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Confidencial até o momento da aplicação. concurso público 032. Prova objetiva psicÓloGo � Você recebeu sua folha de respostas e este caderno contendo 50 questões objetivas. � Confira seus dados impressos na capa deste caderno e na folha de respostas. � Quando for permitido abrir o caderno, verifique se está completo ou se apresenta imperfeições. Caso haja algum problema, informe ao fiscal da sala para a devida substituição desse caderno. � Leia cuidadosamente todas as questões e escolha a resposta que você considera correta. � Marque, na folha de respostas, com caneta de tinta preta, a letra correspondente à alternativa que você escolheu. � A duração da prova é de 3 horas, já incluído o tempo para o preenchimento da folha de respostas. � Só será permitida a saída definitiva da sala e do prédio após transcorridas 2 horas do início da prova. � Deverão permanecer em cada uma das salas de prova os 3 últimos candidatos, até que o último deles entregue sua prova, assinando termo respectivo. � Ao sair, você entregará ao fiscal a folha de respostas e este caderno. � Até que você saia do prédio, todas as proibições e orientações continuam válidas. aguarde a ordem do fiscal Para abrir este caderno. Nome do candidato Prédio sala carteiraInscriçãorG 2PMOS2402/032-Psicólogo Confidencial até o momento da aplicação. conHecimentos gerais Língua Portuguesa Leia o texto para responder às questões de números 01 a 06. Doadores agora podem declarar sua vontade em cartório Um documento legal, digital e gratuito, disponível por meio de qualquer dispositivo com acesso à internet, pode ser a solução para o Brasil superar antigos entraves e salvar a vida de mais de 42 mil pessoas que aguardam na fila da doação de órgãos e tecidos no país. A partir de agora, brasileiros que querem ser doadores poderão deixar explícita a sua vontade em um documento oficial, redigido por um tabelião de notas e que possui au- tenticidade e segurança jurídica: a Autorização Eletrônica de Doação de Órgãos, Tecidos e Partes do Corpo Humano – AEDO, que passa a ter validade como declaração de vontade do cidadão. Essa Autorização Eletrônica ficará armazenada em uma base de dados nacional única mantida pelo Colégio Notarial do Brasil, que representa os 8 344 Cartórios de Notas do país, e permitirá que médicos vinculados ao Sistema Nacional de Transplantes ou às Centrais Estaduais de Transplantes, ins- tituições do Ministério da Saúde, possam consultar, via CPF, se a pessoa falecida deixou expressa sua vontade em ser um doador e, em caso positivo, apresentar o documento à família para obterem a autorização prevista em lei. A iniciativa busca superar um dos maiores entraves à do- ação de órgãos no país, a autorização da família. Em 2023, 42% das famílias recusaram a doação. Com a AEDO, que pode ser solicitada por maiores de 18 anos, essa manifesta- ção de vontade fica registrada e será acessada pelos profis- sionais da Saúde. Para realizar a Autorização Eletrônica de Doação de Ór- gãos, o interessado preenche um formulário diretamente no site www.aedo.org.br. Por meio do sistema, poderá escolher qual órgão deseja doar ou se pretende doar todos. No Brasil, a maioria das pessoas na fila única nacional de transplantes aguarda a doação de um rim, seguido por fígado, coração, pulmão e pâncreas. Somente no ano passado, três mil pes- soas faleceram pela falta de doação de um órgão. Atualmen- te, mais de 500 crianças aguardam um transplante. Nosso país é o quarto em número absoluto de transplan- tes, ficando atrás apenas dos Estados Unidos, China e Índia. A taxa de doadores é maior no Sudeste (22,2) e no Sul (36,5). No Centro-Oeste (14,1), Nordeste (13,0) e Norte (7,0). Em um momento em que a solidariedade é mais impor- tante do que nunca, a AEDO representa um passo significati- vo da sociedade na busca de soluções concretas para milha- res de brasileiros à espera da chance de uma nova vida. Que todos juntos possamos ser vida na vida de alguém. (Giselle Oliveria de Barros. https://www.estadao.com.br/politica/blog- do-fausto-macedo/doadores-de-orgaos-agora-podem-declarar-sua-vontade- -direto-no-cartorio-de-notas-entenda/?utm_source=estadao:mail. Publicado em 04.04.2024. Adaptado) 01. Pode-se afirmar corretamente que o objetivo do texto é (A) explicar aos leitores como deve ser o preenchimento da AEDO e, para isso, a autora emprega linguagem dúbia e rebuscada. (B) comover os leitores para que se tornem doadores de órgãos e tecidos e, para isso, a autora emprega linguagem jocosa. (C) esclarecer aos leitores qual a função social desem- penhada pela AEDO e, para isso, a autora emprega linguagem acessível. (D) suscitar rivalidade entre as regiões do país com me- nos doadores e, para isso, a autora emprega lingua- gem coloquial. (E) condenar as famílias que se opõem à doação de órgãos e, para isso, a autora emprega linguagem sarcástica. 