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Curso bacharelado em enfermagem élen barbosa de araújo Produção Textual de Prática de Campo fundamentos técnicos de enfermagem luis eduardo magalhães-bahia 2022 6 élen barbosa de araújo Produção Textual de Prática de Campo Produção Textual de Prática de Campo (PTI) apresentado ao Curso de Enfermagem como requisito parcial de aprovação na disciplina: Fundamentos Técnicos de Enfermagem. Preceptor: Lucas Alves Larceda Ruas Polo: Luis Eduardo Magalhães-Bahia Luis Eduardo Magalhães-Bahia 2022 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO .................. ..................................................... .............. ..............4 2 DESENVOLVIMENTO DO CONTEÚDO : APROXIMAÇÃO TEÓRICO - PRÁTIC A ............................ ........................................... ....................... ...... ...... 5 2.1 Procedi m entos realizados ....... ............................................................................5 2.2 Discussão de ca so .......................................... ....................................................6 3 C ONSIDERAÇÕES FINAIS. .................... ..................... ............................. ........7 4 FICHA DE FREQU ÊNCIA........ .................................. ........................................8 5 REFER Ê NCIAS BIBLIOGRÁFICAS ..... ............................................................10 1 INTRODUÇÃO O presente relatório trata se da documentação das práticas de campo obrigatório em enfermagem, cujo foi realizado na unidade de pronto atendimento (UPA), juntamente com o enfermeiro Lucas Alves supervisor do curso, onde vivenciamos de perto a realidade e a rotina hospitalar, desde o acolhimento ao paciente, triagem, consulta médica e os procedimentos se necessário, estivemos a observar as praticas e condutas correlacionadas a fundamentos técnicos de enfermagem, onde pude observar algumas técnicas e procedimentos descritos neste relatório. A unidade é de media complexidade, onde a alta complexidade ambulatorial e hospitalar e do conjunto de serviços de urgência 24 (vinte e quatro) horas não hospitalares da Rede de Atenção às Urgências e Emergências (RUE), em conformidade com a Política Nacional de Atenção às Urgências, onde seu maior objetivo é prestar cuidados de saúde a indivíduos e famílias, através de intervenções específicas ao nível de prevenção, promoção e proteção de saúde. A articulação com os demais serviços de saúde que visam a integralidade da atenção em saúde que implica a adequada coordenação das atividades secundarias, apoio diagnostico, internação e assistência a saúde, como, a administração do fluxo de funcionamento de equipe, o primeiro contato com o paciente desde a de triagem à consulta medica, organização do fluxograma e informações claros dos horários estabelecidos e normativos. Durante a realização da pratica de campo pode ser alcançado uma aprendizagem e ancoragem entre a teoria e a pratica. Para tanto durante esse período o conteúdo não é programático fazendo com o que acha livre aprendizado e expressão de cada estudante. Os casos não escolhidos, eles vão surgindo conforme os atendimentos do local trazendo dessa forma um maior grau de conhecimento para o aluno de enfermagem. A pratica de campo auxilia o estudante a atingir os objetivos, contribuindo também para a aproximação entre a teoria e a prática, a sistematização das atividades propostas, para a criatividade e a livre expressão e para o atendimento às dificuldades particulares de cada estudante. Os casos não são escolhidos previamente, eles são provenientes da experiência prática do profissional ou estudante. No portfólio o estudante documenta, registra e estrutura as ações, as tarefas e a própria aprendizagem por meio de um discurso narrativo, elaborado de forma contínua e reflexiva. . 2 DESENVOLVIMENTO DO CONTEÚDO: APROXIMAÇÃO TEÓRICO-PRÁTICA 2.1 Procedimentos realizados No dia 21 de novembro de 2022 iniciou-se a atividade pratica de campo. O estágio foi feito em 5 dias, dentre eles vários foram os procedimentos observados e realizados. A equipe de estagio contia 6 pessoas, onde ficamos do período das 0:700 às 19:00 horas. No primeiro dia de estágio foi apresentado a Unidade pronto atendimento (UPA), onde foi apresentado toda equipe que trabalha no local o preceptor de campo nos mostrou a unidade e as equipes multidisciplinares onde nos acolheram muito bem, mostraram como são suas rotinas diariamente e como era organizado as etapas de atendimento. Fomos divididos em duplas para acompanhar a rotina dos colaboradores da unidade, tivemos a chance de realizar leitura de prontuário, anamnese, exame físico e evolução do paciente tudo sob a supervisão do preceptor Lucas Alves. Nos períodos de estágio ficamos na sala de triagem, realizamos a consulta de enfermagem, pressão arterial, medicações intramusculares e intra- venosas, fizemos orientações quanto a importância do controle da glicose e pressão arterial relacionados à alimentação e a importância de seguir as orientações médicas e nutricionais, também coletamos dados dos pacientes, bem como sinais vitais, altura e pesagem. Observamos as normas e rotinas da sala de eletrocardiograma, observamos também que todos os exames realizados, eram anotados no livro de exames. Durante esse período de aulas teóricas, foi possível aprender sobre as regras e os cuidados