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EXAME DO PACIENTE Profa. Andressa Chang Fernandes Exame clínico Exame do paciente História do paciente Identificação Queixa principal História da doença atual História médica e odontológica Anamnese História familiar História social Revisão dos sistemas Sinais Vitais Exame físico Pressão arterial Frequência cardíaca Frequência respiratória Temperatura Exame clínico + Exame do paciente (Cura ou controle da doença) Exames complementares Tratamento DIAGNÓSTICO Proservação Diagnóstico Exame do paciente Capacidade e habilidade do clínico em descobrir, reconhecer e saber a natureza do processo patológico. ZEGARELLI et al., 1982 Semiologia Exame do paciente Estudo dos métodos de exame clínico, através dos sinais e sintomas, e assim construir um diagnóstico. Semeion = sinalGrego Log.s = es/ud2 Semiologia Exame do paciente Semiotécnica Semiogênese Propedêutica clínica Técnica de pesquisar sinais e sintomas Estuda os mecanismos formadores dos sinais e sintomas Absorve os dados colhidos Exame do paciente Não é passivel de confirmação pelo observador Sintoma Sympitien ac+n,ec-rGrego = Subjetivo Descrito verbalmente Exame do paciente É passivel de confirmação pelo observador Sinal Signalis Manifes,açã+, indíci+, ves;ígi+Grego = Objetivo Observado pelo clínico + confiável Exame do paciente Exame clínico Exame físico Anamnese/História Exame do paciente Entrevista diagnóstica Diálogo entre profissional-paciente Traz à tona conhecimentos sobre problemas do paciente e gera novas perguntas. (É específico) Exame do paciente Entrevista diagnóstica Tipos de perguntas Ex: Qual o motivo da sua visita ou da sua consulta? Ex: Você pode me informar sobre os problemas cardíacos que possui?Aber%as Vantagens: Descrição minuciosa de assunto complicado Paciente conclui que está sendo atendido de forma atenciosa Desvantagens: Existem pacientes que não sabem se expressar Entrevista pode se tornar dispersiva Exame do paciente Entrevista diagnóstica Tipos de perguntas Ex: Quando foi sua última consulta com o médico?Fechad,s Vantagens: Eficiente e específico para obter informação Mais eficientes em pacientes que não sabem se expressar Desvantagens: Pode omitir certas informações CD pode ser considerado desinteressado Exame do paciente Entrevista diagnóstica Tipos de perguntas Ex: “Pelo tipo de dor que você relata, deve ranger os dentes quando dorme, não é verdade?”Dir/gidas Vantagens: Dá confiança ao paciente Indicados para pacientes indiferentes Desvantagens: O paciente pode responder sempre de forma afirmativa sem ser Ocorrer perda de confiança, caso a pergunta seja errada Exame do paciente Entrevista diagnóstica Tipos de perguntas Ex: Você disse que não tem hipertensão, por que então toma esses medicamentos?C2n%radi4órias Vantagens: Permite que o paciente resolva informações contraditórias Tentam conferir a veracidade de uma informação ou de achados suspeitos. Exame do paciente Entrevista diagnóstica Para uma entrevista eficiente: 1. O contato inicial e a escolha do método de entrevista. 2. Abordagem e escolha das palavras adequadas 3. Evitar perda de tempo 4. Estimular com gestos e lembretes 5. Observar a comunicação não-verbal 6. Ter humor, evitar confrontos e saber ouvir 7. Resumir informações e solicitar concordância Exame do paciente Entrevista diagnóstica Fontes indiretas da história do paciente Em pacientes com pouca idade e dificuldades de comunicação o CD deve aprofundar a história junto aos pais e parentes próximos. Exame clínico Exame do paciente História do paciente Identificação Queixa principal História da doença atual História médica e odontológica Anamnese História familiar História social Revisão dos sistemas Identificação Exame do paciente Nome, Idade, Gênero, Raça, Endereço, Profissão... Qual a importância clínica? Administrativa Diagnóstica Epidemiológica Raças (denom. Científica) Leucoderma Faioderma Melanoderma Exame do paciente Identificação Exame do paciente Faixa e4áriaX Identificação Exame do paciente GêneroX Identificação Exame do paciente Pr2fisCã2X Queixa principal Exame do paciente Informação do motivo que o levou a consultar um dentista, seguindo palavras do paciente. Pode ser importante ou não. Sucinto. Utilizar as aspas!!!! História da Doença Atual Exame do paciente (HDA) His4ória da doença 8/ual ≠ Queixa principal História da Doença Atual Exame do paciente (HDA) 2 Data e descrição dos primeiros sinais e sintomas Caracterização: Percepção, periodicidade, frequência, alívios