02. Assinale a alternativa que traz conclusão correta acerca das informações do texto. (A) A AEDO é um avanço na área de doação de órgãos, embora as famílias permaneçam com o direito de anular a declaração de um parente. (B) No Brasil, atualmente há 42 mil adultos e 500 crian- ças à espera de doadores que os ajudem a sobrevi- ver às doenças. (C) A região Sul se destaca pelo maior número de doa- dores, vindo as regiões Sudeste e Nordeste imedia- tamente na sequência. (D) Os Cartórios de Notas se encarregarão de enviar aos hospitais do país a lista de doadores, que estará disponível para todos os médicos. (E) O Brasil, diferentemente dos países europeus mais ricos, destaca-se pela posição significativa que ocu- pa em número absoluto de transplantes. 03. De acordo com o texto, é correto afirmar que a AEDO (A) pretende dar celeridade aos trâmites para a realiza- ção de transplantes, favorecendo, assim, pacientes em estado crítico. (B) deve ser preenchida online e, por meio dessa de- claração, a pessoa se compromete a doar todos os seus órgãos e tecidos. (C) deve conter a autorização legal dos pais quando o interessado em ser doador de órgãos é indivíduo menor de idade. (D) permitirá a médicos e familiares acessar o Colégio Notarial do Brasil e, pelo CPF da pessoa falecida, confirmar se ela é doadora. (E) dará fim ao maior obstáculo para conseguir doado- res que é a falta de apoio governamental àqueles que querem doar órgãos. 3 PMOS2402/032-PsicólogoConfidencial até o momento da aplicação. 06. Considere as passagens do texto. • A iniciativa busca superar um dos maiores entraves à doação de órgãos no país, a autorização da família. (4o parágrafo) • Por meio do sistema, poderá escolher qual órgão dese- ja doar ou se pretende doar todos. (5o parágrafo) • Atualmente, mais de 500 crianças aguardam um trans- plante. (5o parágrafo) Segundo a norma-padrão de regência verbal e nominal, os trechos destacados podem ser substituídos, respecti- vamente, por: (A) empecilhos com a; vai oferecer-se com; estão na expectativa por (B) empecilhos com a; vai oferecer-se de; estão na expectativa em (C) empecilhos à; vai oferecer-se a; estão na expectativa com (D) empecilhos para a; vai oferecer-se de; estão na expectativa com (E) empecilhos para a; vai oferecer-se a; estão na expectativa por 07. Considere as frases. • Quando os cartórios as informações exi- gidas na AEDO, enviarão os dados para o Ministério da Saúde. • Se os pais da criança a autorização imediata da família do falecido, a situação clínica do filho não teria se agravado. • Nossos vizinhos para a filha o transplan- te de coração tão aguardado por todos. Assinale a alternativa cujos verbos preenchem, respec- tivamente e atendendo à norma-padrão, as lacunas das frases. (A) obtiverem ... obtessem ... obtiveram (B) obtiverem ... obtivessem ... obteram (C) obtiverem ... obtivessem ... obtiveram (D) obterem ... obtivessem ... obteram (E) obterem ... obtessem ... obteram 04. Considere as frases reescritas a partirdo texto. • A generosidade de doadores propiciou chances de uma nova vida para milhares de brasileiros esperançosos que, sem ela, não teriam alcançado essas chances de uma nova vida. • Na realização de transplantes, o Brasil ocupa a quarta posição mundial, o que torna o Brasil um país de evi- dente sucesso nessa área. • Existem formulários específicos para a doação de órgãos, e o interessado deverá preencher esses formulários pelo site. Em conformidade com a norma-padrão de emprego e de colocação de pronomes, os trechos destacados devem ser substituídos, respectivamente, por (A) as teriam alcançado; lhe torna; preencher-lhes (B) as teriam alcançado; o torna; preenchê-los (C) teriam-nas alcançado; torna-o; preenchê-los (D) teriam alcançado-as; lhe torna; preenchê-los (E) teriam alcançado-as; o torna; preencher-lhes 05. Assinale a alternativa que segue a norma-padrão de concordância verbal e nominal. (A) A Autorização Eletrônica de Doação de Órgãos be- neficia os cidadãos visto que participar do processo é legal, digital e gratuita. (B) As AEDOs, onde ficará explícita as disposições do doador, poderão diminuir o tempo de espera na fila única de transplantes. (C) Se houverem tabeliães de notas na cidade onde vive o doador, eles garantirão a autenticidade das infor- mações dadas. (D) Em nosso país, os meses vêm passando e infeliz- mente muitas pessoas continuam à espera, sobretu- do, da doação de rins. (E) Caso a AEDO multiplique a doação de órgãos, em breve poderá existir mais pessoas com condição de vida saudável. 4PMOS2402/032-Psicólogo Confidencial até o momento da aplicação. 09. É correto afirmar que os dois-pontos em – A minha é sele- tiva: andou perdendo certos endereços repletos de espe- ranças amorosas. (2o parágrafo) – introduzem trecho que (A) revela detalhes surpreendentes acerca dos relacio- namentos amorosos do cronista. (B) informa que a agenda é seletiva devido ao excesso de teclas e de endereços desconhecidos. (C) enfatiza a decisão do cronista de trocar a agenda por um bloco para anotações rápidas. (D) apresenta o motivo pelo qual o cronista avalia sua agenda como seletiva. (E) declara que o cronista comprou a agenda com o in- tuito específico de encontrar novos amores. 