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ALUNOS: Ana Beatriz Santana Moreira Matheus Domingues Silva Rodrigo Aparecido Roza Trabalho de fisiologia humana: Sistema cardiovascular 1- Desenhe o potencial de ação no nó sinoatrial e em células contráteis e explique a diferença entre eles. O potencial de ação no nó sinoatrial (SA) é responsável por iniciar os batimentos cardíacos ao gerar impulsos elétricos. Nas células contráteis, o potencial de ação desencadeia a contração muscular cardíaca, levando à ejeção de sangue. Enquanto o nó SA é especializado na geração rítmica de impulsos, as células contráteis são focadas na propagação e transmissão desses impulsos para coordenar a contração sincronizada do coração. 2- Explique o que é volume diastólico final, volume sistólico e volume sistólico final e a relação com pré-carga e pós-carga no coração O volume diastólico final é a quantidade de sangue no ventrículo no final da fase de relaxamento (diástole). O volume sistólico é a quantidade de sangue bombeada pelo ventrículo durante uma contração cardíaca (sístole). O volume sistólico final é a quantidade restante no ventrículo após a ejeção. A pré-carga refere-se à pressão de enchimento do coração durante a diástole, influenciando o volume diastólico final. Quanto maior a pré-carga, maior o volume diastólico final. A pós-carga é a resistência que o coração enfrenta ao bombear sangue para fora, afetando o volume sistólico. Um aumento na pós-carga pode reduzir o volume sistólico, enquanto uma redução na pós-carga pode aumentá-lo. 3- O que é débito cardíaco? Qual sua relação com o mecanismo de Frank Starling? O débito cardíaco é a quantidade de sangue que o coração bombeia para a circulação em um minuto. Ele é calculado multiplicando-se a frequência cardíaca (número de batimentos por minuto) pelo volume sistólico (quantidade de sangue bombeada a cada batimento). O mecanismo de Frank-Starling é um princípio fisiológico que descreve como o coração, ao ser estirado durante a diástole devido ao aumento do retorno venoso (pré-carga), responde com uma contração mais vigorosa durante a sístole. Isso resulta em um aumento do volume sistólico e, consequentemente, do débito cardíaco. 4- Qual a diferença entre pressão de pulso e pressão arterial média? A pressão arterial é frequentemente expressa por dois números: a pressão sistólica (maior valor) e a pressão diastólica (menor valor). A diferença entre esses dois valores é conhecida como pressão de pulso. Portanto, a pressão de pulso é calculada subtraindo a pressão diastólica da pressão sistólica. Ela fornece informações sobre a variabilidade da pressão arterial durante o ciclo cardíaco e é um indicador da elasticidade das artérias. Já a pressão arterial média (PAM) é uma estimativa da pressão arterial ao longo de todo o ciclo cardíaco. A PAM não é obtida simplesmente calculando a média aritmética entre a pressão sistólica e diastólica. Em vez disso, é comumente calculada usando a fórmula PAM = PD + 1/3 (PS - PD), onde PD é a pressão diastólica e PS é a pressão sistólica. 5-Descreva como ocorre e quais fatores estão envolvidos na regulação da pressão arterial. A regulação da pressão arterial envolve uma complexa interação entre vários sistemas do corpo para manter a pressão sanguínea em níveis adequados. Como: Sistema Nervoso Autônomo (SNA): O sistema nervoso autônomo, composto pelos sistemas simpático e parassimpático, desempenha um papel fundamental. O aumento da atividade simpática leva a uma vasoconstrição, aumentando a resistência vascular e, consequentemente, a pressão arterial. O sistema parassimpático tem efeitos opostos, promovendo a vasodilatação. Rins: Os rins desempenham um papel crucial na regulação da pressão arterial, controlando o volume de sangue e a excreção de água e eletrólitos. A liberação de renina pelos rins inicia o sistema renina-angiotensina-aldosterona, que promove vasoconstrição e reabsorção de sódio, contribuindo para o aumento da pressão arterial. Sistema Renina-Angiotensina-Aldosterona (SRAA): Além dos rins, o SRAA é ativado em resposta à diminuição