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COLA DE ARBITRAGEM (ART. 22 da Lei 9.307/96)
1. Carta Arbitral
· Função: Documento para dar cumprimento a atos solicitados pelo árbitro com a ajuda do Judiciário.
· Atos: Condução coercitiva de testemunhas, tutelas provisórias, busca e apreensão de documentos, imposição de multa.
· Relação Arbitragem-Judiciário: Coordenação, não subordinação.
2. Sentença Arbitral
· Eficácia: Tem a mesma força de sentença judicial transitada em julgado.
· Prazo: Decisão deve ser proferida em até 6 meses (se não acordado prazo).
· Quorum: Com um árbitro, ele decide sozinho. Com vários, a decisão é por maioria.
· Requisitos: Relatório, fundamentação, dispositivo, data e local.
· Nulidade se faltar algum requisito (art. 32, III).
3. Jurisprudência do STJ sobre Arbitragem
1. Força vinculante: A cláusula compromissória é obrigatória.
2. Revogação: Precisa de declaração expressa das partes.
3. Primazia: A arbitragem tem competência primária para decidir.
4. Nulidade da cláusula: Pode ser anulada em casos de ilegalidade.
5. Lei 9.307/96 se aplica a contratos anteriores, se houver cláusula arbitral.
6. Medida de emergência no Judiciário não afasta a cláusula arbitral.
7. Poderes executivos do árbitro são vedados.
8. Arbitragem no setor público: Permitida para o poder público e sociedades de economia mista.
Dica: Carta arbitral = cumprimento com ajuda do Judiciário | Sentença arbitral = eficácia de sentença judicial | STJ: Arbitragem é vinculante, primária e pode ser aplicada a contratos antigos!
COLA DE ARBITRAGEM (LEI 9.307/96)
1. O que é Arbitragem?
· Meio privado e alternativo para resolver conflitos.
· Decisão do árbitro = sentença arbitral (título executivo judicial).
· Aplica-se a direitos patrimoniais disponíveis.
2. Natureza Jurídica
· Negócio jurídico: Partes abrem mão da jurisdição estatal.
3. Tipos de Arbitragem
· Por Direito: Segue leis.
· Por Equidade: Baseada no bom senso.
· Usos e Costumes: Práticas da área.
· Regras Internacionais: Direito comparado.
4. Cláusula Compromissória vs. Compromisso Arbitral
· Compromissória: Prevista em contrato antes do conflito.
· Compromisso: Feito após o conflito surgir.
5. Árbitros
· Devem ser capazes e de confiança das partes (art. 13).
· Não precisam ser advogados, mas especialistas no assunto.
· Juiz togado: Proibido atuar (LC 35/79).
6. Poderes (art. 18)
· Árbitro = juiz de fato e de direito.
· Sentença não precisa de homologação judicial.
7. Deveres do Árbitro
· Imparcialidade, independência, competência, diligência e discrição.
8. Restrições
· Não resolve causas de estado da pessoa (ex.: casamento, adoção).
Dica: Cláusula antes, compromisso depois. Árbitro decide como juiz, sem precisar do Judiciário!
COLA DE RESOLUÇÃO DE CONFLITOS
1. Negociação:
· Forma de autocomposição (sem intervenção de terceiros).
· Objetivo: resolver conflitos e alcançar acordos.
2. Tipos de Negociação:
· Distributiva: Competitiva; ganha-perde.
· Integrativa: Cooperativa; ganha-ganha.
3. Modelo de Harvard (5 Fases):
1. Preparação: Identificar conflitos e interesses.
2. Criação de Valor: Propor soluções.
3. Negociação Strictu Sensu: Escolher a melhor solução.
4. Fechamento: Acordo final.
5. Reconstrução: Reforçar relações pessoais.
Lembre-se: Distributiva = Soma Zero | Integrativa = Benefícios para Todos!
COLA – Procedimento Arbitral (Lei 9.307/96)
1. Regras do Procedimento Arbitral (Art. 21)
· Autonomia das partes: Elas podem definir as regras do procedimento arbitral, respeitando os princípios impositivos.
· O que acontece se não definirem?
· Regras da arbitragem institucional (se houver).
· Sem regras institucionais: árbitros definem o procedimento.
