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RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS CURSO: Bacharelado em Farmácia DISCIPLINA: Quimica Analitica NOME DO ALUNO: Eliana Ferreira Cavalcante UP: 23100759 POLO DE MATRÍCULA: UNIP Paragominas POLO DE PRÁTICA: UNIP Paragominas DATA DAS AULAS PRÁTICAS (Relacione todas as datas em que compareceu): / / / / / / / / / / / / / / / / / / _____________________, ______ DE ___________ DE 20____ ELIANA FERREIRA CAVALCANTE RELATÓRIO DAS AULAS PRÁTICAS Relatório de aula prática apresentado à Universidade Paulista, do campus Paragominas, do curso bacharelado em Farmácia como requisito para a obtenção de nota da disciplina de Química Analítica. Professor(a) Esp.: Analicia Silva Torres PARAGOMINAS - PA 2024 SUMÁRIO 1 . INTRODUÇÃO........................................................................................................ 4 2 . MATERIAIS E MÉTODOS...................................................................................... 5 2.1 ROTEIRO: 1 AULA: 1 - IDENTIFICAÇÃO DE ELEMENTOS QUÍMICOS PELO TESTE DA CHAMA E PELO TESTE DE IDENTIFICAÇÃO PARA O BICARBONATO DE SÓDIO....................................................................................................................5 2.2 ROTEIRO: 1 AULA: 1 - CONTROLE DE QUALIDADE DA GASOLINA.............. 6 2.3 ROTEIRO: 1 AULA: 2 - VERIFICAÇÃO DE PH................................................................7 2.4 ROTEIRO: 1 AULA: 2 - CALIBRAÇÃO DE VIDRARIAS......................................9 2.5 ROTEIRO: 2 AULA: 1 - PADRONIZAÇÃO DE UMA SOLUÇÃO 0,5 MOL/L.....10 2.6 ROTEIRO: 3 AULA: 1 - DETERMINAÇÃO DO TEOR EM AAS.........................11 2.7 ROTEIRO: 3 AULA: 2 -DETERMINAÇÃO DO TEOR DO CLORETO DO SORO FISIOLÓGICO............................................................................................................ 12 2.8 ROTEIRO: 4 AULA: 1.........................................................................................14 3 . CONSIDERAÇÕES FINAIS..................................................................................15 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS..........................................................................16 APÊNDICE.................................................................................................................17 1 . INTRODUÇÃO 2 . MATERIAIS E MÉTODOS 2.1 ROTEIRO: 1 AULA: 1 - IDENTIFICAÇÃO DE ELEMENTOS QUÍMICOS PELO TESTE DA CHAMA E PELO TESTE DE IDENTIFICAÇÃO PARA O BICARBONATO DE SÓDIO. Materiais utilizados: Água mineral; Água destilada; Pipeta; Vidro de relógio; Bicarbonato; Papel toalha; Tubo de ensaio; Estante; Espátula; Fita. Peso do vidro de relógio: 0,039; peso com bicarbonato: 0,045. Depois diminui o valor inicial com o secundário. VALOR FINAL: 0,006 Peso do tubo de ensaio com bicarbonato + Água: 0,006. Peso com bicarbonato: 0,007. Depois pega o tubo de ensaio com o bicarbonato, coloca água normal, balança pra cima e baixo para ficar homogêneo, no tubo ficou resíduos de bicarbonato pela parede. ficou separado a água do bicarbonato na parte de cima da água, ficou com resíduos (bolhas) da mistura do bicarbonato com água. Peso do tubo com bicarbonato + Água destilada: 0,007. Pegou o tubo com bicarbonato, adicione 5ml de água destilada, logo depois misturar para homogenizar, ficou resíduos de bicarbonato na parede do tubo, a água destilada não se misturou com o bicarbonato, ficou bem dividido entre a água destilada e a normal, a única diferença é que o com a água ficou com bolhas. 