10. Com base no último parágrafo do texto, pode-se concluir corretamente que o cronista (A) continuará a ludibriar o micro-ondas aquecendo massas como se fossem peixes. (B) se manterá cético quando se tratar das facilidades oferecidas por equipamentos eletrônicos. (C) se esforçará sobremaneira para em breve dominar os comandos do micro-ondas e da agenda. (D) vai adquirir a máquina que resolve o problema das desagradáveis panelas engorduradas. (E) dá razão ao amigo adepto do caderno de telefones, embora o veja como um homem ultrapassado. 11. Considere as frases do primeiro parágrafo. • Ainda não cheguei a esse estado de selvageria. • Provavelmente é mais fácil pilotar um avião. • Irredutível, o aparelho marca o tempo que considera adequado. Supondo que o cronista quisesse dar sentido oposto às ideias expressas nas frases, os termos destacados deve- riam ser substituídos, respectivamente, por: (A) estupidez; Indubitavelmente; Obstinado. (B) placidez; Certamente; Intransigente. (C) ferocidade; Categoricamente; Empático. (D) equilíbrio; Presumivelmente; Inflexível. (E) serenidade; Seguramente; Condescendente. Leia o texto para responder às questões de números 08 a 15. Nocaute tecnológico Abro o freezer e vasculho até capturar uma lasanha. Devorado pela fome, seria capaz de comê-la tal como está, fingindo ser sorvete. Mas ainda não cheguei a esse estado de selvageria. Com um nó no estômago, disponho-me a en- frentar meu novo micro-ondas. Provavelmente é mais fácil pilotar um avião. Possui um painel cheio de opções. Deter- mina como descongelar carne, frango ou peixe. De massas, nenhuma indicação. Minto e, ao tocar as teclas digitais, finjo que não é lasanha, mas peixe. Irredutível, o aparelho marca o tempo que considera adequado. No final, sou constrangido a jantar pedaços de massa ferventes misturados com cubos de gelo. Meu sonho é o aparelho capaz de fazer uma única coisa, com um único botão. De fato, a tecnologia ainda não resolveu alguns dilemas mais simples do ser humano. Não conheço nenhuma máquina de descascar batatas realmente efetiva. Ou que nos livre das panelas engorduradas. Merece meda- lha olímpica o sujeito capaz de usar a agenda do celular sem perder nenhum telefone. O mesmo vale para as agendas ele- trônicas de bolso. A minha é seletiva: andou perdendo cer- tos endereços repletos de esperanças amorosas. Que raiva! Diante de tantos comandos, utilidades e possibilidades, te- nho a sensação de que comprei um jatinho quando só queria uma bicicleta. Recordo o amigo que recomenda uma agenda de bol- so, pequena, prática, barata e à prova de qualquer distúrbio eletrônico. Trata-se do velho e bom caderninho de telefones, acompanhado de uma caneta. É isso aí, e estamos conver- sados! (Walcyr Carrasco. VEJA SP, 11.09.1996. Adaptado) 08. Com base no comentário sobre a agenda eletrônica – ... tenho a sensação de que comprei um jatinho quando só queria uma bicicleta. (2o parágrafo) –, nota-se correta- mente que o cronista (A) faz uma comparação e explica que, apesar das inú- meras funções, a agenda não atende às suas neces- sidades. (B) faz uma suposição e lamenta que a agenda tão sofisticada tenha saído financeiramente mais cara do que poderia pagar. (C) faz uma retificação e esclarece que prefere adquirir equipamentos de última geração, embora eventual- mente lhe tragam transtornos. (D) expõe seu sarcasmo e reconhece que se deixou influenciar pelos enganosos anúncios publicitários relativos a agendas. (E) expõe uma contradição e assegura que o manuseio da agenda eletrônica é facílimo, porém fará opção por um equipamento mais simples. 5 PMOS2402/032-PsicólogoConfidencial até o momento da aplicação. PoLítica de saúde 16. Assinale a alternativa que corresponde ao princípio da universalidade no Sistema Único de Saúde. (A) Oferecer ações em saúde conforme a peculiaridade e a necessidade das pessoas, tratando desigual- mente os desiguais e investindo onde a carência é maior. (B) Prever a participação da sociedade na formulação de estratégias, controle e avaliação da política de saúde. (C) Considerar as pessoas como um todo, integrando ações de promoção da saúde, prevenção de doen- ças, tratamento e reabilitação. (D) Garantir o acesso às ações e serviços a todas as pessoas, independentemente de sexo, raça, ocupa- ção ou outras características sociais ou pessoais. (E) Articular diferentes políticas públicas para assegurar qualidade de vida aos indivíduos. 17. De acordo com a Política Nacional da Atenção Básica, para a consolidação da atenção integral à saúde, o alcan- ce de resultados que atendam às necessidades de saúde da população deve estar condicionado a (A) integração entre a Vigilância em Saúde e Atenção Básica, visando estabelecer processos de trabalho que considerem os determinantes, os riscos e os danos à saúde. (B) ampliação de unidades especializadas nos territó- rios, com base nos problemas de saúde levantados pelas equipes de saúde da família. (C) mapeamento da rede hospitalar, de modo a garantir que todas as regiões de saúde tenham um serviço de alta complexidade de referência, seja público ou privado. (D) aumento dos valores repassados pelo Ministério da Saúde para pagamento de procedimentos executa- dos nas Unidades Básicas de Saúde e Unidades de Pronto Atendimento. (E) valorização do salário dos médicos, para garantir sua permanência como coordenador das equipes de saúde da família. 