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AULA 3 SEGURANÇA EM TRANSPORTES Prof. Luiz Antonio Forte 2 INTRODUÇÃO O transporte ferroviário é um dos modais mais utilizados no Brasil, perdendo apenas para a rodovia, sendo usado no deslocamento de pessoas e cargas (ANTF, 2022). A operação segura de uma ferrovia é um desafio que envolve muitos profissionais das mais variadas especialidades. Acidentes de trânsito neste modal são pouco frequentes, mas quando acontecem, devido à grande inércia dos veículos e os volumes de carga envolvidos, tendem a ser catastróficos. Segundo Miguel (2020), em números absolutos, o Brasil vem contabilizando a cada ano, em média, 845 acidentes ferroviários, com 216 feridos graves e 105 mortes. Para facilitar o entendimento dos riscos de acidentes e de como as questões de segurança do trabalho são aplicadas neste modal de transportes, vamos dividir as operações ferroviárias em blocos mais ou menos homogêneos. TEMA 1 – RISCO DE ACIDENTES DEVIDO ÀS CONDIÇÕES DAS VIAS FÉRREAS Os trens correm sobre trilhos de ferro assentados sobre dormentes em uma base de material impermeável denominada via permanente. Esta via tem um traçado fixo sendo projetado para suportar o peso das composições (conjunto de locomotiva e vagões) que nelas transitam. Nesta seção, reconheceremos alguns riscos de acidentes relacionados com a estrutura de vias ferroviárias. 1.1 Risco de descarrilamento Segundo Neto (2012), as ferrovias são compostas basicamente pela infraestrutura e pela superestrutura. A Infraestrutura Ferroviária é composta pelas Obras de Terraplenagem, Obras de Arte Corrente e Obras de Arte Especiais, situadas, normalmente, abaixo do greide de terraplenagem A Superestrutura das Vias Férreas é constituída pela Plataforma Ferroviária e pela Via Permanente as quais estão sujeitas à ação de desgaste do meio ambiente (intempéries) e das rodas dos veículos. (Neto, 2012, p. 40) Ainda segundo o Neto (2012), Os três elementos principais da Superestrutura e que compõem a Via Permanente são: o Lastro, os Dormentes e os Trilhos. Os trilhos constituem o apoio e ao mesmo tempo a superfície de rolamento para os veículos ferroviários. Estes três elementos, citados acima, apoiam-se sobre a Plataforma Ferroviária. (Neto, 2012, p. 38) 3 As rodas metálicas das locomotivas e vagões são projetadas para correr sobre trilhos metálicos paralelos os quais devem estar posicionados a uma distância adequada um do outro (bitola) e montados sobre apoios rígidos (dormentes) que podem ser de madeira, concreto, ou material sintético, em uma base nivelada. Para garantir a segurança, é necessário que os componentes da via permanente sejam inspecionados periodicamente e reparados ou substituídos quando necessário. Um dos componentes mais básicos da via permanente é o sistema de fixação do trilho ao dormente. Falhas ou deterioração neste componente podem levar a acidentes (Figura 1). Figura 1 – Fixação inadequada de trilho Crédito: dneezz/Adobe Stock. Os dormentes são elementos estruturais que mantêm os trilhos alinhados na distância correta. Dormentes deteriorados ou danificados são um indicativo de que há algo errado na gestão de riscos de uma ferrovia (Figura 2). 4 Figura 2 – Dormentes danificados Crédito: Antonio_Paris/Adobe Stock. O lastro tem o objetivo de absorver as vibrações originadas pelo movimento das composições sobre os trilhos, evitando que estas vibrações ocasionem danos estruturais na via. A perda de lastro (Figura 3), seja por causas naturais como inundações ou vandalismo, pode oferecer riscos de acidentes, devendo ser reposto com a maior brevidade possível. 5 Figura 3 – Deterioração do lastro Crédito: MoKiPhoto/Adobe Stock. Para que ocorra o descarrilamento de uma composição ferroviária (Figura 4), como em qualquer outro acidente, é necessária uma cadeia de eventos. Os fatores mais comuns que concorrem para este tipo de acidente são: a via apresenta condições inseguras de manutenção e fatores humanos como imprudência, excesso de velocidade, e excesso de carga. 