Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Prévia do material em texto

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO 
QUÍMICA ANALÍTICA FARMACÊUTICA EXPERIMENTAL II - IQA 234 
 
 
 
ANA CAROLINA DA LUZ PERES 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
PRÁTICA 08: IODOMETRIA: DETERMINAÇÃO DO TEOR DE HIIPOCLORITO 
EM ÁGUA SANITÁRIA 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Profa.: Roseli Martins de Souza 
 
Data da realização: 25 de outubro de 2024 
Data da entrega: 01 de novembro de 2024 
1. OBJETIVO 
 
O objetivo desta prática é padronizar uma solução de tiossulfato de sódio penta-
hidratado (Na₂S₂O₃·5H₂O), utilizando iodato de potássio (KIO₃) como padrão primário, por 
meio de titulação redox (iodometria indireta). Posteriormente, a solução padronizada será 
empregada para determinar o teor de hipoclorito em amostras de água sanitária por volumetria 
de oxirredução. 
 
2. PROCEDIMENTO EXPERIMENTAL 
 
Os métodos empregados neste experimento seguiram as orientações da apostila de 
Química Analítica Farmacêutica Experimental II – IQA234, página 87. 
 
3. DADOS 
 
o ConcentraçãoKIO3 = 3,6029 g.L-1 
o ConcentraçãoNa2S2O3.5H2O ≈ 0,1 M 
o M.MKIO3 = 214,02 g.mol-1 
o M.MNa2S2O3 = 158,11 g.mol-1 
o M.MNaClO = 74,45 g.mol-1 
o M.MCl2 = 70,90 g.mol-1 
o Valíquota = 10 mL da solução diluída de água sanitária 
o Valíquota = 5 mL da solução de iodato de potássio 
o �̅� da padronização do Tiossulfato: 4,30 mL 
o �̅� da titulação da amostra diluída: 9,20 mL 
o Volume do balão volumétrico: 250 mL 
o Xt = 2,25% p/p de cloro ativo (média das concentrações apresentadas 
comercialmente entre 2,0% a 2,5% p/p) 
o Validade da água sanitária: 6 meses a partir da data de fabricação. 
 
Reações do método indireto: 
1) Padronização com do S2𝑂3
2−: 
 
I𝑂3
− + 5I- + 6H+ ⇌ 3I2 + 3H2 
3I2 + 6 S2𝑂3
2−
 ⇌ 6I- + 3S4𝑂6
2−
 
 
2) Água sanitária: 
 
ClO- + 2I- + 2H+ ⇌ Cl- + I2 + H2O 
I2 + 2S2𝑂3
2−
 ⇌ 2I- + S4𝑂6
2− 
 
Teor de cloro ativo: 
 
ClO- + Cl- + 2H+ ⇌ Cl2 + H2O 
 
4. RESULTADOS E DISCUSSÃO 
4.1 Cálculo da concentração exata da solução de KIO3 em mol.L-1 
 
M = 
𝑐𝑜𝑛𝑐𝑒𝑛𝑡𝑟𝑎çã𝑜 𝑒𝑚 𝑔/𝐿
𝑚𝑎𝑠𝑠𝑎 𝑚𝑜𝑙𝑎𝑟
 
 
M = 
3,6029 𝑔.𝐿−1
214,02 𝑔.𝑚𝑜𝑙−1 = 0,0168 mol.L-1 de KIO3 
 
4.2 Cálculo da concentração exata da solução de Na2S2O3 em mol.L-1 
 
Conforme a reação de formação, temos a seguinte estequiométrica: 1I𝑂3
−: 6S2𝑂3
2− Então 
teremos: 
 
