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M ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO RELATÓRIO DESCRITIVO-ANALÍTICO DE ATIVIDADES LETIVAS CURSO: (PROFOP – R2 - PEDAGOGIA) Annanda Guimarães Porto Costa Fernandes AMORINÓPOLIS 2021 ANNANDA GUIMARÃES PORTO COSTA FERNANDES RELATÓRIO DESCRITIVO-ANALÍTICO DE ATIVIDADES LETIVAS Trabalho apresentado como requisito parcial da disciplina de Estágio Curricular Supervisionado do Curso de: PEDAGOGIA AMORINÓPOLIS 2021 SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO 4 2. RELATÓRIO DESCRITIVO-ANALÍTICO SOBRE A CONCEPÇÃO CIDADANIA E DEMOCRACIA DENTRO DA ESCOLA. 5 3. RELATÓRIO DESCRITIVO-ANALÍTICO SOBRE O USO DA LINGUAGEM DO PROFESSOR COMO INSTRUMENTO IMPORTANTE DA FORMAÇÃO HUMANA 6 4. RELATÓRIO DESCRITIVO-ANALÍTICO SOBRE O FRACASSO E SUCESSO ESCOLAR NA CONCEPÇÃO DO ESTADO, DA ESCOLA E DA FAMÍLIA 7 5. RELATÓRIO DESCRITIVO-ANALÍTICO SOBRE O PAPEL DA MEDIAÇÃO DO PROFESSOR NA RELAÇÃO ENTRE ESCOLA E CURRÍCULO 8 6. RELATÓRIO DESCRITIVO-ANALÍTICO SOBRE A RELAÇÃO ENTRE OBJETIVOS DO ENSINO E A SELEÇÃO DE CONTEÚDOS NAS 10 COMPETÊNCIAS DA BNCC 9 7. ANÁLISE E REFLEXÃO SOBRE O COMPORTAMENTO ÉTICO PROFISSIONAL (LEIA OS DOIS TEXTOS E RESPONDA ÀS PERGUNTAS PESSOAIS) 10 8. CONCLUSÃO 14 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 15 ANEXOS ..................................................................................................................................16 1. INTRODUÇÃO Esse trabalho apresenta reflexões sobre a prática educativa vivenciada durante as atividades do Estágio Curricular Supervisionado no âmbito escolar no curso de Pedagogia. Em relação aos procedimentos metodológicos, utilizamos de relatórios fundamentados pelos documentos norteadores do Ministério da Educação por se tratar de um período de Pandemia da COVID 19 e conforme preconizado na Portaria 544 de junho de 2020 publicada pelo MEC que dispõe sobre a organização do Ensino e seus estágios. As literaturas alinhadas às aulas teóricas e EAD nos fizeram vislumbrar os limites para a implementação plena da gestão democrática na escola. A partir das leituras realizadas dos materiais propostos ao longo do curso, verificou-se a necessidade de analisar de forma mais significativa o processo de ensino e aprendizagem, voltados para a reflexão dos documentos norteadores e também sobre a práxis do pedagogo. Esse profissional tão necessário para o desenvolvimento de ações que valorizem a trajetória do educando, sob olhar atencioso e comprometido com a melhoria da educação das crianças e jovens. Assim, o presente trabalho abordou em forma de tópicos acerca da relação entre escola e sociedade, as singularidades presentes nas instituições de ensino o papel da linguagem mediante o processo do educar, a documentação legal que rege a educação, bem como o trabalho do pedagogo enquanto profissional agente e motivador, pautado sob código de ética e responsabilidade para com a aprendizagem de seus alunos na Educação Básica. Ao fim, foi exposto modelos de planos de aula para a Educação Infantil e também para o Ensino Fundamental de primeira fase, de primeiro a quinto anos. Tais planos de aulas, passíveis de execução, demonstram que o ensino deve primar pela qualidade e também pela intencionalidade entre objetivos e metodologias. Bem como, afirma-se que o trabalho do pedagogo é de suma relevância para a construção de uma sociedade mais rica intelectualmente, que valoriza a pluralidade e igualitária. 2. RELATÓRIO DESCRITIVO-ANALÍTICO SOBRE A CONCEPÇÃO CIDADANIA E DEMOCRACIA DENTRO DA ESCOLA. A educação brasileira apoia-se em princípios legais para garantir sua efetividade. Assim sendo, verifica-se que a Educação é direito garantido pela Constituição Federal (1988), além de ser dever do Estado e também da família, com vistas à criação de uma sociedade mais justa, próspera e igualitária. Em consonância a isso, tem-se a Lei de Diretrizes e Bases da Educação – LDB nº 9394/96, que postula sobre as configurações da educação em todas suas etapas e níveis. É pela LDB 9394/96 que o caráter cidadão e democrático da educação toma forma e é reconhecido como essencial para um ensino de qualidade. A relação entre cidadania e democracia na escola demonstram a preocupação quanto à formação integral do indivíduo. Assim, subentende-se por cidadania, segundo a Constituição Federal (1988), o conjunto de saberes e ações relacionados à valorização do ser humano, com a garantia efetiva dos direitos individuais e coletivos na sociedade, visando o bem comum. Por isso, educação, democracia e cidadania são termos indissociáveis, principalmente por ser durante a vida escolar que o aluno tem direito à aprendizagem, ao desenvolvimento de competências, direito ao pensamento, contato com o outro, com as diferenças culturais, religiosas e étnicas e aprende a respeitar e valorizar a riqueza cultural. O trabalho do docente, por sua vez, é de suma importância, porque expõe a diversidade de forma necessária para uma sociedade plural e aponta os caminhos para o respeito, livre de preconceitos. Por conseguinte, a Lei de Diretrizes e Bases da Educação 9394/96 apresenta em seu artigo 2º, como princípios da educação de qualidade o pleno desenvolvimento do educando, o preparo para o exercício da cidadania e consequentemente a qualificação para o trabalho. Assim, é pela democracia, e somente por ela, que a escola pode trabalhar efetivamente, pois desde sua gestão até o próprio trabalho pedagógico, a construção da instituição escolar faz-se sob os moldes democráticos e valorização do caráter social e plural. Por fim, é necessário que o contexto escolar deva apoiar-se em princípios democráticos e cidadãos, por isso, os esforços devem convergir para um ensino cada vez mais preocupado com a formação humana, livre das amarras sociais do preconceito e exclusão. 