Ed
há 2 meses
Para responder à sua pergunta sobre a autoexecutoriedade dos atos administrativos, vamos analisar as alternativas: a) Anular seus próprios atos, quando eivados de vícios que os tornem ilegais, sem necessidade de controle judicial. - Esta opção fala sobre a anulação de atos, mas não se refere à autoexecutoriedade. b) Executar ato administrativo por meios coercitivos próprios, o que afasta o controle judicial posterior. - Esta opção se refere diretamente à autoexecutoriedade, que é a capacidade da Administração Pública de executar seus atos sem depender do Judiciário. c) Impor os atos administrativos a terceiros, independentemente de sua concordância, por meio de ato judicial. - Esta opção menciona a imposição de atos, mas envolve a necessidade de um ato judicial, o que não se alinha com a autoexecutoriedade. d) Executar suas decisões por meios coercitivos próprios, sem a necessidade da interferência do Poder Judiciário. - Esta opção também se refere à autoexecutoriedade, mas é mais específica em relação à execução de decisões. e) Assegurar a veracidade dos fatos indicados em suas certidões, seus atestados e suas declarações, o que afasta o controle judicial. - Esta opção não se relaciona com a autoexecutoriedade. Analisando as opções, tanto a letra b quanto a letra d falam sobre a execução de atos administrativos sem a necessidade de controle judicial. No entanto, a letra b é mais abrangente ao mencionar a execução de atos administrativos por meios coercitivos, que é uma característica central da autoexecutoriedade. Portanto, a alternativa correta é: b) executar ato administrativo por meios coercitivos próprios, o que afasta o controle judicial posterior.


Cadastre-se ou realize login
Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade