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DETERMINAÇÃO DO 
CLORO ATIVO 
EQUIPE: 
Patrícia Aparecida Volpato
 Silvio do Prado Schianti
São José
Março/2011
1
1. INTRODUÇÃO.
Para que um Alvejante (Água Sanitária) esteja dentro das normas corretas de 
fabricação, devem ser usados hipoclorito de sódio ou hipoclorito de cálcio e água.
 O teor de cloro ativo deve ser de 2,0 a 2,5% p/p durante um prazo de validade de 
6 meses.
Uma quantidade acima do permitido significa mais quantidade de cloro que pode 
ser liberado em forma de gás podendo ser absorvido pelo corpo humano através da 
respiração. A legislação define o intervalo entre 2,0 a 2,5 % p/p para fins de registro. 
Entretanto, para fins de fiscalização, a ANVISA considera um intervalo de aceitação entre 
1,75 e 2,75 % p/p.
 Não é permitida na formulação a adição de outros produtos. Mas, infelizmente, 
também no alvejante existem fraudes; alguns fabricantes por falta de conhecimento, 
outros para fraudar mesmo, colocam Barrilha (Carbonato de Sódio) soda leve, como se 
costuma dizer, para aumentar o pH, e diminuem a concentração do Hipoclorito, para 
baratear o produto, isso é fraude. O produto fica totalmente fora de padrão, não servindo 
para a sua finalidade, pois em vez de clarear a roupa, deixa-a amarelada, sem contar que 
o produto em contato com as mãos causa lesões graves, pois foi adicionada de barrilha.
 As análises de produtos químicos devem estar de acordo com as normas da ABNT.
 Para verificar a qualidade de um alvejante, é preciso fazer uma análise do teor de 
cloro ativo do mesmo.
Hipoclorito de sódio e cloro líquido são a mesma coisa?
Apesar de o termo "cloro líquido" ser amplamente usado no mercado, tecnicamente 
não é correto dizer que os dois representam o mesmo produto. 
O cloro líquido (gás liquefeito) tem 99,9% de teor de cloro ativo e tem, 
basicamente, as mesmas propriedades sanitizantes e alvejantes do hipoclorito de sódio 
(10 a 14%), entretanto trata-se de outro produto com características bem diferentes.
Reações envolvidas:
Na análise volumétrica, os métodos que envolvem a redução do iodo (método 
iodimétrico) ou a oxidação do íon iodeto (método iodométrico) são baseados na semi-
reação: 
Titulações com iodo (I2) são chamadas de Métodos Iodimétricos. Na iodimetria o 
iodo é um agente oxidante moderadamente forte e pode ser usado para titular agente 
redutor. Estas titulações são geralmente realizadas em meio neutro ou alcalino (pH=8) ou 
fracamente ácido.
2
I2(s) + 2e- 2I- (aq) E0 = 0,535 V
O iodo (I2) tem uma baixa solubilidade em água, mas o complexo I3
- é muito solúvel. 
Assim, soluções de iodo são preparadas dissolvendo I2 em uma solução concentrada de 
iodeto de potássio:
I3
- é a espécie usada na titulação.
A formação de I3 - não altera nem produz erros no método porque os potenciais 
padrões de eletrodo das semi-reações são praticamente iguais.
O ponto final na iodimetria, onde o titulante é o I3
- e o analito é um agente 
redutor, é detectado pelo aparecimento da cor azul do complexo com o amido, usado 
como indicador.
Na iodometria o íon iodeto é um agente redutor fraco e reduzirá agentes oxidantes 
fortes. Ele não é usado, no entanto, como titulante, por não existir um indicador adequado 
para localizar o ponto final, bem como, outros fatores como a velocidade de reação.
Quando um excesso de iodeto é adicionado a uma solução de um agente 
oxidante, I2 é produzido em uma quantidade equivalente ao agente oxidante presente. 
Este I2 pode ser titulado com um agente redutor e o resultado será o mesmo como se o 
agente oxidante fosse titulado diretamente. O titulante usado é o tiossulfato de sódio, 
Na2S2O3.
A análise de um agente oxidante desta forma é chamada de Método 
Iodométrico.
Considere, por exemplo, a padronização de íon tiossulfato com iodato, em meio ácido, na 
presença de iodeto:
Cada IO3
- produz 3I3
-, que reagem com 6S2O3 
2- . 
O ponto final da iodometria, em que o analito é um agente oxidante que reage 
com I- para formar I2 e, este é titulado com o tiossulfato, é alcançado com o 
desaparecimento da cor azul do complexo amido-iodo.
