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HOMEOPATIA: TINTURA-MÃE E PREPARAÇÃO DE FORMA FARMACÊUTICA BÁSICA Prof. Ana Paula Abreu FORMAS FARMACÊUTICAS Forma Farmacêutica Básica: Preparação que constitui o ponto inicial para a obtenção das formas farmacêuticas derivadas. a. Tintura Mãe: preparação líquida, resultante da ação dissolvente e/ou extrativa de um insumo inerte hidroalcóoloco sobre uma determinada droga. É identificada pelo nome da planta ou animal com a sigla TM. Forma Farmacêutica Derivada: Preparação oriunda da forma farmacêutica básica ou a própria droga, representando desconcentrações obtidas através de dinamizações. Forma Farmacêutica de Dispensação de Uso Interno Forma Farmacêutica de Dispensação de Uso Externo FORMAS FARMACÊUTICAS USO INTERNO • Formas Líquidas - Dose única líquida e preparações em gotas • Formas Sólidas - Glóbulos, pós e tabletes USO EXTERNO • Formas líquidas - Linimentos, Preparações nasais, oftálmicas e otológicas • Formas Sólidas - pós medicinais e supositórios • Forma semi-sólida - cremes, géis, géis-cremes e pomadas FORMAS FARMACÊUTICAS TINTURA-MÃE O que é uma tintura-mãe??? É o resultado da ação extrativa e/ou dissolvente, por contato íntimo e prolongado, de um insumo inerte hidroalcoólico ou hidroglicerinado sobre determinada droga vegetal ou animal, fresca ou dessecada, por meio dos processos de maceração ou percolação. É entendida como uma forma farmacêutica básica, ou seja, é o ponto de partida para a manipulação de formas farmacêuticas derivadas. Simbologia: TM ou ø TINTURA-MÃE Droga vegetal ou animal Forma Farmacêutica básica Forma farmacêutica derivada PROCESSOS DE OBTENÇÃO DE TINTURAS MÃE Maceração: Deixar a droga em contato com o veículo extrator, sob agitação, por em período de tempo. Percolação: Esgotamento da droga pelo líquido extrator através da pressão hidrostática e capilaridade (Uso do percolador). Expressão: eficaz segundo Hahnemann. Consiste em reduzir os fármacos em pequenos pedaços até formar uma pasta fina. Esta é envolta por um pano de linho novo e prensada até obter o suco, que é misturado ao álcool e depois filtrado (Organon). Não utilizada, por não ser padronizada na Farmacopeia. Droga: Vegetal fresco ou dessecado Parte empregada: Vegetal inteiro, parte ou secreção Insumo inerte: etanol em diferentes graduações em função do resíduo sólido da droga utilizada na preparação. Relação resíduo sólido/volume final da TM: 1:10 (p/v) (10%). A preparação alcoólica deverá estar especificada na monografia. De modo geral, deverá obedecer a seguinte orientação: PREPARAÇÃO DA TM DE ORIGEM VEGETAL RESÍDUO SÓLIDO TEOR HIDROALCOÓLICO Até 29% Usar etanol a 90%(p/p) Entre 30 e 39% Usar etanol a 80%(p/p) Igual ou acima de 40% Usar etanol a 70%(p/p) PREPARAÇÃO DA TM A PARTIR DE VEGETAL FRESCO As TMs de Vegetal Fresco: exclusivamente por maceração. Para a preparação da tintura-mãe, é necessária a determinação do resíduo sólido do vegetal fresco. Com esse valor, pode-se calcular o volume total da tintura-mãe a ser obtido, assim como o volume e o teor de etanol a ser adicionado. Em seguida, pode- se iniciar o processo extrativo. Determinação do resíduo sólido de vegetal fresco: Tomar uma amostra de peso definido de vegetal fresco Fracioná-la em fragmentos suficientemente reduzidos Deixando-a em estufa à temperatura entre 100 °C e 105 °C, até peso constante, salvo quando houver outra especificação na monografia. Calcular a porcentagem do resíduo sólido na