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CENTRO UNIVERSITÁRIO LEONARDO DA VINCI CURSO DE BIOMEDICINA - NEAD RELATÓRIO DE PRÁTICA IDENTIFICAÇÃO 1. Acadêmico: PRISCILA DE CARVALHO ARAÚJO BORBA 2. Matrícula: 7158694 3. Curso: BIOMEDICINA 4. Turma: BBI7395 5. Disciplina: Farmacologia e Toxicologia 6. Tutor(a) Externo(a): THALISSON PITANA DADOS DA PRÁTICA 1. Título: Titulação ácido-base Ibuprofeno 2. Semestre: 4º semestre 3. Data: 07/08/2024 INTRODUÇÃO A titulação é um processo no qual uma substância teste (analito) reage completamente com um reagente adicionado (geralmente de uma bureta) com uma solução de concentração conhecida (solução padrão), chamada de titulante. A partir da quantidade que foi utilizada de titulante, podemos calcular a quantidade do analito que está presente. O uso de indicadores de pH nesse processo é útil para determinar o ponto final da titulação, indicando que toda a amostra reagiu. A titulação serve para determinar de maneira precisa a quantidade de uma substância, confirmar se a concentração descrita no rótulo é verdadeira ou se a quantidade de um composto químico é a indicada na embalagem. Se utilizarmos como indicador a fenolftaleína, a solução antes da titulação estará incolor, indicando pH ácido. No final da titulação, a cor da solução deve estar levemente rosa, pois indica que todo ácido reagiu com a base adicionada. O ibuprofeno é um anti-inflamatório não esteroidal (AINE), utilizado no tratamento de artrite reumatoide, osteoartrite, tendinite e bursite aguda. OBJETIVOS · Confirmar se a concentração descrita no rótulo é verdadeira. MATERIAIS · Ibuprofeno · Etanol · Fenolftaleína · Pêra · Bureta · Erlenmeyer · Pipeta graduada · Cadinho · Tubo de medição · Hidróxido de sódio 1mol METODOLOGIA O Ibuprofeno 300mg, foi macerado no cadinho. Em seguida foi colocado o pó no tubo de medição e logo acrescentou-se 15ml de Etanol para fazer a solubilidade. Agitou-se o tubo de medição. À parte, colocou-se 10ml de Etanol no erlenmeyer para fazer a calibração, desprezando-o em seguida. A mistura de Ibuprofeno e 15 ml de Etanol, que está no tubo de medição, deve ser repassada para o erlenmeyer. É colocado 10ml de hidróxido de sódio, mais 5 gotas de fenolftaleína, que é o reagente, no tubo de medição, que está afixado na bureta. Pulsionando a pêra, deixa-se gotejar uma a uma a mistura do tubo de medição no erlenmeyer. Com uma mão aperta-se a pêra e com a outra movimenta-se o erlenmeyer até obter uma mistura de cor rosa. RESULTADOS E DISCUSSÕES Dentre as diversas metodologias existentes, a titulação é uma forma simples e comumente utilizada no controle de qualidade de fármacos e medicamentos devido a sua praticidade, rapidez e baixo custo em comparação a outras demais. Através do dosamento e do método de titulação ácido-base, o coeficiente do Ibuprofeno foi determinado como maior que 1. Conclui-se que essa característica dada ao Ibuprofeno determina sua boa absorção, devido a facilidade que tem de atravessar as membranas celulares, auxiliando em sua propriedade farmacocinética. Ao titulado também é adicionado um indicador ácido-base para indicar o momento que se deve parar a titulação pela mudança de coloração. A mudança de cor indica o ponto final ou ponto de viragem da titulação. REFERÊNCIAS https://www.todamateria.com.br/titulacao/#:~:text=Se%20utilizarmos%20como%20indicador%20a,reagiu%20com%20a%20base%20adicionada. https://www.scielo.br/j/qn/a/SyjM9MjmLdW8pJW43VXKpnK/#:~:text=A%20primeira%20titula%C3%A7%C3%A3o%20volum%C3%A9trica%20foi,uma%20titula%C3%A7%C3%A3o%20de%20precipita%C3%A7%C3%A3o23 RELATÓRIO DE PRÁTICA IDENTIFICAÇÃO 1. Acadêmico: PRISCILA DE CARVALHO ARAÚJO BORBA 2. Matrícula: 7158694 3. Curso: BIOMEDICINA 4. Turma: BBI7395 5. Disciplina: Farmacologia e Toxicologia 6. Tutor(a) Externo(a): THALISSON PITANA DADOS DA PRÁTICA 1. Título: Determinação da Excreção do Ácido Acetilsalicílico na Urina 2. Semestre: 4º semestre 3. Data: 07/08/2024 INTRODUÇÃO Foram coletadas a primeira urina da manhã de 4 voluntários, onde 2 fizeram uso de Ácido Acetilsalicílico (AAS) e os demais não. Após, foi realizada análise para medição do pH das urinas, uma com o fármaco e a outra sem. O AAS é um anti-inflamatório não-esteroidal (AINEs), utilizado como analgésico, antipirético, anti-inflamatório e que também inibe a agregação plaquetária, prevenindo a formação de trombos. Foi utilizado o método de Trinder, o qual se utiliza da técnica de espectrofotometria na região do visível. Em tal procedimento analítico, o produto de biotransformação do ácido acetilsalicílico está diretamente relacionada à intensidade da coloração violácea formada entre o salicilato e o íon férrico oriundo do reagente cromogênico, o cloreto férrico. A quantidade do complexo formado é diretamente proporcional à quantidade do ácido salicílico presente na amostra (urina), posto que a quantidade de reagente seja fixa. OBJETIVOS · Determinar a excreção do ácido acetilsalicílico pela urina. MATERIAIS · 2 Tubos de ensaio; · Comprimidos de Ácido Acetilsalicílico; · Coletor de urina; · Cloreto Férrico a 10%; · Estante; · Pipeta; · Fita de pH. METODOLOGIA O experimento evoluiu da seguinte forma: 1º Colocou-se a urina de um voluntário que fez uso do AAS em um tubo de ensaio (tubo 01); 2º Colocou-se a urina de um voluntário que não fez uso do AAS (tubo 02); 3º Adicionou-se em ambos os tubos, 6 gotas de cloreto férrico a 10%. 