· Ajustes necessários: assinatura de ata de missão/termo de arbitragem.
2. Princípios Impositivos
1. Contraditório: Direito de defesa e manifestação.
2. Igualdade: Tratamento igual às partes.
3. Imparcialidade: Árbitros neutros.
4. Livre convencimento do árbitro: Decisão baseada em convicção.
3. Primeiras Providências
· Tentativa de conciliação (Art. 21, §4º)
· Havendo acordo: sentença homologatória = título executivo judicial.
· Advogados
· Não obrigatórios, mas se uma parte tiver advogado, a outra também pode.
· Representantes
· Partes podem designar representantes/assistentes.
· Interrupção da prescrição (Art. 19)
· Inicia com a aceitação dos árbitros.
· Efeitos:
· Começa o prazo de 6 meses para a sentença arbitral.
· Retroatividade: desde o protocolo ou expedição da convocação dos árbitros.
4. Impedimento, Suspeição e Nulidade
· Manifestação na 1ª oportunidade:
· Se aceita: árbitro substituído.
· Se rejeitada: pode gerar ação de nulidade.
· Nulidade da convenção de arbitragem
· Relativa: Arguição na 1ª oportunidade.
· Absoluta: Pode ser arguida a qualquer momento (ex.: direitos indisponíveis).
5. Incompetência do Árbitro
· Relativa:
· Extrapola os limites da convenção.
· Árbitro não atende aos requisitos acordados.
· Absoluta:
· Matérias de direitos indisponíveis (ex.: penal, estado civil).
· Resolução:
· Se aceita: Vai para o Judiciário.
· Se rejeitada: Pode gerar ação de nulidade.
DICA PARA MEMORIZAR
· Princípios impositivos: CII-L (Contraditório, Igualdade, Imparcialidade, Livre convencimento).
· Ordem do procedimento: REGRAS → PRINCÍPIOS → PROVIDÊNCIAS → IMPEDIMENTOS.
1. DIFERENÇAS PRINCIPAIS
	Aspecto
	Mediação
	Conciliação
	Natureza do conflito
	Relações continuadas (familiares, societárias, contratuais).
	Relações pontuais (consumo, acidente, dívida, etc.).
	Intervenção do terceiro
	Mediador ajuda as partes a dialogar e construir a solução.
	Conciliador sugere soluções para o conflito.
	Papel do terceiro
	Facilitador do diálogo. Não sugere nem impõe soluções.
	Propositivo. Pode sugerir acordos e orientar as partes.
	Relação entre as partes
	Envolvimento emocional (ex.: familiares, vizinhos).
	Menor vínculo ou relação pontual entre as partes.
	Objetivo principal
	Restabelecer comunicação e preservar a relação.
	Resolver o conflito de forma prática e rápida.
2. FRASES-CHAVE PARA MEMORIZAR
· Mediação:
· "O mediador media o diálogo."
· "Conflitos de relações duradouras precisam de mais conversa."
· Exemplo: divórcio, disputa societária.
· Conciliação:
· "O conciliador sugere um caminho prático."
· "Conflitos de relacionamento pontual pedem uma solução direta."
· Exemplo: acordo de consumo, dívida bancária.
3. PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS
Mediação
· Papel do mediador: Neutralidade. Ajuda as partes a se comunicarem melhor.
· Foco: Resgatar o diálogo e permitir que as partes criem a solução.
· Exemplo típico: Um divórcio com filhos (relação continuada).
· Legalidade: Art. 165 do CPC (Código de Processo Civil).
Conciliação
· Papel do conciliador: Mais ativo. Pode sugerir soluções concretas.
· Foco: Solucionar o problema no menor tempo possível.
· Exemplo típico: Ação de cobrança de dívida de cartão de crédito.
· Legalidade: Art. 165 do CPC.
4. MEMORIZAÇÃO COM BIZU: "ME-DI-AÇÃO X CON-CI-LIA-ÇÃO"
1. Medi-AÇÃO
· AÇÃO de MEDiar o diálogo → Facilitador.
· Relações de continuidade.
2. Concilia-ÇÃO
· AÇÃO de sugerir um CONsenso → Propositivo.
· Relações pontuais.
5. QUESTÕES-TRAPAS PARA NÃO CAIR
1. "O terceiro sugere soluções para as partes."
