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Conteudista: Prof. Mestre Jean Cavaleiro Revisão Textual: Prof.ª Dra. Selma Aparecida Cesarin Objetivos da Unidade: Consolidar todos os orçamentos desenvolvidos até aqui em orçamentos amplos; Orçar e implementar orçamento de caixa a partir dos orçamentos anteriores; Realizar o desenvolvimento e montagem da estrutura de Balanço Patrimonial. ˨ Material Teórico ˨ Material Complementar ˨ Referências Desenvolvimento de Orçamento de Caixa Desenvolvendo o Orçamento do Fluxo de Caixa Projetado Esta é a última etapa do Projeto, e podemos resumir como sendo o objetivo final de todos os orçamentos que realizamos até aqui. É a consolidação de todos os planos de pagamentos e de recebimentos realizados durante o período de orçamento, ou seja, um trimestre. O fluxo de caixa projetado é um plano de pagamentos e recebimentos de um período. É organizado em grupos de entradas, diferenciando o que é entrada, qual a entrada, e a origem, ou seja, proveniente de onde: se de vendas à vista, a prazo, ou outra fonte qualquer de receita. Na prática, em uma Empresa real, esse orçamento organizado de forma a diferenciar receitas (entradas) tem como objetivo facilitar a leitura e a compreensão das fontes de entradas. Possibilita, ainda, a realização de instrumentos de análise financeira como análise financeira e horizontal do fluxo de caixa. Aqui, no simulador, não faremos essa etapa, mas como o foco é formar gestões, vamos abrir espaço para essa discussão. Vejamos um exemplo: 1 / 3 ˨ Material Teórico Tabela 1 – Fluxo de caixa simulado Receita de vendas 20x1 20x2 À vista R$ 20.000,00 R$ 25.000,00 A Prazo R$ 30.000,00 R$ 40.000,00 Total R$ 50.000,00 R$ 65.000,00 Tabela 2 – Análise Vertical (AV) e Análise Horizontal (AH) Receita de vendas 20x1 AV% 20x2 AV% AH À vista R$ 20.000,00 40 R$ 25.000,00 38,46 – A Prazo R$ 30.000,00 60 R$ 40.000,00 61,54 – Total R$ 50.000,00 – R$ 65.000,00 61,54 – AV – Análise Vertical Instrumento de análise gerencial que possibilita avaliar a proporção de uma conta em relação a um total, ou responder à seguinte questão: quanto a receita de vendas à vista representa do total de receitas? Vamos ver a forma de fazer: Como Ler essa Informação? Do total de receita de vendas, 40% é proveniente de vendas à vista e 60% a prazo. E o que isso significa? Talvez a informação sozinha não signifique muito, mas, ao olhar em uma esteira de tempo, ela faça sentido. Por exemplo, sabemos que vendas a prazo são provenientes de vendas parceladas ou não pagas à vista. Logo, quanto mais isso ocorrer, maior o risco no qual a Empresa está operando, pois vendas a prazo podem gerar inadimplência, ou a Provisão para Devedores Duvidosos – PDD. Como tomada de decisão, o gestor pode rever políticas de crédito, como facilitar ou tornar mais rígidas as ofertas de crédito da Empresa, conforme seus objetivos. Mesmo com esse olhar, só esse resultado não pode ser a única fonte de tomada de decisão. É importante verificar, ainda, a evolução de um período para o outro. Essa análise é o que chamamos de análise horizontal. A análise pode ocorrer em qualquer conta ou item. Podemos avaliar a evolução de valores reais, como, por exemplo, responder o quanto ampliou em valores relativos os recebimentos das vendas. Vejamos: Tabela 3 – Análise horizontal Receita X1 X2 AH À vista R$ 20.000,00 R$ 25.000,00 25% Etapa 1 X2 – x1 = ? 25.000 – 20.000= R$ 5.000,00 Deu positivo, então, significa que cresceu, mas quanto? Isso significa que cresceu 25% de um período para o outro. Mas é a única análise? Não! Podemos avaliar, ainda, a variação percentual: se o peso das vendas à vista e a prazo teve alterações ou não. Tabela 4 – Análise horizontal Receita X1 X2 AH À vista 40 38,46 3,85% Etapa 1 X2 – x1 =? 