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O Direito Administrativo pode ser definido como:
A) O ramo do Direito que trata das relações entre particulares e o Estado, sem envolver as entidades públicas.
B) O conjunto de normas que regulam a atuação da Administração Pública e as relações desta com os cidadãos.
C) O ramo do Direito que se ocupa apenas do processo judicial entre o Estado e as empresas privadas.
D) O sistema jurídico que regula apenas os contratos administrativos entre as entidades públicas.
E) O conjunto de regras que se aplica exclusivamente à atividade legislativa do Estado.

A Administração Pública pode ser compreendida como:
A) O conjunto de órgãos e entidades que desempenham funções públicas em regime de direito privado.
B) Os poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, de forma geral, em todos os níveis de governo.
C) Os órgãos e entidades que desempenham atividades administrativas e governamentais no âmbito do poder executivo.
D) Apenas as entidades do poder Judiciário que prestam serviços públicos.
E) Apenas os órgãos do poder Legislativo responsáveis pela criação de leis.

A legalidade na Administração Pública significa que:
A) O administrador pode agir conforme seu entendimento pessoal, mesmo que contrário à legislação vigente.
B) Todos os atos administrativos devem estar em conformidade com a Constituição, as leis e os regulamentos.
C) O administrador pode tomar decisões em benefício próprio, desde que justifique posteriormente.
D) A Administração Pública pode agir de acordo com o interesse público, sem respeitar as normas legais.
E) As leis não se aplicam aos atos administrativos, já que a administração tem autonomia.

O princípio da impessoalidade na Administração Pública implica que:
A) Os servidores públicos devem tratar os cidadãos de maneira distinta, de acordo com a sua classe social.
B) Os atos administrativos devem ser praticados sem considerar as intenções ou interesses pessoais do agente público.
C) O servidor público deve agir conforme seus próprios interesses, independentemente da legalidade.
D) Os atos administrativos podem ser praticados de forma subjetiva, dependendo dos interesses do servidor público.
E) O governo pode discriminar a população em razão de sua religião ou etnia, desde que haja justificativa política.

O controle da Administração Pública envolve:
A) Apenas a fiscalização do cumprimento das leis pelo poder legislativo.
B) A verificação de legalidade, legitimidade e economicidade dos atos administrativos por outros órgãos ou por cidadãos.
C) A livre ação dos administradores sem a necessidade de qualquer fiscalização.
D) A supervisão exclusiva do Executivo sobre o Legislativo e o Judiciário.
E) O controle restrito das ações do Legislativo e do Judiciário pela Administração Pública.

O ato administrativo é:
A) Todo ato praticado pelo particular em benefício da Administração Pública.
B) O ato jurídico que cria, modifica ou extingue direitos no âmbito da Administração Pública.
C) Um ato praticado exclusivamente pelos tribunais de justiça.
D) Apenas o ato realizado pelos órgãos do Poder Legislativo.
E) O ato praticado por qualquer cidadão, desde que envolva a Administração Pública.

A teoria do ato administrativo baseia-se na premissa de que:
A) O ato administrativo é sempre revogável, independentemente da legalidade.
B) A Administração Pública não pode praticar atos administrativos fora de sua competência.
C) Todo ato administrativo deve ser feito em nome do particular, e não do interesse público.
D) O ato administrativo é realizado apenas quando a Administração Pública tem interesse em fazer.
E) Não há necessidade de controle de legalidade dos atos administrativos.

O poder de polícia da Administração Pública é a:
A) Capacidade de regulamentar as atividades econômicas, sem limite de controle.
B) Competência da Administração Pública de restringir direitos individuais em razão do interesse público.
C) Autonomia do Executivo para legislar sobre questões fiscais.
D) Liberdade do Estado de promover ações policiais sem controle judicial.
E) Capacitação dos tribunais para definir limites aos direitos do cidadão.

O processo administrativo na Administração Pública pode ser definido como:
A) O procedimento exclusivo para contratações de bens e serviços.
B) O conjunto de atos organizados de forma formal para a prática de atos administrativos, com observância do contraditório e da ampla defesa.
C) O procedimento exclusivo para a elaboração de projetos de lei pelo Legislativo.
D) O processo utilizado apenas para resolver questões judiciais entre a Administração Pública e os cidadãos.
E) O conjunto de atos que visam à sanção de servidores públicos que cometeram irregularidades.

No Direito Administrativo, a expropriação é:
A) O ato de vender bens públicos para a iniciativa privada.
B) A retirada de bens privados pelo Estado para sua utilização em benefício da coletividade, mediante justa indenização.
C) O ato de nacionalização de bens e empresas estrangeiras.
D) A permissão ao Estado para vender propriedades públicas.
E) O ato de confiscar bens de cidadãos para o benefício do governo.

O contrato administrativo é:
A) O acordo entre o governo e um particular, com regras que envolvem direitos privados, sem interferência da Administração Pública.
B) Um acordo firmado exclusivamente entre órgãos do Executivo, sem a participação do Judiciário ou Legislativo.
C) O acordo que rege a relação de fornecimento de serviços públicos, com cláusulas e obrigações específicas que garantem o interesse público.
D) Um contrato entre a Administração Pública e um cidadão para resolver questões pessoais.
E) A relação jurídica que não envolve qualquer controle sobre os recursos públicos.

O princípio da moralidade administrativa exige que:
A) A Administração Pública possa agir apenas de acordo com as conveniências políticas e sem seguir normas legais.
B) Os atos administrativos sejam praticados com honestidade, ética e respeito ao interesse público.
C) O gestor público tome decisões com base em sua conveniência pessoal.
D) O administrador público possa agir de acordo com seu interesse, desde que legal.
E) Não seja necessário nenhum compromisso ético ou moral nas decisões da Administração Pública.

O ato administrativo nulo é aquele que:
A) Não gera qualquer efeito, independentemente de sua origem.
B) Gera efeitos legais, mas pode ser corrigido posteriormente pela Administração.
C) É inválido por contrariar normas legais, causando efeitos irregulares, mas não sendo passível de anulação.
D) É inválido desde sua origem, não produzindo efeitos desde o momento de sua prática.
E) Não pode ser anulado, mas pode ser revogado pela Administração.

A licitação no Direito Administrativo é:
A) Um procedimento obrigatório para a Administração Pública contratar serviços e adquirir bens de particulares, com vistas à obtenção de proposta mais vantajosa.
B) Um ato discricionário que ocorre de forma opcional e sem necessidade de transparência.
C) Um tipo de contrato celebrado diretamente entre a Administração Pública e o cidadão, sem qualquer critério de escolha.
D) Um processo que deve ser feito apenas em situações excepcionais, não sendo obrigatório.
E) Um procedimento informal para a realização de contratos sem controle prévio.

O regime jurídico-administrativo pode ser descrito como:
A) O sistema que aplica as mesmas regras de direito privado para a Administração Pública e os particulares.
B) O conjunto de normas que regulam a atuação da Administração Pública e as relações entre o Estado e os indivíduos.
C) O conjunto de normas que apenas regem as relações entre servidores públicos e a Administração.
D) A aplicação de regras que se aplicam exclusivamente aos contratos administrativos.
E) O sistema de normas que regula as ações exclusivamente do Judiciário.

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Questões resolvidas

O Direito Administrativo pode ser definido como:
A) O ramo do Direito que trata das relações entre particulares e o Estado, sem envolver as entidades públicas.
B) O conjunto de normas que regulam a atuação da Administração Pública e as relações desta com os cidadãos.
C) O ramo do Direito que se ocupa apenas do processo judicial entre o Estado e as empresas privadas.
D) O sistema jurídico que regula apenas os contratos administrativos entre as entidades públicas.
E) O conjunto de regras que se aplica exclusivamente à atividade legislativa do Estado.

A Administração Pública pode ser compreendida como:
A) O conjunto de órgãos e entidades que desempenham funções públicas em regime de direito privado.
B) Os poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, de forma geral, em todos os níveis de governo.
C) Os órgãos e entidades que desempenham atividades administrativas e governamentais no âmbito do poder executivo.
D) Apenas as entidades do poder Judiciário que prestam serviços públicos.
E) Apenas os órgãos do poder Legislativo responsáveis pela criação de leis.

A legalidade na Administração Pública significa que:
A) O administrador pode agir conforme seu entendimento pessoal, mesmo que contrário à legislação vigente.
B) Todos os atos administrativos devem estar em conformidade com a Constituição, as leis e os regulamentos.
C) O administrador pode tomar decisões em benefício próprio, desde que justifique posteriormente.
D) A Administração Pública pode agir de acordo com o interesse público, sem respeitar as normas legais.
E) As leis não se aplicam aos atos administrativos, já que a administração tem autonomia.

O princípio da impessoalidade na Administração Pública implica que:
A) Os servidores públicos devem tratar os cidadãos de maneira distinta, de acordo com a sua classe social.
B) Os atos administrativos devem ser praticados sem considerar as intenções ou interesses pessoais do agente público.
C) O servidor público deve agir conforme seus próprios interesses, independentemente da legalidade.
D) Os atos administrativos podem ser praticados de forma subjetiva, dependendo dos interesses do servidor público.
E) O governo pode discriminar a população em razão de sua religião ou etnia, desde que haja justificativa política.

