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E-mail * fernanda.alves.lima@uni9.edu.br 0 de 0 pontos 1123100269 Fernanda Alves Rodrigues de Lima Instruções 0 de 0 pontos Esta atividade tem como um dos seus objetivos forçar o aluno a buscar informações sobre fármacos usando diferentes ferramentas. Existem diversas ferramentas confiáveis disponíveis para a obtenção de informações sobre fármacos. Algumas são pagas e algumas são gratuitas. Algumas sugestões gratuitas são: www.drugs.com Medscape (reference.medscape.com) Prodoctor Medicamentos (https://bulas.medicamentos.app/medicamentos) Epocrates (online.epocrates.com) Drugbank (go.drugbank.com) Entretanto nem todas as respostas vão estar nestes recursos. Você pode e deve fazer suas próprias buscas. Farmacocinética da varfarina 195 de 195 pontos A varfarina é um fármaco anticoagulante. A dose de varfarina deve ser regulada com atenção. Um aumento do efeito da varfarina pode causar hemorragias enquanto que a perda do seu efeito pode causar eventos tromboemboliticos. A dose de varfarina deve ser ajustada para obter um INR (tempo de prótrombina) entre 2,0 e 3,0. O Sr. CPJ de 55 anos, apresenta fibrilação atrial e está em tratamento profilático contra um possível AVC usando 5 mg de varfarina, via oral, uma vez por dia. O seu LDL-Colesterol está acima dos valores de referência apesar da dieta e tratamento com estatinas, por isso existe a indicação de tratamento com 90 mg de fenofibrato, via oral, uma vez por dia. 65/65 Ao serem administrados juntos, o fenofibrato inibe a excreção da varfarina, aumentando a meia vida da varfarina, aumentando seu efeito. Ao serem administrados juntos, o fenofibrato pode deslocar a varfarina da albumina, aumentando a fração da varfarina livre, aumentando seu efeito. Ao serem administrados juntos, o fenofibrato alcaliniza a urina, o que causa um aprisionamento iônico da varfarina, diminuindo a meia vida da varfarina, diminuindo seu efeito. Ao serem administrados juntos, o fenofibrato aumenta o metabolismo da varfarina, aumentando a concentração da forma ativa da varfarina, aumentando seu efeito. 65/65 Iniciar o fenofibrato e ajustar a dose de varfarina até obter um INR entre 2,0 e 3,0. Não administrar fenofibrato e manter a varfarina. Suspender a varfarina e usar apenas o fenofibrato. 65/65 O risco é a perda dos efeitos da varfarina, ou seja o paciente está em risco de hipercoagulopatias. O risco é a perda dos efeitos do fenofibrato, ou seja o paciente está em risco de hipercolesterolemia. O risco é a potencialização dos efeitos da varfarina, ou seja o paciente está em risco de hemorragia Nenhum. Não existe risco de associar varfarina e fenofibrato Farmacocinética da Loperamida 65 de 65 pontos A loperamida é um fármaco opióide (como, por exemplo, a morfina, a heroína, o fentanil e a metadona). Entretanto a loperamida não tem ação central e por isso ela tem apenas indicação como antidiarreico devido a seu efeito periférico de constipação. A dose usual de loperamida para a indicação de antidiarreico é de 2 mg. JRP é um paciente com histórico de abuso de drogas. Ele deu entrada no hospital com um quadro típico de intoxicação opioide (sedação, insuficiência respiratória, constipação, náusea e vômito). Seu acompanhante diz que ele vem usando doses altas doses (48 comprimidos de 2 mg de uma só vez) de loperamida para aliviar sua dependência química. Neste último episódio, além da dose maciça de loperamida, o paciente também administrou dois comprimidos de 300 mg de quinidina. 65/65 Ao serem administrados juntos, a quinidina inibe o metabolismo da loperamida, aumentando a concentração de loperamida, aumentando seu efeito no SNC. Ao serem administrados juntos, a quinidina inibe a glicoproteína-P que bombeia a loperamida para fora do SNC, causando um aumento do efeito da loperamida no SNC. Ao serem administrados juntos, a quinidina inibe o transportado OCT que faz a excreção renal da loperamida, causando um aumento do efeito da loperamida no SNC. Ao serem administrados juntos, a quinidina pode deslocar a loperamida da albumina, aumentando a fração da loperamida livre, aumentando seu efeito no SNC. Farmacocinética do Tacrolimos 390 de 390 pontos O Tacrolimos é um fármaco imunossupressor usado para evitar a rejeição em pacientes transplantados. Por ser um fármaco com índice terapêutico estreito, a concentração plasmática de Tacrolimos deve ser monitorada com atenção. Um aumento da concentração de Tacrolimos pode causar uma intoxicação grave enquanto que a perda do seu efeito pode causar a rejeição do transplante. O Sra. MRRV de 41 anos, foi submetida a um transplante de fígado e recebe 6 mg de tacrolimos, via oral, duas vezes por dia para profilaxia de rejeição. No momento ela se apresenta com convulsões e tem indicação para receber tratamento com 100 mg de Fenitoína, via oral, três vezes por dia. 65/65 Iniciar a Fenitoína e diminuir a dose de Tacrolimos. Iniciar a Fenitoína e aumentar a dose de Tacrolimos. Não administrar a Fenitoína e manter o Tacrolimos. Suspender o Tacrolimos e usar apenas a Fenitoína . 