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SP 1.1 – Tá quente... Problemas · Hipertensa · Diabética · Automedicação · Queimadura de 2º grau · Contusão no ombro direita Hipóteses · Medicação equivocada e dosagem excessiva · Prejuízo da cicatrização pela DM e HAS · O inchaço é causado pelo processo inflamatório ocasionado pela batida · Diferentes tipos de dor, com diferentes receptores Questões de aprendizagem 1. Diferencie dor aguda e crônica. Dor aguda: é aquela provocada por danos aos tecidos do corpo e pela ativação de estímulos nociceptivos no sítio de danos tecidual. Geralmente, é de curta duração e tende a apresentar resolução quando o processo patológico subjacente é resolvido. A dor aguda é autolimitada que dura menos de 6 meses. Dor crônica: é aquela que persiste por mais tempo do que se poderia razoavelmente esperar após um evento causador. Além disso, é mantida por fatores patológica e fisicamente distantes da causa originária. Os fatores biológicos que influenciam a dor cônica incluem mecanismos periféricos, periféricos-centrais e centrais. · Mecanismos periféricos: resultam da estimulação persistente de nociceptores e, em sua maioria, estão envolvidos com distúrbios crônicos musculoesqueléticos, viscerais e vasculares. · Mecanismos periféricos-centrais: estão relacionados com o funcionamento anormal de áreas centrais e periféricas do sistema somatossensorial, como o resultante da perda parcial ou total das vias descendentes inibidores ou da descarga espontânea de fibras regeneradas. Pro exemplo, causalgia, dor do membro fantasma e neuralgia pós-herpética. · Mecanismos centrais: estão associados a doenças ou lesões do sistema nervoso central e se caracterizam pela manifestação de ardor, dor, hiperalgia, disestesia e outras sensações anormais. Por exemplo, lesões no tálamo (dor talâmica), lesão na medula espinal, interrupção cirúrgica de vias de dor e esclerose múltipla. RESUMO Aguda: curta duração, causada por lesão recente, forte e bem localizada, passa após a cura e ativa sistema nervoso de simpático. Crônica: longa duração, causada por doenças subjacentes, nem sempre passa após a cura. Fisiopatologia. Sheila C. Grossman, Carol Matsson Porth – 9ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2016. 2. Quais são os tipos de dores? Dor nociceptiva: é aquela originada por dano tecidual potencial (possível) ou real. Nesse tipo de dor é possível correlacionar a dor com o estímulo desencadeante. Ocorre por meio da ativação ou sensibilização de nociceptores (fibras A-delta e C) na periferia, que transduzem estímulos nocivos em impulso eletroquímico. Esses impulsos são então transmitidos à medula espinhal e aos centros rostrais superiores do sistema nervoso central. Dor neuropática: dor causada por lesão ou doença do sistema nervoso somatossensorial. Geralmente aguda e ardente, se origina por alterações na via nervosa que leva a informação nociceptiva ao sistema nervoso central (SNC) ou por alterações neuronais no próprio SNC, portanto pode envolver o sistema periférico ou central. Pode ter se originado ou não por dano tecidual anterior e dos efeitos do processo inflamatório decorrente à lesão. Nestes casos, mesmo que a lesão tecidual tenha sido resolvida, a dor continua. A dor neuropática manifesta-se de várias formas, como sensação de queimação, peso, agulhadas, ferroadas ou choques, podendo ou não ser acompanhada de "formigamento" ou "adormecimento" (sensações chamadas de "parestesias") de uma determinada parte do corpo. Exemplos: Neuropatia diabética, neuralgia do nervo trigêmeo, neuralgia pós-herpética, outras neuropatias periféricas, entre outras. RESUMO Nociceptiva: ativação de nociceptores devido a uma lesão tecidual. Neuropática: lesão/ doença do sistema nervoso somatossensorial. Nociplástica: processamento anormal da dor. Desregulação neuronal persistente. Inflamatória: lesão causa por ativação dos mediadores inflamatória. Psicogênica: causada por fatores psicológica e emocionais. Manual de avaliação e tratamento da dor / Mauro Araújo (Org.). – Belém: EDUEPA, 2020. Disponível em: https://paginas.uepa.br/eduepa/wp-content/uploads/2021/01/manual_dor.pdf 