da pressão arterial. A angiotensina II, uma substância produzida nesse sistema, promove vasoconstrição e estimula a liberação de aldosterona, que aumenta a reabsorção de sódio nos rins. Volume Sanguíneo: O volume total de sangue no sistema vascular influencia diretamente a pressão arterial. Se o volume sanguíneo aumenta, a pressão arterial tende a aumentar. Hormônios Vasodilatadores e Vasoconstritores: Diversos hormônios, como a bradicinina (vasodilatador) e a vasopressina (vasoconstritor), desempenham papéis na regulação da pressão arterial. Barorreceptores: Sensores localizados nas paredes dos vasos sanguíneos e no arco aórtico monitoram a pressão arterial. Se a pressão aumenta, os barorreceptores enviam sinais para reduzir a atividade simpática e promover a vasodilatação. Esses mecanismos formam um sistema intricado de feedback para manter a pressão arterial em níveis adequados, ajustando-se às mudanças nas necessidades do corpo e garantindo a perfusão adequada de órgãos e tecidos. Sistema respiratório 1- Descreva como ocorre a troca gasosa nos pulmões. A troca gasosa nos pulmões ocorre nos alvéolos pulmonares, que são pequenos sacos de ar localizados nas extremidades dos bronquíolos. Esse processo envolve a transferência de oxigênio (O2) do ar inspirado para o sangue e a remoção do dióxido de carbono (CO2) do sangue para ser eliminado durante a expiração. 2- Explique o que é acidose e alcalose respiratória. A acidose e a alcalose respiratória são distúrbios ácido-base que resultam de alterações nos níveis de dióxido de carbono (CO2) no sangue, influenciadas pelo sistema respiratório. O equilíbrio ácido-base é crucial para manter as funções normais do organismo, e qualquer desequilíbrio pode levar a problemas de saúde. Sistema digestório 3- Descrever o processo de deglutição. Qual a relação entre deglutição e respiração? A deglutição é o processo pelo qual o alimento é levado da boca até o estômago através da faringe e do esôfago. Envolve uma série coordenada de movimentos musculares que permitem a passagem segura do bolo alimentar e a prevenção do acesso inadequado à via respiratória. A deglutição pode ser dividida em três fases principais: fase oral, fase faríngea e fase esofágica. A relação entre deglutição e respiração é coordenada para garantir que a comida seja direcionada para o sistema digestivo e o ar para o sistema respiratório, evitando a aspiração de alimentos para os pulmões. Durante a fase faríngea da deglutição, a epiglote fecha-se para proteger as vias respiratórias, direcionando o bolo alimentar para o esôfago. 4- Descrever as funções do estômago. Qual seu tipo de atividade motora? O estômago é um órgão do sistema digestório com diversas funções importantes no processamento dos alimentos. Suas principais funções incluem a armazenagem temporária do alimento, a mistura mecânica dos alimentos com sucos gástricos, a digestão de proteínas e a regulação do esvaziamento para o intestino delgado. Armazenamento Temporário: O estômago atua como um reservatório temporário para os alimentos ingeridos. Ele pode armazenar quantidades significativas de comida antes de liberar gradualmente para o intestino delgado, facilitando o processo digestivo. Mistura Mecânica: A parede muscular do estômago contém camadas de músculos que realizam movimentos peristálticos, triturando e misturando os alimentos com os sucos gástricos secretados pelas glândulas gástricas. Esse processo forma uma mistura semilíquida chamada quimo. Digestão de Proteínas:O estômago é responsável pela digestão inicial das proteínas. A principal enzima gástrica, chamada pepsina, é liberada no estômago e desempenha um papel crucial na quebra das proteínas em peptídeos menores. Produção de Suco Gástrico: O estômago produz suco gástrico, umacombinação de ácido clorídrico (HCl) e enzimas digestivas, como a pepsina. O ácido clorídrico cria um ambiente ácido necessário para ativar a pepsina e desdobrar as proteínas. Inativação Parcial de Microrganismos: O ácido gástrico no estômago também desempenha um papel na inativação parcial de microrganismos presentes nos alimentos, contribuindo para a proteção contra infecções. Atividade Motora do Estômago: A atividade motora do estômago é caracterizada por movimentos peristálticos e contrações rítmicas que promovem a mistura dos alimentos com os sucos gástricos. Esses movimentos ajudam a formar o quimo e a facilitar a digestão. O estômago também possui um esfíncter na junção entre o estômago e o duodeno, chamado esfíncter pilórico, que regula o esvaziamento gástrico. 