· Resposta correta: Conciliação.
(Na mediação, o mediador não sugere nem impõe soluções.)
2. "O foco é preservar a relação entre as partes."
· Resposta correta: Mediação.
(A conciliação visa resolver o conflito, não a relação.)
3. "O conflito decorre de um vínculo contínuo entre as partes."
· Resposta correta: Mediação.
(Exemplo: briga entre sócios ou cônjuges.)
4. "O terceiro propõe um acordo em conflitos de consumo."
· Resposta correta: Conciliação.
(Exemplo: negociação em juizados especiais.)
Com isso, você terá as diferenças sempre claras na mente. Uma frase final para fixar:
"Mediação cria diálogo, conciliação propõe solução."
1. REGRAS PARA MEDIADORES (Art. 7º, Lei 13.140/2015)
· Mediadores NÃO podem:
· Ser árbitros ou testemunhas em processos judiciais ou arbitrais onde atuaram como mediadores.
· Motivo: Garantir imparcialidade e confidencialidade.
2. EXCLUSÃO DO CADASTRO (Art.166, §1º, CPC)
· Motivos para exclusão de mediadores e conciliadores:
· Dolo ou culpa grave na mediação/conciliação.
· Violação de confidencialidade.
3. PAGAMENTO DE MEDIADORES E CONCILIADORES
· Voluntários: Não recebem.
· Remunerados:
· Baseado na tabela do tribunal e parâmetros do CNJ (Art. 169 do CPC e Art. 13 da Lei 13.140/2015).
4. CONCILIAÇÃO JUDICIAL (Art. 334 do CPC)
· Audiência de conciliação/mediação:
· É obrigatória no processo comum.
· Exceções (não acontece):
1. Autor dispensa na inicial.
2. Réu dispensa na resposta.
5. IMPEDIMENTOS DE MEDIADORES (Art. 6º, Lei 13.140/2015)
· Quem não pode atuar:
· Advogados que exerceram advocacia na causa.
· Pessoas que participaram do caso nos últimos 12 meses.
6. EQUIPARAÇÃO A FUNÇÕES PÚBLICAS
· Mediadores e conciliadores são equiparados a servidores públicos para fins penais enquanto atuam.
Resumo fácil:
· Mediador: não testemunha, não árbitro.
· Excluído: violação de confidencialidade ou dolo.
· Audiência: obrigatória, salvo dispensa.
· Pagamento: voluntário = grátis, remunerado = tabela do tribunal.
COLA: Resolução de Conflitos
1. Teoria dos Jogos na Resolução de Conflitos
· Conceito: Analisa estratégias para maximizar ganhos em situações de conflito ou cooperação.
· Inicialmente: Baseada na competição, onde um ganha e o outro perde (jogos de soma zero).
· Equilíbrio de Nash:
· Introduz o elemento cooperativo.
· Permite ganhos mútuos: se ambas as partes buscarem o melhor para si e para o outro, todos ganham.
· Exemplo: Dilema do Prisioneiro:
1. Dois prisioneiros (A e B) recebem opções separadamente:
· Se um confessa contra o outro, quem confessa é solto e o outro pega 3 anos.
· Se ambos confessam, pegam 2 anos.
· Se nenhum confessa, pegam 1 ano.
2. Resultado: A cooperação (nenhum confessa) é a melhor solução, mas o egoísmo leva a pior resultado (ambos confessam).
2. Métodos de Resolução de Conflitos
A. Autocomposição
· Definição: As próprias partes resolvem o conflito, sem intervenção de terceiros.
· Formas:
1. Renúncia: Uma parte abre mão do direito.
2. Aceitação: Uma parte aceita a pretensão da outra.
3. Transação: Ambas cedem em busca de um acordo.
· Exemplo: Acordos diretos entre partes.
B. Heterocomposição
· Definição: Um terceiro intervém para resolver o conflito.
· Formas:
1. Jurisdição: O juiz decide.
2. Arbitragem: Árbitro decide com base no contrato.
3. Mediação: O mediador facilita o diálogo.
4. Conciliação: O conciliador sugere soluções.
· Obs.: Alguns autores consideram mediação e conciliação como autocompositivos, pois o terceiro não impõe soluções.