3. Fisiopatologia da dor (receptores, vias e interpretação). Nociceptores · Mecânicos – percepção mecânica · Térmicos – percepção térmica · Polimodais – percepção mecânicas, térmicas ou químicas · Silenciosos ou dormentes – insensíveis a estímulos mecânicos e térmicos, mas sensíveis a estímulos químicos como, por exemplo, mediadores da inflamação. (mais encontrados em vísceras). Etapas 1. Transdução: impulso doloroso é recebido pelos nociceptores e transformado em potencial de ação. * Os nociceptores possuem alto limiar, ou seja, é necessário um estímulo forte para que os canais (mecânicos, térmicos e químicos) sejam abertos. 2. Transmissão: Impulso é conduzido até coluna posterior medula espinal, onde fará sinapse com o segundo neurônio. As fibras dos neurônios sensoriais primários podem ser de dois tipos: · Fibras A delta: mielinizadas de pequeno diâmetro (rápidas). Fibras de nociceptores mecânicos e térmicos. Dor primária e rápida (aguda). Dor localizada. · Fibras C: desmielinizadas de pequeno diâmetro (lentas). Fibras de nociceptores térmicos Polimodais e silenciosos. Dor secundária e lenta (crônica). Dor mal localizada. 3. Condução: o segundo neurônio cruzará a linha média e por meio da via anterolateral chegará até o tálamo, onde fará sinapse com terceiro neurônio. 4. interpretação: o terceiro neurônio (no tálamo) levara a informação até o córtex cerebral (área somatossensorial primária). Resumo Por conseguinte, a informação detectada pelos nociceptores irá ser conduzida até o corno dorsal da medula (se for um estímulo no corpo) ou no tronco encefálico (se for um estímulo na face). Então, ao entrar no sistema nervoso central, essa informação vai estimular um segundo neurônio que cruza a linha média e ascende até o tálamo por uma porção da medula que chamamos de via anterolateral. Ao chegar no tálamo, o segundo neurônio estimulará o terceiro neurônio dessa via, que vai levar a informação até o córtex cerebral (área somatossensorial primária). https://edisciplinas.usp.br/pluginfile.php/5151087/mod_resource/content/1/FisiopatologiadaDor.pdf 4.Descreva o processo de cicatrização tecidual. Fase Inflamatória Esta fase se inicia imediatamente após a lesão, com a liberação de substâncias vasoconstritoras, principalmente tromboxana A2 e prostaglandinas, pelas membranas celulares. O endotélio lesado e as plaquetas estimulam a cascata da coagulação. As plaquetas têm papel fundamental na cicatrização. Visando a hemostasia, essa cascata é iniciada e grânulos são liberados das plaquetas, as quais contêm fator de crescimento de transformação beta - TGF-β (e fator de crescimento derivado das plaquetas [PDGF], fator de crescimento derivado dos fibroblastos [FGF], fator de crescimento epidérmico [EGF], prostaglandinas e tromboxanas), que atraem neutrófilos à ferida. Os macrófagos migram para a ferida após 48 - 96 horas da lesão, e são as principais células antes dos fibroblastos migrarem e iniciarem a replicação. Têm papel fundamental no término do desbridamento iniciado pelos neutrófilos e sua maior contribuição é a secreção de citocinas e fatores de crescimento, além de contribuírem na angiogênese, fibroplasia e síntese de matriz extracelular, fundamentais para a transição para a fase proliferativa. Fase proliferativa A fase proliferativa é constituída por quatro etapas fundamentais: epitelização, angiogênese, formação de tecido de granulação e deposição de colágeno. A epitelização ocorre precocemente. Se a membrana basal estiver intacta, as células epiteliais migram em direção superior, e as camadas normais da epiderme são restauradas em três dias. Se a membrana basal for lesada, as células epiteliais das bordas da ferida começam a proliferar na tentativa de restabelecer a barreira protetora. A angiogênese é estimulada pelo fator de necrose tumoral alfa (TNF-α), e é caracterizada pela migração de células endoteliais e formação de capilares, essencial para a cicatrizaçãoadequada. A parte final da fase proliferativa é a formação de tecido de granulação. Os fibroblastos e as células endoteliais são as principais células da fase proliferativa. Os