5- Relacionar as secreções que ocorrem na boca e suas funções As secreções na boca desempenham um papel importante no processo de digestão, principalmente na fase inicial, conhecida como fase oral. Várias glândulas salivares produzem essas secreções, e cada uma delas contribui para diferentes funções no processo digestivo. Vamos relacionar algumas das principais secreções na boca e suas funções: Saliva: Origem: Produzida pelas glândulas salivares (parótidas, submandibulares e sublinguais). Funções: Inicia a digestão de carboidratos, Lubrifica a boca para mastigação e deglutição, Protege os dentes contra cáries, Neutraliza ácidos na boca, Ajuda na percepção do sabor, Contém enzimas que ajudam na digestão de gorduras e carboidratos. Umidade: A saliva umedece o alimento, facilitando a formação do bolo alimentar para a deglutição. Digestão de Carboidratos: Contém a enzima amilase salivar, que inicia a quebra de amidos e outros carboidratos em moléculas menores, como maltose. Mucina: Origem: Produzida pelas glândulas salivares e células da mucosa bucal. Funções:Proteção: A mucina confere viscosidade à saliva, formando um revestimento protetor nas superfícies da boca e do alimento. Bicarbonato de Sódio: Origem: Secretado pelas células da mucosa bucal. Funções: Equilíbrio ácido-base no corpo, Antisséptico e desodorizante, Limpeza doméstica, Culinária (fermentação e neutralização), Tratamento de irritações na pele e queimaduras leves. Neutralização: Ajuda a neutralizar a acidez na boca, proporcionando um ambiente mais favorável para as enzimas e protegendo os dentes contra a erosão ácida. Íons: Origem: Presentes na saliva. Funções:Manutenção do Equilíbrio Iônico: Os íons, como sódio e potássio, contribuem para manter o equilíbrio iônico na boca. Lisozima: Origem: Presente na saliva. Funções:Ação Antimicrobiana: A lisozima possui propriedades antimicrobianas, ajudando na defesa contra bactérias na cavidade oral. Essas secreções na boca são fundamentais para a preparação dos alimentos para a deglutição e para o início da digestão. A umidade proporcionada pela saliva facilita a formação do bolo alimentar, enquanto as enzimas presentes na saliva iniciam a quebra dos carboidratos. Além disso, a ação antimicrobiana contribui para a proteção contra infecções. 6- Relacionar os componentes do suco gástrico e suas funções e controle de sua liberação. O suco gástrico é uma secreção do estômago que desempenha um papel crucial na digestão dos alimentos. É uma mistura complexa de várias substâncias que trabalham juntas para quebrar os alimentos e ajudar na absorção de nutrientes. Os principais componentes do suco gástrico são o ácido clorídrico (HCl), pepsina e mucina. Ácido clorídrico (HCl): É produzido pelas células parietais do estômago e desempenha várias funções. Primeiramente, ajuda na ativação da pepsina, uma enzima digestiva que quebra as proteínas em peptídeos menores. Além disso, o ácido clorídrico cria um ambiente ácido no estômago, que é essencial para a digestão adequada das proteínas e também ajuda a matar muitos microrganismos que podem ser ingeridos com os alimentos. Pepsina: É uma enzima proteolítica produzida como pepsinogênio pelas células principais do estômago e ativada pelo ácido clorídrico. A pepsina é essencial para a digestão das proteínas, quebrando-as em peptídeos menores que podem ser posteriormente digeridos por outras enzimas. Mucina: É produzida pelas células mucosas do estômago e tem a função de proteger a mucosa gástrica contra o efeito danoso do ácido clorídrico e das enzimas digestivas, formando uma camada protetora. O controle da liberação do suco