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Clareamento Dental 
· As causas de alteração de cor podem ser: 
· Endógenas: 
· Quaisquer alterações determinadas no período de formação do germe dental
· Dentre as causas endógenas pode-se citar a amelogênese imperfeita, hipoplasia do esmalte, fluorose dental, alterações por tetraciclinas, dentinogênese imperfeita, icterícia ou distúrbios hepáticos porfirismo congênito e eristoblastose fetal.
· Exógenas: 
· ocorridas após a erupção dos dentes.
a) Extrínsecas: 
· As pigmentações extrínsecas são externas localizam-se na coroa dental por impregnação de corantes dos alimentos como café, chá, cigarro. Materiais dentários como o eugenol e o amálgama
b) Intrínsecas: 
· As causas exógenas de caráter intrínseco são alterações que se originam no interior da câmara pulpar como: hemorragia interna após o traumatismo, necrose também após o trauma, calcificação distrófica da polpa, fatores iatrogênicos e utilização de materiais obturadores a base de iodofórmio.
Mecanismo de Ação dos agentes Clareadores 
· O processo básico de clareamento envolve a oxidação: 
· processo químico onde os materiais orgânicos são convertidos em dióxido de carbono e água.
· Os pigmentos são compostos de grandes quantidades de moléculas de carbono. Essas são quebradas e convertidas em compostos intermediários (cadeias menores) que são mais claros. Essa reação química altera o tipo, número e posição relativa dos átomos que compõem essas moléculas. No decorrer do clareamento as cadeias de carbono são transformadas em CO2 e H2O, sendo gradualmente liberados junto com o oxigênio nascente.
· Ponto de saturação: 
· Momento em que ocorre o máximo de clareamento
· A partir dessa etapa os pigmentos não são mais clareados e o agente clareador começa a atuar em outros compostos que apresentam cadeias de carbono, como as proteínas da matriz do esmalte. 
Técnicas de clareamento para dentes vitais
1. Clareamento caseiro supervisionado
· A técnica de clareamento supervisionada pode ser realizada com o peróxido de hidrogênio a 3% e a 22% e com o peróxido de carbamida a 10% e a 15% com carbopol ou sem carbopol
· Carbapol: 
· O carbopol é um polímero carboxipolimetileno 
· Finalidades: 
· espessar o material
· prolongar a 7 liberação de oxigênio, tornando o processo mais lento e melhorar a aderência aos tecidos, evitando o seu extravasamento para a cavidade bucal e sua deglutição.
· Técnicas de clareamento caseiro 
a) Strips e Paint on 
· Peróxido de hidrogênio de 3 a 6% 
· 2 aplicações de 30 min duas vezes por dia 
· Período de duas semanas 
b) Clareamento Caseiro com Moldeira pré carregada 
· Peróxido de hidrogênio de 3 a 16% ou peróxido de carbamida de 10 a 22% 
· 1 aplicação de 1 a 4 horas durante o dia 
· Período mínimo de 2 semanas 
· Protocolo clínico 
· Diagnóstico e planejamento 
· Registro da cor 
· Moldagem 
· Alivio 
· Confecção da moldeira 
· Prova da moldeira no paciente 
· Instrução de uso 
· Controle periódico 
· Clareamento de Consultório 
· Para esta técnica são utilizados produtos com concentrações maiores que usadas na técnica caseira, como o Peróxido de hidrogênio de 20 a 40 % ou Peróxido de Carbamida de 35 a 45%.
· aumenta a probabilidade de ocorrência de sensibilidade pós-clareamento
· Passo a passo para a técnica de consultório
1. Registro da cor inicial ainda com os dentes hidratados; 
2. Profilaxia com pedra pomes e água; 
3. Exposição dos dentes com o auxílio de afastador de lábio e língua; 
4. Aplicação da barreira gengival fotopolimerizável recobrindo de 1 a 2 mm do esmalte cervical e toda área gengival que possa entrar em contato com o gel; 
5. Aplicação do gel; (respeitando as recomendações do fabricante); 
6. Após a atuação do produto, remover o mesmo com o auxílio de uma cânula suctora; 
7. Remoção da barreira gengival com a sonda exploradora; 
8. Lavagem para a remoção total do produto.
Clareamento de Dentes Despolpados 
· O escurecimento de dentes sem vitalidade pulpar apresenta-se, frequentemente, como uma sequela do tratamento endodôntico
· Considerações gerais 
· Quanto tempo após o tratamento endodôntico 
· Tempo de escurecimento e resultados 
· Durabilidade 
· Risco de reabsorção 
· Técnica Imediata 
· O peróxido de hidrogênio é aplicado isoladamente na face vestibular e intracâmara pulpar, sendo ativado pelo emprego de um instrumento aquecido ou fonte de luz que gere calor.
· O aumento de temperatura proporciona maior liberação de oxigênio e aumento da permeabilidade dental, diminuindo o tempo necessário para o clareamento.
· Técnica Mediata 
· Aplicação de curativo intracâmara pulpar
· pasta do pó de perborato de sódio misturado ao peróxido de hidrogênio, por 3 a 5 dias. 
· Pode-se também utilizar o perborato de sódio associado à água destilada, mas nesta forma apresenta menor liberação de oxigênio.
