meses - Licenciatura em História - Grupo: FPD-OUT/2024 - SGegu0A291024 [148352]
Aluno(a):
91691744 - JOSÉ AUGUSTO SANTOS LIMA - Respondeu 8 questões corretas, obtendo um total de 3,33 pontos como nota
[355760_570
02]
Questão
001
Em um trabalho sobre a escravidão no mundo greco-romano, Lauffer escreveu que a
palavra Sklave, esclave, schiavo, originada na Idade Média, e que a princípio
designava os cativos da guerra eslava na Europa oriental, só pode ser transferida
para a Antiguidade de um modo anacrônico, o que suscita equívocos. Além do mais,
essa palavra lembra a escravidão negra da América do Norte e das regiões coloniais
dos séculos mais recentes, o que dificulta ainda mais a sua aplicação nas relações da
antiguidade. Poucos ou nenhum dos historiadores da antiguidade que participaram da
discussão do trabalho de Lauffer viram com bons olhos essa sugestão radical de
abandonar a palavra ‘escravo’.
FINLEY, M. Uso e abuso da história. São Paulo: Martins Fontes, 1989 (adaptado).
Considerando a reflexão suscitada pelo texto e o estudo da escravidão na
Antiguidade, avalie as asserções a seguir e a relação proposta entre elas.
I. No campo da história, a conexão que se estabelece entre o presente e o passado
pode suscitar anacronismo, o que torna possível a ocorrência de equívocos
interpretativos.
PORQUE
II. Escolhas teórico-metodológicas realizadas sem reflexão crítica podem repercutir
em completa desfiguração do passado ou da sua relação com o presente.
A respeito dessas asserções, assinale a opção correta.
X As asserções I e II são verdadeiras, e a II é uma justificativa correta da I.
As asserções I e II são falsas.
A asserção I é falsa, mas a II é verdadeira.
A asserção I é verdadeira, mas a II é falsa.
As asserções I e II são verdadeiras, mas a II não é uma justificativa correta da I. 
Pincel Atômico - 21/11/2024 08:57:37 2/4
[355760_557
08]
Questão
002
Em um trabalho sobre a escravidão no mundo greco-romano, Lauffer escreveu que a
palavra Sklave, esclave, schiavo, originada na Idade Média, e que a princípio
designava os cativos da guerra eslava na Europa oriental, só pode ser transferida
para a Antiguidade de um modo anacrônico, o que suscita equívocos. Além do mais,
essa palavra lembra a escravidão negra da América do Norte e das regiões coloniais
dos séculos mais recentes, o que dificulta ainda mais a sua aplicação nas relações da
antiguidade. Poucos ou nenhum dos historiadores da antiguidade que participaram da
discussão do trabalho de Lauffer viram com bons olhos essa sugestão radical de
abandonar a palavra ‘escravo’.
FINLEY, M. Uso e abuso da história. São Paulo: Martins Fontes, 1989 (adaptado).
Considerando a reflexão suscitada pelo texto e o estudo da escravidão na
Antiguidade, avalie as asserções a seguir e a relação proposta entre elas.
I. No campo da história, a conexão que se estabelece entre o presente e o passado
pode suscitar anacronismo, o que torna possível a ocorrência de equívocos
interpretativos
PORQUE
II. escolhas teórico-metodológicas realizadas sem reflexão crítica podem repercutir em
completa desfiguração do passado ou da sua relação com o presente.
A respeito dessas asserções, assinale a opção correta
A asserção I é verdadeira, mas a II é falsa
X As asserções I e II são verdadeiras, e a II é uma justificativa correta da I
As asserções I e II são verdadeiras, mas a II não é uma justificativa correta da I
As asserções I e II são falsas
A asserção I é falsa, mas a II é verdadeira
[355761_569
88]
Questão
003
Leia o texto.
“Para escrever o que realmente aconteceu, alguns historiadores, como é o caso de
Leopold von Ranke, recorreram à legitimação da História por meio do uso de
protocolos de pesquisa advindos da heurística documental e de uma racionalização
objetiva, na qual a ideia de bom historiador estaria intimamente ligada com a sua
capacidade de isentar-se das intenções discursivas dos documentos, na sua
habilidade em apresentar-se por meio da imparcialidade e da neutralidade frente às
fontes utilizadas. Uma boa história seria aquela capaz de ser contada pelo historiador,
a partir das fontes em si.”
FRANÇA, Cyntia Simioni. Introdução aos estudos históricos / Cyntia Simioni
França, Evandro André de Souza, Julho Zamariam, Jó Klanovicz, Paulo César dos
Santos. – Londrina: Editora e Distribuidora Educacional S.A., 2014. P.47-48.
O procedimento adotado pelos estudos históricos do qual Leopold von Ranke é
expoente e descrito no texto é
a seleção de documentos com base em critérios subjetivos
a valorização da diversidade de documentos
X a imparcialidade e neutralidade na análise das fontes históricas
a perspectiva etnocêntrica
a não-separação entre sujeito e objeto na crítica das fontes
Pincel Atômico - 21/11/2024 08:57:37 3/4
[355762_569
90]
Questão
004
Leia o texto para responder a questão.