6 Figura 4 – Composição descarrilada Crédito: remik44992/Adobe Stock. A prevenção deste tipo de acidente envolve, além da elaboração e cumprimento de planos de inspeção e de manutenção preventiva e corretiva, o treinamento e capacitação dos empregados. 1.2 Risco de colapso de pontes e viadutos As pontes e viadutos são elementos muito importantes na infraestrutura ferroviária. Estes elementos são utilizados para a transposição de rios e de outras vias de trânsito, garantindo que o deslocamento das composições não seja interrompido. Como todas as estruturas de engenharia, as pontes e viadutos sofrem desgaste pela ação das condições climáticas e pelo uso contínuo. O colapso destas estruturas não é uma ocorrência frequente, mas possível, e as suas consequências podem ser catastróficas (figuras 5 e 6). 7 Figura 5 – Colapso de viaduto Créditos: firewings/Adobe Stock. Figura 6 – Ponte colapsada Créditos: Jaroslaw/Adobe Stock. 8 Para prevenir acidentes, os responsáveis pela gestão das vias permanentes devem estabelecer e fazer cumprir planos de inspeção periódica e planos de manutenção preventiva e corretiva nestas estruturas. 1.3 Risco de acidente dentro de área urbana O traçado original das vias permanentes foi projetado para que existissem distâncias mínimas de segurança entre os trilhos e edificações para que, em caso de acidentes, os riscos de danos materiais e de lesões pessoais, sejam reduzidos ao mínimo. Porém, com o avanço do crescimento populacional, muitas vias permanentes foram absorvidas pelo tecido urbano (Figura 7) Figura 7 – Via férrea muito próxima de habitações Créditos: diy13/Adobe Stock. Esta condição potencializa riscos de acidentes pessoais, como atropelamentos e riscos materiais no caso de descarrilamentos. O trânsito e a passagem de pessoas entre os trilhos são uma preocupação constante para os maquinistas e para os especialistas em segurança. Uma composição ferroviária, devido ao peso e à inércia, possui um tempo e espaço de parada total muito mais longo do que veículos transitando em rodovias. Qualquer 9 obstáculo ou pessoa que se interponha no trajeto de composições ferroviárias, mesmo que esteja em baixa velocidade, será fatalmente atingida (Figura 8). Figura 8 – Passagem de pedestre muito próximo à via Créditos: makam1969/Adobe Stock. TEMA 2 – RISCOS DE ACIDENTES EM PÁTIOS DE MANOBRA As manobras de locomotivas e composições em pátios de estacionamento, carga e descarga são atividades rotineiras no modal de transporte ferroviário. Estas atividades podem oferecer riscos de acidentes pessoais e danos materiais. 2.1 Colisões As colisões durante manobras são eventos pouco frequentes, mas possíveis de ocorrer. São fatores de risco: visibilidade reduzida em pátios lotados (Figura 9, falhas de comunicação entre maquinistas e auxiliares de manobra e 10 pouca iluminação para manobras noturnas. Apesar da baixa velocidade imprimida nos equipamentos, estes acidentes provocam danos materiais significativos. Figura 9 – Pátio de manobras ferroviárias Créditos: Tomas Skopal/Adobe Stock. 2.2 Risco de atropelamento/esmagamento Como o foco desse estudo é a segurança do trabalho, somente serão tratados acidentes que envolvam os trabalhadores das ferrovias. Neste sentido, a ocorrência de atropelamentos registrados com acidentes de trabalho é rara, mas possíveis de ocorrer sob certas circunstâncias, como durante manobras de composições ferroviárias onde há o risco de exposição acidental, como o exemplo da Figura 10. 