fibroblastos dos tecidos vizinhos migram para a ferida, porém precisam ser ativados para sair de seu estado de quiescência. O fator de crescimento mais importante na proliferação e ativação dos fibroblastos é o PDGF12. Em seguida é liberado o TGF-β, que estimula os fibroblastos a produzirem colágeno tipo I e a transformarem-se em miofibroblastos, que promovem a contração da ferida. Fase de maturação ou remodelamento A característica mais importante desta fase é a deposição de colágeno de maneira organizada, por isso é a mais importante clinicamente. A reorganização da nova matriz é um processo importante da cicatrização. Fibroblastos e leucócitos secretam colagenases que promovem a lise da matriz antiga. A cicatrização tem sucesso quando há equilíbrio entre a síntese da nova matriz e a lise da matriz antiga, havendo sucesso quando a deposição é maior. RESUMO Inflamatória: liberação de tromboxano a2 e prostaglandina (vasoconstritores), hemostasia (coagulação), liberação de fatores de crescimento, desbridamento (macrófago), angiogênese, fibroplasia e síntese de matriz extracelular (neutrófilos). Proliferativa: epitelização (células da camada basal migram para a superfície epitelial), angiogênese (células endoteliais formam novos vasos, estimulada pelo tnf-α), formação de tecido de granulação e deposição de colágeno (fibroblasto). Maturação: deposição de colágeno, síntese da nova matriz e a lise da matriz antiga. https://www.scielo.br/j/abcd/a/wzTtGHxMQ7qvkBbqDLkTF9P# 5. Qual relação da diabetes e hipertensão no processo de cicatrização? O DM acaba alterando a estrutura da membrana celular, modificando a resposta inflamatória por alterações tanto quimiotáxica como fagocítica das células brancas, reduzindo o processo de vascularização. A inflamação exacerbada e prolongada observada em pacientes diabéticos contribui para que a cicatrização seja falha ou mais lenta, tornando o processo crônico e pouco resolutivo, ocasionando a ulceração das lesões. https://ojs.brazilianjournals.com.br/ojs/index.php/BJHR/article/download/32304/pdf/82571 6. Mecanismo de ação do anti-inflamatório. Ainda que haja diferenças entre AlNEs individuais, sua ação farmacológica primária está relacionada com sua habilidade compartilhada de inibir a enzima COX de ácido graxos, inibindo desse modo a produção de prostaglandinas e tromboxanos. Além da inibição da COX, outras ações podem contribuir para os efeitos anti-inflamatório de alguns AINEs. Os radicais reativos de oxigênio produzidos por neutrófilos e macrófagos estão implicados na lesão tecidual afecções, e alguns AINEs tem efeito removedor de radicais de oxigênios, bem como atividade inibitória da COX, e assim podem diminuir a lesão tecidual. Como é feita a inibição? As enzimas COX são bifuncionais, com duas atividades catalíticas distintas. A primeira, a etapa dioxigenase, incorpora duas moléculas de oxigênio à cadeia araquidônica em C11 e C15, dando origem ao intermediário endoperóxido altamente instável PGG2, com um grupo hidroperoxi em C15. Uma segunda função da enzima, peroxidase, faz a conversão da PGG2 a PGH2 com um grupo hidroxila em C15, que pode então ser convertido em grupos prostanoides por distintas enzimas. A maioria dos AINEs inibem apenas a reação de dupla oxigenação inicial. São geralmente inibidores “competitivos reversíveis” rápidos de COX-1. A inibição de COX-2 é mais dependente do tempo e costuma ser irreversível. Para bloquear as enzimas, os AINEs penetram no canal hidrofóbico, formando pontes de hidrogênio com u resíduo de arginina na posição 120, impedindo, desse modo, que os substratos (ácidos graxos) entrem no domínio catalítico Cascata do ácido a araquidônico Fosfolipídeos (membrana) fosfolipase A2 ácido araquidônico COX 1 e 2 prostaciclina (vasodilatação e inibição da coagulação plaquetária) prostaglandina (vasodilatação e aumento da permeabilidade vascular) tromboxano (vasoconstrição e agregação plaquetária). Rang & Dale. Farmacologia/ H. P. Rang [et. al]. Rio de Janeiro. Elsevier, 2012. 