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EXERCÍCIOS pROpOStOS Exemplos a) cos (260w) 5 cos 60w 5 1 __ 2 b) sen (2135w) 5 2sen 135w 5 2 dll 2 ___ 2 Arcos de medidas opostas Arcos de medidas opostas, a e 2a, têm extremidades simétricas em relação ao eixo das abscissas, como mostra cada uma das figuras abaixo. α �α sen cos α �α sen cos Dessa simetria, concluímos que: cos (2a) 5 cos a sen (2a) 5 2sen a 13 Sendo a uma medida em grau, com cos a % 0, sim- plificar a expressão: E 5 cos (360w 2 a) 2 cos (180w 2 a) ______________________________ cos (180w 1 a) 14 De um observatório astronômico A da Terra, um astrônomo estuda duas estrelas, B e C, constatando que o ângulo obtuso BAC mede a, com cos a 5 2 5 ___ 13 , que AB 5 11 anos-luz e AC 5 13 anos-luz. Com es- ses dados, o cientista calculou a distância entre as estrelas B e C. Qual é essa distância em ano-luz? EXERCÍCIOS RESOlvIdOS Resolução Sabemos que cos (360w 2 a) 5 cos a, cos (180w 2 a) 5 2cos a e cos (180w 1 a) 5 2cos a. Logo: E 5 cos (360w 2 a) 2 cos (180w 2 a) ______________________________ cos (180w 1 a) 5 5 cos a 2 (2cos a) ________________ 2cos a 5 2 cos a _______ 2cos a 5 22 Resolução Indicando por x a distância procurada e por D a projeção ortogonal do ponto C sobre a reta AB, es- quematizamos: Assim, temos: cos (180w 2 a) 5 AD ____ 13 cos (180w 2 a) 5 2cos a 5 5 ___ 13 Logo: AD ____ 13 5 5 ___ 13 ] AD 5 5 Aplicando o teorema de Pitágoras aos triângulos ACD e BCD, obtemos: 132 5 52 1 (CD)2 ] CD 5 12 e x2 5 122 1 162 ] x 5 20 Portanto, a distância entre as estrelas B e C é igual a 20 anos-luz. 180° � � 13x C 11 A D � B 464 C a p ít u lo 1 3 • A c ir cu n fe rê n ci a t ri g o n o m é tr ic a : s e n o , c o ss e n o e t a n g e n te R ep ro du çã o pr oi bi da . A rt .1 84 d o C ód ig o P en al e L ei 9 .6 10 d e 19 d e fe ve re iro d e 19 98 . CAP 13.indb 464 06.08.10 09:24:21 27 Consultando a tabela trigonométrica dos arcos notáveis, calcule: a) sen 120w d) cos 210w b) cos 120w e) sen 300w c) sen 210w f ) cos 300w 34 Uma rampa reta e plana, de 8 m de comprimento, une dois pisos de uma garagem e forma um ângulo obtuso de medida a com o piso plano e horizontal inferior tal que cos a 5 2 5 __ 8 . Calcule a altura do piso superior em relação ao inferior. 32 Na circunferência trigonométrica abaixo, as coorde- nadas do ponto M são 12 ___ 13 e 5 ___ 13 , e a medida do arco + AN na 1a volta positiva é s 2 a. 33 Calcule a medida do cateto AB do triângulo retân- gulo ABC, abaixo, sabendo que BC 5 12 cm e que cos a 5 2 4 __ 7 . 31 Simplifique a expressão: E 5 cos (180w 1 x) 1 sen (180w 1 x) 1 sen (180w 2 x) _____________________________________________ cos (360w 2 x) , com cos x % 0. 28 Em cada um dos itens a seguir, determine as coor- denadas dos pontos assinalados. 29 Consultando o exercício anterior, calcule: a) sen 2s ___ 3 f ) sen 3s ___ 4 b) cos 2s ___ 3 g) cos 3s ___ 4 c) sen 7s ___ 6 h) sen 5s ___ 4 d) cos 7s ___ 6 i ) cos 5s ___ 4 e) sen 5s ___ 3 j ) sen 7s ___ 4 g) sen @ 2 s __ 6 # k) cos @ 2 7s ___ 4 # h) cos @ 2 4s ___ 3 # l ) sen 25s ____ 6 i ) sen @ 2 11s ____ 6 # m) sen 33s ____ 4 j ) cos @ 2 5s ___ 3 # 30 Calcule o valor de: a) sen (230w) d) cos (2300w) b) cos (230w) e) sen (21.485w) c) sen (2300w) f ) cos (21.230w) EXERCÍCIOS pROpOStOS Resolva os exercícios complementares 14 a 20, 97 e 98. QP N ,M[ ] √3 2 1 2 Q MN ,P[ ] √2 2 √2 2 � � M P N ,Q[ ] √3 2 1 2 � a) b) c) A N (π �α) ,M[ ] 12 13 5 13 Calcule: a) sen a d) sen (2a) b) cos a e) cos (2s 2 a) c) cos (s 1 a) BA C � 465 S e ç ã o 1 3 .3 • S e n o e c o ss e n o d e u m a rc o t ri g o n o m é tr ic o R ep ro du çã o pr oi bi da . A rt .1 84 d o C ód ig o P en al e L ei 9 .6 10 d e 19 d e fe ve re iro d e 19 98 . CAP 13.indb 465 06.08.10 09:24:22 EXERCÍCIOS RESOlvIdOS Relação fundamental da Trigonometria Para qualquer arco trigonométrico de medida a, temos: sen2 a 1 cos2 a 5 1 demonstração Seria possível demonstrar essa relação por um único caso. Porém, para entendê-la melhor, vamos separá-la em três casos. 