amostra. Calcular o peso total do resíduo sólido contido no vegetal fresco. Para se calcular o volume final de tintura-mãe a ser obtido, multiplicar o valor do resíduo sólido contido no vegetal fresco por dez (10). O volume do líquido extrator a ser adicionado será equivalente ao volume final de tintura-mãe a ser obtido subtraído do volume de água contido no vegetal fresco. A graduação alcoólica final do líquido extrator deve ser a especificada na monografia e resultante da mistura alcoólica acrescida do teor de água contido na planta. PREPARAÇÃO DA TM A PARTIR DE VEGETAL FRESCO – Resíduo Sólido RESÍDUO SÓLIDO TEOR HIDROALCOÓLICO Até 29% Usar etanol a 90%(p/p) Entre 30 e 39% Usar etanol a 80%(p/p) Igual ou acima de 40% Usar etanol a 70%(p/p) Exemplo 1: Vegetal fresco = 1000 g. Resíduo sólido = 20%. Resíduo sólido total do vegetal = 200 g. Quantidade de água contida no vegetal = 800 mL. Teor alcoólico do líquido extrator a ser utilizado = 90% (v/v). Volume de tintura-mãe a ser obtida = 2000 mL (10 vezes o resíduo sólido total). Volume de álcool 90% (v/v) a ser adicionado: 2000 mL – 800 mL = 1200 mL. Relação resíduo sólido/volume final da TM 1:10 (p/v) (10%). PREPARAÇÃO DA TM A PARTIR DE VEGETAL FRESCO – Resíduo Sólido RESÍDUO SÓLIDO TEOR HIDROALCOÓLICO Até 29% Usar etanol a 90%(p/p) Entre 30 e 39% Usar etanol a 80%(p/p) Igual ou acima de 40% Usar etanol a 70%(p/p) Exemplo 2: Vegetal fresco = 1000 g. Resíduo sólido = 32%. Resíduo sólido total do vegetal = 320 g. Quantidade de água contida no vegetal = 680 mL. Teor alcoólico do líquido extrator a ser utilizado = 80% (v/v). Volume de tintura-mãe a ser obtida = 3200 mL (10 vezes o resíduo sólido total). Volume de etanol 80% a ser adicionado: 3200 mL – 680 mL = 2520 mL. Relação resíduo sólido/volume final da TM 1:10 (p/v) (10%). PREPARAÇÃO DA TM A PARTIR DE VEGETAL FRESCO – Resíduo Sólido RESÍDUO SÓLIDO TEOR HIDROALCOÓLICO Até 29% Usar etanol a 90%(p/p) Entre 30 e 39% Usar etanol a 80%(p/p) Igual ou acima de 40% Usar etanol a 70%(p/p) Processo de Maceração ( Segundo Farmacopeia Homeopática Brasileira 3ªed): Deixar o vegetal fresco, devidamente dividido, por pelo menos 15 dias, em contato com o volume total do líquido extrator apropriado descrito na respectiva monografia, em ambiente protegido da ação direta de luz e calor, agitando o recipiente diariamente. A seguir, filtrar e guardar o filtrado. Prensar o resíduo, filtrar e juntar o líquido resultante dessa operação àquele anteriormente filtrado. Deixar em repouso por 48 horas, filtrar e armazenar adequadamente. Conservação: Recipiente de vidro âmbar, bem fechado, protegido do calor e luz direta. PREPARAÇÃO DA TM A PARTIR DE VEGETAL FRESCO – MACERAÇÃO PREPARAÇÃO DE TINTURA-MÃE A PARTIR DE PLANTAS SECAS Maceração Percolação. PREPARAÇÃO DE TINTURA-MÃE A PARTIR DE PLANTAS SECAS Maceração: Consiste em deixar o vegetal dessecado, devidamente dividido, por pelo menos 15 dias, em contato com o volume total do líquido extrator apropriado descrito na respectiva monografia, em ambiente protegido da ação direta de luz e calor, agitando o recipiente diariamente. A seguir, filtrar e guardar o filtrado. Prensar o resíduo, filtrar e juntar o líquido resultante dessa operação àquele anteriormente filtrado. Deixar em repouso por 48 horas, filtrar e armazenar adequadamente. Embalagem e Armazenamento: Recipiente de vidro âmbar, bem fechado, protegido do calor e da luz direta. PREPARAÇÃO DE TINTURA-MÃE A PARTIR DE PLANTAS SECAS Percolação: Consiste em colocar a droga vegetal dessecada, finamente dividida e tamisada (tamis 40 ou 60) Adicionar, em recipiente adequado e bem vedado, o líquido extrator em quantidade suficiente para umedecer o pó (20% do peso da droga). Deixar em contato por 4 horas. Transferir cuidadosamente para percolador de capacidade ideal, de forma a se evitar a formação de canais preferenciais para o escoamento do solvente. Colocar volume suficiente de líquido extrator para cobrir toda a droga e para a obtenção da quantidade almejada de tintura-mãe. Deixar em contato por 24 horas. Percolar à velocidade de oito gotas por minuto para cada 100 g da droga, repondo o solvente de forma a manter a droga imersa, até se obter o volume previsto de tintura-mãe. Deixar em repouso por 48 horas, filtrar e armazenar adequadamente. Embalagem e Armazenamento: Recipiente de vidro âmbar, bem fechado, protegido do calor e da luz direta. Droga: animal vivo, recém sacrificado ou dessecado. Parte empregada: animal inteiro, parte ou secreção. Líquido extrator: etanol (65% a 70% (v/v)), mistura de etanol, água e glicerina (1:1:1), mistura de água e glicerina (1:1), mistura de etanol e glicerina (1:1) ou outro qualquer especificado na respectiva monografia. Relação droga/líquido extrator: 1:20 (p/v) (5%). PREPARAÇÃO DA TM DE ORIGEM ANIMAL Processo: maceração. Deixar a droga animal convenientemente fragmentada ou não, de acordo com a respectiva monografia, em contato com volume do líquido extrator equivalente ao volume final da tintura-mãe, em ambiente protegido da ação direta de luz e calor, agitando o recipiente diariamente. Deixar em contato por pelo menos 15 dias quando o líquido extrator for alcoólico e por pelo menos 20 dias quando o líquido extrator for glicerinado. Filtrar sem promover a expressão. Deixar em repouso por 48 horas, filtrar e armazenar adequadamente. Embalagem e Armazenamento: Recipiente de vidro âmbar, bem fechado, protegido do calor e da luz direta. PREPARAÇÃO DA TM DE ORIGEM ANIMAL ALLIUM CEPA Allium cepa (L.) – LILIACEAE SINONÍMIA HOMEOPÁTICA : Cepa. PARTE EMPREGADA : Bulbo fresco. DESCRIÇÃO DA PLANTA : Allium cepa L. é uma planta bulbosa com hastes eretas, côncavas e dilatadas na base, com folhas verdes, compridas e fistulosas. As flores são esbranquiçadas, esverdeadas ou róseas, agrupadas em umbelas arredondadas dispostas na extremidade da haste, apresentando de duas a quatro brácteas curtas. O fruto é cápsula pequena. DESCRIÇÃO DA DROGA: O bulbo, geralmente redondo e achatado, de diâmetro variável. É recoberto de escamas finas de cor pálida, esbranquiçadas, amarelas ou avermelhadas, segundo a variedade, envolvendo camadas sucessivas, internas, esbranquiçadas, espessas, suculentas e com odor característico. ALLIUM CEPA PREPARAÇÃO DA TINTURA-MÃE : Proceder conforme descrito em Preparação de Tinturas-mãe a partir de plantas frescas. A tintura-mãe de Allium cepa é preparada por maceração ou percolação, de forma que o teor alcoólico durante e ao final da extração seja de 65% (v/v) a partir do bulbo fresco de Allium cepa L segundo a técnica geral de preparação de tintura-mãe. CARACTERÍSTICAS DA TINTURA-MÃE : Líquido de cor amarelada, mais ou menos intensa ou ligeiramente avermelhada, de odor e sabor característicos. EXERCÍCIO Para fazer uma Tintura-mãe a partir de 1000g de planta fresca, foi verificado um resíduo sólido de 35%. Determine: Resíduo total do vegetal, Título etanólico do líquido extrator e volume a ser utilizado, Volume