11 Figura 10 – Pátio de manobras ferroviárias Créditos: Tomas Skopal/Adobe Stock.12 2.3 Risco de queda de nível diferente Os trabalhadores podem estar expostos a quedas durante atividades de manutenção de sistemas elétricos, sistemas de sinalização e inspeções nos vagões. As medidas de proteção contra quedas devem fazer parte do planejamento de qualquer atividade em altura superior a dois metros do piso de referência. Figura 11 – Manutenção de linhas elétricas sem medidas de prevenção contra quedas Créditos: elmar gubisch/Adobe Stock. TEMA 3 – RISCOS DE ACIDENTES COM MATERIAL RODANTE De acordo com a Resolução ANTT n. 1.431/2006, acidente ferroviário é definido como um evento que, com participação direta de um veículo ferroviário, provoca danos a este, a pessoas, a outros veículos, a instalações, a obras de arte, à via permanente, ao meio ambiente e, desde que ocorra paralisação do tráfego, a animais (Miguel, 2020, p. 5). Nesta seção, vamos focar nos riscos de acidentes com a participação direta de veículos ferroviários fora de pátios de manobra e estações de carga e descarga. 13 3.1 Risco de colisões entre material rodante O tráfego de composições ferroviárias de transporte de carga é feito utilizando uma única via que admite deslocamento nos dois sentidos. Isso significa que duas composições podem estar trafegando na mesma via, mas em sentidos opostos. Recentes colisões entre trens na China e na Europa, cujas ferrovias estão entre as mais modernas e mais bem monitoradas e sinalizadas do mundo, mostram que risco deste tipo de acidente não deve ser subestimado e está sempre presente, apesar de todo o sistema de controle de tráfego existente (sinalização, acompanhamento via GPS etc.). Além de colisões frontais entre composições em movimento, podem ocorrer abalroamentos contra material rodante parado ou estacionado (Figura 12). Figura 12 – Colisão entre composição parada e outra em movimento Créditos: jure/Adobe Stock. 3.2 Colisão entre trem e veículos Segundo Miguel (2020), no Brasil, a malha ferroviária federal concedida conta atualmente com cerca de 29.690 quilômetros de extensão. Em inúmeros pontos desta malha, há cruzamentos entre a ferrovia e outras vias de trânsito 14 terrestre (rodovias, estradas, ruas) sem pontes, trincheiras ou viadutos. Estes cruzamentos são conhecidos popularmente como passagem de nível e tecnicamente por passagem em nível (Figura 13). No Brasil, a maioria destes cruzamentos é sinalizada somente com placas de advertência, e em casos específicos de áreas urbanas, com alertas luminosos e sonoros. Não é prática consolidada a instalação de barreiras físicas (cancelas) e sinalização comandada remotamente. A ocorrência de colisões nestes cruzamentos é alta e as consequências são graves. Figura 13 – Passagem em nível com sinalização simples Créditos: joserpizarro/Adobe Stock. TEMA 4 – TRANSPORTE FERROVIÁRIO DE PASSAGEIROS Segundo a ANTT (2022), atualmente, existem somente duas linhas de trens de passageiros regulares na malha ferroviária concedida brasileira. Estes trens são operados pela concessionária VALE S.A., na Estrada de Ferro Vitória a Minas (EFVM) e na Estrada de Ferro Carajás (EFC), em decorrência de obrigações constantes nos respectivos contratos de concessão. Além destas linhas regulares, há diversas linhas de transporte turístico que operam em períodos especiais. Segundo MAPA METRÔ (2022), apenas essas cidades brasileiras contam com serviços de metrô: São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Fortaleza, Recife, Porto Alegre, Belo Horizonte e Salvador. Algumas 15 destas cidades também operam linhas de trens integradas ao sistema de transporte público de passageiros. Nesta seção, vamos reconhecer alguns riscos de acidentes para os trabalhadores nestes sistemas. 4.1 Metrô Os sistemas de transporte por metrô são reconhecidos internacionalmente pela sua segurança e rapidez no deslocamento diário de grandes quantidades de pessoas. O índice de acidentes por milhão de quilômetros percorridos é extremamente baixo. Isso é possível em parte pelo projeto destes sistemas que incorpora os recursos mais modernos de controle de tráfego, monitoramento e em certos casos de automação. Acidentes graves no metrô são raros, mas possíveis de acontecer, como o demonstrado na Figura 14, onde uma composição perdeu o controle e ultrapassou os limites da estação final, felizmente só com danos materiais. Figura 14 – Metro não para no limite final da linha Créditos: compuinfoto/Adobe Stock. Conforme levantamento das condições de segurança do trabalho no metrô de São Paulo, os principais riscos de doenças e acidente do trabalho aos quais 16 estão expostos os trabalhadores deste segmento são: a exposição a ruídos elevados (PAIR), riscos ergonômicos (LER/DORT), perda de concentração de condutores devido à monotonia das tarefas, risco de violência física por parte dos usuários do sistema, acidente por choque elétrico na manutenção de vias e sistemas (Fundacentro, 2015). 