O indicador mais empregado nos métodos iodométricos e iodimétricos é a 
suspensão de amido. Uma suspensão aquosa de amido quando adicionada a uma 
solução que contenha traços de íon triiodeto, produz intensa coloração azul devido à 
adsorção do íon triiodeto pelas macromoléculas coloidais do amido. O amido é formado 
por dois constituintes: amilose (β-amilose) e a amilopectina (α-amilose). A amilose forma 
um complexo de adsorção com o I3
- de cor azul intensa e a amilopectina, de cor violácea, 
3
I2(s) + I- (aq) I3
-
(aq)
I2(s) + 2e- 2I- (aq) E
0 = 0,535 V
I3
-
(aq) + 2e- 3I- (aq) E
0 = 0,536 V
IO3
-
(aq) + 8I-
(aq) (excesso) + 6H+
(aq) 3I3
-
(aq) + 3H2O(l)
I3
-
(aq) + 2S2O3
2-
(aq) 3I-
(aq) + S4O6
2-
(aq)
sendo este último mais estável e indesejável por não apresentar um comportamento 
verersível. 
A maioria dos produtos de limpeza comerciais contém um meio abrasivo e um 
agente de limpeza tais como carbonato de cálcio e de sódio, que compõem mais do que 
98% da massa do produto. Além disso, estes produtos, geralmente, contêm pequenas 
quantidades de alvejante (oxidante), detergente aniônico, fragrância e corante.
Para a determinação da capacidade oxidante de um produto de limpeza, uma 
quantidade suficiente de ácido deve ser adicionada para neutralizar os carbonatos 
presentes e proporcionar um meio ácido para a oxidação do íon iodeto pelo agente 
oxidante.
A água sanitária é uma solução alvejante e desinfectante que possui até 5% de 
hipoclorito de sódio (m/m) como agente oxidante. A determinação do teor de hipoclorito 
baseia-se na seguinte reação:
O iodo 
liberado é 
titulado com 
a solução de 
tiossulfato de sódio em presença de amido na qualidade de indicador, segundo a reação:
Porcentagem em Massa (ou Peso) de Cloro Ativo
• Na verdade, o cloro ativo é uma unidade de comparação entre o poder 
oxidante de vários compostos clorados.
 
• Pode ser calculado convertendo a porcentagem em massa de hipoclorito de 
sódio, no seu equivalente em cloro ativo.
• Multiplica-se o teor de hipoclorito de sódio pela relação entre as suas 
respectivas massas moleculares.
 % de Hipoclorito de Sódio x 0,953 = Cloro Ativo
Estabilidade e durabilidade do hipoclorito de sódio (NaClO)
O hipoclorito de sódio é um produto inerentemente instável. O entendimento dos 
fatores que levam à decomposição do produto permite que cuidados sejam tomados tanto 
quando da aquisição do produto, como na sua utilização.
O hipoclorito de sódio decompõe-se de duas maneiras, sendo que a conseqüência 
imediata é a redução do teor de cloro ativo ou hipoclorito. Na seqüência, estes dois tipos 
de decomposição serão analisados em detalhes.
1) Reações de Decomposição 
4
953,0
5,74
712 ==
NaClO
Cl
ClO-
(aq) + 3I-
(aq) + 2H+
(aq) I3
-
(aq) + Cl-(aq) + H2O(l)
I3
-
(aq) + 2S2O3
2-
(aq) 3I-
(aq) + S4O6
2- (aq)
• Ocorrem dois tipos de reações químicas, durante a decomposição do 
produto.
- A reação dominante forma clorato de sódio:
A) 3NaClO 2NaCl + NaClO3 (clorato de sódio)
- A reação secundária, que ocorre em menor escala, gera oxigênio:
B) 2NaClO 2NaCl + O2
2) Fatores que Influenciam na Decomposição
• Concentração inicial
• pH (alcalinidade residual)
• Temperatura de estocagem
• Luz solar 
• Contaminantes: metais, sólidos em suspensão tais como cálcio e 
magnésio. 
Cloração com Hipoclorito de Sódio (NaClO)
Os três objetivos da cloração são:
1 – Desinfecção: destruir os microorganismos existentes.
2 – Oxidação: Eliminação de materiais orgânicos que podem alterara cor da água, ou 
gerar odores ou formar limo.
A oxidação transforma estes materiais em substâncias insolúveis que podem ser 
removidas fisicamente por filtração ou aspiração.
3 – Manutenção do residual de cloro livre: é este residual que evita novas contaminações.