de tintura mãe final. (1:10) Rs= 1000g x 35% = 350g Vagua= 1000 – 350= 650ml Vtm = Rs x10= 350 x 10= 3500ml Valc = Vtm – Vagua= 3500-650 = RESÍDUO SÓLIDO TEOR HIDROALCOÓLICO Até 29% Usar etanol a 90%(p/p) Entre 30 e 39% Usar etanol a 80%(p/p) Igual ou acima de 40% Usar etanol a 70%(p/p) EXERCÍCIO Para fazer uma Tintura-mãe a partir de 1000g de planta fresca, foi verificado um resíduo sólido de 35%. Determine: Resíduo total do vegetal, Título etanólico do líquido extrator e volume a ser utilizado, Volume de tintura mãe final Vegetal fresco = 1000 g. Resíduo sólido = 35%. Resíduo sólido total do vegetal = 350 g. Quantidade de água contida no vegetal = 1000 – 350 = 650 mL de água. Teor alcoólico do líquido extrator a ser utilizado = 80% Volume de tintura-mãe a ser obtida = 3500 mL (10 vezes o resíduo sólido total). Volume de etanol 80% a ser adicionado: 3500 mL – 650 mL = 2850 mL. RESÍDUO SÓLIDO TEOR HIDROALCOÓLICO Até 29% Usar etanol a 90%(p/p) Entre 30 e 39% Usar etanol a 80%(p/p) Igual ou acima de 40% Usar etanol a 70%(p/p) INSUMOS Insumo ativo: droga ou fármaco que é o ponto de partida para a preparação de medicamento. Ex. TM Thuya Insumo inerte: é o veículo ou excipiente, uma substância complementar de qualquer natureza, sem propriedades Farmacológicas ou terapêuticas, utilizado na homeopatia para realizar diluições, incorporar as dinamizações e extrair princípios ativos na elaboração de tinturas. Ex. Álcool, água, sacarose, lactose, glóbulo... INSUMO INERTE – ÁLCOOL E GRADUAÇÕES ÁLCOOL Etanol a 5% (v/v) - insumo inerte na dispensação de doses únicas líquidas Etanol a 20% (v/v) - empregado na dissolução do terceiro triturado (3CH trituração) na preparação da escala cinquenta milesimal Etanol a 30% (v/v) – utilizado na dispensação de medicamento homeopático na forma gotas Etanol a 77% (v/v) – dinamizações intermediárias Etanol igual ou superior a 77% (v/v) – utilizado nas preparações que serão impregnar a lactose, glóbulos, comprimidos e tabletes Etanol a 96% (v/v) – empregadas nas dinamizações na escala cinquenta milesimal. ÁLCOOL Critério volumétrico v/v (volume do álcool por volume de água empregados) Critério ponderal p/p (peso de álcool por peso de água empregados) 77°GL (v/v) = 70%(p/p) (segundo 3ªed da Farmacopeia homeopática brasileira Alcoômetro = é o densímetro que determina o grau alcoólico das misturas etanol e água (v/v). Unidade de medida = grau Gay-Lussac (GL =%volume) INSUMO INERTE – ÁLCOOL E GRADUAÇÕES Para realizar a diluição: 𝐶𝑖 𝑋 𝑉𝑖 = 𝐶𝑓 𝑋 𝑉𝑓 Em que: 𝐶𝑖 - concentração inicial (%v/v) 𝑉𝑖 - volume inicial (ml) 𝐶𝑓 - concentração final (%v/v) 𝑉𝑓 - volume final (ml) INSUMO INERTE - ÁLCOOL E GRADUAÇÕES % ALCOOLICA Exemplo 1: Para obter 1litro de etanol a 77% (v/v) a partir de etanol 96% (v/v) 𝐶𝑖 𝑋 𝑉𝑖 = 𝐶𝑓 𝑋 𝑉𝑓 96%(v/v) X 𝑉𝑖 = 77% (v/v) X 1000 ml 𝑉𝑖 = 802,08ml de etanol a 96% (v/v) Então, 1000ml - 802,08ml de etanol = 197,92 ml de água purificada INSUMO INERTE - ÁLCOOL E GRADUAÇÕES % ALCOOLICA f ATIVIDADE EXERCÍCIO (ATIVIDADE 1000 PONTOS) Para prepararmos 1000ml de etanol 50%, sendo o ponto de partida um etanol a 96%. Quanto de álcool e de água purificada será necessária. Para prepararmos 1000ml de etanol 30%, sendo o ponto de partida um etanol a 96%. Quanto de álcool e de água purificada será necessária. DESCRIÇÃO DA SITUAÇÃO-PROBLEMA Marcos, um atendente de farmácia recém-contratado, recebeu uma prescrição e verificou a identificação do paciente, médico e data do receituário, mas ao ler a composição do medicamento, ficou com dúvidas sobre as informações contidas. Segue a receita: Aloe vera 1CH........10% Gel base .....qsp.....100 g Devido a seu pouco treinamento e falta de experiência no cargo que ocupa, Marcos reconhece o princípio ativo, pois trata-se de uma droga vegetal, mas não compreende as demais informações e logo lhe surgiram algumas dúvidas. Assim, Marcos procura o farmacêutico responsável para tirar suas dúvidas de como preparar o medicamento. Quais seriam as orientações a serem passadas para Marcos pelo farmacêutico? QUESTÕES 1. A origem dos medicamentos homeopáticos é dada pelo insumo ativo empregado. Espécies vegetais, animais, minerais, microrganismos, alérgenos e secreções servem de ativos em homeopatia, desde que foi testada incialmente em indivíduos sadios. Dada as afirmativas abaixo, assinale a alternativa correta quanto à origem dos medicamentos homeopáticos. a) Sarcódios são insumos ativos obtidos do próprio paciente e só a ele destinado. b) Nosódios são insumos ativos preparados com base em secreções normais provenientes de animais e vegetais. c) A tintura-mãe é uma forma farmacêutica básica obtida somente a partir das plantas. d) Bioterápicos são medicamentos preparados de acordo com a farmacotécnica homeopática a partir de produtos biológicos, quimicamente indefinidos, como secreções, excreções, tecidos e órgãos patológicos ou não, bem comoprodutos de origem microbiana e alérgenos. e) Heteroisoterápicos são produtos cujo insumo ativo é obtido do próprio paciente. 2. OS MEDICAMENTOS HOMEOPÁTICOS SÃO FORMADOS POR INSUMOS ATIVOS E INSUMO INERTES PARA PREPARO DE UMA FORMA FARMACÊUTICA E, ASSIM, CONSTITUIR UMA FORMA DE ADMINISTRAÇÃO. QUANTO AO PROCESSO DE CONFECÇÃO DOS MEDICAMENTOS HOMEOPÁTICOS E SUAS DINAMIZAÇÕES, ASSINALE A ALTERNATIVA CORRETA. a) As escalas desenvolvidas por Hahnemann estabelecem quantas vezes deve-se diluir os insumos ativos. b) A potência determina a proporção de insumo ativo e insumo inerte empregada na diluição. c) A preparação da primeira dinamização do método da escala centesimal hahnemanniana (1CH) prevê o uso de uma parte da droga com 100 partes de água ou álcool. d) A dinamização foi concebida para ter maior capacidade de atuação no organismo doente, intensificando os sintomas para melhor resposta orgânica. e) O ponto de partida sempre deverá ser a partir de uma matriz. 3. A ORIGEM DOS MEDICAMENTOS HOMEOPÁTICOS É DADA PELO INSUMO ATIVO EMPREGADO. AS PRINCIPAIS ORIGENS SÃO VEGETAIS, ANIMAIS E MINERAIS. ASSOCIE CORRETAMENTE OS NÚMEROS DOS ATIVOS HOMEOPÁTICOS ÀS LETRAS DO REINO DE ORIGEM. 1. Coccus cacti 2. Berberis vulgaris 3. Bufo rana 4. Staphysagria 5. Asa foetida 6. Calcarea carbonica 7. Natrum muriaticum 8. Lac caninum 9. Veratrum album 10. Arsenicum album A. Reino vegetal B. Reino animal C. Reino mineral Assinale a alternativa que aponte a associação correta. a) 1A – 2A – 3B – 4A – 5A – 6C – 7C – 8B – 9C – 10C. b) 1C – 2A – 3B – 4C – 5A – 6B – 7C – 8B – 9C – 10C. c) 1A – 2A – 3B – 4A – 5B – 6C – 7C – 8B – 9C – 10C. d) 1B – 2A – 3A – 4A – 5B – 6B – 7C – 8B – 9A – 10C. e) 1B – 2A – 3B – 4A – 5A – 6B – 7C – 8B – 9A – 10C. A alternativa correta estabelece: 1. Coccus cacti - animal 2. Berberis vulgaris - vegetal 3. Bufo rana - animal 4. Staphysagria - vegetal 5. Asa foetida - vegetal 6. Calcarea carbonica - animal 7. Natrum muriaticum - mineral 8. Lac caninum - animal 9. Veratrum album - vegetal 10. Arsenicum album – mineral 4. OS VEÍCULOS/EXCIPIENTES