4.2 Trens urbanos Segundo Fischer et al. (2004), os principais riscos de acidentes de trabalho neste modal de transporte de passageiro são: risco de contato ou de exposição a sistema elétrico de potências (3600V), queda com diferença de nível, queda sem diferença de nível, impacto contra objeto parado, esforço excessivo, aprisionamento atropelamento ou suicídio de usuário, agressão física e assalto. TEMA 5 – EMERGÊNCIAS ENVOLVENDO PRODUTOS QUÍMICOS PERIGOSOS Uma das características marcantes do transporte ferroviário é o grande volume e variedade de cargas que podem ser transportadas simultaneamente. Quando são transportados produtos perigosos por via férrea, as consequências de acidentes podem ser catastróficas para pessoas e para o meio ambiente, considerando o tamanho da malha ferroviária nacional e que esta passa por áreas habitadas e áreas de proteção ambiental (CETESB, 2022). Nesta seção, estudaremos a prevenção e as principais medidas de controle de emergências. 5.1 Prevenção de acidentes químicos no transporte ferroviário Para a prevenção de acidentes, o transporte ferroviário de produtos perigosos deve seguir a Resolução ANTT n. 5.964, de 10 de março de 2022, e seus anexos (ANTT, 2022b), que atualizam a Resolução ANTT n. 5.947, de 1º de junho de 2021. O anexo 7 da Resolução ANTT n. 5.964 – Prescrições Relativas às Operações de Transporte traz, no item 7.2.6, as prescrições de segurança aplicáveis a veículos de transporte ferroviário transcritas abaixo: Qualquer trem (composição) carregado com produto perigoso deve estar equipado com extintores de incêndio portáteis adequados, localizados na cabine da locomotiva, para combater princípio de incêndio no motor ou em qualquer outra parte da composição. Os extintores destinados a combater princípio de incêndio na unidade de tração, se usados em princípio de incêndio na carga, não devem agravá-lo. Da mesma forma, os extintores destinados a combater incêndio na carga não devem 17 agravar o incêndio na unidade de tração. 7.2.6.2 Caso seja necessário incluir, em uma composição, um veículo de acompanhamento, este deve atender às seguintes condições: a) cumprir com os mesmos requisitos de segurança, quanto à circulação e desempenho operacional, que aqueles que contenham produtos perigosos; b) oferecer proteção ao pessoal encarregado do acompanhamento; 793 c) portar os equipamentos de primeiros socorros e de proteção individual necessários para a equipagem, bem como os equipamentos e dispositivos de atendimento à emergência; e d) ser provido de equipamento de comunicação. 7.2.6.3 Os vagões utilizados pelo sistema piggyback ou road rayller estão dispensados de exibir rótulos de risco e painéis de segurança, quando os veículos por eles transportados estiverem identificados de acordo com o que prescreve o Capítulo 5.2 deste Regulamento. 7.2.6.4 Os vagões carregados com produtos explosivosou inflamáveis devem ser dotados de sapatas de freio não- metálicas e mancais com rolamento. 7.2.6.5 Os vagões destinados ao transporte de produtos perigosos devem ser dotados de freios automático e manual em perfeito estado de funcionamento, salvo no caso de circulação para correção de avaria, até o local onde será realizado o reparo. 7.2.6.6 Durante as operações de carregamento e descarregamento, os vagões devem estar com o freio manual completamente acionado ou estar adequadamente calçados. 7.2.6.7 Os volumes devem ser distribuídos de maneira a uniformizar o peso das cargas ao longo do vagão e sobre os rodeiros. 7.2.6.8 A porta dos vagões carregados deve ser fechada e lacrada. 