3. RELATÓRIO DESCRITIVO-ANALÍTICO SOBRE O USO DA LINGUAGEM DO PROFESSOR COMO INSTRUMENTO IMPORTANTE DA FORMAÇÃO HUMANA O papel do professor em sala de aula modificou-se ao longo dos anos, prova disso são as diferentes concepções teóricas que abrangem a figura do docente e suas responsabilidades quanto ao ensino. Ao se analisar a educação em um contexto mais tradicionalista, por exemplo, percebe-se que o professor era tido como protagonista do processo educativo, detentor do saber, uma figura quase messiânica, capaz de transferir conhecimento ao alunado. Entretanto, estudiosos das áreas da Educação, Psicologia, Sociologia e Filosofia, trouxeram abordagens diferenciadas a partir da década de 70, em uma pedagogia mais progressista quanto ao papel docente, um indivíduo mais acessível, preocupado não mais em transferir conhecimento, mas sim em possibilitar a construção desse de forma processual, mediando o aluno até a aprendizagem. A teoria de Vygotsky (1989) sempre é mencionada quando analisa-se a linguagem do professor e sua importância para a aprendizagem em sala de aula. Isso decorre do fato de que o professor bielo-russo Vygotsky (1989) aprofundou seus estudos sobre a característica sociointeracionista do processo de ensino e aprendizagem, em que o aluno – passível de descobertas, aprendizagens e pensamento crítico pelo contato com o ambiente e com a cultura – aprendia por meio da interação com os pares e com o meio. Já o docente, por sua vez, era o responsável pela mediação em sala de aula, um elo entre o conhecimento ainda abstrato para o aluno e sua compreensão. Assim, a linguagem do professor é um dos instrumentos para o alcance do saber, principalmente por objetivar a troca de informações (comunicação) e permitir o debate, análise de ideias e desenvolvimento do senso crítico. Por fim, é pela intervenção do professor em sua abordagem colaborativa que esse é capaz de desenvolver um ambiente de diálogo e troca de experiências, em que professor e aluno desenvolvam seus conhecimentos, já que o docente também aprende nesse processo interacional entre educador e educando. 4. RELATÓRIO DESCRITIVO-ANALÍTICO SOBRE O FRACASSO E SUCESSO ESCOLAR NA CONCEPÇÃO DO ESTADO, DA ESCOLA E DA FAMÍLIA A palavra “sucesso” segundo o dicionário onlineMichaelis faz referência ao êxito obtido em determinada situação. A análise da palavra no contexto escolar, pode ser representada pelo alto desempenho dos alunos diante de sua trajetória educacional, a partir de um ensino de qualidade. Entretanto, a palavra sucesso pode referir-se a diversas acepções quando pensa-se em seu significado para o Estado – enquanto nação responsável pela educação – para a própria escola , que atua diretamente com o alunado e com o todo o processo educativo, e também para a família do aluno, que diretamente acompanha a evolução da aprendizagem da criança e adolescente. Os índices de desenvolvimento educacional do ensino básico são exemplos de “marcadores de sucesso” perante o Estado, de forma resumida, são provas e exames que verificam o nível da “qualidade” do ensino brasileiro a partir dos resultados obtidos nas provas, se comparados a outras instituições e unidades federadas. Entretanto, a noção de sucesso escolar para o Estado e muitas vezes para a família aparece sempre relacionada às notas, quanto maior o valor cumulativo de pontos, mais sucesso o aluno obteve durante o percurso na série. Entretanto, assim como o sucesso escolar ainda é tema de diversas discussões, por outro lado, o fracasso é associado ao desempenho abaixo do nível esperado, gerando inquietação em professores, unidade escolar e também à família. Como evidencia Souza (1999), o fracasso escolar muitas vezes encontra-se no distanciamento entre o saber e a realidade do aluno, para esse não há sentido e abstração do que está sendo ministrado, por vezes devido a fatores externos à realidade escolar, que alteram sua capacidade de foco, concentração e aprendizagem. Dessa forma, pode-se compreender que a relação entre sucesso e fracasso escolar não podem pautar-se apenas na somatória de notas, pois essa são muito superficiais quando se pensa na complexidade do ensino. O Estado, ao cobrar resultados também ignora a individualidade de cada sala, instituição e assim não pode servir de parâmetro único para se medir o saber do alunado. O papel dos professores, nesse sentido, é buscar juntamente com a família, estratégias que diminuam ações que prejudiquem a aprendizagem, como evasão, faltas, indisciplina e desmotivação, para que o aluno aprenda com os erros e possa alcançar o sucesso. 5. RELATÓRIO DESCRITIVO-ANALÍTICO SOBRE O PAPEL DA MEDIAÇÃO DO PROFESSOR NA RELAÇÃO ENTRE ESCOLA E CURRÍCULO Segundo Paulo Freire (1974) a ação do professor constitui-se como base para a criação de uma sociedade pensante. É a partir do aprender a ensinar que o professor irá desenvolver no alunado a capacidade de pensar, analisar e criticar a sociedade. Assim, como diversos teóricos abordam acerca dos documentos presentes no corpus escolar, o currículo tornou-se um pilar para a prática pedagógica em sala de aula, com os conteúdos necessários para o desenvolvimento de habilidades. Entretanto, mais do que ter contato com diversos conteúdos e saberes, o aluno precisa desenvolver suas potencialidades individuais e coletivas, assim como exemplifica os Parâmetros Curriculares Nacionais (1997), com autonomia e capacidade crítica. Nesse sentido, temos o papel do docente. Capaz de mediar o processo de ensino e aprendizagem, de organizar as metodologias que sejam capazes de suprir as necessidades educativas dos estudantes e de orientar os alunos para que possam alcançar os objetivos propostos, o docente tornou-se agente ativo da mediação, como postula o teórico Vygostsky (1989) em sua obra Pensamento e Linguagem, mediante o processo da interação em sala de aula, em que professor e alunos precisam estabelecer dialogicamente uma relação de aprendizagem mútua. Dessa maneira, entende-se, acerca do papel de mediação do docente, que esse torna-se ponte entre o conhecimento, currículo e do saber para com a visão de mundo dos estudantes, auxiliando com questionamentos, intencionalidade e metodologias diversificadas a transformar a realidade do alunado, visando uma educação libertadora e crítica. 6. RELATÓRIO DESCRITIVO-ANALÍTICO SOBRE A RELAÇÃO ENTRE OBJETIVOS DO ENSINO E A SELEÇÃO DE CONTEÚDOS NAS 10 COMPETÊNCIAS DA BNCC A Base Nacional Comum Curricular (2017) é um documento normativo que visa ampliar as possibilidades de ensino e aprendizagem a partir do desenvolvimento de competências. Ao longo de seu escopo, percebe-se a preocupação com o pleno desenvolvimento do educando, o exercício da cidadania e também a qualificação para o trabalho assim como postula a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Lei nº 9394/96, conhecido como tripé dos objetivos da Educação. Assim, a relação entre a implementação da base nacional com conteúdos voltados para o currículo comum e também contendo uma parte diversificada, é a junção de expectativas para a equidade de ensino em todo o país. Em análise, a Base Nacional Comum Curricular (BNCC), promulgada em 2017, contém a seleção de conteúdos para toda a educação básica, a partir de uma seleção de aspectos que contribuam para o desenvolvimento de competências. Essas, por sua vez, divididas em competências gerais e específicas, propoem um ensino voltado para a pluralidade de ideias, valorização do saber historicamente construído, além de aprimorar a relação do educando com seu próprio processo de aprendizagem, tornando-o mais autônomo e protagonista. Assim, entende-se que os objetivos de ensino, tanto da educação infantil, como do ensino fundamental e médio, abarcam propostas descritivas sobre o que alunos precisam conhecer em determinada etapa do ensino, voltados também para o diálogo com as dez competências gerais da Base, sendo elas: Conhecimento, Pensamento científico, crítico e criativo, Repertório cultural, Comunicação, Cultura digital, Trabalho e projeto de vida, Argumentação, Autoconhecimento e autocuidado, Empatia e cooperação e Responsabilidade e cidadania. Por fim, a proposta da Base Nacional Comum Curricular (2017) é a de integrar conhecimentos, organizar sistematicamente o ensino em todo o país para que os alunos de todas as regiões tenham o direito a um ensino igualitário, salvo as especificidades de cada município ou unidade federada – com uma parte diversificada voltada para a valorização da cultura local – e possam alcançar os objetivos de aprendizagem almejados, tornando-os cidadãos ativos na busca de uma sociedade mais justa e igualitária. 7. ANÁLISE E REFLEXÃO SOBRE O COMPORTAMENTO ÉTICO PROFISSIONAL TEXTO 1: O COMPORTAMENTO ÉTICO DOS PROFISSIONAIS NA EDUCAÇÃO Este tema é de grande valor para aqueles que assumem um real significado para os grupos humanos que vivenciam a educação revelando um caráter social. Considerando o contexto no qual se realiza para os diversos meios em que o aprendizado esteja envolvido inclusive para quem é responsável por transmitir a educação ao próximo direta e indiretamente independente de sua formação. Desta maneira, considera-se a ética como uma das questões imprescindíveis para sucesso no trabalho, pois através dela que os educadores do mundo todo desempenhem papeis fundamentais pressupondo responsabilidade e compromisso, permitindo assim o diálogo constante na intencionalidade de melhorar a convivência com os alunos e demais profissionais da educação. Referindo-se a este tema, o educador auxilia a trazer segurança, autocrítica e autoconfiança aos alunos, de modo a oferecer uma aula educativa sem que os alunos exacerbem seus limites, respeitando a individualidade de cada um. Nesse sentido, você acredita que esse tema tem sido abordado como um redirecionamento mental para aqueles que fazem parte da formação dos indivíduos desde o princípio, educar e transformar o pensamento dos profissionais da educação como daqueles que fazem parte do cotidiano social e educacional? E os métodos utilizados, devem considerar as práticas educativas, como meios de formar cidadãos com princípios éticos e morais na sociedade atual? A ética no trabalho educacional é um dos temas discutidos dentro da pedagogia. Ser ético é valorizar o processo educativo com olhar voltado paraas potencialidades do alunado, com ações que visam o bom desenvolvimento das relações dentro da sala de aula, pautando-se sobre princípios e valores humanos como o cuidado, respeito, sem preconceitos. O docente, por sua vez, precisa organizar sua prática