EXCLUSIVOS PARA USO EM MANIPULAÇÃO HOMEOPÁTICA DEVEM SER ANALISADOS PARA GARANTIR A QUALIDADE DO MEDICAMENTO. ASSINALE A ALTERNATIVA CORRETA QUANTO AO CONTROLE DE QUALIDADE DE MEDICAMENTOS HOMEOPÁTICOS. a) Os medicamentos homeopáticos estão isentos de análise de qualidade, uma vez que são muito diluídos, não há determinação de teor. b) O controle de qualidade em farmácias é realizado apenas pelo arquivamento dos laudos emitidos pelos fornecedores de matérias-primas. c) Os medicamentos homeopáticos devem ser analisados quanto aos aspectos físico-químicos e microbiológicos. d) Não é necessário executar qualquer análise de qualidade, desde que isso seja mencionado no manual de boas práticas de manipulação. e) As vidrarias, uma vez calibradas, não é necessário realizar o procedimento periodicamente. 5. EQUIPAMENTO QUE IMITA O MOVIMENTO DE SUCUSSÕES MECANICAMENTE, REDUZINDO O ESFORÇO HUMANO, PADRONIZANDO A QUANTIDADE DE SUCUSSÕES E O RITMO DAS BATIDAS. A DEFINIÇÃO SE REFERE À QUE EQUIPAMENTO? a) Braço mecânico. b) Estufa. c) Repipetador. d) Balança analítica. e) Tableteiro. CONSIDERAÇÕES FINAIS Slide 1: HOMEOPATIA: Tintura-mãe e Preparação de Forma farmacêutica Básica Slide 2: FORMAS FARMACÊUTICAS Slide 3: FORMAS FARMACÊUTICAS Slide 4: FORMAS FARMACÊUTICAS Slide 5: TINTURA-MÃE Slide 6: TINTURA-MÃE Slide 7: PROCESSOS DE OBTENÇÃO DE TINTURAS MÃE Slide 8: PREPARAÇÃO DA TM DE ORIGEM VEGETAL Slide 9: PREPARAÇÃO DA TM A PARTIR DE VEGETAL FRESCO Slide 10: PREPARAÇÃO DA TM A PARTIR DE VEGETAL FRESCO – Resíduo Sólido Slide 11: PREPARAÇÃO DA TM A PARTIR DE VEGETAL FRESCO – Resíduo Sólido Slide 12: PREPARAÇÃO DA TM A PARTIR DE VEGETAL FRESCO – Resíduo Sólido Slide 13: PREPARAÇÃO DA TM A PARTIR DE VEGETAL FRESCO – MACERAÇÃO Slide 14: PREPARAÇÃO DE TINTURA-MÃE A PARTIR DE PLANTAS SECAS Slide 15: PREPARAÇÃO DE TINTURA-MÃE A PARTIR DE PLANTAS SECAS Slide 16: PREPARAÇÃO DE TINTURA-MÃE A PARTIR DE PLANTAS SECAS Slide 17: PREPARAÇÃO DA TM DE ORIGEM ANIMAL Slide 18: PREPARAÇÃO DA TM DE ORIGEM ANIMAL Slide 19: ALLIUM CEPA Slide 20: ALLIUM CEPA Slide 21: EXERCÍCIO Slide 22: EXERCÍCIO Slide 23: INSUMOS Slide 24: INSUMO INERTE – Álcool e Graduações Slide 25: INSUMO INERTE – Álcool e Graduações Slide 26 Slide 27: INSUMO INERTE - Álcool e Graduações Slide 28: % ALCOOLICA Slide 29 Slide 30: INSUMO INERTE - Álcool e Graduações Slide 31: % ALCOOLICA Slide 32: Atividade Slide 33: EXERCÍCIO (Atividade 1000 pontos) Slide 34 Slide 35: Descrição da situação-problema Slide 36: QUESTÕES Slide 37: 2. Os medicamentos homeopáticos são formados por insumos ativos e insumo inertes para preparo de uma forma farmacêutica e, assim, constituir uma forma de administração. Quanto ao processo de confecção dos medicamentos homeopáticos e suas dinamiz Slide 38: 3. A origem dos medicamentos homeopáticos é dada pelo insumo ativo empregado. As principais origens são vegetais, animais e minerais. Associe corretamente os números dos ativos homeopáticos às letras do reino de origem. Slide 39 Slide 40: 4. Os veículos/excipientes exclusivos para uso em manipulação homeopática devem ser analisados para garantir a qualidade do medicamento. Assinale a alternativa correta quanto ao controle de qualidade de medicamentos homeopáticos. Slide 41: 5. Equipamento que imita o movimento de sucussões mecanicamente, reduzindo o esforço humano, padronizando a quantidade de sucussões e o ritmo das batidas. A definição se refere à que equipamento? Slide 42: Considerações finais