gástrico é regulado por diferentes estímulos: Estímulo neural: O sistema nervoso autônomo, composto pelo sistema nervoso simpático e parassimpático, influencia a secreção do suco gástrico. O sistema parassimpático estimula a produção do suco gástrico, enquanto o sistema simpático inibe essa produção. Estímulo hormonal: A gastrina é um hormônio liberado pelas células G do estômago em resposta à presença de alimentos, especialmente proteínas. A gastrina estimula as células parietais a produzirem ácido clorídrico e também aumenta a motilidade gástrica. Estímulo químico: A presença de alimentos no estômago, especialmente proteínas e peptídeos, estimula diretamente as células parietais a liberarem ácido clorídrico e pepsina. A regulação da liberação do suco gástrico envolve uma interação complexa entre estímulos nervosos, hormonais e químicos, garantindo que a produção ocorra de acordo com a presença de alimentos e as necessidades do corpo para uma digestão eficiente. 7- Qual a importância do pâncreas, do fígado e da bile para a digestão? Pâncreas: O pâncreas é uma glândula mista, endócrina e exócrina, localizada próximo ao intestino delgado. Função exócrina: Produz enzimas digestivas, como a amilase, lipase e tripsina, que são secretadas no intestino delgado para quebrar os carboidratos, gorduras e proteínas dos alimentos, respectivamente. Essas enzimas ajudam na quebra dos alimentos em unidades menores que podem ser absorvidas pelo intestino delgado. Fígado: Maior glândula do corpo humano, localizada no lado direito do abdômen. Função principal: Produção da bile. A bile é armazenada na vesícula biliar e é liberada no intestino delgado para ajudar na digestão de gorduras. A bile emulsifica as gorduras, quebrando-as em pequenas gotículas, facilitando a ação das enzimas lipolíticas (lipases) do pâncreas na digestão das gorduras. Bile: Embora seja produzida pelo fígado, a bile é armazenada e concentrada na vesícula biliar. Sua principal função é emulsificar as gorduras, aumentando a área de superfície das gotículas de gordura para a ação das enzimas digestivas. Ajuda na absorção de ácidos graxos, colesterol e vitaminas lipossolúveis (como A, D, E e K) no intestino delgado. Sistema renal e urinário 8- Explique o que é taxa de filtração glomerular e os principais fatores que o afetam. A taxa de filtração glomerular (TFG) é a medida da quantidade de sangue filtrada pelos rins por minuto. Alguns fatores-chave que a afetam incluem a pressão arterial, o fluxo sanguíneo nos rins, a pressão oncótica do plasma, a área de filtração e a saúde dos túbulos renais. Mudanças nesses fatores podem influenciar a capacidade dos rins de filtrar resíduos e substâncias do sangue, afetando a função renal e a produção de urina. 9-Descreva como ocorre o processo de excreção e reabsorção e quais as moléculas envolvidas no glomérulo, túbulo proximal, alça de Henle, túbulo distal e ducto coletor. Glomérulo: Filtração inicial: Ocorre a filtração do sangue, onde substâncias como água, eletrólitos, glicose e produtos de resíduos são passivamente filtrados para a cápsula de Bowman, formando o filtrado glomerular. Túbulo proximal: Reabsorção: Aqui, muitos nutrientes essenciais (glicose, aminoácidos), água, sais, vitaminas e a maior parte dos íons são reabsorvidos de volta para a corrente sanguínea. Aproximadamente 70- 80% da água e sais filtrados são reabsorvidos nessa região. Alça de Henle: Descendente: A água é reabsorvida passivamente,resultando na concentração do filtrado. Ascendente: Os íons (como sódio e cloro) são ativamente reabsorvidos, mas a água não é reabsorvida. Túbulo distal e ducto coletor: Reabsorção seletiva: Nessa região, a reabsorção final de água e íons é controlada pelo corpo, dependendo das necessidades específicas. Hormônios, como aldosterona e hormônio antidiurético (ADH), regulam a reabsorção de água e íons como sódio e potássio. O túbulo distal e o ducto coletor são responsáveis por ajustar a concentração de urina e regular o equilíbrio eletrolítico. 