“Entre o final do século XIX e as primeiras três décadas do século XX, a noção de
História foi sacudida, construída e reconstruída a partir de preocupações teórico-
metodológicas e temáticas. Frente ao objetivismo e à defesa exacerbada da história
política, voltada à exaltação de indivíduos e laudatória, alguns pensadores como
François Simiand, Marc Bloch, Lucien Febvre pejoravam a história que era baseada
em três ídolos (expressão de Simiand): o indivíduo, a data e o fato.
Foram eles que, lançando uma revista nova de história, intitulada Annales d’Histoire
Économique et Social, acabaram por articular uma nova forma de se fazer história, a
ser difundida pelo grupo designado, posteriormente, de Escola dos Annales.
As críticas sobre o documento, dentro desse grupo, seriam feitas por Fernand
Braudel, que propunha a expansão ou dilatação do conceito,
afirmando que o historiador não deveria apenas se pautar por documentos oficiais
para construir seus enredos, mas por documentos diversos que emergiam do todo
social. Civilização material, economia e capitalismo, uma coleção de três livros
produzia por Braudel representa, certamente, um bom exemplo do que é o historiador,
a partir da visão historiográfica dos Annales. Nela, Braudel faz uso de receitas,
anotações, mapas, croquis.”
FRANÇA, Cyntia Simioni. Introdução aos estudos históricos / Cyntia Simioni
França, Evandro André de Souza, Julho Zamariam, Jó Klanovicz, Paulo César dos
Santos. – Londrina: Editora e Distribuidora Educacional S.A., 2014. P.47-48.
A escola histórica responsável pela guinada nas concepções de fonte histórica entre o
final do século XIX e início do século XX foi
Romântica
Materialista
X Annales
Marxista
Metódica
[355761_569
86]
Questão
005
“Haverá, sim, documentos relevantes no mundo medieval, que serão usados em
hagiografias — as biografias dos santos. Não significa, também, que o mundo
medieval europeu não produziu documentos que hoje são utilizados por historiadores;
o mundo medieval produziu
uma quantidade extremamente volumosa de documentos dos mais variados gêneros,
cobrindo os mais diferentes campos especulativos, desde aspectos triviais da vida
cotidiana até tratados políticos, elementos que, no século XX, redundaram em
histórias interessantíssimas das vidas pública e privada, e dos mundos urbano e não
urbano medievais que seriam difíceis de serem estruturados levando-se apenas
poucos fragmentos, como é o caso de algumas regiões do mundo antigo.”
FRANÇA, Cyntia Simioni. Introdução aos estudos históricos / Cyntia Simioni
França, Evandro André de Souza, Julho Zamariam, Jó Klanovicz, Paulo César dos
Santos. – Londrina: Editora e Distribuidora Educacional S.A., 2014. P.47-48.O objetivo do texto acima é o de
o desconhecimento os arquivos como local social de arquivamento de documentos
a construção de narrativas focando povos oprimidos e sem cultura escrita
valorizar os relatos orais em detrimento dos escritos no mundo medieval
X desconstruir a ideia de uma desvalorização das fontes no período medieval.
a valorização das pessoas comuns como agentes da história
Pincel Atômico - 21/11/2024 08:57:37 4/4
[355760_557
05]
Questão
006
Sobre as relações entre as fontes históricas e o conhecimento histórico, julgue os
itens.
I. As fontes históricas são retratos fiéis da realidade, bastando saber lê-las para
entender o passado.
II. As fontes históricas são construções humanas que podem ter intencionalidades,
devendo-se inquiri-las.
III. As fontes históricas só “falam” a partir do momento que são direcionadas a ela
perguntas pelo historiador.
Os itens corretos são:
X II e III.
I e III.
somente I.
somente III.
I e II.
[355760_569
83]
Questão
007
Leia o texto.
“Tucídides é quem começa a estabelecer a necessidade, para o pensamento
histórico, de documentos escritos e relatos oficiais para dar organicidade à narrativa
da História. Na Guerra do Peloponeso, escrita pelo autor, notamos a emergência do
uso de documentos
escritos na constituição das histórias propostas. Ressaltamos, contudo, que esse
processo é peculiar do mundo grego clássico, e não devemos generalizá-lo para
período semelhante. Na Ásia, especialmente na China, o processo é diferente.”
FRANÇA, Cyntia Simioni. Introdução aos estudos históricos / Cyntia Simioni
França, Evandro André de Souza, Julho Zamariam, Jó Klanovicz, Paulo César dos
Santos. – Londrina: Editora e Distribuidora Educacional S.A., 2014. P.45.
Segundo o texto, Tucídides passa a usar os documentos escritos pois
considerava as narrativas míticas excelentes para a escrita da história.
valorizava as narrativas orais e fontes iconográficas
havia aprendido com outros povos com os chineses
era uma experiência compartilhada em todo o mundo antigo
X era preciso dar mais credibilidade ao relato histórico
[355760_557
04]
Questão
008
Sobre as fontes históricas, marque a alternativa correta.
A moderna historiografia consegue produzir conhecimento histórico sem fontes.
X
Até mesmo charges, memes e lista de compras podem ser consideradas fontes
válidas.
Até o século XX, as escritas e oficiais eram as únicas utilizadas.
Possuem graus variados de importância e as escritas tem mais credibilidade.
São consideradas válidas apenas as escritas e oficiais.

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