7.2.6.9 As manobras para engatar e desengatar os vagões, incluindo vagões tanque, devem ser realizadas com velocidade de até 2 km/h, e não podem provocar choques mecânicos na estrutura, longarina e cilindros do vagão. 7.2.6.10 O vagão que contiver produtos explosivos deve ser separado da locomotiva por, no mínimo, três vagões com produtos inertes e não perigosos. 794 7.2.7 Prescrições de serviço aplicáveis ao transporte ferroviário 7.2.7.1 Veículos e equipamentos ferroviários que apresentem qualquer tipo de avaria não podem ser utilizados para carregamento de produtos considerados perigosos. 7.2.7.2 Não pode ser realizada qualquer reparação em avarias dos vagões depois de iniciado o carregamento dos mesmos. (ANTT, 2022b) 5.2 Ações de controle para acidentes ferroviários com produtos químicos perigosos Segundo CETESB (2022), o atendimento de emergências envolvendo o transporte ferroviário de produtos perigosos possui muitas similaridades com o atendimento a ocorrências em rodovias nas fases de comunicação e acionamento de equipes de resposta e na avaliação inicial, mas exige abordagem diferente quanto a controle de vazamentos, controle ambiental e ações de remediação pós- acidente. 5.2.1. Controle de vazamentos Nos acidentes envolvendo composições, os danos nos vagões geralmente são de grande monta, o que dificulta ou impossibilita as ações de estancamento. Se houver condições de estancar vazamentos, devem ser utilizados técnicas e 18 equipamentos especiais (Figura 15), conforme as características do produto perigoso (CETESB, 2022). Figura 15 – Estancamento de vazamento em vagão Créditos: Belish/Adobe Stock. 5.2.2. Operações de transbordo de carga e remoção de vagões avariados Segundo CETESB (2022) as operações de transbordo e remoção de vagões avariados: Sempre que possível, e de acordo com as condições dos vagões deve- se iniciar as operações de transbordo o que envolve a disponibilidade de vagões para recebimento da carga remanescente, além de equipamentos e mão-de-obra especializados, tendo em vista os riscos intrínsecos que essa atividade apresenta. Nos casos de acidentes envolvendo produtos inflamáveis, é necessário o aterramento antes do início do transbordo, a fim de eqüalizar a eletricidade estática entre as composições e prevenir incêndios e explosões. (CETESB, 2022) 5.2.3. Ações de controle ambiental e remediação O produto perigoso que vazou deve ser contido com a utilização de barreiras adequadas (Figura 16) para evitar que possam contaminar cursos de água e o solo fora do local do acidente. A remediação pós-acidente envolve a limpeza e a remoção do solo contaminado e a coleta de poluentes aquáticos. 19 Figura 16 – Barreira de contenção de líquidos Créditos: melisa/Adobe Stock. 20 REFERÊNCIAS ANTF – Associação Nacional dos Transportadores Ferroviários. Informações gerais. Disponível em: . Acesso em: 30 abr. 2022. ANTT – Agência Nacional de Transportes Terrestres. Resolução n. 5.964, de 10 de março de 2022. Dispõe sobre o transporte ferroviário de produtos perigosos. 2022b. Disponível em: . Acesso em: 30 abr. 2022. _____. Trens Regulares. 2022. Disponível em: . Acesso em: 30 abr. 2022. CETESB. Emergências químicas. Ferrovias. 2022. Disponível em: . Acesso em: 29 abr. 2022. FISCHER, D. et al. Análise de acidentes do trabalho típicos envolvendo operadores de trem urbano. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE ERGONOMIA, 13, 2004. Disponível em: . Acesso em: 29 abr. 2022. FUNDACENTRO – Centro Técnico Nacional Coordenação de Saúde no Trabalho. O trabalho dos metroviários de São Paulo. 2015. Disponível em: . Acesso em: 30 abr. 2022. MAPA METRÔ. Metrôs de Brasil. 2022. Disponível em: . Acesso em: 30 abr. 2022. MIGUEL, D. A. A. Acidentes ferroviários no Brasil: análise comparativa com a União Europeia. In: CONGRESSO DE PESQUISA E ENSINO EM TRANSPORTE DA ANPET, 34, 2020. Disponível em: . Acesso em: 30 abr. 2022. NETO, C. B. Manual didático de ferrovias. 2012. UFPR. Universidade Federal do Paraná. Setor de tecnologia dep. de transportes. Disponível em: . Acesso em: 30 abr. 2022.