10- Explique como os músculos da bexiga controlam o armazenamento e liberação de urina através do sistema nervoso autônomo. Armazenamento de Urina: Contração Muscular Relaxada: Quando a bexiga está se enchendo de urina, os músculos da bexiga, chamados de músculo detrusor, estão relaxados devido à inervação simpática. Isso permite que a bexiga se expanda para armazenar a urina. Nervo Simpático: Os nervos simpáticos inibem a atividade do músculo detrusor, mantendo-o relaxado enquanto a bexiga se enche. Isso ocorre devido à liberação de noradrenalina, que atua nos receptores adrenérgicos na bexiga. Liberação de Urina (Micção): Contração Muscular Ativada: Quando é o momento de urinar, os nervos parassimpáticos são ativados. Isso ocorre quando há uma sensação de plenitude da bexiga. Os receptores sensoriais na bexiga enviam sinais para o sistema nervoso central, que então envia sinais para os nervos parassimpáticos. Nervo Parassimpático: Os nervos parassimpáticos liberam acetilcolina, que atua nos receptores muscarínicos na parede da bexiga. Isso leva à contração do músculo detrusor e relaxamento do esfíncter interno (músculo liso que controla a saída da bexiga para a uretra). Relaxamento do Esfíncter Externo: O esfíncter externo é controlado voluntariamente pelo córtex cerebral. Quando apropriado, como em um banheiro, o córtex cerebral pode enviar sinais para relaxar conscientemente o esfíncter externo, permitindo a micção. Sistema reprodutor 11- Descreva quais são e como os hormônios femininos e masculinos são regulados, citando os órgãos envolvidos. Os hormônios femininos e masculinos desempenham papéis cruciais no desenvolvimento, regulação do ciclo reprodutivo, e manutenção de características sexuais secundárias nos organismos.Hormônios Femininos: Órgãos Produtores: Ovários: Os folículos ovarianos secretam estradiol, principalmente durante a fase folicular do ciclo menstrual. Placenta: Durante a gravidez, a placenta assume a produção de estrogênios. Regulação:A liberação de estrogênios é controlada pelo eixo hipotálamo-hipófise-ovariano. O hipotálamo libera o hormônio liberador de gonadotrofinas (GnRH). GnRH estimula a glândula pituitária (hipófise) a liberar hormônios folículo-estimulantes (FSH) e luteinizantes (LH). FSH e LH, por sua vez, estimulam os ovários a produzir estradiol. A liberação de progesterona é estimulada pela LH após a ovulação. Hormônios Masculinos: Testosterona: Órgãos Produtores: Testículos (Células de Leydig): Produzem a maioria da testosterona nos homens. Regulação: A liberação de testosterona é regulada pelo eixo hipotálamo-hipófise-testicular. O hipotálamo libera GnRH. GnRH estimula a hipófise a liberar hormônio luteinizante (LH) e hormônio folículo-estimulante (FSH). A LH estimula as células de Leydig nos testículos a produzir testosterona. Regulação em Ambos os Sexos: Hormônio Folículo-Estimulante (FSH) e Hormônio Luteinizante (LH): Órgãos Produtores: Glândula Pituitária (Hipófise): Libera FSH e LH em resposta ao GnRH do hipotálamo. Regulação: A liberação de FSH e LH é controlada pelo feedback negativo dos níveis de estrogênios e progesterona nas mulheres e testosterona nos homens. Durante o ciclo menstrual, a liberação de FSH e LH é regulada pelos níveis de estrogênio e progesterona. 12- Como ocorre o ciclo menstrual? Esquematize os níveis hormonais em cada etapa do ciclo. O ciclo menstrual é um processo complexo que ocorre nas mulheres, envolvendo a interação entre hormônios e o sistema reprodutivo. Vou descrever as principais etapas do ciclo menstrual e esquematizar os níveis hormonais em cada fase. Fases do Ciclo Menstrual: Fase Menstrual (Dias 1-5): Evento Principal: Descamação do endométrio e eliminação do sangue menstrual. Níveis Hormonais: Baixos níveis de estradiol e progesterona. Níveis de FSH começam a aumentar. Fase Folicular (Dias 1-13): Evento Principal: Desenvolvimento dos folículos ovarianos. Níveis Hormonais: Aumento dos níveis de estradiol, secretado pelos folículos em desenvolvimento. Pico de FSH ocorre, estimulando o crescimento dos folículos. Ovulação (Cerca do Dia 14): Evento Principal: Liberação de um óvulo maduro a partir do folículo ovariano.