de forma reflexiva, a chamada práxis, pois somente assim, a reflexão de sua prática cotidiana em sala, com os alunos e demais agentes da instituição escolar garantirão que a formação de seus alunos será feita integralmente, objetivando a cidadania e consciência crítico-social. TEXTO 2: A IMPORTÂNCIA DAS RELAÇÕES INTERPESSOAIS NO ÂMBITO ESCOLAR Entendemos que o equilíbrio é a dose correta para que se obtenham os melhores resultados em tudo, e no ambiente de trabalho não é diferente, sabemos que a boa relação entre professor e aluno é um dos princípios fundamentais para se desenvolver equilíbrio no sucesso do ensino aprendizagem, intercedendo às inquietações e as dúvidas existentes. A escola tem papel fundamental na formação do indivíduo, e o compromisso de propiciar ações para a efetivação dos direitos sociais. Neste contexto, a educação em geral tem a função de possibilitar e de oferecer alternativas para que as pessoas que estejam excluídas do sistema possam ter oportunidades de se reintegrar através da participação, bem como da luta pelos direitos sociais e o resgate da cidadania. A escola que todos almejam, deve estar regulada na lógica de um espaço ideal para a construção de uma sociedade sadia, uma escola democrática com formação para a cidadania. Aquela que tem como bandeira o combate á exclusão social e que possa, ao mesmo tempo, trabalhar a relação escola-aluno-família, possibilitando que a comunidade escolar participe de forma assídua a todos os interesses que envolvam o bom andamento do ensino aprendizagem e do sucesso escolar em geral. E propondo colaborar com o desenvolvimento do ensino-aprendizagem, tendo em vista que o homem é um ser ativo, social e histórico Bock (2002) enfatiza que a psicologia no âmbito da educação foi construindo formas de compreensão do ser humano, cujas condutas no espaço escolar são compreendidas a partir das relações que se estabelecem entre si, e dando atenção às diferentes subjetividades construídas na relação com a cultura e a sociedade. Para o autor é da psicologia que o sujeito começa a relacionar-se com o mundo, tendo em vista que a escola é responsável pela construção, elaboração e difusão do conhecimento, formando cidadãos críticos capazes de lidar com os desafios da época bem como com as influencias interpessoais deparadas em diferentes pessoas e situações. Percebe-se que as relações interpessoais e a aprendizagem possuem características em comum, para que venham acontecer é necessário pelo menos duas pessoas, portanto em um ambiente escolar ela se faz fundamental devido os grandes desafios cotidianos que a escola enfrenta. Nesse mesmo sentido, Goergen (2005) defende que o sujeito não forma a sua identidade a partir de um impulso subjetivo, mas a partir da relação intersubjetiva com o outro, no meio social no qual vive. Portanto, para o autor, a formação moral do sujeito depende fundamentalmente do contexto com o qual ele se relaciona interativamente. Para o autor, o problema ético não é individual, é a relação do indivíduo com a comunidade. Estamos em um momento de transição de paradigmas, que solicita uma maior abertura por parte daqueles que lidam com a educação, e uma relação de confiança, admiração e respeito são fundamentais para aprendizagem do aluno, sabemos que se há respeito mútuo e admiração no contexto escolar o professor não necessita usar de artifícios como o autoritarismo para punir ou fazer com que o aluno tenha um bom desenvolvimento em sala de aula. É sabido que uma das maiores dificuldades deparadas por professores e profissionais da educação é justamente a possibilidade de mudar sua forma de pensar. Porém, uma vez superada essa dificuldade inicial, ainda que os novos caminhos que se descortinam não se apresentem como mais fáceis, torna-se possível perceber outras dimensões da realidade, como por exemplo, do direito ao diálogo, à livre expressão de sentimentos e ideias, ao tratamento respeitoso, à dignidade e tantos outros aspectos que contribuem para a configuração de ambiente escolar harmonioso e igualitário. Um grande desafio que a escola enfrenta é a construção de proximidade e empatia no processo de ensino e de convivência, á saber que para a efetiva construção destes é necessário se levar em consideração o ambiente, as experiências, os saberes, enfim a realidade local, portanto, é necessário adotar uma postura dialógica baseada na vida pessoal de cada um, buscando compreender as complexidades e os saberes um dos outros. Considerando que é impossível obter sucesso nas relações de convivência e no ambiente escolar se o gestor e demais participantes não tentarem de forma ousada e permanente essa busca de excelência e de relações saudáveis no convívio escolar, bem como na vida social em geral, pois é no convívio em geral que se dá a proximidade e empatia, e o gestor tem aí o papel principal que é o de liderar uma equipe, cujo objetivo é trabalhar em prol de uma educação de qualidade, segundo Lück (2005) a liderança deve ser baseada no bom senso e nas ações democráticas: A liderança participativa é uma estratégia empregada para aperfeiçoar a qualidade educacional. Constitui a chave para liberar a riqueza do ser humano que está presa a aspectos burocráticos e limitados dentro do sistema de ensino e a partir de práticas orientadas pelo senso comum ou hábitos não avaliados. Baseado em bom senso, a delegação de autoridades àqueles que estão envolvidos na realização de serviços educacionais é