4º Observou-se o aparecimento de coloração violácea no tubo 01. 5º Com a fita de medição de pH, determinou-se o pH de cada amostra de urina. RESULTADOS E DISCUSSÕES No tubo 1, obervou-se a urina ficar violácea (com ingestão do AAs). Após o uso da fita de medição, observou-se que o tubo 1 obteve pH2 e o tubo 2 obteve pH4. Em seguida, os tubos foram agitados e novamente medidos com a fita. Obteve-se o seguinte resultado: tubo 1, pH0 e tubo 2pH2. Conclui-se que pode haver alteração nas medições por exemplo, por conta da luminosidade e do tempo de coleta da urina. O ácido sofre metabolização digestória. A excreção do salicilato, que são compostos orgânicos bioativos e ácidos fracos que atravessam as membranas celulares com facilidade, é extremamente variável e depende da dose e do pH urinário. Na urina alcalina, mais de 30% do fármaco ingerido pode ser eliminado como salicilato, enquanto que na urina ácida essa porcentagem pode ser de apenas 2%. Portanto, deve-se observar a coloração violácea somente no tubo que contém urina do integrante que ingeriu o comprimido, sendo a intensidade da cor dependente do pH da urina. Ressalta-se que o pH neutro é 7, e os valores inferiores caracterizam pH ácido, enquanto os superiores correspondem a pH alcalino. Se o pH da urina estiver muito baixo (abaixo de 5,0), isso pode indicar uma condição chamada acidose metabólica, que ocorre quando há acúmulo de ácidos no organismo ou diminuição na capacidade do corpo de remover ácidos adequadamente. Por outro lado, se o pH da urina estiver muito alto (acima de 8,0), isso pode indicar uma condição chamada alcalose metabólica, que ocorre quando há diminuição nos ácidos do organismo ou aumento na capacidade do corpo de remover ácidos. O AAS realiza a inibição irreversível da atividade das isoenzimas cicloxigenase – COX 1 (plaquetas, estômago e rim) e COX 2 (SNC, traqueia, rim, células endoteliais, testículos, ovários etc), que propiciam a transformação do ácido araquidônico em prostaglandina H2, que é o precursor imediato das Prostaglandinas: D2, E2, F2a, I2 e do tromboxano A2 (TXA2), oco rrendo bloqueio da produção de tromboxano A2. Esta inibição decorre da acetilação da molécula da serina.(Cristina Almeida, 2020) Além disso, ele é muito eficaz na inibição da produção de TXA2, que é ativador e agregador plaquetário, isso acontece devido a sua capacidade deagir irreversivelmente com um acetil da membrana das plaquetas, o que afeta seu funcionamento, desse modo, ocorre uma diminuição na agregação plaquetária, evitando a formação e trombos O AAS realiza a inibição irreversível da atividade das isoenzimas cicloxigenase – COX 1 (plaquetas, estômago e rim) e COX 2 (SNC, traqueia, rim, células endoteliais, testículos, ovários etc), que propiciam a transformação do ácido araquidônico em prostaglandina H2, que é o precursor imediato das Prostaglandinas: D2, E2, F2a, I2 e do tromboxano A2 (TXA2), oco rrendo bloqueio da produção de tromboxano A2. Esta inibição decorre da acetilação da molécula da serina.(Cristina Almeida, 2020) Além disso, ele é muito eficaz na inibição da produção de TXA2, que é ativador e agregador plaquetário, isso acontece devido a sua capacidade de agir irreversivelmente com um acetil da membrana das plaquetas, o que afeta seu funcionamento, desse modo, ocorre uma diminuição na agregação plaquetária, evitando a formação e trombos O AAS realiza a inibição irreversível da atividade das isoenzimascicloxigenase – COX 1 (plaquetas, estômago e rim) e COX 2 (SNC, traqueia, rim,células endoteliais, testículos, ovários etc), que propiciam a transformação do ácidoaraquidônico em prostaglandina H2, que é o precursor imediato dasProstaglandinas: D2, E2, F2a, I2 e do tromboxano A2 (TXA2), oco rrendo bloqueioda produção de tromboxano A2. Esta inibição decorre da acetilação da molécula daserina. (Cristina Almeida, 2020) https://sanarmed.com/resumo-aas-acido-acetilsalicilico-ligas/ Além disso, ele é muito eficaz na inibição da produção de TXA2, que é ativador e agregador plaquetário, isso acontece devido a sua capacidade de agir irreversivelmente com um acetil da membrana das plaquetas, o que afeta seu funcionamento, desse modo, ocorre uma diminuição na agregação plaquetária, evitando a formação de trombos. REFERÊNCIAS https://rsc.revistas.ufcg.edu.br/index.php/rsc/article/view/345/340 https://www.abq.org.br/cbq/2014/4/5774-18276.html https://sanarmed.com/resumo-aas-acido-acetilsalicilico-ligas/ image1.png