3. Conciliação e Mediação
Conciliação
· Definição: Terceiro atua de forma mais ativa, sugerindo soluções concretas.
· Características:
· Sugestões vêm do conciliador.
· Solução depende da anuência das partes.
· Voltada para conflitos pontuais (ex.: cobrança, consumo).
Mediação
· Definição: Terceiro apenas facilita o diálogo entre as partes.
· Características:
· O mediador não sugere nem impõe soluções.
· Foco em relações continuadas (ex.: familiares, societárias).
· Busca reconstruir o diálogo entre as partes.
4. Diferenças Entre Conciliação e Mediação
	Aspecto
	Conciliação
	Mediação
	Intervenção do terceiro
	Sugere soluções (mais ativo).
	Facilita o diálogo (neutro e passivo).
	Foco do conflito
	Pontuais (ex.: consumo, contratos simples).
	Relações continuadas (ex.: família, sociedade).
	Objetivo
	Resolver rapidamente.
	Restabelecer o diálogo e preservar relações.
Resumo Geral
1. Teoria dos Jogos:
· Estratégias competitivas ou cooperativas.
· Equilíbrio de Nash: Cooperação gera ganhos mútuos.
2. Autocomposição: Partes resolvem sozinhas (renúncia, aceitação, transação).
3. Heterocomposição: Terceiro resolve ou facilita (jurisdição, arbitragem, mediação, conciliação).
4. Conciliação x Mediação:
· Conciliação: Sugestões do terceiro.
· Mediação: Diálogo facilitado pelo terceiro.
DICA RÁPIDA PARA PROVA:
· Autocomposição = Partes resolvem (renúncia, aceitação, transação).
· Heterocomposição = Terceiro intervém (jurisdição, arbitragem, mediação, conciliação).
· Conciliação = Sugestões do terceiro.
· Mediação = Facilitação do diálogo
COLA: Sistema Recursal no Processo Civil
1. Duplo Grau de Jurisdição
· Conceito: Direito de revisão das decisões por órgão superior.
· Espécies:
· Horizontal: Mesma instância (ex.: embargos de declaração).
· Vertical: Órgão hierarquicamente superior (ex.: apelação).
· Críticas:
3. Dificulta o acesso à justiça (custo e tempo).
3. Desprestígio da 1ª instância.
3. Morosidade no sistema judicial.
2. Princípios Recursais
1. Duplo grau de jurisdição: Direito de recorrer.
2. Taxatividade: Recursos só existem quando previstos em lei.
3. Singularidade (unirecorribilidade): Um recurso por decisão.
4. Fungibilidade: Recurso errado pode ser aceito, desde que não haja má-fé.
5. Ne reformatio in pejus: A situação do recorrente não pode piorar.
6. Dialeticidade: Argumentos claros e objetivos contra a decisão.
7. Preclusão consumativa: O direito de recorrer se esgota após interposição.
3. Classificação dos Recursos
· Quanto à Extensão:
· Parcial: Apenas parte da decisão.
· Total: Revisão completa.
· Quanto ao Fundamento:
· Livre: Sem limitação na argumentação.
· Vinculada: Deve obedecer a critérios legais.
4. Atos Sujeitos a Recursos
1. Decisões Interlocutórias:
· Recurso: agravo de instrumento.
2. Sentenças:
· Recurso: apelação.
3. Despachos:
· Irrecorríveis (sem conteúdo decisório).
5. Recursos em Espécie
1. Embargos de Declaração (EDs):
· Corrigem omissões, obscuridades ou contradições.
2. Agravo de Instrumento:
· Contra decisões interlocutórias urgentes.
3. Apelação:
· Contra sentenças.
4. Recursos Extraordinário (RE) e Especial (RESP):
· Questões constitucionais e infraconstitucionais.
Resumo Rápido
· Duplo Grau: Direito de revisão (horizontal ou vertical).
· Princípios: Taxatividade, fungibilidade, dialeticidade, singularidade.
· Atenção:
· Sentença → Apelação.
· Interlocutória → Agravo de Instrumento.
· Despacho → Não recorrível.
COLA: Resolução de Conflitos
1. Métodos de Resolução de Conflitos
A. Autocomposição
· Definição: Conflito resolvido pelas próprias partes, sem a interferência de terceiros.