de enfermagem, o que facilitou o período de estágio, pois é neste momento que colocamos em prática o que aprendemos na sala de aula, ou seja, fazemos a correlação da parte teórica com a prática. Esse período também foi muito importante para visualizar muitos procedimentos que até então só eram conhecidos na teoria. Percebe-se que as atribuições do Enfermeiro nas Unidades de Saúde é realizar consultas de enfermagem, solicitar exames complementares, prescrever/transcrever medicações, conforme os protocolos do Ministério da saúde e obrigações legais da profissão, planejar, gerenciar, coordenar, executar e avaliar a Unidade de Saúde da Família (USF), levando em conta as reais necessidades de saúde da população atendida, executar ações de assistência integral a criança, mulher, adolescente, adulto e idoso, supervisionar e executar ações para capacitação dos agentes comunitários de saúde e auxiliares de enfermagem, com vistas ao desempenho de suas funções, entre outros. É também papel do enfermeiro formar grupos educativos em que se reúne todos os profissionais de saúde com o objetivo de assistência a grupos como hipertensos e diabéticos, de saúde da mulher, da saúde da criança, de planejamento familiar, entre outros. 2.2 Discussão de caso A paciente A.V. de L., Homem, 78 anos de idade, chegou na Unidade Básica de Saúde pós-operatório com uma fratura na mão nas regiões do Metacarpos e Capôs da mão, a feito uma cirurgia ortopédica de imobilização dos movimentos da mão, usando pinos. Estes ficaram expostos, para facilitar a retirada dos pinos quando a fratura se consolidar. Nos locais onde foram feitas as incisões dos pinos metálicos na mão, são realizados curativos nestes locais. O paciente aposentado, mora com esposa, em uma casa simples, próximo a unidade, onde se desequilibrou e caiu batendo a mão no chão, vindo a fraturá-la, foi a Unidade Básica de Saúde que a encaminhou para fazer o raio-X e os devidos exames, foi feita cirurgia na mão na região dos ossos Metacarpos colocando pinos para melhor e mais rápida consolidação. Houve também a necessidade de colocar uma tala somente por baixo que estende da mão ao cotovelo, sendo está feita de gesso com algodão ortopédico e fixada com ataduras que são trocadas há cada dois dias, quando feito os curativos. O paciente relatou que tem hipertensão, labirintite e hiperglicemia que são controlados com medicamentos e consultas periódicas a Unidade Básica de Saúde. O paciente idoso segundo o NANDA, está com o “Autocontrole Ineficazda Saúde”, com falha em agir para reduzir fatores de risco, falha em incluir o regime de tratamento à vida diária, sendo ineficaz a assistência social, desigualdade socioeconômica, a impotência devido a idade avançada. Podendo também ser diagnosticada com “Risco de Lesão por Posicionamento Perioperatório”, por fraqueza muscular, desorientação, distúrbio sensorial, acometendo há vulnerabilidade a mudanças físicas, anatômicas inadvertidas em consequência de postura, que pode comprometer a saúde. Segundo o NIC, a intervenções de enfermagem sugeridas para resolução do problema: Aconselhamento, aconselhamento nutricional, apoio à tomada de decisão, apoio emocional, apoio familiar, cuidados circulatórios: Insuficiência venosa, cuidado circulatórias: Insuficiência arterial, cuidados com o local de incisão, identificação de risco e orientação para realidade. 3 CONSIDERAÇÕES FINAIS A pratica em campo evidenciou que a utilização do processo sistematizado de cuidar com as classificações NANDA-I, e NIC fortalecem e enriquecem a prática profissional, pois facilita a comunicação, direciona a assistência e favorece a efetivação e a eficácia do cuidado, garantindo autonomia profissional frente às decisões e intervenções adotadas. Foi de grande honra, tento na questão pessoal quanto a profissional, a experiência dentro da área de campo da (UPA), tendo a chance de contribuir os conhecimentos adquiridos no decorrer dos anos de estudos, portanto de uma equipe muito capacitada e competente, com profissionais disposto a te auxiliar e orientar o máximo que puderem, onde sempre buscam fazer o melhor e o impossível para trazer o bem-estar e comodidade para seus usuários, dispondo um cotidiano com um espirito de equipe e humanizando tanto a parte de atendimento com cada paciente, sempre dando a atenção devida para cada um, orientando e explicando cada duvidas que se possa existir, com relação as suas patologia, quanto com os estagiários os incentivando a praticar a humanização em seus atendimentos, ensinando as técnicas práticas de procedimentos, como abordar um paciente para um cadastramento ou atualização do mesmo, a realização corretas de como são feitos os exames e testes rápidos oferecidos pela instituição os protocolos de saúde tem em vista a importância para um trabalho de qualidade. 4 FICHA DE FREQUÊNCIA 5 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS Diagnósticos de Enfermagem da NANDA: definições e classificação 2018- 2020/ [NANDA Internacional]. 10 ed. Porto Al egre: Artmed, 2018. [16 ] BEZERRA, G; KARLLA A. Classificação das Intervenções de Enfermagem ( NIC ): é uma classificação abrangente e padronizada das intervenções realizadas pelos enfermeiros (Dochterman & Bulechek, 2008). https://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2014/prt0573_11_04_2014.html image3.png image4.png image5.png image6.png image7.png image1.png image2.png