O controle da Administração Pública envolve:
A) Apenas a fiscalização do cumprimento das leis pelo poder legislativo.
B) A verificação de legalidade, legitimidade e economicidade dos atos administrativos por outros órgãos ou por cidadãos.
C) A livre ação dos administradores sem a necessidade de qualquer fiscalização.
D) A supervisão exclusiva do Executivo sobre o Legislativo e o Judiciário.
E) O controle restrito das ações do Legislativo e do Judiciário pela Administração Pública.

O ato administrativo é:
A) Todo ato praticado pelo particular em benefício da Administração Pública.
B) O ato jurídico que cria, modifica ou extingue direitos no âmbito da Administração Pública.
C) Um ato praticado exclusivamente pelos tribunais de justiça.
D) Apenas o ato realizado pelos órgãos do Poder Legislativo.
E) O ato praticado por qualquer cidadão, desde que envolva a Administração Pública.

A teoria do ato administrativo baseia-se na premissa de que:
A) O ato administrativo é sempre revogável, independentemente da legalidade.
B) A Administração Pública não pode praticar atos administrativos fora de sua competência.
C) Todo ato administrativo deve ser feito em nome do particular, e não do interesse público.
D) O ato administrativo é realizado apenas quando a Administração Pública tem interesse em fazer.
E) Não há necessidade de controle de legalidade dos atos administrativos.

O poder de polícia da Administração Pública é a:
A) Capacidade de regulamentar as atividades econômicas, sem limite de controle.
B) Competência da Administração Pública de restringir direitos individuais em razão do interesse público.
C) Autonomia do Executivo para legislar sobre questões fiscais.
D) Liberdade do Estado de promover ações policiais sem controle judicial.
E) Capacitação dos tribunais para definir limites aos direitos do cidadão.

O processo administrativo na Administração Pública pode ser definido como:
A) O procedimento exclusivo para contratações de bens e serviços.
B) O conjunto de atos organizados de forma formal para a prática de atos administrativos, com observância do contraditório e da ampla defesa.
C) O procedimento exclusivo para a elaboração de projetos de lei pelo Legislativo.
D) O processo utilizado apenas para resolver questões judiciais entre a Administração Pública e os cidadãos.
E) O conjunto de atos que visam à sanção de servidores públicos que cometeram irregularidades.

No Direito Administrativo, a expropriação é:
A) O ato de vender bens públicos para a iniciativa privada.
B) A retirada de bens privados pelo Estado para sua utilização em benefício da coletividade, mediante justa indenização.
C) O ato de nacionalização de bens e empresas estrangeiras.
D) A permissão ao Estado para vender propriedades públicas.
E) O ato de confiscar bens de cidadãos para o benefício do governo.

O contrato administrativo é:
A) O acordo entre o governo e um particular, com regras que envolvem direitos privados, sem interferência da Administração Pública.
B) Um acordo firmado exclusivamente entre órgãos do Executivo, sem a participação do Judiciário ou Legislativo.
C) O acordo que rege a relação de fornecimento de serviços públicos, com cláusulas e obrigações específicas que garantem o interesse público.
D) Um contrato entre a Administração Pública e um cidadão para resolver questões pessoais.
E) A relação jurídica que não envolve qualquer controle sobre os recursos públicos.

O princípio da moralidade administrativa exige que:
A) A Administração Pública possa agir apenas de acordo com as conveniências políticas e sem seguir normas legais.
B) Os atos administrativos sejam praticados com honestidade, ética e respeito ao interesse público.
C) O gestor público tome decisões com base em sua conveniência pessoal.
D) O administrador público possa agir de acordo com seu interesse, desde que legal.
E) Não seja necessário nenhum compromisso ético ou moral nas decisões da Administração Pública.

O ato administrativo nulo é aquele que:
A) Não gera qualquer efeito, independentemente de sua origem.
B) Gera efeitos legais, mas pode ser corrigido posteriormente pela Administração.
C) É inválido por contrariar normas legais, causando efeitos irregulares, mas não sendo passível de anulação.
D) É inválido desde sua origem, não produzindo efeitos desde o momento de sua prática.
E) Não pode ser anulado, mas pode ser revogado pela Administração.