construída a partir de modelos de liderança compartilhada, que são os padrões de funcionamento de organizações eficazes e com alto grau de desempenho ao redor do mundo. (LÜCK, 2005, p.35) Ainda cabe ao gestor a função de trabalhar com os conflitos e as diversidades de personalidades, vez que cada indivíduo traz para o convívio social e escolar suas peculiaridades e culturas, então o gestor deve estar preparado para buscar alternativas que atenda o interesse de todos, e principalmente compreender que o sucesso escolar depende da participação efetiva de todos os profissionais, incluindo vigias, merendeiras, pessoal de apoio, agentes administrativo, enfim estabelecer um convívio de harmonia e conscientização em prol de uma educação de qualidade. Baseado no texto acima, estabeleça a importância das Relações Interpessoais no âmbito escolar e cite algumas intervenções que poderão serem realizadas para eventuais problemas na relação aluno-professor-gestor. Estudiosos afirmam que o ser humano é um ser de caráter social. Isso significa que precisamos estar em contato com o outro se queremos desenvolver nossos hábitos, conhecimentos e nossa própria identidade. Nisso, encontra-se a importância de saber se relacionar dentro das diversidades a quais nos rodeia. A escola é espaço privilegiado para o contato com o diferente, com o plural, professores, alunos e gestores são desafiados todos os dias ao se depararem com o novo em sala de aula. Por isso, pensar na valorização, no respeito e no olhar atencioso para com o outro são ações que precisam fazer-se presentes no cotidiano da vida escolar. Entretanto, mesmo com os esforços, eventuais problemas de relacionamento poderão ocorrer dentro da instituição, mas é necessário sabedoria, atenção e zelo para reestabelecer a ordem e a harmonia dentro de um ambiente tão rico em cultura e diversidade como é a escola. Projetos, filmes, leituras e trabalhos interdisciplinares são ótimas formas de intervir nesses problemas de relacionamento interpessoal e ainda garantirão uma formação voltada para a cidadania. 8. CONCLUSÃO O presente trabalho abordou temas que são recorrentes no cotidiano pedagógico de um professor, como a pluralidade, a ética, valorização do outro, além dos regimentos e documentos normativos que orientam e organizam toda a educação básica. Assim,a partir dessa análise contextualizada e necessária, compreendeu-se que as ações pedagógicas do docente vão além do currículo e dos conteúdos propostos. O profissional professor precisa estar atento em sua prática para que possa trabalhar de acordo com as especificidades de seu cargo, mas também não pode deixar o olhar atencioso e humanístico diante dos percalços da profissão. Ser professor implica em responsabilidades árduas mas prazerosas, pois convergem para a criação de uma sociedade mais justa e igualitária. Por fim, a obra aqui realizada faz parte de estudos e desenvolvimento de análises teóricas acerca da vivência em sala de aula. Mostrou a necessidade do docente sempre estar atualizado, seja com as normativas, as novas tendências pedagógicas e também formas de mediação do saber. Somente uma prática reflexiva e ética é capaz de aprimorar as relações dentro da sala de aula e, consequentemente, criar um ambiente de aprendizagem mais harmônico. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BRASIL. [Constituição (1988)]. Constituição da República Federativa do Brasil: promulgada em 5 de outubro de 1988. Disponível em: (Acessado em 10 de julho de 2021 às 11 horas) BRASIL. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, LDB. 9394/1996. Disponível em: (Acessado em 10 de julho de 2021 às 14h40min) BRASIL. Ministério da Educação (MEC). Secretaria de Educação Fundamental SEF). Parâmetros Curriculares Nacionais: introdução aos Parâmetros Curriculares Nacionais. Brasília, DF: MEC/SEF, 1997a. FREIRE, Paulo. Pedagogia do oprimido. São Paulo: Paz e Terra, 1974. MICHAELIS. Moderno dicionário da língua portuguesa. São Paulo: Melhoramentos, 1998. Disponível em: (Acessado em 11 de julho de 2021 às 10h30min). (SEF). Parâmetros Curriculares Nacionais: introdução aos Parâmetros Curriculares Nacio-nais. Brasília, DF: MEC/SEF, 1997a. SOUZA, Denise Trento de. Entendendo um pouco mais sobre sucesso (e fracasso) escolar: ou sobre os acordos de trabalho entre professores e alunos. In: AQUINO, Julio Groppa (org.). Autoridade e Autonomia na escola: alternativas teóricas e práticas. São Paulo: Summus, 1999, p 115-129. VYGOTSKY, L. S. Pensamento e linguagem. São Paulo: Martins Fontes, 1989. SUGESTÃO DE PLANO DE AULA PLANOS DE AULA PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL (1º PERÍODO): AULA 1: QUEM SOU EU? OBJETIVOS: · DESPERTAR A CURIOSIDADE PARA AS CARACTERÍSTICAS FÍSICAS · DESENVOLVER A NOÇÃO DE PERTENCIMENTO · RECONHECER AS CARACTERÍSTICAS FÍSICAS DOS COLEGAS DE SALA METODOLOGIA: LEVAR PARA A SALA DE AULA UM ESPELHO DE TAMANHO MÉDIO OU GRANDE PARA QUE OS ALUNOS POSSAM SE VER COM FACILIDADE. PROPOR QUE OBSERVEM A AUTOIMAGEM E ANALISEM DETALHADAMENTE A COR DO CABELO, COR DA PELE, COR DOS OLHOS E TAMANHO DAS MÃOZINHAS SUAS E DOS COLEGAS. REALIZAR A ANÁLISE COM TODOS OS ALUNOS. PEDIR PARA QUE OS ALUNOS SE SENTEM EM CÍRCULO PARA REALIZAR A ATIVIDADE PROPOSTA: NA FOLHA SULFITE ENTREGUE PELA PROFESSORA, OS ALUNOS IRÃO DESENHAR A IMAGEM QUE VIRAM NO ESPELHO, EM FORMA DE REPRODUÇÃO. AVALIAÇÃO: REALIZAR A ATIVIDADE NA FOLHA SULFITE A PARTIR DA AUTOIMAGEM VISTA NO ESPELHO. SUGESTÃO DE PLANO DE