65/65 A Fenitoína inibe a glicoproteína-P que bombeia o Tacrolimos para fora do organismo aumentando assim a sua maia vida e seu efeito terapêutico. A Fenitoína desloca o Tacrolimos da ligação à albumina plasmática aumentando assim a sua fração livre e seu efeito terapêutico. A Fenitoína é um indutor das CYP's e vai aumentar o metabolismo do Tacrolimos reduzindo assim a sua meia vida e seu efeito terapêutico. A Fenitoína é um inibidor das CYP's e vai dimiuir o metabolismo do Tacrolimos aumentando assim a sua meia vida e seu efeito terapêutico. 65/65 Intoxicação com Tacrolimos Rejeição do transplante Nenhum A Sra. MLPM de 66 anos foi submetida a um transplante renal e está em tratamento profilático com 6 mg de Tacrolimos, via oral, duas vezes por dia. No momento ela se apresenta com Blastomicose (uma infecção pulmonar fúngica) e por isso existe a indicação de tratamento com 200 mg de cetoconazol, via oral, uma vez por dia, por 6 meses. 65/65 Não administrar o Cetoconazol e manter o Tacrolimos. Iniciar o Cetoconazol e diminuir a dose de Tacrolimos. Suspender o Tacrolimos e usar apenas o Cetoconazol. Iniciar o Cetoconazol e aumentar a dose de Tacrolimos. 65/65 O Cetoconazol desloca o Tacrolimos da ligação à albumina plasmática aumentando assim a sua fração livre e seu efeito terapêutico. O Cetoconazol é um indutor das CYP's e vai aumentar o metabolismo do Tacrolimos reduzindo assim a sua meia vida e seu efeito terapêutico. O Cetoconazol é um inibidor de CYP's e vai inibir o metabolismo do Tacrolimos aumentando assim a sua meia vida e concentração plasmática, causando uma intoxicação. O Cetoconazol inibe a glicoproteína-P que bombeia o Tacrolimos para fora do organismo aumentando assim a sua maia vida e seu efeito terapêutico. 65/65 Intoxicação com Tacrolimos Rejeição do transplante Nenhum Seção sem título 350 de 350 pontos 70/70 O risco de toxicidade por overdose de carbamazepina aumentou Os níveis plasmáticos de cimetidina diminuíram Os níveis plasmáticos de carbamazepina diminuíram Os efeitos farmacológicos da carbamazepina diminuíram 70/70 Acidificação da urina, pois isto diminuiria a ionização do fármaco e este sob a forma não ionizada apresenta característica lipossolúvel, sendo facilmente reabsorvido através do túbulo renal. Alcalinização da urina, pois isto diminuiria a ionização do fármaco e este sob a forma não ionizada apresenta característica lipossolúvel, sendo facilmente reabsorvido através do túbulo renal. Alcalinização da urina, pois isto promoveria a ionização do fármaco e este sob a forma ionizada apresenta característica hidrossolúvel, sendo facilmente eliminado pela urina. Acidificação da urina, pois isto promoveria a ionização do fármaco e este sob a forma ionizada apresenta característica hidrossolúvel, sendo facilmente eliminado pela urina. 70/70 o dissulfiram é um agente inibidor enzimático da teofilina, dessa forma há um aumento da biotransformação, aumento da concentraçãoplasmática e assim a eliminação torna-se mais lenta aumentando a concentração deste no organismo. o dissulfiram é um agente inibidor enzimático da teofilina, dessa forma há uma diminuição da biotransformação, aumento da concentração plasmática e assim a eliminação torna-se mais lenta aumentando a concentração deste no organismo. o dissulfiram é um agente inibidor enzimático da teofilina, dessa forma há uma diminuição da biotransformação, diminuição da concentração plasmática e assim a eliminação torna-se mais rápida diminuindo a concentração deste no organismo. o dissulfiram é um agente inibidor enzimático da teofilina, dessa forma há um aumento da biotransformação, aumento da concentração plasmática e assim a eliminação torna-se mais rápida aumentando a concentração deste no organismo. 