12. Assinale a alternativa em que o termo ou expressão em destaque estabelece relação de concomitância entre as ideias da frase. (A) Minto, porque eu toco a tecla para peixes fingindo que é para massas. (B) Minto, caso eu toque a tecla para peixes fingindo queé para massas. (C) Minto, entretanto eu toco a tecla para peixes fingin- do que é para massas. (D) Minto, à medida que eu toco a tecla para peixes fingindo que é para massas. (E) Minto, antes que eu toque a tecla para peixes fingin- do que é para massas. 13. O sinal indicativo de crase está corretamente empregado na frase da alternativa: (A) Para o cronista, é importante que a tecnologia tam- bém se atenha à solucionar dilemas cotidianos. (B) Se há pessoa capaz de usar a agenda do celular, o cronista dará à ela medalha olímpica. (C) O cronista compara a lasanha à uma porção de sor- vete e pensa em comê-la ainda crua. (D) Sem orientações adequadas, o cronista pôs a lasa- nha no micro e apertou a tecla destinada à peixes. (E) Ainda que faminto e muito irritado, o cronista proce- deu à tarefa de enfrentar o complicado micro-ondas. 14. O cronista chegou à sua casa sentindo uma fome incon- trolável, pensou em devorar a lasanha saí- da do freezer, todavia controlou e resolveu usar o micro-ondas lidar com o aparelho parecesse mais difícil que pilotar um avião. Para que a frase preserve o sentido do texto e esteja de acordo com a norma-padrão, as lacunas devem ser preenchidas, respectivamente, por: (A) por isso ... o ... a menos que ... lhe (B) enquanto ... se ... apesar de que ... o (C) tanto que ... se ... ainda que ... lhe (D) de modo que ... o ... quando ... lhe (E) conforme ... se ... embora ... o 15. Pela eficácia contra nocautes eletrônicos (1), recen- temente (2) um amigo do autor lhe recomendou com entusiasmo (3) o uso de um caderno de telefones: pe- queno, prático, certamente (4) barato e que com grande probabilidade (5) virá acompanhado de lápis ou caneta. Na frase elaborada com base no texto, a circunstância adverbial de causa está indicada pelo número (A) 1. (B) 2. (C) 3. (D) 4. (E) 5. 6PMOS2402/032-Psicólogo Confidencial até o momento da aplicação. 20. O Brasil está prestes a bater o recorde histórico de den- gue, com quase quatro milhões de casos. Já são 3,921 milhões de registros da doença apenas nos primeiros quatro meses de 2024. Até o momento, nove estados, Distrito Federal e 590 municípios estão em situação de emergência para dengue. (https://agenciabrasil.ebc.com.br/) De acordo com o texto, atualmente, o país está vivendo uma situação de (A) surto, pelo aumento repentino e pouco comum do número de casos, de aparecimento súbito e dissemi- nação localizada num espaço específico. (B) epidemia, pelo aumento do número de casos da doença com uma incidência maior que a esperada para uma área geográfica e períodos determinados. (C) pandemia, pelo número de casos acima do esperado, afetando vários países e continentes. (D) conglomerado, pelo agrupamento de casos de um evento pouco comum, em uma quantidade que se acredita ser maior do que a que caberia esperar aleatoriamente. (E) endemia, pelo número de casos controlados em deter- minada região. 21. A diversidade e complexidade das situações com as quais a Atenção Básica lida, requer um atendimento integral com a presença de profissionais de diferentes formações, trabalhando com ações compartilhadas em um processo centrado no usuário. Essa concepção está relacionada a uma característica do processo de trabalho denominada: (A) Acolhimento com classificação de risco. (B) Acesso universal e sem diferenciação excludente. (C) Trabalho em equipe multiprofissional. (D) Definição de território e territorialização. (E) Responsabilidade sanitária. 22. Para subsidiar o processo de planejamento, gestão e avaliação de políticas e ações de saúde direcionadas exclusivamente para a atenção pré-natal e parto, os gestores de saúde podem utilizar o indicador de saúde que estima o risco de um nascido vivo morrer durante a primeira semana de vida. Trata-se de indicador denomi- nado Taxa de mortalidade (A) infantil. (B) infantil neonatal tardia. (C) infantil pós-natal. (D) infantil tardia. (E) infantil neonatal precoce. 18. Os estudos epidemiológicos analíticos são aqueles deli- neados para examinar a existência de associação entre uma exposição e uma doença ou condição relacionada à saúde. Dentre os principais delineamentos de estudos analíticos, assinale a alternativa que contém uma carac- terística do estudo de coorte. (A) Permite o cálculo direto da taxa de letalidade. (B) Pode ser realizado em tempo reduzido e com baixo custo. (C) Método rápido e prático para avaliação de doenças raras. (D) Possibilita o cálculo da incidência e o estudo da his- tória natural das doenças. (E) Mede a frequência e as características de fatores de risco conhecidos. 