AULA PLANOS DE AULA PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL (1º PERÍODO): AULA 2: EU E O OUTRO (CONTINUAÇÃO) OBJETIVOS: · APRENDER A IMPORTÂNCIA DE RESPEITAR O OUTRO · RECONHECER AS CARACTERÍSTICAS DO OUTRO · TRABALHAR A INTERDISCIPLINARIDADE COM O COMPONENTE CURRICULAR ARTES METODOLOGIA: PROPOR AOS ALUNOS QUE OLHEM PARA O DESENHO REALIZADO NA AULA ANTERIOR E QUE AUXILIEM A PROFESSORA A FIXAR OS DESENHOS NA PAREDE DA SALA. ENTREGAR AOS ALUNOS UMA MASSINHA DE MODELAR. PEDIR QUE OBSERVEM O DESENHO DO COLEGUINHA SELECIONADO PELA PROFESSORA E QUE TENTE REPRODUZIR A IMAGEM DO COLEGA NA MASSINHA DE MODELAR. ATENTAR OS ALUNOS AO USO DA CRIATIVIDADE E IMAGINAÇÃO, MAS TAMBÉM PARA QUE TENTEM FAZER O COLEGA DE FORMA BEM PRÓXIMA AO REAL. AVALIAÇÃO: A AVALIAÇÃO SE DARÁ A PARTIR DA REPRODUÇÃO NA MASSINHA DE MODELAR DA IMAGEM DO COLEGA DE SALA, TRABALHANDO ASSIM A CONSTRUÇÃO DO OUTRO EM CARACTERÍSTICAS FÍSICAS. SUGESTÃO DE PLANO DE AULA PLANOS DE AULA PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL (1º PERÍODO): AULA 3: CUIDADO COM A NATUREZA OBJETIVOS: · ENTENDER A IMPORTÂNCIA DO MEIO AMBIENTE · RECONHECER FORMAS DE CUIDADO COM A NATUREZA · RELACIONAR PROPOSTAS E AÇÕES PARA O CUIDADO COM O MEIO AMBIENTE METODOLOGIA: APRESENTAR PARA OS ALUNOS UMA MÚSICA SOBRE A NATUREZA E PEDIR PARA QUE ACOMPANHE COM PALMAS O RITMO DA CANÇÃO. APÓS, ORGANIZAR A SALA EM CÍRCULO E CONTAR UMA HISTORINHA SOBRE A IMPORTÂNCIA DE CUIDAR DO MEIO AMBIENTE. PROPOR QUE OS ALUNOS FALEM OU DEMONSTREM O QUE APRENDERAM NA AULA A PARTIR DE UM DESENHO FEITO EM FOLHA SULFITE E ENTREGUE PARA A PROFESSORA. AVALIAÇÃO: OS ALUNOS SERÃO AVALIADOS A PARTIR DA CONCLUSÃO DA ATIVIDADE REALIZADA: UMA PINTURA FEITA SOBRE A NATUREZA E SUA PRESERVAÇÃO. SUGESTÃO DE PLANO DE AULA PLANOS DE AULA PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL (1º PERÍODO): AULA 4: FLORES NO JARDIM, TRABALHANDO O RESPEITO OBJETIVOS: · DESPERTAR NOS ALUNOS O SENTIMENTO DE EMPATIA, RESPEITO E CUIDADO COM O OUTRO · ENTENDER QUAIS AÇÕES SÃO AMIGÁVEIS E QUAIS NÃO SÃO METODOLOGIA: DISPOR OS ALUNOS EM CARTEIRAS LONGE UMAS DAS OUTRAS PARA QUE SEJA POSSÍVEL O TRÂNSITO DENTRO DA SALA DE AULA. ENTREGAR PARA OS ALUNOS UM LÁPIS DE COLORIR, SENDO QUE CADA ALUNO FICARÁ COM UMA COR VARIADA. FIXAR NA PAREDE DA SALA UMA CARTOLINA BRANCA. PEDIR PARA QUE CADA ALUNO DESENHE UMA FLOR NA CARTOLINA. APÓS TODOS OS ALUNOS REALIZAREM A PROPOSTA, EXPLICAR A IMPORTÂNCIA DE RESPEITAR O OUTRO NA SUA DIFERENÇA, MAS RECONHECER A IMPORTÂNCIA DE TODAS AS FLORES (PESSOAS) PARA SE FORMAR UM LINDO JARDIM. AVALIAÇÃO: NESSE MOMENTO, O PROCESSO AVALIATIVO SE DARÁ DE FORMA COMPARTILHADA, A PARTIR DO TRABALHO DE DESENHO REALIZADO NA CARTOLINA EM SALA. SUGESTÃO DE PLANO DE AULA PLANOS DE AULA PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL (1º PERÍODO): AULA 5: RECONHECENDO O PRÓPRIO NOME OBJETIVOS: · PERCEBER OS SONS A SUA VOLTA A PARTIR DA ESCUTA CUIDADOSA · ESTABELECER NOÇÃO DE PERTENCIMENTO À CLASSE · CONHECER OS NOMES DOS COLEGAS METODOLOGIA: LEVAR PARA A SALA DE AULA FICHAS CONTENDO OS NOMES DE CADA ALUNO. FIXAR AS MESMAS NAS CARTEIRAS PARA QUE OS ALUNOS SEMPRE TENHAM O NOME PRÓXIMO COMO FORMA DE FOCO NAS LETRAS DO ALFABETO. PEDIR PARA QUE CADA ALUNO DIGA SEU NOME PARA OS COLEGAS E MOSTRE SUA PLAQUINHA. APRESENTAR UMA MUSIQUINHA QUEM SOU EU?” PARA QUE OS ALUNOS POSSAM TRBALHAR A NOÇÃO DE PERTENCIMENTO E ESCUTA DOS NOMES DOS COLEGAS. AVALIAÇÃO: A AVALIAÇÃO OCORRERÁ QUANDO A PROFESSORA ENTREGAR FOLHAS SULFITE PARA CADA ALUNO E PEDIR QUE ESSES FAÇAM UM DESENHO PRÓPRIO COM SUA PLAQUINHA PARA FICAR EXPOSTO NA SALA DE AULA. SUGESTÃO DE PLANO DE AULA PLANOS DE AULA PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL (2º PERÍODO): AULA 1: PINTURA USANDO HASTES FLEXÍVEIS COM ALGODÃO – ANIMAIS DA NATUREZA OBJETIVOS: · APRENDER NOMES DE ANIMAIS DA NATUREZA · RECONHECER OS DESENHOS DE ANIMAIS · DESENVOLVER COORDENAÇÃO MOTORA FINA A PARTIR DO USO DE HASTES FLEXÍVEIS PARA PINTURA · TRABALHAR A INTERDISCIPLINARIDADE COM OS COMPONENTES CURRICULARES ARTES E CIÊNCIAS METODOLOGIA: ENTREGAR PARA OS ALUNOS FOLHAS SULFITE EM BRANCO. MOSTRAR IMAGEM RECORTADAS DE DIFERENTES ANIMAIS E TRABALHAR A REPETIÇÃO DE NOMES E CARACTERÍSTICAS FÍSICAS DE CADA ANIMAL, ALÉM DE HABITAT E TIPO DE ALIMENTAÇÃO. ENTREGAR AOS ALUNOS ALGUNS COTONETES E TINTAS PARA QUE POSSAM REPRODUZIR NA FOLHA A IMAGEM DO ANIMAL QUE MAIS GOSTARAM DE APRENDER, EM FORMA DE PONTILHISMO. AVALIAÇÃO: A ATIVIDADE SERÁ DESENHAR COM O USO DAS HASTES FLEXÍVEIS COM ALGODÃO EM FORMA DE PONTILHISMO, ATENTANDO-SE PARA AS CARACTERÍSTICAS DO ANIMAL ESCOLHIDO. SUGESTÃO DE PLANO DE AULA PLANOS DE AULA PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL (2º PERÍODO): AULA 2: ANIMAIS DA NATUREZA (CONTINUAÇÃO) OBJETIVOS: · DESPERTAR A CRIATIVIDADE A PARTIR DA MÍMICA · USO CORPORAL DE GESTOS, FALA,DANÇA OU IMITAÇÃO PARA REPRODUZIR UM ANIMAL PARA A TURMA · DESENVOLVER CONSCIÊNCIA CORPORAL METODOLOGIA: RELEMBRAR A ATIVIDADE REALIZADA NA AULA ANTERIOR. PEDIR QUE OS ALUNOS PEGUEM SEUS DESENHOS FEITOS COM O USO DE HASTES FLEXÍVEIS COM ALGODÃO. PROPOR QUE O ALUNO IMITE O SOM, O ANDAR OU A FORMA DE COMER QUE O ANIMAL DESENHADO REALIZA NA NATUREZA. PEDIR QUE OS DEMAIS ALUNOS FALEM QUAL O ANIMAL QUE O COLEGA ESTÁ IMITANDO. AVALIAÇÃO: SERÁ ENTREGUE AOS ALUNOS UMA FOLHA SULFITE COM A IMAGEM DE ALGUNS ANIMAIS E SUA SILHUETA (SOMBRA/REFLEXO). PEDIR QUE OS ALUNOS LIGUEM OS ANIMAIS ÀS SILHUETAS A PARTIR DE TRAÇADOS FEITOS COM O