7. Mecanismo de ação do paracetamol. Qual a dose letal? O paracetamol assemelha-se aos anti-inflamatórios não esteroidais e é eficaz como analgésico, mas não possui atividade anti-inflamatória. Pode atuar inibindo a ciclo-oxigenase COX-3, uma variante processada de COX-1, expressa no cérebro e coração. O efeito antinociceptivo é aparentemente mediado por metabólitos (isto é, N-acetil-p-benzo-quinina imina e p-benzoquinona) e não pelo paracetamol em si. Isso ativa a TRPA1 e, dessa forma, reduz as correntes de sódio e cálcio dependentes de voltagem nos neurônios sensoriais primários. https://www.ems.com.br/arquivos/produtos/bulas/bula_paracetamol_10162_1318.pdf 8. Quais os tipos de queimadura? Tipos de queimaduras: · Queimaduras térmicas: são provocadas por fontes de calor como o fogo, líquidos ferventes, vapores, objetos quentes e excesso de exposição ao sol; · Queimaduras químicas: são provocadas por substância química em contato com a pele ou mesmo através das roupas; · Queimaduras por eletricidade: são provocadas por descargas elétricas. Quanto à profundidade, as queimaduras podem ser classificadas como: 1º grau: só atinge a epiderme ou a pele (causa vermelhidão). 2º grau: atinge toda a epiderme e parte da derme (forma bolhas). 3º grau: atinge toda a epiderme, a derme e outros tecidos mais profundos, podendo chegar até os ossos. Surge a cor preta, devido a carbonização dos tecidos. Apresentam pouca ou nenhuma dor. https://bvsms.saude.gov.br/queimaduras/ http://www.ufrrj.br/institutos/it/de/acidentes/queima.htm Laboratório Morfofuncional Trilha pré-aula 1. Pele e nociceptores Epiderme: Tecido epitelial pavimentoso estratificado queratinizado. A estrutura da epiderme confere proteção ao organismo contra: · Desidratação; · Atrito; · Agentes químicos; · Patógenos. Células de Langerhans · Localizadas em toda epiderme entre os queratinócitos; · Mais frequentes na camada espinhosa; · Originam-se a partir de células precursoras da medula óssea; · Chegam até a epiderme pela circulação sanguínea; · Importantes para as reações imunitárias da pele; · São móveis, captam antígenos e os apresentam aos linfócitos T. Derme: · Papilar: tecido conjuntivo frouxo; · Reticular: tecido conjuntivo denso não modelado. Nociceptores: · Receptor de dor; · Terminação nervosa livre; · Alcançam a epiderme. 2. Sinais cardinais da inflamação, necrose e infecção cutânea Inflamação: · Dor: mediadores químicos. · Calor: aumento do fluxo sanguíneo e mediadores químicos. · Rubor: aumento do fluxo sanguíneo. · Tumor: edema. · Perda de função O que é uma necrose? Incapacidade da célula em manter a integridade da sua membrana. Ocorre extravasamento de seu conteúdo para o meio extracelular. Por que a área queimada tem maior chance de infectar? · Perda de barreira mecânica; · Necrose como “meio de cultura”; · Dificuldade de acesso das células de defesa. 3. Por que sentimos dor? Como seria a vida se não sentíssemos dor? Dê exemplos de situações em que a dor é útil. A dor é uma resposta do nosso organismo a um estímulo nocivo ou potencialmente nocivo. Ela desempenha um papel importante na proteção do corpo, alertando-nos sobre lesões ou condições que podem causar danos. A sensação de dor ocorre devido à ativação de receptores especializados chamados nociceptores, que estão presentes em todo o corpo, incluindo a pele, músculos, órgãos internos e tecidos. 4. Por que os nociceptores têm um limiar? Descreva o que acontece com esse limiar após uma lesão tecidual. Os nociceptores têm um limiar para detectar estímulos nocivos ou potencialmente nocivos, o que significa que eles só são ativados quando a intensidade do estímulo atinge um certo nível. Isso é importante para evitar que os nociceptores sejam ativados por estímulos benignos e causem uma sensação de dor desnecessária. Após uma lesão tecidual,ocorrem várias mudanças nos nociceptores e no seu limiar de ativação. Essas alterações são parte da resposta inflamatória do corpo à lesão e têm como objetivo aumentar a sensibilidade dos nociceptores para detectar e responder aos danos teciduais. Algumas das mudanças que ocorrem no limiar dos nociceptores após uma lesão tecidual incluem: · Sensibilização periférica: Após a lesão, substâncias químicas inflamatórias são liberadas