A cloração é subdividida em três tipos: 
• Cloração Inicial – é realizada no primeiro tratamento da água que já deve estar 
previamente tratada filtração, aspiração, acerto de pH etc). Essa cloração também 
é aplicada em piscinas que não tenham sido tratadas há mais de cinco dias. 
• Cloração de Manutenção – repõe na água a quantidade de cloro que foi 
consumida pela sua ação sobre microorganismos e matérias orgânicas.
Esta cloração também repõe o cloro desativado pela ação dos raios solares e 
temperatura. Eventualmente poderá ocorrer que o teor de cloro livre de uma 
5
piscina seja superior ao teor recomendado, principalmente logo após a adição de 
NaClO. 
• Supercloração ou Cloração de Choque – esta operação consiste na súbita de 
teor de cloro residual livre a um nível elevado, de maneira a oxidar as substâncias 
cloradas chamadas de “cloraminas”. Essas, são geradas pela reação do cloro livre 
com o suor, óleos de bronzear, urina, cosméticos etc. A aplicação da 
supercloração é mais necessária durante o verão, devido á maior frequência de 
banhistas. Em alguns casos basta uma supercloração quinzenal; em outras 
ocasiões será necessária a aplicação semanal, dependendo de vários fatores, tais 
como as chuvas, presença de banhistas, contaminações com matéria orgânica etc.
Quadro 1. Dosagens para Piscinas
 Cloro Livre
 (ppm)
O que fazer?
 Acima de 3,0
Não usar a piscina. Aguardar um tempo até o teor 
abaixar.
3 Nível máximo permitido para uso da piscina.
 1,0 a 1,5 Faixa ideal para uso.
1 Nível mínimo permitido para uso.
 Abaixo de 1,0 Impróprio para uso.
Quando reaplicar o NaClO?
• Quando o teor de cloro livre residual for inferior a 1,0 ppm, é necessária uma 
nova adição de NaClO para elevar o teor aos níveis recomendados.
Método de análise para determinar o teor de hipoclorito de sódio (NaClO)
1. Documentos de Referência:
1.1.Origem:
-NBR-9425 - ABNT - Hipoclorito de Sódio - Determinação de Cloro Ativo - 
Método Volumétrico - 2004 (Adaptada)
6
2. REAGENTES UTILIZADOS
• 1 litro de solução de Iodeto de Potássio (KI) 10 % p.a.
• 1 litro de Ácido Acético 1:3 comercial
• 2 L de solução de Tiossulfato de Sódio (Na2S2O3) 0,1 mol/L - Padronizado
• 100 mL de Indicador Amido 0,5 % p.a.
• Água destilada
• Três marcas de Água sanitária (A = Limpinha, B = Girando Sol e C = Qboa)
3. APARELHAGEM
• Pipetas volumétricas de 5 e 10 mL
• Erlenmyer de 250 mL de capacidade
• Bureta graduada de 25 mL
• Balão volumétrico de 100 mL
• Proveta graduada de 50 mL
7
4. Determinação da densidade da água sanitária: 
Procedimentos
• Pesou-se três balões volumétricos (sêcos) de 100mL, os respectivos valores 
foram anotados na tabela 1;
• Os balões foram completados com amostras de cada marca de água 
sanitária (Limpinha, Girando Sol e Qboa);
• Os três balões contendo as amostras foram pesados novamente e os 
valores de massa anotados na tabela 1;
• Com os dados na tabela 1 determinou-se a densidade de cada amostra.
Tabela 1. Determinação da densidade da água sanitária.
Amostra de 
água 
sanitária
Massa do 
balão 
volumétrico de 
100 mL
Massa do balão 
volumétrico + 
água sanitária 
(g)
Massa de 
água 
sanitária (g)
Densidade
(g/mL)
Limpinha 52,11 156,03 103,92 1,0392
Girando o Sol 44,80 149,00 104,20 1,0420
Qboa 52,07 155,53 103,46 1,0346
8
V
m
mLvolume
gmassa
Densidade ==
)(
)(
5. Determinação do cloro ativo em água sanitária.
Procedimentos
• Pipetou-se 10 mL de amostra para o balão de 100 mL;
• Avolumou-se o balão com água destilada e homogeneizou-se;
• Adicionou-se 10 mL da solução de KI 10 % no erlenmyer, utilizando a proveta;
• Pipetou-se 5 mL da solução para o erlenmyer;
• Adicionou-se 20 mL de Ácido Acético 1:3;
• Titulou-se rapidamente com Na2S2O3 0,1 mol/L até a cor amarelo claro.
• Colocou-se 10 gotas do Indicador amido 0,5 %;
• Continuou-se a titulação até que a cor azul desapareceu.;
• Anotou-se o volume gasto em mL;
• Repetiu-se os procedimentos com as amostras B e C;
• Anotou-se os valores na tabela.