· Formas:
· Renúncia: Uma parte abre mão do direito.
· Aceitação: Aceita a pretensão da outra parte.
· Transação: Ambas cedem em busca de um acordo.
· Características:
· Pode ocorrer dentro do processo (endoprocessual) ou fora do processo (extraprocessual).
B. Heterocomposição
· Definição: Terceiro interfere para resolver o conflito.
· Formas:
· Jurisdição: Juiz decide (imposição).
· Arbitragem: Árbitro decide, conforme acordo entre as partes.
· Mediação: Terceiro facilita o diálogo entre as partes.
· Conciliação: Terceiro sugere soluções concretas.
· Características:
· Parte da doutrina classifica mediação e conciliação como autocompositivos, pois o terceiro não impõe o resultado.
2. Mediação e Conciliação
Mediação
· Definição: Terceiro neutro facilita o diálogo entre as partes.
· Foco: Relações continuadas (ex.: família, sociedade).
· Características:
· Mediador não sugere soluções, apenas ajuda as partes a se comunicarem.
· Visa a reconstrução da relação entre as partes.
Conciliação
· Definição: Terceiro sugere soluções concretas para o conflito.
· Foco: Conflitos pontuais (ex.: consumo, contratos).
· Características:
· O conciliador apresenta alternativas de solução, mas a decisão depende da anuência das partes.
· Objetivo: Agilidade na resolução.
Diferenças Entre Mediação e Conciliação:
	Aspecto
	Mediação
	Conciliação
	Intervenção do terceiro
	Facilita o diálogo (passivo).
	Sugere soluções (ativo).
	Foco
	Relações continuadas.
	Conflitos pontuais.
	Objetivo
	Melhorar a comunicação.
	Resolver rapidamente.
3. Princípios Impositivos
· Independência: O terceiro deve ser independente das partes.
· Imparcialidade: O terceiro não pode ter interesse no resultado.
· Oralidade: Diálogo é essencial no processo de resolução.
4. CEJUSC (Centros Judiciários de Solução de Conflitos e Cidadania)
· Regulamentação: Art. 165, §1º do CPC.
· Função:· Promover mediação e conciliação.
· Facilitar a solução consensual com profissionais capacitados (conciliadores e mediadores).
Resumo Rápido
1. Autocomposição:
· Resolvido pelas partes (renúncia, aceitação, transação).
2. Heterocomposição:
· Terceiro intervém (jurisdição, arbitragem, mediação, conciliação).
3. Mediação = Facilita o diálogo.
4. Conciliação = Sugere soluções.
5. Princípios: Independência, imparcialidade e oralidade.
DIREITO DO CONSUMIDOR (CDC)
1. Conciliação em casos de superendividamento:
· Plano de pagamento em até 5 anos.
· Garantia do mínimo existencial (não compromete a subsistência).
· Credores devem concordar com o plano.
2. Insolvência civil:
· Declarada se o consumidor não cumprir o plano.
· Novo pedido possível só após 2 anos do plano anterior.
DIREITO PÚBLICO
1. Mediação e Conciliação (Art. 174 do CPC):
· Criadas para resolver conflitos envolvendo administração pública.
· Permite avaliar e formalizar termos de ajustamento de conduta.
Mediação e Conciliação no Direito Público
· Base Legal: Art. 174, CPC e Lei 13.140/2015.
· Objetivos:
1. Resolver conflitos envolvendo órgãos públicos.
2. Avaliar pedidos de conciliação.
3. Promover ajustes de conduta (art. 32 e 35, Lei 13.140/2015).
Expropriações
· O expropriante pode notificar o expropriado, propondo indenização.
· Caso não aceito, instaura-se mediação.
· Acordo se torna título executivo extrajudicial (Art. 20, Lei 13.140/2015).
· Conflitos que exigem autorização legislativa estão excluídos.
Registro de Imóveis
· Caso o proprietário recuse o registro, inicia-se mediação.
· Objetivo: solucionar conflitos no cartório com validação formal.
Dicas para Prova
· Mediação: Busca facilitar o diálogo entre as partes sem imposição de solução.
· Conciliação: Terceiro sugere soluções, mas depende do acordo entre as partes.
· Ajustes de conduta: Aplicáveis em conflitos administrativos ou públicos.

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