19. De acordo com os níveis de prevenção estabelecidos por Leavell & Clarck, assinale a alternativa que corresponde a uma medida de prevenção secundária em tempos da pandemia da Covid 19. (A) Abordagem clínica dos casos moderados e graves em Unidade de Terapia Intensiva, com equipe mul- tiprofissional e infraestrutura adequada para manejo oportuno e melhor prognóstico. (B) Acompanhamento sistemático após alta hospitalar de crianças e adolescentes com disfunção cardíaca. (C) Implementação do Plano Nacional de Expansão da Testagem para Covid-19. (D) Estímulo ao distanciamento social, como cancela- mento de eventos públicos, fechamento de escolas e empresas e recomendação para que a população fique em casa. (E) Execução da campanha de vacinação nacional contra a Covid 19. 7 PMOS2402/032-PsicólogoConfidencial até o momento da aplicação. conHecimentos esPecÍficos 26. No artigo 10 do Código de Ética Profissional do Psicólogo (2005), em relação às questões referentes ao sigilo pro- fissional, identifica-se que, (A) em caso de quebra de sigilo, deve-se avisar imedia- tamente o órgão competente para que sejam aplica- das as punições cabíveis. (B) em caso de quebra de sigilo profissional em situações previstas no artigo, o psicólogo deverá restringir-se a prestar as informações estritamente necessárias. (C) o psicólogo poderá decidir pela liberação pública de dados de um caso sempre que julgar necessário, baseando sua decisão na busca do menor ganho. (D) são proibidas toda e qualquer prática do psicólogo que envolva quebra do sigilo profissional. (E) é dever do psicólogo respeitar o sigilo profissional a fim de proteger a intimidade das pessoas atendidas, excetuando-se o exercício profissional em equipe multidisciplinar. 27. Para um dos principais expoentes da Psicologia Social, Martín-Baró, como forma de ajudar nas situações de injustiça social que permeiam os povos latino-america- nos, a principal tarefa do psicólogo social deve ser: (A) concentrar-se no estudo experimental do indivíduo, na medida em que o grupo constitui o primordial estímulo do ambiente social a que esse indivíduo é submetido. (B) focar sua prática sobre percepção de pessoas, uma vez que os indivíduos associam as ações das pes- soas a motivos e disposições internas. (C) compreender os processos cognitivos responsáveis pelos mecanismos que levam o indivíduo a perce- ber e atribuir causas pessoais ao comportamento do outro. (D) investigar as influências macrossociais na conduta social por meio de fenômenos que se encontram na convergência de variáveis individuais e processos intergrupais. (E) abordar a conscientização de pessoas e grupos, como forma de levá-los a desenvolver um saber crí- tico sobre si e sobre sua realidade. 28. Para Moscovici, autor reconhecido pelo seu trabalho sobre as representações sociais, a função das represen- tações sociais é dar sentido ao desconhecido, transfor- mando o não familiar em algo familiar. Para tanto, apoia-se nos processos de (A) assimilação e equilibração. (B) ancoragem e objetivação. (C) socialização e cognição. (D) subjetivação e internalização. (E) acomodação e adaptação. 23. A Política Nacional de Vigilância em Saúde, em conso- nância com o conjunto de políticas de saúde do SUS, tem dentre seu campo de atuação a execução de açõesde monitoramento contínuo e estudos dos problemas e con- dicionantes de saúde, que contribuem para a construção de um planejamento de saúde abrangente. Trata-se de ação de Vigilância em Saúde denominada: (A) Análise da situação de saúde. (B) Vigilância em saúde ambiental. (C) Promoção da saúde. (D) Vigilância sanitária. (E) Vigilância em saúde do trabalhador. 24. Especialmente indicada para o manejo das condições crônicas que necessitam de atenção por longo tempo e em diferentes pontos de atenção, com uma abordagem baseada numa população adscrita, em que os fatores de risco biopsicológicos e as condições de saúde já estabelecidas são enfrentados por meio de estratégias focadas na estratificação de riscos e na atenção baseada na população, em contraposição ao modelo focado em um profissional de saúde individual, que responde a um doente por meio de procedimentos curativos, cuidadores e reabilitadores. Trata-se de uma ferramenta de microgestão da RAS denominada (A) Gestão de caso. (B) Gestão das condições de saúde. (C) Auditoria clínica. (D) Gestão da clínica. (E) Autocuidado apoiado. 25. Apesar dos desafios que ainda persistem, o SUS conta- biliza muitos avanços, dentre os quais, a construção das políticas destinadas a populações em situação de rua, LGBTQIAP+, população negra, população do campo, floresta e água, povos indígenas, quilombolas, ciganos, dentre outras. Fundamentadas pelos princípios do SUS, todas essas Políticas associam-se ao objetivo fundamen- tal de conquistar uma sociedade livre de preconceitos em que a diversidade é um valor que embasa a promoção da igualdade a partir do reconhecimento das desigualdades e da ação estratégica para superá-las. Assinale a alternativa que representa o princípio descrito. (A) Acesso universal. (B) Integralidade da atenção. (C) Transversalidade. (D) Participação popular. (E) Equidade. 