2.2 ROTEIRO: 1 AULA: 1 - CONTROLE DE QUALIDADE DA GASOLINA Materiais utilizados: Proveta; Decímetro 0,800g/mL a 0,850g/mL; Decímetro 0,850g/mL a 0,900g/mL; Termômetro de imersão; Tabela de correção das densidades e dos volumes; Agua; Diesel; Gasolina comum. A proveta foi lavada com diesel, que foi descartada, após foi preenchida com 1000 ml de diesel. Na proveta com o diesel foi introduzido o termômetro e o densímetro, que flutuou livremente sem tocar as paredes da proveta e o fundo da mesma. Após aguardar 10 minutos foi estabelecido estabilidade térmica, posição e equilíbrio do densímetro. Como resultado o Diesel S10 tem densidade de 835, sua temperatura estava a 26°C e a densidade da massa específica 839,3. A segunda proveta foi lavada com parte da amostra de gasolina, que foi descartada, após foi preenchida com 1000 ml de gasolina comum. Na proveta com a gasolina comum foi introduzido o termômetro juntamente com o densímetro, que flutuou livremente sem tocar as paredes da proveta e o fundo da mesma. Após aguardar 10 minutos foi estabelecido estabilidade térmica, posição e equilíbrio do densímetro. Como resultado a Gasolina Comum tem densidade de 743, sua temperatura estava a 26°C e a densidade da massa específica 747,4. Figura 1 - Controle de qualidade de gasolina. Fontes: Autor próprio, 2024. 2.3 ROTEIRO: 1 AULA: 2 - VERIFICAÇÃO DE PH Materiais utilizados: Leite; Sabão em pó ; Açúcar ; Água sanitária; Detergente neutro; Bicarbonato de sódio ; Vinagre; Pipeta; Limão; Tubo de ensaio; Água destilada; Proveta; 9 tubos de ensaio; Extrato de repolho roxo como reagente. No primeiro tubo de ensaio, foram adicionados 2 mL de leite e 2 mL de extrato de repolho roxo, coloração final lilás. Antes de dar início a segunda mistura foi pesado o vidro de relógio que foi de 0,038 g. Após adicionar o sabão em pó, o peso total foi de 0,041 g. Foram adicionados no segundo tubo 2 mL de extrato de repolho roxo, cor verde. Antes de realizar a terceira mistura foi pesado o vidro de relógio, 0,038 g e, após a adição do açúcar, o peso total foi de 0,040 g. Adicionamos no terceiro tubo 2 mL de extrato de repolho roxo, coloração final roxa. Foi adicionado 2mL de extrato de repolho roxo no quarto tubo de ensaio, seguido de 2 mL de água sanitária, coloração final translúcida. Adicionou-se 2 mL de detergente neutro e 2 mL de extrato de repolho roxo no quinto tubo de ensaio, coloração final amarelo com espuma. O vidro de relógio pesou 0,038 g e, após a adição do bicarbonato de sódio, o peso foi de 0,041 g. No sexto tubo foram adicionados 2 mL de extrato de repolho roxo juntamente com o bicarbonato de sódio pesado anteriormente, coloração final verde com fundo azul. Foi adicionado 2 mL de vinagre no sétimo tubo de ensaio junto com 2mL de extrato de repolho roxo, coloração final rosa. Foram adicionados 1 mL de suco de limão e 1 mL de extrato de repolho roxo no oitavo tubo de ensaio, coloração final rosa concentrado. Por fim, no nono tubo de ensaio foram adicionados 2 mL de água destilada e 2 mL de extrato de repolho roxo, coloração final roxa. Figura 2- Resultado do procedimento de PH. Fonte: Autor próprio, 2024. 