A licitação no Direito Administrativo é:
A) Um procedimento obrigatório para a Administração Pública contratar serviços e adquirir bens de particulares, com vistas à obtenção de proposta mais vantajosa.
B) Um ato discricionário que ocorre de forma opcional e sem necessidade de transparência.
C) Um tipo de contrato celebrado diretamente entre a Administração Pública e o cidadão, sem qualquer critério de escolha.
D) Um processo que deve ser feito apenas em situações excepcionais, não sendo obrigatório.
E) Um procedimento informal para a realização de contratos sem controle prévio.

O regime jurídico-administrativo pode ser descrito como:
A) O sistema que aplica as mesmas regras de direito privado para a Administração Pública e os particulares.
B) O conjunto de normas que regulam a atuação da Administração Pública e as relações entre o Estado e os indivíduos.
C) O conjunto de normas que apenas regem as relações entre servidores públicos e a Administração.
D) A aplicação de regras que se aplicam exclusivamente aos contratos administrativos.
E) O sistema de normas que regula as ações exclusivamente do Judiciário.

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Direito Administrativo 
1. O Direito Administrativo pode ser definido como: 
A) O ramo do Direito que trata das relações entre particulares e o Estado, sem envolver 
as entidades públicas. 
B) O conjunto de normas que regulam a atuação da Administração Pública e as relações 
desta com os cidadãos. 
C) O ramo do Direito que se ocupa apenas do processo judicial entre o Estado e as 
empresas privadas. 
D) O sistema jurídico que regula apenas os contratos administrativos entre as entidades 
públicas. 
E) O conjunto de regras que se aplica exclusivamente à atividade legislativa do Estado. 
Resposta correta: B 
 
2. A Administração Pública pode ser compreendida como: 
A) O conjunto de órgãos e entidades que desempenham funções públicas em regime de 
direito privado. 
B) Os poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, de forma geral, em todos os níveis de 
governo. 
C) Os órgãos e entidades que desempenham atividades administrativas e 
governamentais no âmbito do poder executivo. 
D) Apenas as entidades do poder Judiciário que prestam serviços públicos. 
E) Apenas os órgãos do poder Legislativo responsáveis pela criação de leis. 
Resposta correta: C 
 
3. A legalidade na Administração Pública significa que: 
A) O administrador pode agir conforme seu entendimento pessoal, mesmo que contrário 
à legislação vigente. 
B) Todos os atos administrativos devem estar em conformidade com a Constituição, as 
leis e os regulamentos. 
C) O administrador pode tomar decisões em benefício próprio, desde que justifique 
posteriormente. 
D) A Administração Pública pode agir de acordo com o interesse público, sem respeitar 
as normas legais. 
E) As leis não se aplicam aos atos administrativos, já que a administração tem 
autonomia. 
Resposta correta: B 
 
4. O princípio da impessoalidade na Administração Pública implica que: 
A) Os servidores públicos devem tratar os cidadãos de maneira distinta, de acordo com 
a sua classe social. 
B) Os atos administrativos devem ser praticados sem considerar as intenções ou 
interesses pessoais do agente público. 
C) O servidor público deve agir conforme seus próprios interesses, independentemente 
da legalidade. 
D) Os atos administrativos podem ser praticados de forma subjetiva, dependendo dos 
interesses do servidor público. 
E) O governo pode discriminar a população em razão de sua religião ou etnia, desde que 
haja justificativa política. 
Resposta correta: B 
 
5. O controle da Administração Pública envolve: 
A) Apenas a fiscalização do cumprimento das leis pelo poder legislativo. 
B) A verificação de legalidade, legitimidade e economicidade dos atos administrativos 
por outros órgãos ou por cidadãos. 
C) A livre ação dos administradores sem a necessidade de qualquer fiscalização. 
D) A supervisão exclusiva do Executivo sobre o Legislativo e o Judiciário. 
E) O controle restrito das ações do Legislativo e do Judiciário pela Administração 
Pública. 
Resposta correta: B 
 
6. O ato administrativo é: 
A) Todo ato praticado pelo particular em benefício da Administração Pública. 
B) O ato jurídico que cria, modifica ou extingue direitos no âmbito da Administração 
Pública. 
C) Um ato praticado exclusivamente pelos tribunais de justiça. 
D) Apenas o ato realizado pelos órgãos do Poder Legislativo. 
E) O ato praticado por qualquer cidadão, desde que envolva a Administração Pública. 
Resposta correta: B 
 
7. A teoria do ato administrativo baseia-se na premissa de que: 
A) O ato administrativo é sempre revogável, independentemente da legalidade. 
B) A Administração Pública não pode praticar atos administrativos fora de sua 
competência. 
C) Todo ato administrativo deve ser feito em nome do particular, e não do interesse 
público. 
D) O ato administrativo é realizado apenas quando a Administração Pública tem 
interesse em fazer. 
E) Não há necessidade de controle de legalidade dos atos administrativos. 
Resposta correta: B 
 