38,46 – 40 = -1,54 Veja que caiu 1,54 pontos. Isto é, a participação das vendas à vista em relação às vendas totais foi 3,85% menor em relação ao período anterior. Esses processos ocorrem, também, em outros grupos de contas do fluxo de caixa, seja nos grupos de entradas, seja nos de saídas, mas serve para melhorar a posição das contas da Empresa. Não existe regra de como agir, mas sim, como atender objetivos específicos de cada Empresa. Essas etapas não estão presentes na simulação, mas fizemos esse parêntese devido à importância para o planejamento de uma Empresa no que se refere aos planos financeiros. Vamos ao Simulador O Orçamento de Caixa ou Fluxo de Caixa Projetado visa a determinar os valores monetários (dinheiro e ou cheques) a serem mantidos na Organização. Considerando-se uma perspectiva ampliada, incluem-se, também, os valores referentes aos saldos bancários de livre movimentação. Os recursos de caixa servem para que a Organização possa manter suas atividades independentemente dos descompassos entre os fluxos de pagamento e recebimento. Estude Ciclo de Caixa – Ciclo Financeiro – Ciclo Operacional. Observa-se que os recursos investidos no caixa da Organização são os ativos mais líquidos que ela tem, porém, deve-se observar que, normalmente, eles têm baixa rentabilidade. Nesse sentido, o gestor deve estar atento aos valores mantidos em caixa, pois numerário em excesso pode indicar utilização inadequada dos recursos financeiros. No caixa de uma Empresa, deve-se deixar exatamente o valor necessário em cada período para manter suas operações em funcionamento, nem a mais nem a menos: a menos, as operações param e a mais, gera prejuízo, pois esse excedente deveria estar aplicado, rendendo, o que geraria receita financeira para a Empresa. O planejamento do caixa busca estabelecer os saldos mínimos a serem mantidos, ou seja, deve auxiliar o gestor no acompanhamento dos fluxos financeiros, verificando-se se há excessos ou faltas em relação aos valores estabelecidos. Para se calcular os saldos de caixa, deve-se ter a seguinte equação: Saldo no Fim do Mês = Saldo do Início do Mês + Movimentos que Aumentam o Saldo (Recebimentos) – Movimentos que Diminuem o Saldo (Pagamentos) Vamos guardar essa regra! Vamos à prática. OR 12 – Fluxo de Caixa Projetado Neste orçamento, é preciso recuperar, mês a mês, o fluxo decorrente dos recebimentos das vendas e dos pagamentos de custos e despesas. Observe que esses fluxos, diferentemente dos fluxos econômicos da DRE Projetada, têm natureza financeira. Essa diferença é conhecida na Contabilidade como “regime de competência” e “regime de caixa”: Nesta etapa, a regra que rege é a de Regime de Caixa. Nesse orçamento de caixa, o que importa é o que efetivamente entra ou sai do caixa durante o período do orçamento (1º trimestre). Compreender a diferença entre fluxo econômico e fluxo financeiro é vital para a boa gestão e pode significar a diferença entre ter, ou não, sucesso nos negócios. E, como foi possível perceber em orçamentos anteriores, os conceitos relevantes para essa compreensão são os relacionados à temporalidade das receitas e gastos versus a temporalidade dos recebimentos e pagamentos. Regime de caixa: refere-se ao período em que o pagamento ou o recebimento ocorre; Regime de competência: refere-se ao mês de ocorrência, registra-se a ocorrência, mês de referência. Adicionalmente, existem gastos que são relevantes do ponto de vista econômico, porém, não representam desembolso e, portanto, embora estejam incluídos nos custos e despesas do DRE, não estão presentes no orçamento de caixa. O exemplo clássico desse tipo de gasto é a depreciação. Figura 1 – Fluxo de caixa Fonte: Reprodução Aqui, é importante sabermos de onde saiu cada um dos valores: Saldo inicial de caixa: R$ 50.000,00 De onde veio esse valor? Veja que a proposta é fazer orçamento para o primeiro trimestre do ano, janeiro – fevereiro – março, e janeiro vem logo depois de dezembro. Parece óbvio, mas é para construir o pensamento de que devemos buscar a informação de quanto temos de caixa no fim do mês anterior a janeiro. Então, vamos