Tabela 2. Determinação do cloro ativo em água sanitária.
Amostra 
de água 
sanitária
Volume gasto 
de Na2S2O3 
(mL)
Volume médio 
gasto de Na2S2O3 
(VG)
NaClO 
(g/L)
NaClO 
(%)
Cloro 
ativo (%)
Limpinha
4,2
3,97 29,5368 2,64 2,713,8
3,9
Girando 
Sol
3,8
3,67 27,3049 2,62 2,503,5
3,7
Qboa
4,0
4,27 31,7688 3,07 2,934,4
4,4
6. Cálculos:
6.1. Calcular o teor de Hipoclorito de Sódio, em g/L, pela fórmula:
Onde: VG = Volume gasto de Na2S2O3 0,10 mol/L, em mL
Vam = 5 (Volume de amostra utilizado, em mL).
6.2.Cálcular o teor de Hipoclorito de Sódio, em %, pela fórmula:
Onde: VG = Volume gasto de Na2S2O3 0,10 mol/L, em mL
Vam = 5 (Volume de amostra utilizado, em mL).
d = Densidade do produto, em g/L
9
10
10072,3
)/( ==
Vam
VGx
LgNaClO
10
100372,0
(%) x
Vamxd
VGx
NaClO =
Nota 2:Utilizar d = 1,22 g/L, para o produto com concentração entre 12 
e 14% NaClO. Para outras concentrações determinar a 
densidade da solução ou utilizar uma tabela que relacione % 
NaClO com densidade g/L.
1
0
6. CONCLUSÃO
Segundo a ANVISA, para fins de fiscalização, o teor de cloro ativo é utilizado num intervalo 
entre 1,75% e 2,75 % (RDC nº 184/2001). De acordo com a análise feita em aula de laboratório pela 
nossa equipe, os resultados obtidos (tabela 2) pelas amostras de água sanitária de marca “Limpinha” 
e “Girando Sol” estão de acordo com a legislação no quesito teor de cloro ativo; portanto adequada 
para o consumo como alvejante e bactericida. A água sanitária “Qboa” obteve um teor de cloro 
ativo acima do estabelecido pela legislação.
Os dados obtidos destinam-se a avaliar a tendência da qualidade do produto exposto à venda. Os 
resultados encontrados demonstraram que apenas as marcas Limpinha e Girando Sol analisada 
apresentou-se regular, com um teor de cloro ativo dentro dos padrões, portanto adequada para 
o consumo como alvejante e bactericida. A amostra da marca Qboa apresentou um teor de 
cloro ativo maior que o valor padrão (> 2,75), mas vale ressaltar que este valor pode ser devido a 
erros de operação na hora da titulação.
1
1
7. MEMÓRIA DE CÁLCULOS
1. Determinação da densidade da água sanitária.
Tabela 1. Determinação da densidade da água sanitária.
Amostra de 
água 
sanitária
Massa do 
balão 
volumétrico de 
100 mL
Massa do balão 
volumétrico + 
água sanitária 
(g)
Massa de 
água 
sanitária (g)
Densidade
(g/mL)
Limpinha 52,11 156,03 103,92 1,0392
Girando o Sol 44,80 149,00 104,20 1,0420
Qboa 52,07 155,53 103,46 1,0346
AMOSTRA A: Água Sanitária Limpinha
Massa de água sanitária = (massa balão + água sanitária) – (massa balão)
Massa de água sanitária = 156,03 g – 52,11 g
Massa de água sanitária = 103,92 g 
Volume da amostra de água sanitária (volume do balão) = 100 mL
Densidade = massa(g) / volume (mL)
Densidade = 103,92 / 100
Densidade = 1,0392 g/mL
AMOSTRA B: Água Sanitária Girando o Sol
Massa de água sanitária = (massa balão + água sanitária) – (massa balão)
Massa de água sanitária = 149,00 g – 44,80 g
Massa de água sanitária = 104,20 g 
Volume da amostra de água sanitária (volume do balão) = 100 mL
Densidade = massa(g) / volume (mL)
Densidade = 104,20 / 100
Densidade = 1,0420 g/mL
AMOSTRA C: Água Sanitária Qboa
Massa de água sanitária = (massa balão + água sanitária) – (massa balão)
Massa de água sanitária = 155,53 g – 52,07 g
Massa de água sanitária = 103,46 g 
Volume da amostra de água sanitária (volume do balão) = 100 mL
Densidade = massa(g) / volume (mL)
Densidade = 103,46 / 100
1
2
V
m
mLvolume
gmassa
Densidade ==
)(
)(
Densidade = 1,0346 g/mL
2. Determinação do cloro ativo em água sanitária
Tabela 2. Determinação do cloroativo em água sanitária.
