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Calssificação e nível de evidencia do Consenso: Classe IB Diabetes Mellitus · Crônica multifatorial e metabólica. · Níveis elevados de glicose no sangue · Desencadeada por fatores genéticos e ambientais. · É uma doença cardiovascular pois causa danos ao coração, vasculatura, olhos, rins e nervos. · Brasil é o 6º no mundo em DM e o maior na América Latina (15,8 Milhões e projeção de 2,3 milhões em 2025) · Prevalente em mulheres acima de 65 anos · 50% desconhece o diagnóstico · 2/3 morrem por DCV · Etipatologenia: DM1, DM2, DMG e outros, causados por defeitos genéticos, drogas ou infecções. · Sinais clássicos aumento do volume urinário, sede excessiva, fome exagerada, perda de peso e desidratação · Outros sintomas são visão turva, cansaço, infecções recorrentes, má cicatrização de feridas, Albuminuria transitória (DM1 c/ menos de 5 anos do diagnóstico). DIAGNÓSTICO · Geralmente assintomático nos estágios iniciais, principalmente na DM2; · Exames laboratoriais, · glicemia em jejum 8 horas · hemoglobina glicada (HbA1c) – Mede a taxa de glicação do sangue com a hemoglobina é usada tanto para o diagnóstico quanto para o monitoramento. Hemácias tem 120 dias de vida, e o exame reflete os níveis nos últimos 3 a 4 meses. · Teste de tolerância a glicose oral (TTGO), mede a glicemia após sobrecarga de 75g de glicose, realizado após 1 ou 2h da ingestão. (glicemia pós-prandial) padrão ouro · Se apenas 1 exame der alterado, solicitar nova coleta para confirmação. · Pré diabetes, glicose, HbA1c e TTGO acima do normal, mas abaixo dos critérios para prédiabetes, sendo considerado de alto risco para DM2 · A insulina também pode ser medida embora sua meia vida seja curta e limite a utilização. · Teste de Autoanticorpos ICA, IAA, anti-IA2 e anti-GAD podem ser solicitado para verificar processo auto-imune, mas não deve ser solicitado se já estiver em tratamento. · Peptídio C avalia a função hepática e refle a função endógena da insulina. Resultados abaixo de 0,6ng/mL após 5 anos de diagnóstico indicam DM1, valores superiores sugerem DM2. · Em suspeita de DM1 o tratamento com insulina deve ser iniciado imediatamente. · 25% dos pré-diabéticos evoluem para a DM2 / 50% permanecem e 25% conseguem reverter – Entra o trabalho do nutri · DM2 é 90% dos casos. · Resistencia a insulina dificuldade dos tecidos sensíveis a insulina responder a ela, principalmente musculo e tecido adiposo. · DM2 pode apresentar alterações nas incretinas GLP-1 e GIP (hormônios produzidos no intestinos que estimulam a secreção de insulina) · HOMA-IR : Avalia a resistência à insulina por meio de fórmula. Células alvos da insulina Tecido adiposo e músculo · Na Resistencia a insulina o GLUT-4 não vai para a membrana · Insulina é anabólico e hipoglicemiante Estimula a glicogênese (produção de glicose no fígado e músculo), glicose em excesso sofre de lipogênese. Estimula a síntese proteica pelo fígado e músculo. Estimula a lipase lipoproteica para armazenar TG nos adipócitos. FATORES DE RISCO · Sedentarismo · Sobrepeso ou obesidade (80 a 90% do DM2) · Má alimentação · envelhecimento DOENÇAS CARDIOVASCULARES Combinação de hiperglicemia crônica, resistência a insulina, dislipidemia e hipertensão, que contribuem para a aterosclerose, aumentam o risco de infarto agudo do miocárdio e AVC, que são as principais causas de mortalidade na DM2. Pré diabetes É possível reverter o quadro com mudanças no estilo de vida e melhora de hábitos alimentares image1.png image2.png image3.png image4.png