LÁPIS. SUGESTÃO DE PLANO DE AULA PLANOS DE AULA PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL (2º PERÍODO): AULA 3: CINCO SENTIDOS OBJETIVOS: · TRABALHAR A PERCEPÇÃO CORPORAL · RECONHECER AS CARACTERÍSTICAS SENSORIAIS DO CORPO HUMANO METODOLOGIA: LEVAR PARA A SALA DE AULA UM VÍDEO SOBRE OS CINCO SENTIDOS HUMANOS E TRABALHAR A PARTIR DAS MÚSICAS E IMAGENS APRESENTADAS NA OBRA. INSTIGAR OS ALUNOS A DESCOBRIREM QUAIS SÃO AS FUNÇÕES DO NARIZ, BOCA, OUVIDO, PELE (MÃOS), E OLHOS. A PARTIR DA EXPLICAÇÃO, DISTRIBUIR UMA FOLHA XEROCOPIADA CONTENDO A IMAGEM DE UM CORPO HUMANO E DE PARTES DO CORPO QUE REPRESENTAM CADA SENTIDO. AUXILIAR OS ALUNOS A RECORTAREM AS PARTES DO CORPO E COLAREM NO DESENHO PROPOSTO. AVALIAÇÃO: ACONTECERÁ POR MEIO DA ATIVIDADE DE COLAGEM REALIZADA EM SALA COM DISCIPLINA E INTERESSE DURANTE O DESENVOLVIMENTO. SUGESTÃO DE PLANO DE AULA PLANOS DE AULA PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL (2º PERÍODO): AULA 4: CINCO SENTIDOS (CONTINUAÇÃO) OBJETIVOS: · APRIMORAR OS CONHECIMENTOS SOBRE SENTIDO SENSORIAL · TRABALHAR COORDENAÇÃO MOTORA FINA METODOLOGIA: DISTRIBUIR PARA OS ALUNOS BARBANTES COLORIDOS E FOLHAS IMPRESSAS CONTENDO DESENHOS DAS PARTES DO CORPO HUMANO. PROPOR QUE OS ALUNOS CONTORNEM COM BARBANTE APENAS AQUELAS PARTES QUE REPRESENTAM OS SENTIDOS SENSORIAIS ESTUDADOS. AO FIM, PEDIR QUE MOSTREM PARA OS COLEGAS O TRABALHO REALIZADO E ENTREGUE PARA A PROFESSORA A FIM DE CORREÇÃO. AVALIAÇÃO: OS ALUNOS SERÃO AVALIADOS A PARTIR DO COMPROMISSO, ATENÇÃO E PARTICIPAÇÃO DURANTE A AULA, ALÉM DO TRABALHO MANUAL FEITO DURANTE O PERÍODO PROPOSTO. SUGESTÃO DE PLANO DE AULA PLANOS DE AULA PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL (2º PERÍODO): AULA 5: SERES VIVOS E SERES NÃO VIVOS OBJETIVOS: · ENTENDER O PROCESSO DE EVOLUÇÃO DOS ANIMAIS · RELACIONAR OS SERES VIVOS COM OS SERES NÃO VIVOS METODOLOGIA: LEVAR PARA A SALA DE AULA UM JOGO DE DOMINÓ SOBRE SERES VIVOS E ENSINAR PARA OS ALUNOS AS REGRAS DO JOGO. APÓS, TRABALHAR OS CONCEITOS DE EVOLUÇÃO E VIDA NA NATUREZA, PRINCIPALMENTE CONTRAPONDO SERES VIVOS DOS SERES NÃO VIVOS. APÓS, PEDIR PARA QUE OS ALUNOS CONTEM PARA OS COLEGAS SOBRE O QUE APRENDERAM EM SALA COMO FORMA DE REFORÇAR A APRENDIZAGEM. AVALIAÇÃO: OS ALUNOS SERÃO AVALIADOS A PARTIR DA ORALIDADE E PARTICIPAÇÃO EM SALA DURANTE A EXECUÇÃO DO JOGO DE DOMINÓ, ALÉM DE SEREM AVALIADOS PELA APRESENTAÇÃO DO QUE APRENDERAM EM SALA PARA OS COLEGAS. SUGESTÃO DE PLANO DE AULA PLANOS DE AULA PARA ENSINO FUNDAMENTAL I (1º ANO): AULA 1 OBJETIVOS: · RECONHECER AS LETRAS DO ALFABETO · ANALISAR AS LETRAS E SONS · RELACIONAR A PRIMEIRA LETRA DO NOME PRESENTE NO ALFABETO METODOLOGIA: ORGANIZAR OS ALUNOS EM DUPLAS. ENTREGAR PARA CADA DUPLA O JOGO DAS LETRAS DO ALFABETO E TAMBÉM UMA FOLHA SULFITE. UTILIZAR O QUADRO NEGRO OU LOUSA PARA ESCREVER TODO O ALFABETO A FIM DE ANALISÁ-LO. PEDIR PARA QUE OS ALUNOS SE ATENTEM A LETRA MOSTRADA NO QUADRO E ENCONTREM A SEMELHANTE ENTRE AS PEÇAS. PROPOR QUE OS ALUNOS SE AUXILIEM A MONTAR O ALFABETO COMPLETO QUE ESTÁ NO QUADRO. APÓS, QUE SELECIONEM A PRIMEIRA LETRA DO SEU NOME E ESCREVA-A NA FOLHA ENTREGUE PELA PROFESSORA. AVALIAÇÃO: A ATIVIDADE CONSISTE EM ORGANIZAR O ALFABETO, VISANDO A COMPREENSÃO DOS SONS E GRAFIAS DAS LETRAS, ALÉM DE RELACIONAR A PRIMEIRA LETRA DO NOME COM SUA ESCRITA NA FOLHA, QUE SERÁ ENTREGUE POSTERIORMENTE PARA A PROFESSORA PARA CORREÇÃO. SUGESTÃO DE PLANO DE AULA PLANOS DE AULA PARA ENSINO FUNDAMENTAL I (1º ANO): AULA 2: ÁRVORE GENEALÓGICA OBJETIVOS: · COMPREENDER OS VÍNCULOS FAMILIARES · NOÇÃO DE FAMÍLIA E SUAS CONFIGURAÇÕES METODOLOGIA: APRESENTAR PARA O ALUNOS UMA IMAGEM SOBRE A ÁRVORE GENEALÓGICA DA FAMÍLIA SIMPSON E EXPLICAR OS VÍNCULOS FAMILIARES CRIADOS A PARTIR DA NOÇÃO DE FAMÍLIA. REPRODUZIR UMA CANÇÃO SOBRE O QUE É FAMÍLIA E PEDIR PARA QUE OS ALUNOS CONTEM PARA OS DEMAIS SOBRE SUA VIDA PESSOAL, COM QUEM VIVEM E QUAIS AS PESSOAS QUE AMAM. APÓS, PROPOR A CRIAÇÃO EM FOLHA SULFITE DE SUA ÁRVORE GENEALÓGICA A PARTIR DO MODELO CRIADO PELA PROFESSORA. AVALIAÇÃO: A AVALIAÇÃO ACONTECERÁ DURANTE O PROCESSO DAS DISCUSSÕES E RESOLUÇÃO DA ATIVIDADE EM SALA, A CRIAÇÃO DA ÁRVORE GENEALÓGICA PESSOAL DO ALUNO, ALÉM DE SEU INTERESSE, RESPEITO AOS TURNOS DE FALAS DOS COLEGAS E PARTICIPAÇÃO. SUGESTÃO DE PLANO DE AULA PLANOS DE AULA PARA ENSINO FUNDAMENTAL I (2º ANO): AULA 1: ORDEM NUMÉRICA OBJETIVOS: · RELACIONAR FIGURAS A QUANTIDADE NUMÉRICA · ORDENAR NÚMEROS NA SEQUÊNCIA LÓGICA METODOLOGIA: ENTREGAR PARA OS ALUNOS TAMPINHAS DE GARRAFA, CLIPES, LÁPIS, OU OUTROS OBJETOS CONCRETOS. PROPOR QUE ORGANIZEM OS OBJETOS RECEBIDOS EM FORMA DE NÚMEROS, TENDO COMO AUXÍLIO A EXPLICAÇÃO ESCRITA NO QUADRO NEGRO. PEDIR QUE OS ALUNOS ESCREVAM O NÚMERO DE OBJETOS RECEBIDOS NO CADERNO. AVALIAÇÃO: ESCREVER OS NÚMEROS ORDENADOS EM FOLHA SULFITE ENTREGUE PELA PROFESSORA DE ACORDO COM OS OBJETOS RECEBIDOS. SUGESTÃO DE PLANO DE AULA PLANOS DE AULA PARA ENSINO FUNDAMENTAL I (2º ANO): AULA 2: ORDEM NUMÉRICA (CONTINUAÇÃO) OBJETIVOS: · CONTAGEM DE ITENS · PERTENCIMENTO DE ITENS A CONJUNTOS METODOLOGIA: LEVAR PARA A SALA DE AULA MATERIAL DOURADO PARA QUE OS ALUNOS POSSAM MANUSEÁ-LO PARA A CONTAGEM DE ITENS. PROPOR QUE OS ESTUDANTES ORGANIZEM DEZ CONJUNTOS DE DEZ ITENS E SOMEM AO FINAL QUAL O VALOR ORGANIZADO. APÓS, APLICAR ATIVIDADES SOBRE O PROCESSO DE CONTAGEM E ORGANIZAÇÃO DE ITENS, EM FORMA DE DUPLAS, PARA QUE OS ALUNOS POSSAM SE AUXILIAR MUTUAMENTE. AVALIAÇÃO: POR MEIO DA ATIVIDADE APRESENTADA E ENTREGUE AOS ALUNOS, BEM