Amostra 
de água 
sanitária
Volume gasto 
de Na2S2O3 
(mL)
Volume médio 
gasto de Na2S2O3 
(VG)
NaClO 
(g/L)
NaClO 
(%)
Cloro 
ativo (%)
Limpinha
4,2
3,97 29,5368 2,64 2,713,8
3,9
Girando o 
Sol
3,8
3,67 27,3049 2,62 2,503,5
3,7
Qboa
4,0
4,27 31,7688 3,07 2,934,4
4,4
• AMOSTRA A: Água Sanitária Limpinha
o Volume médio gasto de Na2S2O3 (VG)
VG = (V1 + V2 + v3) / 3
VG = (4,2 + 3,8 + 3,9) / 3
VG = 3,97 mL
o Cálculo do teor de Hipoclorito de Sódio, em g/L
NaClO (g/L) = [(VG x 3,72) / Vam)] x 100/10
Onde Vam é o volume de amostra utilizado, em mL (5 mL)
NaClO (g/L) = [(3,97 x 3,72)/5] x 100/10
NaClO (g/L) = 29,5368 g/L
o Cálculo do teor de Hipoclorito de sódio, em %
NaClO (%) = [(VG x 3,72) / (Vam x d)] x 100/10
NaClO (%) = [(3,97 x 3,72) / (5 x 1,0392)] x 100/10
NaClO (%) = 2,84 %
o Cálculo da porcentagem em Massa de Cloro Ativo (% Cloro Ativo)
% Cloro Ativo = 0,953 x % de Hipoclorito de Sódio
% Cloro Ativo = 0,953 x 2,84
% Cloro Ativo = 2,71 %
1
3
• AMOSTRA B: Água Sanitária Girando Sol
o Volume médio gasto de Na2S2O3 (VG)
VG = (V1 + V2 + V3) / 3
VG = (3,8 + 3,5 + 3,7) / 3
VG = 3,67 mL
o Cálculo do teor de Hipoclorito de Sódio, em g/L
NaClO (g/L) = [(VG x 3,72) / Vam)] x 100/10
Onde Vam é o volume de amostra utilizado, em mL (5 mL)
NaClO (g/L) = [(3,67 x 3,72)/5] x 100/10
NaClO (g/L) = 27,3049 g/L
o Cálculo do teor de Hipoclorito de sódio, em %
NaClO (%) = [(VG x 3,72) / (Vam x d)] x 100/10
NaClO (%) = [(3,97 x 3,72) / (5 x 1,0392)] x 100/10
NaClO (%) = 2,62 %
o Cálculo da porcentagem em Massa de Cloro Ativo (% Cloro Ativo)
% Cloro Ativo = 0,953 x % de Hipoclorito de Sódio
% Cloro Ativo = 0,953 x 2,62
% Cloro Ativo = 2,50 %
• AMOSTRA C: Água Sanitária Qboa
o Volume médio gasto de Na2S2O3 (VG)
VG = (V1 + V2 + V3) / 3
VG = (4,4 + 4,0 + 4,4) / 3
VG = 4,27 mL
o Cálculo do teor de Hipoclorito de Sódio, em g/L
NaClO (g/L) = [(VG x 3,72) / Vam)] x 100/10
Onde Vam é o volume de amostra utilizado, em mL (5 mL)
NaClO (g/L) = [(4,27 x 3,72)/5] x 100/10
NaClO (g/L) = 31,7638 g/L
o Cálculo do teor de Hipoclorito de sódio, em %
1
4
NaClO (%) = [(VG x 3,72) / (Vam x d)] x 100/10
NaClO (%) = [(4,27 x 3,72) / (5 x 1,0346)] x 100/10
NaClO (%) = 3,07 %
o Cálculo da porcentagem em Massa de Cloro Ativo (% Cloro Ativo)
% Cloro Ativo = 0,953 x % de Hipoclorito de Sódio
% Cloro Ativo = 0,953 x 3,07
% Cloro Ativo = 2,93 %
1
5
8. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA – ANVISA. Saneantes.
Disponível em: . Acesso em: 04 jun. 
2011.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. Solução de hipoclorito de 
sódio comercial - Determinação do teor de cloro ativo pelo método volumétrico: NBR 
9425. Rio de Janeiro, 2004.
MENDHAM, J. et al. VOGEL: Análise Química Quantitativa. Rio de Janeiro: LTC, 2002.
1
6

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