nos ater ao Balanço Patrimonial, lá no orçamento 0 (OR00): Figura 2 – Balanço Patrimonial Fonte: Reprodução Veja que finalizou dezembro com 50.000 mil em caixa. Logo, vamos iniciar janeiro com o mesmo valor em caixa. Item entrada de caixa – Devemos buscar o valor recebido da venda dos dois produtos no orçamento 01B. Figura 3 – Recebimento de vendas Fonte: Reprodução Esses valores serão transportados para o orçamento de caixa realizado agora. Basta localizar e copiar, melhor, importar. Saldo parcial de caixa – é construído somando o valor inicial de caixa com os novos valores oriundos das vendas, ou seja, até agora temos: 50 mil + as vendas de Alfazin e Betazon: 50.000 + 28.000 + 230.662,50 = R$ 308.662,50 E, desse valor, devemos abater as saídas: Primeira – Pagamento de compras > OR 04B Em cada uma das saídas, vamos localizar, nos orçamentos anteriores, os valores pagos nos respectivos meses, como faremos a seguir. Figura 4 – Pagamento de compras Fonte: Reprodução Segundo > Mão-de-obra Direta > OR05B Figura 5 – MOD Fonte: Reprodução Terceira saída > CIF > OR 06D Figura 6 – CIF Fonte: Reprodução Quarta saída > Despesas de Vendas Figura 7 – Despesas de vendas Fonte: Reprodução Quinta saída > Despesas administrativas > OR 08B Figura 8 – Despesas administrativas Fonte: Reprodução Assim, após localizar cada uma das saídas nos orçamentos anteriores, vamos formalizar a estrutura do fluxo de caixa: Quadro 1 Recursos de caixa 308.662,50 Saídas Matéria-prima - 80.486,70 Mão de obra - 7.201,64 CIF - 10.924,96 Despesas de vendas - 35.362,50 Despesas administrativas - 12.800,00 Saldo de caixa 161.886.70 O mesmo processo deve ser realizado todos os meses. Assim, será atendida a demanda da atividade: orçar o primeiro trimestre. Desenvolvendo o Orçamento do Balanço Patrimonial Projetado Esta etapa não faz parte das ações de orçamento de uma Empresa. É mais contábil, registra as variações no patrimônio da Empresa. Mais especificamente, registra os bens, os direitos e as obrigações da Empresa. Mesmo sendo uma ação contábil, é importante o gestor conhecer o demonstrativo e saber avaliar como as ações do dia a dia da Empresa interferem na estrutura patrimonial da Empresa. De acordo com a Norma Brasileira de Contabilidade, define-se Balanço Patrimonial como sendo a demonstração contábil que busca evidenciar, quantitativa e qualitativamente, em uma determinada data, a posição patrimonial e financeira da Entidade. Essa demonstração é composta por bens e direitos (Ativo: Circulante e Não Circulante), e Obrigações (Passivo: Circulante e Não Circulante) e Patrimônio Líquido. Nesse sentido, o Balanço Patrimonial Projetado será determinado considerando-se um período futuro bem como determinadas condições projetadas de movimentação financeira realizada pela Organização. Vamos à prática. Essa peça final do orçamento expressa a nova posição patrimonial da Empresa ao final do período do orçamento, ou seja, no final do trimestre solicitado. Então, as informações que vamos buscar aqui estarão sempre no terceiro mês do período, considerado período final. É uma demonstração estática. Em outras palavras, apresenta o conjunto de ativos ou direitos e o conjunto de passivos ou obrigações que resultaram ao final do período de operações (1º trimestre), considerando-se a posição patrimonial anterior. Para preencher o Balanço Patrimonial, devemos recuperar a posição final dos ativos circulantes e a dos ativos não circulantes, consideradas as depreciações do período. Também devem ser recuperados os passivos circulantes, basicamente, fornecedores e salários a pagar, e a nova posição de reservas de lucro. Figura 9 – Balanço Patrimonial Fonte: Reprodução Onde encontramos esses valores? Vamos ver cada um deles, iniciando pelas contas do Ativo. Caixa – Presente em fluxo de caixa, mês. Figura 10 – Balanço Patrimonial Fonte: Reprodução Logo, em março foram vendidos 37.008 (pode confirmar em orçamento