8PMOS2402/032-Psicólogo Confidencial até o momento da aplicação. 31. Segundo a Lei Orgânica de Assistência Social, o Cen- tro de Referência Especializado de Assistência Social (CREAS) consiste em (A) unidade pública, localizada em áreas com maiores índices de risco social, destinada à articulação dos serviços e à prestação de serviços proteção social básica às famílias. (B) órgão especializado responsável por normatizar as ações e regular a prestação de serviços de natureza pública e privada no campo da assistência social. (C) serviço que integra a proteção social especial e consiste no apoio, orientação e acompanhamento a f amílias e indivíduos em situação de ameaça ou vio- lação de direitos. (D) unidade destinada à prestação de serviços a indiví- duos e famílias que se encontram em situação de risco pessoal ou social, por violação de direitos ou contingência. (E) equipamento de caráter intersetorial, responsável por transferências de renda, trabalho social com famílias e oferta de serviços socioeducativos para crianças e adolescentes. 32. De acordo com o artigo 19 da Lei no 11.340 de 2006, co- nhecida como Lei Maria da Penha, as medidas protetivas de urgência poderão (A) ser concedidas desde que seja lavrado boletim de ocorrência com descrição dos fatos que culminaram na violência sofrida. (B) vigorar enquanto persistir risco à integridade física, psicológica, sexual, patrimonial ou moral da ofendida ou de seus dependentes. (C) ser deferidas sob condição de ajuizamento de ação penal ou cível e da existência de inquérito policial e investigação do Ministério Público. (D) ser indeferidas no caso de avaliação pela psicológica de inexistência de risco à integridade física, psicoló- gica, sexual, patrimonial ou moral da ofendida ou de seus dependentes. (E) ser substituídas a qualquer tempo por penas alter- nativas ao agressor, como serviços de prestação à comunidade, mediante audiência de conciliação entre as partes. 29. Considerando a atuação em equipamentos do Sistema Único de Assistência Social (SUAS), é correto falar em êxito do processo de acompanhamento familiar quando o psicólogo consegue (A) realizar acompanhamentos periódicos como forma de capacitar a família sobre seus deveres sociais em relação ao trabalho e à cidadania. (B) realizar atendimentos focais e individualizados, assumindo uma postura temporária como ego auxi- liar a fim de promover responsabilizações sobre rela- ções disfuncionais. (C) materializar o direito das famílias à proteção so- cial do Estado, facilitando que desenvolva as suas potencialidades. (D) compreender as demandas trazidas pelas famílias como resultantes de comportamentos de risco com vistas à conscientização da própria família em rela- ção a seus problemas. (E) conscientizar a própria família quanto a inadequa- ção de sua organização interna, seu modo de vida, sua dinâmica de funcionamento e formas de rela- cionamento. 30. No acompanhamento de famílias em situações de gra- ve vulnerabilidade, as articulações entre fatores econô- micos, psicológicos, relacionais, sociológicos, políticos, culturais e outros sinalizam ao psicólogo que (A) as vulnerabilidades precisam ser abordadas de ma- neira complexa, sem reduzi-las a um único campo de saber e atuação. (B) a atuação deve ser focada em compreender os ga- nhos secundários da família ao se manter em situa- ções de exclusão. (C) o trabalho com os componentes subjetivos envolvi- dos em situações de vulnerabilidade é de responsa- bilidade única da psicologia. (D) os profissionais que atuam com as famílias precisam ser neutros em relação às políticas públicas de pro- teção social. (E) o trabalho com grupos é inócuo diante da realidade social das famílias por conta das múltiplas deman- das que apresentam. 9 PMOS2402/032-PsicólogoConfidencial até o momento da aplicação. 36. Segundo o art. 19 do Estatuto da Criança e do Adoles- cente (1990), a criança e adolescente, com a mãe ou o pai privado de liberdade, (A) terão garantidas a convivência por meio de visitas periódicas promovidas pelo responsável ou pela entidade responsável por acolhimento, independen- temente de autorização judicial. (B) serão colocados em família acolhedora ou substituta até o fim do cumprimento legal da pena do genitor, sendo a reaproximação familiar gradual facilitada pelos órgãos da assistência social. (C) deverão ser afastados do convívio com o genitor privado de liberdade, pois as instituições prisionais constituem locais inadequados de convívio para crianças, principalmente as de tenra idade. (D) poderão manter o contato com os genitores privados de liberdade por meio de ligações diárias, com auto- rização judicial prévia e ciência do Ministério Público. (E) terão a extinção do poder familiar e ficarão sob a guarda provisória do Estado, em entidade que desenvolva programa de acolhimento familiar ou institucional. 