e agravamentos 1 4 Evolução até presente Exames e tratamentos realizados 3 História familiar Exame do paciente Revela condições genéticas Suspeita de doenças infecciosas Doenças em antepassados da família História social e pessoal Exame do paciente Reflete vulnerabilidade para certas doenças Exposição a infecções específicas (ocupação, lazer, moradia, habitat, adaptação emocional, hábitos) História medico-odontológica Exame do paciente Cuidados com a saúde Condições médicas diagnosticadas Alergias* Hospitalizações Medicações em uso Tratamento em curso Revisão dos sistemas Exame do paciente Identificar doenças não diagnosticadas Estimar efetividade do tratamento no controle de doenças diagnosticadas anteriormente Revisão dos sistemas Exame do paciente Principais problemas sistêmicos que exigem modificação do plano de tratamento Doenças cardiovasculares, renais, respiratórias, hepáticas e gastrintestinais Exame do paciente Informações imediatas das funções fisiológicas essenciais do paciente: Sinais vitais Pode ser incluído: Estatura, Peso, Idade aparente e Idade real. Sinais Vitais Exame físico Pressão arterial Frequência cardíaca Frequência respiratória Temperatura Semiotécnica Inspeção Palpação Auscultação Olfação Percussão Exame do paciente Inspeção Exame do paciente Utilização do sentido da visão. Tem como objetivos detectar dismorfias, discromias e lesões fundamentais mucosas, cutâneas e linfonodais, distúrbios de desenvolvimento, próteses e outros dispositivos Palpação Exame do paciente Através do tato e pressão (para regiões mais profundas do corpo). Identifica modificações em estrutura, superfície, espessura, consistência ou dureza (flácida, borrachoide etc.) e volume Percussão Exame do paciente Forma de palpação em que, por pequenos golpes diretos (com os dedos ou mãos) ou indiretos (com instrumentos; por exemplo, cabo do espelho), é possível escutar sons. Cada estrutura tem um som característico Auscultação Exame do paciente Detecta sons do organismo, exceto que, diferentemente da percussão, esse procedimento usa a audição ou instrumentos para magnificar o som (p. ex., o estetoscópio) Olfação Exame do paciente Pouco usada em Odontologia, mas pode contribuir para o exame clínico Exame do paciente Avaliação dos sinais vitais Sinais vitais Faz parte do exame físico Devem constar no prontuário Valorização desde a graduação Exame do paciente Pulso radial e pulso carotídeo Sinais vitais bpm (batimentos por minuto)VALOR Exame do paciente Pulso radial e pulso carotídeo Sinais vitais IDADE (ANOS) Batimentos/ MINUTO (bpm) 1 110-130 2 90-115 3 80-105 7-14 80-105 14-21 78-85 Acima de 21 70-75 Exame do paciente Frequência cardíaca (FC) Sinais vitais Interpretação Clínica: FC110 Pulso Forte- indicativo de PA alta Pulso Fraco- Indicativo de PA baixa Pulso irregular-Indicativo de insuficiência ventricular (arritmia) Exame do paciente Frequência respiratoria (FR) Sinais vitais Nº de vezes que o indivíduo respira por minuto. Expansibilidade Retração Parede torácia Exame do paciente Frequência respiratoria (FR) Sinais vitais Colocar o paciente em decúbito dorsal Não se deve contar ao paciente que a FR está sendo verificada Observar os ciclos respiratóriose contar durante 1 minuto Anotar: irpm (incursões respiratórias por minuto)VALOR Exame do paciente IDADE (ANOS) FR/ MINUTO 1 24 3 22 5 20 8 18 12 16 Adultos 14-18 Frequência respiratoria (FR) Sinais vitais Exame do paciente Sinais vitais Dispnéiaé a respiração difícil, trabalhosa ou curta. É sintoma comum de várias doenças pulmonares e cardíacas; pode ser súbita ou lenta e gradativa. Ortopnéiasensação de dispneia ao se passar para a posição em decúbito horizontal. Taquipnéiarespiração rápida, freqüentemente pouco profunda (hiperventilação). Bradipnéiarespiração lenta, abaixo da normalidade. (uso de opioides ou benzodiazepínicos) Apnéiacessação total dos movimentos respiratórios por um período de tempo prolongado ou definitivo. (uso de opióides) Exame do paciente Pressão sanguínea arterial Sinais vitais Tensão que o sangue exerce contra a superfície das artérias Pressão sistólica Pressão diastólica Sístole ventricular Díastole ventricular Exame do paciente Preparo do paciente Sinais vitais Explicar procedimento ao paciente e deixa-lo em repouso de 3 a 5 minutos Certificar se: Não conversar durante a medição Dúvidas antes ou após procedimento Está com bexiga vazia Náo praticou exercicios fisicos, não ingeriu bebidas alcoolicas, café ou fumou nos últimos 