COMO O TRABALHO EM EQUIPE E ENGAJAMENTO DURANTE A RESOLUÇÃO DOS PROBLEMAS MATEMÁTICOS. SUGESTÃO DE PLANO DE AULA PLANOS DE AULA PARA ENSINO FUNDAMENTAL I (3º ANO): AULA 1: SUBTRAÇÃO OBJETIVOS: · COMPREENDER O PROCESSO DE SUBTRAÇÃO · UTILIZAR MATERIAL CONCRETO PARA ENTENDIMENTO DO PROCESSO DE SUBTRAÇÃO METODOLOGIA: ESCREVER NO QUADRO NEGRO OU LOUSA DIVERSAS CONTINHAS DE SUBTRAÇÃO. PEDIR QUE OS ALUNOS ANOTEM NO CADERNO AS CONTINHAS PROPOSTAS. DISTRIBUIR PARA OS ALUNOS MATERIAL DOURADO E ANALISAR SEU USO PARA A MATEMÁTICA. ENSINAR AOS ALUNOS A UTILIZAR O MATERIAL COMO APOIO PARA RESOLUÇÃO DE CONTAS DE SUBTRAÇÃO. ATIVIDADES: CONTINHAS DE SUBTRAÇÃO COPIADAS NO CADERNO E RESOLUÇÃO COM USO DO MATERIAL DOURADO. SUGESTÃO DE PLANO DE AULA PLANOS DE AULA PARA ENSINO FUNDAMENTAL I (3º ANO): AULA 2: DIMINUTIVO E AUMENTATIVO DAS PALAVRAS OBJETIVOS: · ADQUIRIR VOCABULÁRIO LINGUÍSTICO · COMPRENDER O FUNCIONAMENTO DAS REGRAS PARA PALAVRAS NO AUMENTATIVO E DIMINUTIVO · RECONHECER A IMPORTÂNCIA DA LEITURA PARA O DESENVOLVIMENTO LINGUÍSTICO METODOLOGIA: FIXAR NA PAREDE DA SALA UMA TABELA CONTENDO DIVERSAS PALAVRAS FEITAS DE MATERIAL EVA. APRESENTAR PARA OS ALUNOS OS SUFIXOS “INHO” E “ÃO” E SUAS VARIAÇÕES. ESTIMULAR A LEITURA DAS PALAVRAS NA TABELA. DEMONSTRAR DE FORMA VISUAL COMO OS SUFIXOS ALTERAM O SENTIDO DAS PALAVRAS A PARTIR DO GRAU AUMENTATIVO E DIMINUTIVO. PROPOR A RELEITURA DAS PALAVRAS AGORA MODIFICADAS, BEM COMO A ATIVIDADE PROPOSTA. AVALIAÇÃO: DISTRIBUIR EM SALA FOLHAS IMPRESSAS CONTENDO ATIVIDADES ACERCA DO GRAU AUMENTATIVO E DIMINUTIVO E PROPOR QUE OS ALUNOS REALIZEM A MESMA COM BASE NOS CONHECIMENTOS OBTIDOS DURANTE A AULA. SUGESTÃO DE PLANO DE AULA PLANOS DE AULA PARA ENSINO FUNDAMENTAL I (4º ANO): AULA 1: REFLORESTAMENTO OBJETIVOS: · COMPREENDER A IMPORTÂNCIA DO PLANTIO DE ÁRVORES · ANALISAR FORMAS DE CUIDADO COM O MEIO AMBIENTE· TRABALHAR DE FORMA INTERDISCIPLINAR COM O COMPONENTE CURRICULAR DE CIÊNCIAS METODOLOGIA: LEVAR PARA A SALA DE AULA DUAS IMAGENS: A PRIMEIRA DEMONSTRANDO UM AMBIENTE DEGRADADO, SEM ÁRVORES, DESMATADO; A SEGUNDA IMAGEM DE UM BOSQUE COM ÁGUA EM ABUNDÂNCIA, ÁRVORES FRUTÍFERAS E MEIO AMBIENTE PRESERVADO. PEDIR PARA QUE OS ALUNOS DEMONSTREM SEUS SENTIMENTOS QUANDO VIRAM AS DUAS IMAGENS. PROPOR QUE DISCUTAM E DECIDAM QUAL A MELHOR IMAGEM E O PORQUÊ. APÓS, REFLETIR SOBRE O QUE OS SERES HUMANOS PODEM FAZER PARA CUIDAR DO MEIO AMBIENTE. AVALIAÇÃO: ESCREVER UM TEXTO NO CADERNO DE LÍNGUA PORTUGUESA SOBRE A IMPORTÂNCIA DE CUIDADO PARA COM O MEIO AMBIENTE E ENTREGAR PARA CORREÇÃO. SUGESTÃO DE PLANO DE AULA PLANOS DE AULA PARA ENSINO FUNDAMENTAL I (4º ANO): AULA 2: FORMAS GEOMÉTRICAS OBJETIVOS: · RECONHECER AS PRINCIPAIS FORMAS GEOMÉTRICAS · ENTENDER AS CARACTERÍSTICAS DAS FORMAS GEOMÉTRICAS: QUADRADO E TRIÂNGULO METODOLOGIA: APRESENTAR PARA OS ALUNOS DOIS MODELOS DE FORMAS GEOMÉTRICAS CONSTRUÍDAS A PARTIR DE PALITOS DE PICOLÉ. PROPOR QUE OS ALUNOS FALEM SOBRE AS FORMAS GEOMÉTRICAS QUE ESTÃO SENDO TRABALHADAS E EXPLIQUEM SUAS PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS COMO TAMANHO E FORMA. ASSIM, DISTRIBUIR PARA OS ALUNOS PALITINHOS DE PICOLÉ PARA QUE POSSAM CONSTRUIR SUAS PRÓPRIAS IMITAÇÕES DE FORMAS GEOMÉTRICAS. AVALIAÇÃO: ENTREGAR PARA CADA ALUNO UMA FOLHA XEROCOPIADA CONTENDO AS INFORMAÇÕES DOS DOIS TIPOS DE FORMA GEOMÉTRICAS A SEREM TRABALHADAS NA AULA, QUADRADO E TRIÂNGULO. ALÉM DISSO, A FOLHA ENTREGUE CONTERÁ ALGUMAS QUESTÕES A SEREM RESPONDIDAS COM BASE NOS CONHECIMENTOS ADQUIRIDOS NO DECORRER DA EXPLICAÇÃO. SUGESTÃO DE PLANO DE AULA PLANOS DE AULA PARA ENSINO FUNDAMENTAL I (5º ANO): AULA 1: MOVIMENTOS DA TERRA OBJETIVOS: · CONHECER OS MOVIMENTOS TERRESTRES · COMPREENDER A EVOLUÇÃO DO DIA E DA NOITE A PARTIR DOS MOVIMENTOS CELESTES METODOLOGIA: LEVAR PARA A SALA UM GLOBO TERRESTRE. MOSTRAR PARA OS ALUNOS QUAIS AS CARACTERÍSTICAS DO GLOBO E PEDIR QUE FALEM SOBRE SEUS CONHECIMENTOS PRÉVIOS ACERCA DO NOSSO PLANETA TERRA. DISCUTIR COM OS ALUNOS SOBRE OS DOIS PROCESSOS QUE A TERRA REALIZA: ROTAÇÃO E TRANSLAÇÃO. APÓS, PROPOR A ATIVIDADE EM DUPLA E INCENTIVAR A MONITORIA ENTRE OS MESMOS, EM QUE CADA DUPLA DEVERÁ COMPARTILHAR CONHECIMENTOS EM ELES E AUXILIAREM QUANDO FOR NECESSÁRIO. ATIVIDADES: ENTREGAR A DUPLA UMA FOLHA CONTENDO QUESTIONAMENTOS SOBRE O TEMA EXPLICADO EM AULA E PEDIR PARA QUE RESPONDAM SOBRE SEUS CONHECIMENTOS OBTIDOS. SUGESTÃO DE PLANO DE AULA PLANOS DE AULA PARA ENSINO FUNDAMENTAL I (5º ANO): AULA 2: MOVIMENTOS DA TERRA (CONTINUAÇÃO) OBJETIVOS: · RELACIONAR A NOÇÃO DE TEMPO AOS MOVIMENTOS TERRESTRES · REFLETIR SOBRE AS CARACTERÍSTICAS DO PLANETA TERRA E DO SISTEMA SOLAR · TRABALHAR DE FORMA INTERDISCIPLINAR COM O COMPONENTE CURRICULAR ARTES METODOLOGIA: ORGANIZAR A SALA EM DUPLAS, PODENDO SER A MESMA DUPLA DA AULA ANTERIOR. RELEMBRAR OS CONCEITOS DE MOVIMENTOS TERRESTRES E ABORDAR AS CARACTERÍSTICAS DO SISTEMA SOLAR DE MANEIRA ORAL E TAMBÉM UTILIZANDO SLIDES EXPLICATIVOS. ENTREGAR PARA OS ALUNOS BOLINHAS DE ISOPOR E PROPOR QUE DESENHEM E PINTEM AS BOLINHAS DE ISOPOR DE ACORDO COM A APARÊNCIA DE CADA PLANETA DO SISTEMA SOLAR. AO FIM, OS ALUNOS MONTARÃO UM SISTEMA SOLAR DE ISOPOR E UTILIZARÃO O MOMENTO PARA EXPOREM ORALMENTE AO QUE APRENDERAM PARA OS COLEGAS. ATIVIDADE: RELACIONAR OS CONHECIMENTOS OBTIDOS SOBRE SISTEMA SOLAR E SUAS CARACTERÍSTICAS E MONTAR UMA MAQUETE DO SISTEMA SOLAR. POR FIM, OS ALUNOS REALIZARÃO A ATIVIDADE ORAL DE EXPLICAR PARA A TURMA AS CARACTERÍSTICAS DO SISTEMA SOLAR APREENDIDOS EM AULA. image1.jpeg