no local da lesão. Essas substâncias, como a bradicinina e a histamina, podem sensibilizar os nociceptores, diminuindo o limiar de ativação e tornando-os mais sensíveis aos estímulos nocivos. · Sensibilização central: Além da sensibilização periférica, ocorrem mudanças no sistema nervoso central que aumentam a sensibilidade dos neurônios envolvidos na transmissão da dor. Isso pode resultar em uma diminuição adicional do limiar de ativação dos nociceptores. Essas alterações no limiar dos nociceptores após uma lesão tecidual são importantes para garantir que o corpo seja alertado sobre a presença de danos e possa iniciar os processos de cicatrização e recuperação. No entanto, em alguns casos, essas alterações podem levar a uma sensibilidade aumentada e prolongada à dor, resultando em dor crônica. Potencial de ação 1. Velocidade de condução do impulso nervoso em axônio mielinizado e não mielinizado. Axônios Mielinizados: · Em axônios mielinizados, o impulso nervoso é conduzido de forma saltatória, o que significa que ele salta de um nódulo de Ranvier (onde não há mielina) para outro, ao longo do axônio. · A velocidade de condução em axônios mielinizados é significativamente mais rápida do que em axônios não mielinizados. · A velocidade pode chegar a até 100 metros por segundo (ou até mais em alguns casos, dependendo da espessura da mielina e de outros fatores). Axônios Não Mielinizados: · Em axônios não mielinizados, o impulso nervoso é conduzido de forma contínua ao longo do comprimento do axônio. · A velocidade de condução em axônios não mielinizados é significativamente mais lenta do que em axônios mielinizados. · A velocidade pode variar, mas geralmente é na faixa de 0,5 a 10 metros por segundo, dependendo de vários fatores, como o diâmetro do axônio e a temperatura ambiente. 2. Diferenças entre as vias espinotalâmicas e espinorreticulares? Medicina Laboratorial AINEs Mediadores inflamatórios · Histamina · Serotonina · Óxido nítrico · Peptídeos/ proteínas: citocinas, cininas e neuropeptídeos · Eicosanoides: prostaglandinas, prostaciclinas, leucotrienos e tromboxanos. Via ácidos araquidônicos Diferença entre COX-1 e COX-2 COX1: · É expressa em vários tecidos do corpo, incluindo o estômago, intestino, rins e plaquetas sanguíneas. · Desempenha um papel importante na produção de prostaglandinas que têm funções fisiológicas essenciais, como a proteção da mucosa gástrica, regulação do fluxo sanguíneo renal e agregação plaquetária. · A inibição da COX1 pode levar a efeitos colaterais indesejados, como úlceras gástricas, sangramento gastrointestinal e disfunção renal. COX2: · É induzida principalmente em resposta a processos inflamatórios e lesões teciduais. · Está envolvida na produção de prostaglandinas que promovem a inflamação, dor e febre. · A inibição seletiva da COX2 é uma estratégia terapêutica utilizada para reduzir a inflamação e aliviar a dor em condições como artrite reumatoide e osteoartrite. · A inibição da COX2 tem menos impacto nos efeitos protetores da COX1 no estômago e rins, o que pode reduzir o risco de úlceras gástricas e problemas renais associados aos AINEs tradicionais. Função dos mediadores inflamatórios Farmacodinâmica dos AINEs Inibem ação da COX: · COX-1: fisiológica; · COX-2: inflamatória. · Diminui a resposta inflamatória: Efeitos adversos Bula de medicamentos 1. Descreva os mecanismos de ação do Ibuprofeno, Dipirona e Diclofenaco. Ibuprofeno: reduz a inflamação, é analgésico para a dor inflamatória, e antipirético. Inibição reversível de COX-1, inibição fraca de COX-2; Dipirona: o exato mecanismo de ação é desconhecido, embora se acredite que a inibição da síntese de prostaglandinas do cérebro e da medula espinhal possa estar envolvida. Diclofenaco: reduz a inflamação, é analgésico para a dor inflamatória, e antipirético. Inibição reversível de COX-1, inibição fraca de COX-2; 2. Descreva a toxicidade e os efeitos adversos do Ibuprofeno, Dipirona e Diclofenaco. image4.png image5.png image6.jpeg image7.png image8.png image9.jpeg image10.png image11.gif image12.png image13.jpeg image14.png image15.png image1.jpeg image2.jpeg image3.png