30 minutos Posicionamento: Sentado, pernas descruzadas, pés apoiados no chão, dorso recostado na cadeira e relaxado Braço na altura do coração, palma da mão para cima Exame do paciente Sinais vitais Bulbo ou pêraVálvula de pressão Manômetro Vias de conexão Manguito Es fig m om an ôm et ro Exame do paciente Sinais vitais Campânula Hastes Diafragma Olivas auriculares Barra reguladora Tubo de condução Es te to sc óp io Exame do paciente Sinais vitais Manguito 2 a 3 cm acima da fossa cubital Parte compressiva do manguito sobre AB Palpar AB na fossa cubital Colocar campanula/diafragma sem compressão excessiva Exame do paciente Sinais vitais Inflar rapidamente Proceder à deflação lentamente (velocidade de 2 mmHg por segundo) Exame do paciente Sinais vitais Auscultar cerca de 20 a 30mmHg abaixo do último som para confirmar seu desaparecimento e depois proceder à deflação rápida e completa Pressão arterial SISTÓLICA Pressão arterial DIASTÓLICA Primeiro som Desaparecimento do som Exame do paciente Sinais vitais Informar o valor da PA ao paciente! Anotar os valores EXATOS e o braço em que a PA foi medida! PAS/PAD/zero Batimentos até o nível zero à PAD no abafamento dos sons Exame do paciente Pressão sanguínea arterial (PAS) Classificação da pressão arterial, segundo V Diretrizes Brasileiras de Hipertensão Arterial Sinais vitais EXAME FÍSICO EXTRABUCAL Profa. Andressa Chang Fernandes Exame físico extrabucal Exame extrabucal (loco-regional) Exame físico Crânio Olhos Pele Linfonodos Musculatura Articulação Exame físico extrabucal Semiologia da face e crânio Exame físico Tipos de faces Formato, contorno e simetria da face Relação crânio/face Formato do crânio - Normocefálico - Braquicefálico: crânio pequeno e arredondado - Dolicefálico: cabeça longa e estreita Exame físico extrabucal Tipos de faces Exame físico Crescimento horizontal e vertical proporcionais Crescimento horizontal > vertical Crescimento vertical > horizontal Exame físico extrabucal Formato da face Mesofacial Exame físico extrabucal Formato da face Braquifacial Exame físico extrabucal Formato da face Dolicofacial Exame físico extrabucal Tipos de perfilExame físico Exame físico extrabucal Avaliação da simetria facial Exame físico extrabucal Linfonodos O Sistema linfático consiste em ductos coletores da linfa, linfonodos, baço, timo, amígdalas, palatinas e adenoides. Os linfonodos recebem a linfa trazida pelos ductos coletores de várias regiões do corpo. Existem os superficiais e os profundos. Exame físico extrabucal Linfonodos No exame físico geral temos obrigação de investigar os linfonodos superficiais. Semiotécnica: inspeção e palpação, um complementando o outro. A palpação é realizada com as polpas digitais e a face ventral dos dedos. Completar o exame investigando o trajeto dos linfáticos (linfagite = finas estrias) Exame físico extrabucal Cadeia Ganglionar Exame físico extrabucal Cadeias ganglionares Nódulos linfáticos Submentoniano (abaixo do queixo); Submandibular (na região posterior da mandíbula); Mandibular (próximo ao ramo da mandíbula); Maxilar (próximo dos olhos); Cervical profundo (na região abaixo da orelha); Occiptal (na região posterior da cabeça); Pré-auricular (em frente ao ouvido); Pós-auricular (atrás do ouvido); Bucal (próximo ao músculo masseter); Cervical superficial (ao longo do músculo esternoclidomastóide Exame físico extrabucal Glândulas salivares Maiores Submandibulares (adjacentes à mandíbula na região próxima ao ramo) Sublinguais (na região mais anterior da mandíbula) Parótida (ao redor dos ouvidos direito e esquerdo) Exame físico extrabucal Semiologia da Cabeça e pescoço Articulação temporo-mandibular e músculos da mastigação: - Avaliação de função, abertura máxima e ausculta Exame físico extrabucal Exam e da Articulação Têm poro-m andibular Exame físico extrabucal Exam e da Articulação Têm poro-m andibular Exame físico extrabucal Palpação m anual-digital e bilateral Exame físico extrabucal Bidigitale bim anual Exame físico extrabucal Músculo mastigatórios Temporal Masseter Exame físico extrabucal Tipos de resposta à Rigidez óssea: sensação de firmeza com estrutura calcificada. Endurecimento: Dureza mas sem ser relacionada com calcificação. Ex: neoplasia maligna Massas sólidas: cedem mais a pressão. Ex: neoplasia benigna Compressíveis: indica que a palpação altera bastante o formato da estrutura palpação Prontuário Clínica Unime Conhecendo o prontoário… Se não tiver lesão/alteração: N.D.N. (Nada digno de nota) Bons estudos!