2.4 ROTEIRO: 1 AULA: 2 - CALIBRAÇÃO DE VIDRARIAS Materiais utilizados: Béqueres de 250 mL; Béqueres de 100 mL; Balão de fundo chato com a rolha; Pipeta volumétrica de 10 mL; Pipeta graduada de 10 mL; Pêra; Picetas de 450 mL com água; Secador de cabelo; Álcool. Pegar 1 béquer de 250mL é adicionar 200 mL de água com a temperatura ambiente 16°grau. Pesar o balão com a rolha. M1=Massa 01 M1= 0,162ml Foi adicionado água dentro do balão até o menisco, é levado para pesar com a rolha M2=Massa 02 M2= 0,300ml Foi retirada a água do balão com a rolha, é adicionada em um béquer de 150 mL. Pegar o balão sem a rolha , e secar com o secador de cabelo até secar toda a água . Pesar o balão com a rolha novamente. M3= Massa 03 M3= 0,161g Adicionar álcool até o menisco do balão e pesar com a rolha. M4= Massa 04 M4= 0,274g Observação: O peso da água é maior que o do álcool. Utilizei a pipeta graduada de 10ml com a pêra, para sugar a água de um béquer para transferir para outro béquer com 100 mL, foi feita a troca da pipeta graduada pela volumétrica, para sugar a água do béquer 1 e transferir para o béquer 2, no geral foi feita a pesagem( massa). Calibração da pipeta volumétrica de 10ml com temperatura ambiente de 16° grau. M5= Massa 05 M5= 0,061 V= M÷D V= 0,061÷16 V= 0,038125 Foi feito com a água retirada do balão, com a pipeta volumétricae a pêra, sugando 10 mL de água, e transferindo para um béquer de 250mL. Pesar o béquer com a água. M6= Massa 06 M6= 0,061 V = M÷D V=0,061÷16 V=0,0038125 Cálculo de Erro Relativo Er= ( V1-V2)×100 Vm Er= (0,0038125-0,0038125)×100 Vm Er= 0×100 Vm Er= M1+ M2= 0,462 Er= 0÷ 0,462 Er= 0 Figura 3 - Materiais utilizados no procedimento de calibragem. Fontes: Autor próprio, 2024. 2.5 ROTEIRO: 2 AULA: 1 - PADRONIZAÇÃO DE UMA SOLUÇÃO 0,5 MOL/L Materiais utilizados: Becker; Proveta; Piceta; Funil; Vidro de Relógio; Placa de Petri; Almofariz, Pistilo; Pipeta; Bastão de Vidro; Balança Analítica; Espátula de metal; Erlenmeyer; Água destilada; Bicarbonato de Sódio; Extrato de Repolho Roxo. Levando o becker até a balança evidenciamos o seu peso que foi de 0,097kg. Já o peso do mesmo becker com o bicarbonato foi de 0,010kg. Transferimos o bicarbonato para o erlenmeyer e adicionamos 50 ml de água destilada. Separados 1 ml do extrato de repolho roxo do qual utilizamos 1 gota e agitamos, após alguns minutos colocamos mais 1 ml de extrato de repolho roxo na mistura. Foi observado que o reagente ocasionou uma alteração de cor de branco para verde. Na mistura anterior foi adicionado 7 ml e fizemos a titulação. Depois de alguns minutos adicionamos 3 ml de extrato de repolho roxo totalizando assim 10 ml na mistura, foi observado uma coloração verde. Ao adicionarmos os 50ml de uma solução de bicarbonato no erlenmeyer, observamos que houve uma mudança de coloração saindo de um verde com o tom mais escuro para um verde de tom mais claro. 2.6 ROTEIRO: 3 AULA: 1 - DETERMINAÇÃO DO TEOR EM AAS Materiais utilizados: Bastão de vidro; Pinceta; Erlenmeyer; Proveta; Pipeta; Seringa; Almofariz, Pistilo; AAS; Extrato de Repolho Roxo; Álcool Etílico Foi macerado 2 AAS e levada a balança, 0,098kg, levá-lo a um erlenmeyer com auxílio de uma espátula, ao pesar novamente o peso de 0,246kg. Com uma pipeta suguei 10 ml de álcool e acrescentei com as AAS no erlenmeyer. Deixar descansar por 15 minutos. Pisar 2 AAS e transferir para um becker de 250 ml. Com a seringa sugamos 0,02 ml de extrato de repolho roxo e adicionamos ao pó, foi iniciado uma titulação. Pegamos 0,5 ml da primeira mistura e adicionamos a segunda mistura para observar a reação química. Como resultado ficou com partículas rosadas cristalizadas. Figura 4 - Resultado do procedimento com AAS.. Fontes: Autor próprio, 2024. 2.7 ROTEIRO: 3 AULA: 2 -DETERMINAÇÃO DO TEOR DO CLORETO DO SORO FISIOLÓGICO. Materiais utilizados: Becker; Pipeta Graduada de 10ml; Erlenmeyer; Pipeta Volumétrica; Soro Fisiológico; Água Destilada; Extrato de repolho Roxo; Bicarbonato; Água Filtrada. Dando início ao procedimento utilizamos 0,004g de bicarbonato e transferimos para um Erlenmeyer. Adicionamos 10 ml de água em um erlenmeyer onde continha o bicarbonato dando início ao processo de titulação, que teve duração de 5 minutos, adicionamos 1 ml de extrato de repolho e continuamos com a titulação. Após 16 minutos foi observado que o reagente ocasionou uma alteração na coloração, saindo de uma cor turva para um tom de verde. Realizamos uma nova pesagem do bicarbonato, 1g de bicarbonato, que foi transferido para um erlenmeyer, em seguida adicionamos 10 ml de soro fisiológico, e iniciamos o processo de titulação. Ao se passar 5 minutos de titulação adicionamos 25 ml de água, e prosseguimos com a titulação por mais 5 minutos, acrescentamos por fim 1 ml de extrato de repolho. Foi observado uma coloração esverdeada na mistura. Figura 5 - Resultado do procedimento como soro fisiológico. Fontes: Autor próprio, 2024. Prova do Branco: m.m = massa molar do NaCl Na= 23 Cl= 35,44 23 + 35,44 = 58,44 g/mol m Ag ⁺ . Va ⁺ = m NaCl__ mm NaCl 0,9 . 0,01 = m NaCl _ 58,44 9,9 . 0,01 = m NaCl__ 58,44 m NaCl = 0,52 g v1 = 11 ml - 1 ml v1= 10 ml v2 = 36 ml - 1 ml v2= 35 ml m1 = 0,52 g Prova do branco 1° parte m Ag ⁺ . Vag = m NaCl_ mm NaCL m Ag ⁺ . 10 = 0,52 _ 58,44 m Ag ⁺ . 0,01 = 0,52 _ 58,44 m Ag ⁺ . 0,52 = 0,5844 m Ag⁺ = 1,123846 Prova do branco 2° parte m Ag ⁺ . Vag = m NaCl_ mm NaCL m Ag ⁺ . 35 = 0,52 _ 58,44 m Ag ⁺ . 0,035 = 0,52 _ 58,44 m Ag ⁺ . 0,52 = 2,0454 m Ag⁺ = 3,933461 2.8 ROTEIRO: 4 AULA: 1 Aula não realizada por falta dos materiais necessários. 3 . CONSIDERAÇÕES FINAIS Todos os experimentos que foram realizados buscaram explorar as interações químicas de diferentes substâncias com água, água sanitária, detergente entre outros e o extrato de repolho roxo, além de determinar características físicas como densidade e mudanças de coloração em reações químicas. Cada teste foi projetado para avaliar como diferentes variáveis influenciam reações químicas e propriedades físicas, proporcionando dados relevantes para estudos acadêmicos e práticos. Tive a oportunidade de participar de aulas práticas no laboratório, onde pude aplicar os conhecimentos teóricos adquiridos em sala. Essas experiências se mostraram fundamentais para meu aprendizado, uma vez que proporcionaram uma compreensão aprofundada dos procedimentos e técnicas analíticas. Além disso, a interação com colegas e docentes durante essas atividades facilitou um ambiente colaborativo que fomenta a troca de ideias e a construção do conhecimento. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS SKOOG, D.A; WEST, D.M; HOLLER, F.J.; CROUCH, R.C. Fundamentos da Química Analítica. 8 ed. São Paulo: Thomson, 2007. ZUCCHINI, R.R. Pesagem em química analítica: Correção de Empuxo. Nota Técnica LRM 01/2013. APÊNDICE