de vendas), que será recebido em abril, no futuro. Logo, contas a receber, e do Betazon foram vendidos 244.035, com 50% a prazo, que seria: 122.017,50. Logo, terá a receber: 37.008 + 122.017,50 = 159.025,50 Contas a receber: devemos lembrar das políticas de recebimento da Empresa, em que o Alfazin era recebido 30 dias após as vendas e o Betazon 50% à vista e 50% a prazo. Onde encontrar esse valor? Primeiro, devemos entender o que é o item. Veja que estão consolidados somando todos os produtos vendidos. Não é um valor pronto, então, devemos construir da seguinte maneira: No Orçamento – Custo os Produtos Vendidos. Veja que temos a relação dos itens estocados, valores unitários e totais. Aqui, neste orçamento, relacionam-se estoques iniciais, entradas de novos produtos para vendas, saídas provenientes de vendas e os respectivos saldos, quantitativos em valores. Então, vamos somar as sobras de estoques ao fim do terceiro trimestre de cada um dos itens. Vejamos: Estoques de produtos acabados: R$ 25.129,21. Figura 11 – Custo do produto vendido Fonte: Reprodução Figura 12 – Custo de produto vendido Fonte: Reprodução Colocamos o Quadro completo, com os valores que vamos utilizar, no final, para que você veja onde está a informação. Observe que está como saldo final de estoque ao fim do trimestre, mês de março. Quadro 2 Alfazin R$ 3.327,90 Betazon R$ 21.801,31 Total R$ 25.129,21 Conforme política de estoques em processo, o estoque é zero. Onde encontrar o valor? Da mesma forma, só que no OR 09A – Custo dos Produtos Acabados. Aqui, relacionam-se todos os insumos, da mesma maneira que na ação anterior, e no mês de março, último mês do trimestre, temos na última célula os valores em estoques, quantidade e valores. Vejamos: Tabela 5 – Total de saídas – Fornecedores Matéria-prima Valor X – 110 kg 2.094,67 Estoque de Produtos em Processamento: 0. Estoques de insumos: R$ 29.640,03. Y – 164 kg 2.132,00 W – 1932 kg 5.796,00 Z – 2898 kg 18.763,36 Embalagem plástica – 190 unidades 19,00 Embalagem Lata – 1670 unidades 835,00 Total 29.640,03 Total do ativo – Somam-se todos os itens aqui tratados. Contas do Passivo Circulante. Aqui, registram-se as obrigações de curto prazo da Empresa, no caso, as contas pagas de forma futura. Exemplos: Da mesma forma, vamos recorrer aos orçamentos feitos para construir esses valores. Contas de fornecedores a pagar; Contas de salários e comissões a pagar. Fornecedores a pagar > R$ 73.655,60 > Vamos encontrar esse valor? Primeiramente, no Orçamento 4, localize em dados da Empresa as informações a seguir: Tabela 6 – Política de fornecedores Fonte: SDE E, ao mesmo tempo, retome os cálculos feitos na etapa 4: Figura 13 – Compras Fonte: Reprodução E o custo da matéria-prima X em U$ é de US$ 5,00. Em março, a cotação é de R$ 3,80. Logo, em reais: 5 x 372 = 1.860 dólares x 3,85 = 7068,00 reais. E, desse valor: 60% é pago à vista e 40% a prazo. Logo, só da MP X em abril, que entrará em fornecedores a pagar, será de: 7.068 x 40% = 2.827,20 Faremos o mesmo para a matéria-prima Y. O valor comprado de MP Y foi de 7.241,00 e, pela política de pagamento, a MPY será paga 100% no mês seguinte. Logo: R$ 63.102,00 x 70% = R$ 44.171,40 para o mês de abril Agora, faça a mesma coisa com as embalagens, tanto o saco plástico quanto a lata. Vá ao orçamento 4, no mês de março, pegue o valor citado e veja quanto será pago em março e quanto será pago a prazo. Para facilitar: Tabela 7 Relação de Saco Plástico Valores Quantidade comprada em março – Valor unitário em março – Matéria-prima W: Compra em março no valor de R$ 19.416,00 e, também, pelo quadro cima, 100% serão pagos no mês seguinte; Matéria-prima Z: Compra em março no valor de R$ 63.102,00 e, pela política citada, 70% serão pagos no mês seguinte. Relação de Saco Plástico Valores Total – % à vista – % a prazo – Tabela 8 Relação de Lata Valores Quantidade comprada em março – Valor unitário em março – Total – % à vista – % a prazo – E agora? Será que você acertou? Se você chegou até aqui, verá que essa Tabela não precisa ser feita, pois 100% serão pagos à vista. Logo, não serão gerados pagamentos futuros. Agora, se você percebeu que não precisa e não fez, está de parabéns. Vamos, então, somar os valores encontrados: Quadro 3 Fornecedor MP X 2.827,20 Fornecedor MP Y 7.241,00 Fornecedor MP W 19.416,00 Fornecedor MP Z 44.171,40 Total 73.665,60 Veja que o valor bateu! Como chegar a esse valor? Essa etapa, vamos deixar que você construa. Volte à política de pagamento e faça o seguinte: Salários e comissões a pagar: 42.408,86! Logo, o salário de março é pago em abril. Basta localizar todos os orçamentos em que constem salários ou comissões e somar os valores. Figura 14 – Balanço Patrimonial Fonte: Reprodução Veja que os salários de março são pagos em abril e, com as comissões, a mesma coisa; Busque orçamentos em que constem salários, como, por exemplo, MOD, e veja esta informação: a folha de pagamento total da MOD é paga no mês seguinte. Total do ativo não circulante: 600.000 – 65.000 = 535.000 + 216.000 – 23.400 = 727.600 Total do ativo: soma-se total de ativo circulante com ativo não circulante. Agora, seu desafio para finalizar esse Quadro é encontrar o valor de capital social no Balanço anterior, pois ele não se altera: o valor de lucro acumulado de dezembro anterior somado ao valor de lucro acumulado no DRE projetado acumulado. E, assim, finalizamos a simulação dos 13 orçamentos previstos no Projeto. Como é um projeto em grupo, cada grupo representa uma Empresa. Ao finalizar, o sistema apontará um ranking com a pontuação geral, trazendo, assim, as Empresas e os destaques na operação. Observe a Figura a seguir. Ela trará a relação de pontuação geral e a pontuação obtida. Figura 15 – Ranking Fonte: Reprodução AC - 577.207,38; ANC - 727.600; Total: 1.304.807,38. O aluno será avaliado em duas etapas: até 4 pontos nas AS, nas Unidades, e até 6 pontos na operação prática, no Simulador. Os alunos que não tiverem acesso ao Sistema não terão nota na simulação, estando, assim, reprovados na Disciplina e, por ser uma atividade prática, não haverá atividade de recuperação. Na etapa de avaliação, os alunos farão uma avaliação de pares conforme sua participação no simulador. Trata-se da percepção de cada um, e essa nota vai auxiliar na formação da Média Final. O aluno que não fizer a avaliação, perderá uma parcela de pontuação geral. Neste ponto, a nota dos pares será a média das notas dadas pelos pares. Observação: alteração sendo implementada. Indicações para saber mais sobre os assuntos abordados nesta Unidade: Vídeos Demonstração do Fluxo de Caixa – Método Direto – Contabilidade 2 / 3 ˨ Material Complementar 45 - Demonstração do Fluxo de Caixa - Método Direto - Contabilid… https://www.youtube.com/watch?v=j3-wN7Gxzzw Fluxo de Caixa Simples (do Zero) Leitura Fluxo de Caixa: o Guia Completo Clique no botão para conferir o conteúdo. ACESSE Saiba como Fazer o Fluxo de Caixa da sua Empresa Clique no botão para conferir o conteúdo. Fluxo de Caixa Simples (do ZERO) https://www.flua.com.br/blog/afinal-o-que-e-fluxo-de-caixa/ https://www.sebrae.com.br/sites/PortalSebrae/ufs/ap/artigos/fluxo-de-caixa,a8751947e93c9410VgnVCM2000003c74010aRCRD https://www.youtube.com/watch?v=jR4JV95Ytxk ACESSE https://www.sebrae.com.br/sites/PortalSebrae/ufs/ap/artigos/fluxo-de-caixa,a8751947e93c9410VgnVCM2000003c74010aRCRD FREZATTI, F. Orçamento Empresarial: planejamento e controle gerencial. São Paulo: Atlas, 1999 MARTINS, E. Contabilidade de Custos (Inclui o ABC). 9. ed. São Paulo: Atlas, 2003. SOBANSKI, J. J. Prática de orçamento Empresarial: um exercício programado. São Paulo: Atlas, 1994 WELSCH, G. A. Orçamento Empresarial: planejamento e controle de lucro. São Paulo: Atlas, 1994 Site Visitado SDE – Simulador de estratégia – software de simulação. Disponível em: . Acesso em: 13/09/2022. 3 / 3 ˨ Referências