70/70 Fármaco que compete pela ligação com a albumina plasmática e desloca o anticoncepcional do sítio proteico Inibidor enzimático do metabolismo do anticoncepcional Indutor enzimático do metabolismo da própria Rifampicina Indutor enzimático do metabolismo do anticoncepcional 70/70 Um ácido, que em meio básico se torna ionizado, hidrossolúvel e, portanto com maior excreção. Um ácido, que em meio básico se torna não-ionizado, hidrossolúvel e, portanto, com maior excreção. Uma base, que em meio básico se torna ionizado, hidrossolúvel e, portanto, com maior excreção. Uma base, que em meio básico se torna não-ionizado, hidrossolúvel e, portanto, com maior excreção. Este formulário foi criado em Uninove. Does this form look suspicious? Relatório Farmacocinética - Metabolização e Excreção Total de pontos 1000/1000 R.A. * Nome * Qual é a explicação farmacocinética que justifica o risco associado com a interação entre varfarina e fenofibrato. * Qual a conduta medicamentosa que deve ser tomada neste caso? * Qual é o risco que o paciente corre ao associar Varfarina e Fenofibrato? * Porque a associação de loperamida com quinidina pode promover efeitos de sedação e depressão respiratória, típicos de uma intoxicação opioide? * Qual a conduta medicamentosa é indicada neste caso? * Qual é a explicação farmacocinética que justifica o risco associado com a interação entre Tacrolimos e Fenitoína. * Qual é o risco que o paciente corre ao associar Tacrolimos e Fenitoína? * Qual a conduta medicamentosa é indicada neste caso? * Qual é a explicação farmacocinética que justifica o risco associado com a interação entre Tacrolimos e Cetoconazol? * Qual é o risco que o paciente corre ao associar Tacrolimos e Cetoconazol? * Um homem de 61 anos que sofria de epilepsia estava recebendo carbamazepina, um fármaco anticonvulsivante metabolizado para uma forma inativa pela isoenzima CYP3A4. Poucos dias atrás, o paciente sentiu uma azia irritante e começou a se automedicar com cimetidina, um inibidor da maioria das isoenzimas do citocromo P450. Qual dos seguintes eventos ocorreu provavelmente após alguns dias de tratamento com cimetidina? * Paciente com 20 anos, sexo feminino, jogadora de futebol amador, procurou o pronto socorro hospitalar reclamando de fortes dores na região abdominal, diarréia e vômito há 3 dias. Após exames laboratoriais a paciente foi diagnosticada com gastroenterite por Salmonella sp. O médico prescreveu o fármaco Sulfametoxazol + Trimetoprima (Bactrim®) à paciente visando a diminuição do crescimento bacteriano e metoclopramida (Plasil®) para aliviar algum dos sintomas apresentados pela paciente. Sabendo que o fármaco Sulfametoxazol + Trimetoprima é um ácido fraco, caso a paciente apresentasse intoxicação por superdosagem do mesmo, qual deveria ser o procedimento médico a fim de acelerar a excreção do fármaco? * Um paciente alcoólatra decide procurar ajuda, e para ajudar no tratamento para parar de consumir bebidas alcoólicas é receitado DISSULFIRAM (inibidor enzimático), 125-250 mg/dia pela manhã durante dois meses, porém não foi avisado ao médico responsável que por possuir asma fazia uso da TEOFILINA. No tratamento com o dissulfiram o paciente teve crises convulsivas, cefaléia, vômitos e cólicas abdominais. Com base no caso clinico é correto afirmar: * No tratamento de tuberculose pulmonar da paciente J.H., uma das drogas receitadas pelo médico foi o antibiótico Rifampicina. Ao explicar as interações medicamentosas deste fármaco, o médico ressaltou a necessidade de se utilizar outros tipos de métodos contraceptivos além anticoncepcional. Isto porque a Rifampicina é um fármaco que interfere no metabolismo enzimático (enzimas da familia CYP450) de anticoncepcionais, fato que resulta na diminuição da biodisponibilidade e do efeito do anticoncepcional. Baseados no caso podemos afirmar que a Rifampicina é um: * Paciente do sexo feminino sofre intoxicação com o fármaco X e é levado ao serviço de pronto atendimento, no qual recebe bicarbonato, de forma a alcalinizar o meio e aumentar sua excreção. O fármaco x é: * http://www.drugs.com/ http://reference.medscape.com/ https://bulas.medicamentos.app/medicamentos http://online.epocrates.com/ http://go.drugbank.com/ https://docs.google.com/forms/u/0/d/e/1FAIpQLSfPdZw5aTsz1xs540li5yPLHXIWUKjGj_wSf4_dDQYAHTK9bg/reportabuse?source=https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSfPdZw5aTsz1xs540li5yPLHXIWUKjGj_wSf4_dDQYAHTK9bg/viewform?viewscore%3DAE0zAgDhtDLFqlkCiRNjx1eHMnAh9O2SZrfBHNNeiAIODVNoV6Di8dMaxPBTOrBGfg