8. O poder de polícia da Administração Pública é a: 
A) Capacidade de regulamentar as atividades econômicas, sem limite de controle. 
B) Competência da Administração Pública de restringir direitos individuais em razão do 
interesse público. 
C) Autonomia do Executivo para legislar sobre questões fiscais. 
D) Liberdade do Estado de promover ações policiais sem controle judicial. 
E) Capacitação dos tribunais para definir limites aos direitos do cidadão. 
Resposta correta: B 
 
9. O processo administrativo na Administração Pública pode ser definido 
como: 
A) O procedimento exclusivo para contratações de bens e serviços. 
B) O conjunto de atos organizados de forma formal para a prática de atos 
administrativos, com observância do contraditório e da ampla defesa. 
C) O procedimento exclusivo para a elaboração de projetos de lei pelo Legislativo. 
D) O processo utilizado apenas para resolver questões judiciais entre a Administração 
Pública e os cidadãos. 
E) O conjunto de atos que visam à sanção de servidores públicos que cometeram 
irregularidades. 
Resposta correta: B 
 
10. No Direito Administrativo, a expropriação é: 
A) O ato de vender bens públicos para a iniciativa privada. 
B) A retirada de bens privados pelo Estado para sua utilização em benefício da 
coletividade, mediante justa indenização. 
C) O ato de nacionalização de bens e empresas estrangeiras. 
D) A permissão ao Estado para vender propriedades públicas. 
E) O ato de confiscar bens de cidadãos para o benefício do governo. 
Resposta correta: B 
 
11. O contrato administrativo é: 
A) O acordo entre o governo e um particular, com regras que envolvem direitos 
privados, sem interferência da Administração Pública. 
B) Um acordo firmado exclusivamente entre órgãos do Executivo, sem a participação 
do Judiciário ou Legislativo. 
C) O acordo que rege a relação de fornecimento de serviços públicos, com cláusulas e 
obrigações específicas que garantem o interesse público. 
D) Um contrato entre a Administração Pública e um cidadão para resolver questões 
pessoais. 
E) A relação jurídica que não envolve qualquer controle sobre os recursos públicos. 
Resposta correta: C 
 
12. O princípio da moralidade administrativa exige que: 
A) A Administração Pública possa agir apenas de acordo com as conveniências políticas 
e sem seguir normas legais. 
B) Os atos administrativos sejam praticados com honestidade, ética e respeito ao 
interesse público. 
C) O gestor público tome decisões com base em sua conveniência pessoal. 
D) O administrador público possa agir de acordo com seu interesse, desde que legal. 
E) Não seja necessário nenhum compromisso ético ou moral nas decisões da 
Administração Pública. 
Resposta correta: B 
 
13. O ato administrativo nulo é aquele que: 
A) Não gera qualquer efeito, independentemente de sua origem. 
B) Gera efeitos legais, mas pode ser corrigido posteriormente pela Administração. 
C) É inválido por contrariar normas legais, causando efeitos irregulares, mas não sendo 
passível de anulação. 
D) É inválido desde sua origem, não produzindo efeitos desde o momento de sua 
prática. 
E) Não pode ser anulado, mas pode ser revogado pela Administração. 
Resposta correta: D 
 
14. A licitação no Direito Administrativo é: 
A) Um procedimento obrigatório para a Administração Pública contratar serviços e 
adquirir bens de particulares, com vistas à obtenção de proposta mais vantajosa. 
B) Um ato discricionário que ocorre de forma opcional e sem necessidade de 
transparência. 
C) Um tipo de contrato celebrado diretamente entre a Administração Pública e o 
cidadão, sem qualquer critério de escolha. 
D) Um processo que deve ser feito apenas em situações excepcionais, não sendo 
obrigatório. 
E) Um procedimento informal para a realização de contratos sem controle prévio. 
Resposta correta: A 
 
15. O regime jurídico-administrativo pode ser descrito como: 
A) O sistema que aplica as mesmas regras de direito privado para a Administração 
Pública eos particulares. 
B) O conjunto de normas que regulam a atuação da Administração Pública e as relações 
entre o Estado e os indivíduos. 
C) O conjunto de normas que apenas regem as relações entre servidores públicos e a 
Administração. 
D) A aplicação de regras que se aplicam exclusivamente aos contratos administrativos. 
E) O sistema de normas que regula as ações exclusivamente do Judiciário. 
Resposta correta: B

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