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95 de vida (onde um coagulo se torma nos vasos sanguineos estreitos do crânio, interrompendo o fluxo sanguíneo para o cérebro) em 13%, em comparação com aqueles que raramente ou nunca comiam pratos apimentados. A porcentagem aumentava para quase 20% menos probabilidade naqueles que comiam pimenta ao menos três vezes na semana. Segundo o estudo, o efeito também foi visto em pessoas obesas. Sendo a condição um fator importante no risco para derrames. Os cientistas afirmam que os benefícios para a saúde se devem aos efeitos da capsaicina, ingrediente que dá ardência às pimentas. A capsaicina aumenta metabolismo, ou a taxa na qual o corpo gasta energia, em cerca de 8%, e, por sua vez, isso afasta a obesidade. Um outro estudo, publicado no Journal of Stroke and Cerebrovascular Diseases em 2019, descobriu que pacientes com derrame que receberam um suplemento de capsaicina tinham muito menos probabilidade de sofrer de disfagia (problema que afeta até 80% das vítimas de derrame), o que dificulta a deglutição de alimentos e bebidas. Foi demonstrado que o composto picante estimula os receptores nos músculos da garganta, fazendo com que eles se contraiam mais facilmente, auxiliando na deglutição. Pimentas também podem ser boas para o coração. Em um dos maiores estudos sobre os benefícios para a saúde de uma dieta apimentada, relatado em 2020 na conferência da American Heart Association, pesquisadores descobriram que aqueles que comiam regularmente pratos contendo pimentas tinham 26% menos probabilidade de morrer de doenças cardíacas do que aqueles que raramente, ou nunca, as comiam. Do Globo Foto: Freepik Há 15 horas Ver tradução leodias +

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