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ANATOMIA TOPOGRÁFICA 
DO PESCOÇO
Disciplina: Anatomia Cirúrgica
Docente: Dr. Luís Domingos
Monitoras: Maria Luísa e Luana Bianca
Caxias - MA / 2023 
INTRODUÇÃO 
Abordaremos: 
- Limites e estruturas superficiais
- Musculatura 
- Trígonos 
- Zonas de trauma
1. Todo trauma que perfura o platisma deve ser explorado! 
2. Lesões no pescoço afetam o resto do corpo: 
➢ Plexo braquial: paralisia MMSS
➢ Nervos: respiração, motilidade visceral, fonação
➢ Cervical: tetraplegia
3. Conduta inicial de trauma de pescoço → imobilizar
LIMITES E ESTRUTURAS SUPERFICIAIS 
SUPERIOR: 
- Protuberância occipital externa 
- Processo mastoide
- Margem inferior da mandíbula 
INFERIOR:
- Fossa jugular 
- Clavícula 
- Acrômio 
- Processo espinhoso de C7 
LIMITES E ESTRUTURAS SUPERFICIAIS
ESTRUTURAS SUPERFICIAIS 
1. Platisma + Lâmina Superficial: veia jugular 
interna + ramos do plexo cervical + veias 
jugulares anteriores + trapézio 
2. Lâmina Pré-traqueal: 
esternocleidomastoideo + vasos sanguineos 
principais + plexo cervical
3. Lâmina Pré-vertebral: músculos do 
pescoço: esplênio da cabeça, levantador da 
escápula, escalenos, serrátil anterior 
REVISÃO MUSCULAR 
TRÍGONOS E SEUS LIMITES 
● Os trígonos são uma forma importante de divisão do pescoço, através 
dessa técnica facilita-se o aprendizado dos músculos do pescoço e a 
visualização das principais estruturas contidas nessa região. Duas grandes 
divisões:
● Trígono cervical anterior: 
- Trígono submandibular 
- Trigono submentual 
- Trígono muscular 
- Trígono carótico 
● Trigono cervical posterior: 
- Trígono occipital 
- Trígono supraclavicular 
- Trígono suboccipital* 
Trígono submandibular 
● Limites: 
- Medial: ventre anterior do m. 
digástrico 
- Lateral: vestre posterior do m. 
digástrico 
- Superior: mandíbula 
● Estruturas: 
- Glândula submandibular; 
linfonodos submandibulares; 
artéria e veia facial; nervo facial. 
Trígono submentual 
● Limites: 
- Medial: linha mediana 
- Lateral: ventre anterior do m. 
digástrico 
- inferior: osso hióide 
● Estruturas: 
- M. milo-hioideo, linfonodos, e 
vasos submentuais 
 
Trígono muscular ou omotraqueal 
● Limites: 
- Medial: linha mediana 
- Lateral: borda anterior do 
esternocleidomastódeo
- superior: ventre superior do 
omo-hioideo 
● Estruturas: 
- Glândula tireoide e paratireoide; 
linfonodos cervicais anteriores; 
mm. infra-hioideos 
(esterno-hioideo, tiro-hioideo, 
esternotiroideo); uma parte do 
timo. 
 
Trígono carotídeo 
● Limites: 
- Medial: borda posterior do ventre 
superior do omo-hioideo
- Lateral: borda anterior do 
esternocleidomastódeo
- superior: ventre posterior do 
digástrico 
● Estruturas: 
- A. carótida comum (externa e 
interna); veia jugular interna; nervo 
hipoglosso, nervo vago e acessório; 
A e V tireoideana superior. 
 
Trígono occipital 
● Limites: 
- Anterior: borda posterior do 
esternocleidomastódeo
- Posterior: borda anterior do 
trapézio
- Inferior: ventre inferior do m. 
omo-hioideo 
● Estruturas: 
- Mm. escalenos (anterior,médio e 
posterior); A e V occipital; nervo 
acessório; tronco superior do plexo 
braquial; plexo cervical. 
 
Trígono supraclavicular/omoclavicular 
● Limites: 
- Superior: ventre inferior do m. 
omo-hioideo 
- Anterior: borda posterior do 
esternocleidomastódeo
- Inferior: Clavícula 
● Estruturas: 
- A e V supraclaviculares; V. jugular 
externa; plexo braquial; linfonodos 
cervicais. 
 
Trígono suboccipital 
● Limites: 
- Superior: m. reto posterior da 
cabeça
- Lateral: m. oblíquo superior da 
cabeça 
- Inferior: m. oblíquo inferior da 
cabeça 
● Estruturas: 
- Nervo suboccipital e artéria 
vertebral 
TRAUMA E PESCOÇO
● Do ponto de vista traumático existem 3 divisões do pescoço, 
tendo por base a dificuldade de abordagem em caso de traumas. 
Zona 1: Da fúrcula esternal, a nível da clavícula, até cartilagem 
cricóide. São geralmente lesões graves de abordagem difícil devido à 
presença de muitos ossos que dificultam a abordagem. Possuem 
maior mortalidade, o acesso cirúrgico pode se dar por esternotomia 
ou toracotomia anterolateral.
Zona 2: Da cartilagem cricóide ao ângulo da mandíbula. É uma região 
de fácil acesso, melhor zona para explorar, zona que se aborda tireoide. 
Acesso por meio de cervicotomia transversa exploradora ou 
cervicotomia paralela ao músculo esternocleidomastoideo. 
Zona 3: Do ângulo da mandíbula até linha nucal superior. Zona de 
difícil acesso pela quantidade de estruturas ósseas.
OBRIGADO!

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