37. O documento de Referências Técnicas para atuação do psicólogo sobre Relações Raciais (2017) aponta que a manutenção da percepção da cultura negra, como folclo- re, pode ser caracterizada como (A) racismo institucional. (B) valorização racial. (C) cultura de raça. (D) discriminação de crença. (E) racismo interpessoal. 38. A psicologia sócio-histórica fundamenta-se no materialis- mo histórico e dialético como filosofia, teoria e método. Nesse sentido, (A) concebe o homem com o ativo, social e histórico. (B) compreende a sociedade como produção abstrata do fenômeno psicológico. (C) interpreta as ideias enquanto representações objeti- vas da realidade subjetiva. (D) entende a história como o movimento fluido e invo- luntário do fazer humano. (E) enfoca sua prática na valorização do individualismo. 33. A Resolução CFP 06/2019, que trata sobre documen- tos escritos produzidos pelo psicólogo no exercício profissional, orienta que, na elaboração de Relatório Multiprofissional, (A) a identificação dos procedimentos e/ou técnicas pri- vativas da Psicologia deve vir descrita de maneira minuciosa, pois são desconhecidas pelos demais profissionais. (B) o documentodispõe sobre a isenção do psicólo- go realizar outros tipos de registro documental ou prontuários. (C) o psicólogo deve considerar a natureza estanque e cristalizada do seu objeto de estudo, podendo suge- rir a continuidade do atendimento ou do acolhimento. (D) os profissionais devem fazer suas análises separa- damente, identificando, com subtítulo, o nome e a categoria profissional. (E) o documento deve ser encerrado com indicação do local, data de emissão, carimbo e assinatura do coordenador da equipe multiprofissional. 34. De acordo com a literatura atual e referências técnicas na área, a atuação da Psicologia na Política de Assistência Social está sendo construída, a partir de uma reflexão crítica sobre seu potencial e papel. Nessa perspectiva, a Psicologia (A) precisa reforçar a tutela do Estado e a submissão dos sujeitos às políticas públicas como formas de atuação em prol das normas sociais. (B) deve adotar a visão assistencialista diante de situa- ções extremas de vulnerabilidade e violência. (C) busca promover a defesa de direitos humanos por meio de uma postura tutelar e clientelista. (D) atua como coadjuvante na análise social e psico- lógica dos problemas criados em âmbito público e estatal. (E) tem o desafio de contribuir para os processos subje- tivos de emancipação e autonomia dos sujeitos em situação de violação de direitos. 35. O art. 18-B do Estatuto da Criança e do Adolescente (1990) aponta que qualquer pessoa encarregada de cui- dar de crianças e de adolescentes que utilizarem castigo físico ou tratamento cruel estarão sujeitos à (A) encaminhamento a programa oficial de proteção à vítima. (B) prestação de serviços à comunidade. (C) encaminhamento a cursos ou programas de orien- tação. (D) obrigação de reparar o dano. (E) internação em estabelecimento educacional. 10PMOS2402/032-Psicólogo Confidencial até o momento da aplicação. 43. Na Políticas Nacionais de Assistência Social, o olhar interdisciplinar dos membros da equipe foi escolhido para melhor compreender os direitos socioassistenciais e as vulnerabilidades sociais, devido (A) ao objeto de estudo ser o mesmo nas diferentes profissões. (B) à divisão igualitária de carga de trabalho. (C) ao alto grau de complexidade das demandas. (D) ao escasso número de membros nas equipes. (E) à necessidade de definição dos limites profissionais. 44. De acordo com o Estatuto do Idoso (2003), os casos de suspeita ou confirmação de violência praticada contra pessoas idosas (A) devem ser relatados imediatamente à Defensoria Pública da União. (B) precisam de fatos e dados comprobatórios para serem levados à autoridade policial. (C) são objeto de notificação compulsória pelos serviços de saúde públicos e privados à autoridade sanitária. (D) devem ser notificados à família para a tomada das providências cabíveis. (E) necessitam de estudo sociológico sobre o impacto do envelhecimento na sociedade. 45. Nas políticas de proteção social, o conceito de risco so- cial é amplamente utilizado, indicando, principalmente, (A) episódios cotidianos dos ciclos de vida da população que se encontra em hipossuficiência financeira. (B) exposição de maneira consistente a eventos traumá- ticos, como catástrofes ambientais e enchentes. (C) necessidade de medidas de seguridade social por meio de benefícios de prestação continuada. (D) possibilidade da ocorrência de um evento na vida ou na configuração familiar, como episódios de violên- cia, abandono, abuso, entre outros. (E) desenvolvimento de comportamentos de risco diante de situações coletivas de exclusão social. 39. De acordo com a literatura da área, a aplicação da Psico- logia Social Comunitária visa, entre outras coisas, (A) a aproximação da população menos privilegiada para distribuição do capital. (B) o desenvolvimento da consciência dos moradores como sujeitos históricos. (C) o fomento do reflexo psíquico individualizado na vida comunitária. (D) o aprofundamento da consciência individual em meio ao grupo. (E) a compreensão do impacto da imagem subjetiva do sujeito nas relações da comunidade. 