1 mol de S2𝑂3
2− = 6 mols de I𝑂3
− 
 
1 × CS2𝑂3
2− × 4,30 mL = 6 × 0,0168 mol.L-1 × 5 mL 
 
CS2𝑂3
2− = 
0,168 𝑚𝑜𝑙.𝐿−1.𝑚𝐿
4,30 𝑚𝐿
 
 
CS2𝑂3
2−
 = 0,1172 mol.L-1 
 
4.3 Cálculo da concentração da solução original de hipoclorito de sódio e cloro 
ativo na água sanitária comercial (em mol.L-1 e %m/v) 
 
o Hipoclorito (ClO-): 
 
A relação estequiométrica, segundo a reação, é: 1ClO- : 2S2𝑂3
2−. Então teremos: 
 
1 mol de S2𝑂3
2− = 2 mols de ClO- 
 
1 × 0,1172 M × 9,20 mL = 2 × CClO- × 10 mL 
 
CClO- = 
1,0782 𝑀.𝑚𝐿
20 𝑚𝐿
 
 
CClO- = 0,0540 M 
 
Faremos então CVconcentrado = CVdiluição para determinar o volume necessário a uma 
solução 0,05M. 
 
2,2% m/v = 
2,2 𝑔
0,1 𝐿 × 71 𝑔.𝑚𝑜𝑙−1 = 0,3098 M 
 
0,3098 M × Vágua sanitária = 250 mL × 0,05 M 
 
Vágua sanitária = 40,35 mL 
 
Para a diluição da amostra de água oxigenada, utilizamos um balão volumétrico de 250 
mL. A partir de 40,35 mL da amostra concentrada, completamos o volume até 250 mL com 
água destilada. Assim, o fator de diluição (FD) foi calculado pela relação entre o volume final 
e o volume da amostra concentrada, resultando em: 
 
FD = 
250 𝑚𝐿
40,35 𝑚𝐿
 = 6,20 
 
Considerando o FD temos que: 
 
0,0540 M × 6,20 = 0,3348 M na solução original. 
 
Em %m/v, temos que: 
 
x g = 
0,3348 𝑚𝑜𝑙 × 74,45 𝑔
1 𝑚𝑜𝑙
 = 24,9 g 
 
Dividindo-se esse valor por 10, obtemos: 
 
x = 24,9 g por 100 mL = 2,49 ≅ 2,50% m/v 
 
o Cloro ativo (Cl2) 
 
A relação estequiométrica, segundo a reação, é: 1ClO- : 1Cl2. Então teremos: 
 
1 mol de Cl2 = 1 mols de ClO- 
 
Logo, a molaridade de Cl2 será de 0,3348 mol.L-1. 
 
Em %m/v, temos que: 
 
y g = 
0,3348 𝑚𝑜𝑙 × 70,90 𝑔
1 𝑚𝑜𝑙
 = 23,7 g 
 
Dividindo-se esse valor por 10, obtemos: 
 
x = 23,7 g por 100 mL = 2,37% m/v 
 
4.4 Cálculo do erro relativo (ER) 
 
%ER = 
|𝑋𝑡 − 𝑋𝑒𝑥𝑝|
𝑋𝑡
 × 100 
 
%ER = 
|2,25 − 2,37|
2,25
 × 100 
 
%ER = 0,053 × 100 = 5,3% 
 
5. CONCLUSÃO 
 
A determinação do teor de hipoclorito e de cloro ativo na amostra de água sanitária foi 
realizada com sucesso por titulação redox. Os resultados indicaram uma concentração de 
hipoclorito de 0,3348 mol.L-1, correspondendo a 2,5% m/v de hipoclorito e 2,37% m/v de cloro 
ativo. O erro relativo observado foi de 5,3%, atribuído a possíveis variações de temperatura, 
instabilidade das soluções e pequenas imprecisões na leitura da bureta. Esses fatores devem ser 
considerados para aprimorar a precisão das análises em futuras determinações. 
 
6. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 
 
SOUZA, Roseli Martins de; CORREA PINTO, Maria Lúcia Couto. Química Analítica 
Farmacêutica Experimental 2 - IQA234. Março de 2019.

Mais conteúdos dessa disciplina