1o caso Seja a a medida de um arco trigonométrico do 1o quadrante. M (α) A O P Pelo teorema de Pitágoras aplicado ao triângulo OMP, temos: (MP)2 1 (OP)2 5 (OM)2 Como a ordenada MP e a abscissa OP são, respectivamente, o seno e o cosseno de a e OM 5 1, con- cluímos: B B� AA� • No ponto A, em que sen a 5 0 e cos a 5 1, constatamos a validade da relação fundamental, pois 02 1 12 5 1. • No ponto B, em que sen a 5 1 e cos a 5 0, constatamos a validade da relação fundamental, pois 12 1 02 5 1. • No ponto Ae, em que sen a 5 0 e cos a 5 21, constatamos a validade da relação fundamental, pois 02 1 (21)2 5 1. • No ponto Be, em que sen a 5 21 e cos a 5 0, constatamos a validade da relação fundamental, pois (21)2 1 02 5 1. 2o caso Seja a a medida de um arco trigonométrico com extremidade sobre um dos eixos coordenados. (sen a)2 1 (cos a)2 5 (1)2 } sen2 a 1 cos2 a 5 1 466 C a p ít u lo 1 3 • A c ir cu n fe rê n ci a t ri g o n o m é tr ic a : s e n o , c o ss e n o e t a n g e n te R ep ro du çã o pr oi bi da . A rt .1 84 d o C ód ig o P en al e L ei 9 .6 10 d e 19 d e fe ve re iro d e 19 98 . CAP 13.indb 466 06.08.10 09:24:23 Aplicando o teorema de Pitágoras ao triângulo OMP de cada figura, temos: (MP)2 1 (OP)2 5 (OM)2 Em cada um dos triângulos OMP, podemos afirmar que: MP 5 Osen aO, OP 5 Ocos aO e OM 5 1 (raio). Logo: Osen aO2 1 Ocos aO2 5 1 Lembrando a propriedade OxO2 5 x2, do módulo de um número real x, concluímos: sen2 a 1 cos2 a 5 1 3o caso Seja a a medida de um arco trigonométrico do 2o, do 3o ou do 4o quadrante. M (α) A OP M (α) AOP M (α) AO P sen2 a 5 1 2 cos2 a e cos2 a 5 1 2 sen2 a Note que, com base nessa relação, podemos expressar o seno em função do cosseno e vice- -versa: 15 Dado que sen a 5 1 __ 3 , com s __ 2 , a , s, calcular o valor de cos a. 16 Determinar os valores de sen x e de cos x sabendo que sen x 5 3 cos x e que s , x , 3s ___ 2 . 17 Determinar m, com m 9 V, tal que sen d 5 m __ 6 e cos d 5 dlll 4m _____ 3 . EXERCÍCIOS RESOlvIdOS Resolução sen2 a 1 cos2 a 5 1 ] @ 1 __ 3 # 2 1 cos2 a 5 1 } cos2 a 5 1 2 1 __ 9 5 8 __ 9 ] cos a 5 ± 2 dll 2 ____ 3 Como a é uma medida do 2o quadrante, concluímos que cos a 5 2 2 dll 2 ____ 3 . Resolução Resolução sen2 d 1 cos2 d 5 1 ] @ m __ 6 # 2 1 @ dlll 4m _____ 3 # 2 5 1 } m 2 ___ 36 1 4m ____ 9 5 1 ] m2 1 16m 2 36 5 0 S 5 (16)2 2 4 3 1 3 (236) 5 400 } m 5 216 ± dllll 400 ___________ 2 3 1 5 216 ± 20 _________ 2 ] ] m 5 2 ou m 5 218 Observe que a igualdade cos d 5 dlll 4m _____ 3 é absurda para m 5 218, pois no conjunto V não existe raiz quadrada de número negativo; logo, 218 não pode ser admitido como valor de m. Concluímos, então, que m 5 2. sen x 5 3 cos x (I) sen2 x 1 cos2 x 5 1 (II) Substituindo (I) em (II), temos: (3 cos x)2 1 cos2 x 5 1 ] 10 cos2 x 5 1 } cos2 x 5 1 ___ 10 ] cos x 5 ± 1 ____ dlll 10 5 ± dlll 10 ____ 10 Como x é uma medida do 3o quadrante, temos: cos x 5 2 dlll 10 ____ 10 Substituindo cos x por 2 dlll 10 ____ 10 em (I), obtemos: sen x 5 2 3 dlll 10 _____ 10 467 S e ç ã o 1 3 .3 • S e n o e c o ss e n o d e u m a rc o t ri g o n o m é tr ic o CAP 13.indb 467 06.08.10 09:24:23