40. O psicólogo no atendimento a mulher em situação de vio- lência deverá ter clareza acerca das referências teóricas, técnicas e metodológicas, as quais, para nortear a sua atuação profissional, devem ser (A) legitimadas pela equipe multidisciplinar. (B) globais e holísticas. (C) feministas e a-históricas. (D) cientificamente válidas. (E) aprovadas pela coordenação técnica. 41. É fundamental destacar o surgimento, no fim século passado, de importante marco conceitual no âmbito das pesquisas sobre a necessidade de diferenciar o sexo bio- lógico de sua tradução social em papéis sociais, expec- tativas de comportamentos e as relações de poder entre homens e mulheres na sociedade. Trata-se (A) do modelo matriarcal. (B) das discussões sobre gênero. (C) da diversidade biossocial. (D) do capacitismo. (E) da naturalização da violência. 42. O art. 35 da Lei no 12.594 de 2012, que institui o Sis- tema Nacional de Atendimento Socioeducativo (Sinase), apresenta que a execução das medidas socioeducativas rege-se, dentre outras coisas, pelo princípio da (A) máxima intervenção, ampliada ao necessário para a realização dos objetivos da medida e de reeducação. (B) regularidade da intervenção judicial e da imposição de medidas, favorecendo-se a educação por meio do conhecimento e cumprimento dos deveres. (C) prioridade a práticas ou medidas que sejam punitivas, e, sempre que possível, atendam às necessidades das vítimas e algozes. (D) proporcionalidade em relação ao impacto do ato na vida comunitária e capacidade de promover mudan- ças de comportamentos. (E) brevidade da medida em resposta ao ato cometido, em especial o respeito ao que dispõe o Estatuto da Criança e do Adolescente. 11 PMOS2402/032-PsicólogoConfidencial até o momento da aplicação. 49. O procedimento realizado pelos órgãos da rede de pro- teção com o objetivo de assegurar o acompanhamento da vítima ou da testemunha de violência, para a supe- ração das consequências da violação sofrida, limitado ao estritamente necessário para o cumprimento da fina- lidade de proteção social e de provimento de cuidados, é denominado (A) depoimento especial. (B) avaliação psicossocial. (C) escuta especializada. (D) oitiva diagnóstica. (E) relato protegido. 50. A entrevista psicológica é uma relação com caracterís- ticas particulares que se estabelece entre duas ou mais pessoas sendo que, diferentemente da consulta e da anamnese, objetiva (A) o diagnóstico total da realidade vivida pelo sujeito com os possíveis encaminhamentos para outras áreas. (B) a intervenção diretiva e clara em aspectos patológicos da personalidade e comportamento do entrevistado. (C) o reconhecimento do papel da família da pessoa entrevistada na produção de suas queixas e dores. (D) o estudo e a utilização do comportamento total do indivíduo durante o curso da relação com o entre- vistador. (E) a manutenção de estrutura hierárquica entre entre- vistador e entrevistado para o bom andamento do procedimento. 46. De acordo com a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Lei no 13.146/2015), a educação cons- titui direito da pessoa com deficiência. Assim, incumbe ao poder público assegurar, implementar, acompanhar e avaliar (A) o projeto pedagógico que institucionalize o atendi- mento educacional especializado. (B) o sistema educacional especial na educação básica. (C) as vagas em escolas por meio da oferta de matrícu- las exclusivas. (D) as pesquisas sobre métodos e técnicas de normati- zação e reabilitação. (E) a formação para o atendimento educacional em clas- ses especiais. 47. A Lei no 13.257, de 8 de março de 2016, que dispõe sobre as políticas públicas para a primeira infância passou a ser conhecida como o “Marco Legal da Primeira Infância”, e considera primeira infância o período que abrange (A) dos dois aos seis anos incompletos. (B) os primeirossete anos completos. (C) do zero aos onze anos incompletos. (D) os primeiros seis anos completos. (E) os primeiros dois anos completos. 48. Em situações que envolvem revelação ou retratação de situações de violência sexual, pode ser identificada a in- terferência de figuras de referência das crianças. Essa situação convoca os psicólogos que atuam nesse con- texto a (A) valorizarem a presença de figuras de segurança da criança nesses momentos, a fim de garantir a sua estabilidade emocional. (B) intervirem no sentido de orientar a apresentação dos fatos e dados que os confirmam, visando a produção de provas. (C) solicitarem, de imediato, o acolhimento institucional da criança, que não pode ficar exposta a novas situa- ções de risco e violência. (D) iniciarem, após o registro da queixa, um processo de psicoterapia individual com a criança, a fim de mini- mizar os danos já sofridos por ela. (E) considerarem criticamente as relações de poder na vida das pessoas que estão sob seus cuidados. Confidencial até o momento da aplicação.