· Técnica Mista 
· Quando durante a primeira sessão do atendimento for observado que o aquecimento do agente clareador não foi suficiente para se conseguir o clareamento desejado, pode-se realizar também o curativo intracâmara pulpar com pasta de peróxido de hidrogênio + perborato de sódio, para continuar o clareamento do dente.
· Desobturação parcial do conduto, em uma distância de 2 a 3 mm abaixo da junção amelocementária.
· Com o intuito de evitar a difusão do gel clareador para os tecidos periodontais, reduzindo os riscos de reabsorção cervical externa, um tampão cervical deve ser realizado, sendo esta uma etapa imprescindível para a realização do clareamento interno.
· Condicionamento interno da câmara pulpar: Aplicação de ácido fosfórico a 37% (15 segundos) e lavagem (30 segundos) para remoção da "smear layer" e aumento da permeabilidade dentinária
· Condicionamento externo (técnicas Imediata e Mista):
· Condicionar a face vestibular para aumentar a permeabilidade do esmalte.
· Não necessário na técnica Mediata.
· Técnica de Clareamento mediata 
· 1º ato: Exame radiográfico da excelência do tratamento endodôntico; 
· 2º ato: Escolha da cor do dente a ser clareado e da cor original dos dentes do paciente; 
· 3º ato: Abertura coronária, remoção do remanescente do teto da câmara pulpar e remoção da dentina cariada, quando houver; 
· 4º ato: Tomada das medidas para realização do “plug”; 
· 5º ato: Isolamento absoluto do campo operatório; 
· 6º ato: Confecção do “plug”de cimento; 
· 7º ato: Condicionamento ácido fosfórico à 37% por 15 segundos e lavagem por 30 segundos, somente na primeira sessão; 
· 8º ato: Curativo intracâmara pulpar (3 a 5 dias) com pasta de perborato de sódio + peróxido de hidrogênio à 30%; 
· 9º ato: Troca de curativo por 1 ou mais sessões (dependendo do caso); 
· 10º ato: Repetição do tratamento semanalmente; 
· 11º ato: Lavagem da câmara pulpar para limpeza do agente clareador; 
· 12º ato: Curativo intracâmara pulpar com pasta do pó de hidróxido de cálcio mais água destilada ou soro fisiológico, por 7 dias, e fechamento provisório da câmara pulpar; 
· 13º ato: Remoção e limpeza da pasta de hidróxido de cálcio, restauração final.
· Técnica de Clareamento Imediato 
· 1º ato: Exame radiográfico da excelência do tratamento endodôntico; 
· 2º ato: Escolha da cor do dente a ser clareado e da cor original da cor dos dentes do paciente; 
· 3º ato: Abertura coronária, remoção do remanescente do teto da câmara pulpar e remoção de dentina cariada, quando houver; 
· 4º ato: Tomada das medidas para realização do “plug”; 
· 5º ato: Isolamento absoluto do campo operatório; 
· 6º ato: Confecção e ajuste do “plug’de cimento; 
· 7º ato: Condicionamento ácido fosfórico à 37% por 15 segundos e lavagem por 30 segundos de toda a câmara pulpar e face vestibular do dente a ser clareado, somente na primeira sessão; 
· 8º ato: Aplicação, na câmara pulpar e face vestibular, do peróxido de hidrogênio à 30% + fonte de calor, temperatura de 50ºC a 60ºC por 10 a 15 minutos, intracâmara pulpar e na face vestibular; 
· 9º ato: Restauração provisória; 
· 10º ato: Repetição do tratamento semanalmente, quando necessário; 
· 11º ato: Lavagem da câmara pulpar para limpeza do agente clareador; 
· 12º ato: Curativointracâmara pulpar com pasta de hidróxido de cálcio, por 7 dias, e fechamento provisório da câmara pulpar. 
· 13º ato: Restauração final com ionômero e resina composta.
· Clareamento e Reabsorção Externa radicular 
· A técnica pode desnaturar a dentina exposta na linha cervical.
· Em cerca de 10% dos dentes, há ausência de união entre esmalte e cemento, deixando a dentina desprotegida.
· Efeitos do peróxido de hidrogênio:
· Extravasamento ao nível cervical reduz o pH local.
· Desnaturação da dentina torna-a imunologicamente diferente, sujeita à ação dos osteoclastos.
· Influência da junção cemento-esmalte:
· Tipo “gap” (dentina exposta) apresenta maior permeabilidade, aumentando o risco de extravasamento do agente clareador.
· Junção inadequada amplifica os riscos associados ao clareamento.
Remoção de manchas do esmalte dental pela técnica da microabasão.
· O elemento dental pode apresentar manchas ou irregularidades na superfície do esmalte, assim como coloração indesejada no tecido dentinário, condições clínicas que podem ferir de forma significativa a estética
· Essa técnica, denominada de microabrasão do esmalte dental, é capaz de proporcionar a obtenção de resultados permanentes e uma perda insignificante de tecido dental, podendo ser realizada com o emprego de diferentes abrasivos associados a soluções ácidas
· A técnica da microabrasão do esmalte dental corresponde a uma técnica eficaz para a remoção de irregularidades superficiais e de manchas intrínsecas, desde que localizadas nas camadas superficiais do esmalte dental
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