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Questões resolvidas

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Confidencial até o momento da aplicação.
concurso público
032. Prova objetiva
psicÓloGo
� Você recebeu sua folha de respostas e este caderno contendo 50 questões objetivas.
�   Confira seus dados impressos na capa deste caderno e na folha de respostas.
�   Quando for permitido abrir o caderno, verifique se está completo ou se apresenta  imperfeições. Caso haja algum 
problema, informe ao fiscal da sala para a devida substituição desse caderno.
�   Leia cuidadosamente todas as questões e escolha a resposta que você considera correta.
�   Marque, na folha de respostas, com caneta de tinta preta, a letra correspondente à alternativa que você escolheu.
�   A duração da prova é de 3 horas, já incluído o tempo para o preenchimento da folha de respostas.
�   Só será permitida a saída definitiva da sala e do prédio após transcorridas 2 horas do início da prova.
�   Deverão permanecer em cada uma das salas de prova os 3 últimos candidatos, até que o último deles entregue sua 
prova, assinando termo respectivo.
�   Ao sair, você entregará ao fiscal a folha de respostas e este caderno.
�   Até que você saia do prédio, todas as proibições e orientações continuam válidas.
aguarde a ordem do fiscal Para abrir este caderno.
Nome do candidato
Prédio sala carteiraInscriçãorG
2PMOS2402/032-Psicólogo Confidencial até o momento da aplicação.
conHecimentos gerais
Língua Portuguesa
Leia o texto para responder às questões de números 01 a 06.
Doadores agora podem declarar sua vontade em cartório
Um documento legal, digital e gratuito, disponível por 
meio de qualquer dispositivo com acesso à internet, pode 
ser a solução para o Brasil superar antigos entraves e salvar 
a vida de mais de 42 mil pessoas que aguardam na fila da 
doação de órgãos e tecidos no país.
A partir de agora, brasileiros que querem ser doadores 
poderão deixar explícita a sua vontade em um documento 
oficial, redigido por um tabelião de notas e que possui au-
tenticidade e segurança jurídica: a Autorização Eletrônica de 
Doação de Órgãos, Tecidos e Partes do Corpo Humano – 
AEDO, que passa a ter validade como declaração de vontade 
do cidadão.
Essa Autorização Eletrônica ficará armazenada em uma 
base de dados nacional única mantida pelo Colégio Notarial 
do Brasil, que representa os 8 344 Cartórios de Notas do país, 
e permitirá que médicos vinculados ao Sistema Nacional de 
Transplantes ou às Centrais Estaduais de Transplantes, ins-
tituições do Ministério da Saúde, possam consultar, via CPF, 
se a pessoa falecida deixou expressa sua vontade em ser um 
doador e, em caso positivo, apresentar o documento à família 
para obterem a autorização prevista em lei.
A iniciativa busca superar um dos maiores entraves à do-
ação de órgãos no país, a autorização da família. Em 2023, 
42% das famílias recusaram a doação. Com a AEDO, que 
pode ser solicitada por maiores de 18 anos, essa manifesta-
ção de vontade fica registrada e será acessada pelos profis-
sionais da Saúde.
Para realizar a Autorização Eletrônica de Doação de Ór-
gãos, o interessado preenche um formulário diretamente no 
site www.aedo.org.br. Por meio do sistema, poderá escolher 
qual órgão deseja doar ou se pretende doar todos. No Brasil, 
a maioria das pessoas na fila única nacional de transplantes 
aguarda a doação de um rim, seguido por fígado, coração, 
pulmão e pâncreas. Somente no ano passado, três mil pes-
soas faleceram pela falta de doação de um órgão. Atualmen-
te, mais de 500 crianças aguardam um transplante.
Nosso país é o quarto em número absoluto de transplan-
tes, ficando atrás apenas dos Estados Unidos, China e Índia. 
A taxa de doadores é maior no Sudeste (22,2) e no Sul (36,5). 
No Centro-Oeste (14,1), Nordeste (13,0) e Norte (7,0).
Em um momento em que a solidariedade é mais impor-
tante do que nunca, a AEDO representa um passo significati-
vo da sociedade na busca de soluções concretas para milha-
res de brasileiros à espera da chance de uma nova vida. Que 
todos juntos possamos ser vida na vida de alguém.
(Giselle Oliveria de Barros. https://www.estadao.com.br/politica/blog- 
do-fausto-macedo/doadores-de-orgaos-agora-podem-declarar-sua-vontade-
-direto-no-cartorio-de-notas-entenda/?utm_source=estadao:mail. Publicado 
em 04.04.2024. Adaptado)
01. Pode-se afirmar corretamente que o objetivo do texto é
(A) explicar aos leitores como deve ser o preenchimento 
da AEDO e, para isso, a autora emprega linguagem 
dúbia e rebuscada.
(B) comover os leitores para que se tornem doadores 
de órgãos e tecidos e, para isso, a autora emprega 
linguagem jocosa.
(C) esclarecer aos leitores qual a função social desem-
penhada pela AEDO e, para isso, a autora emprega 
linguagem acessível.
(D) suscitar rivalidade entre as regiões do país com me-
nos doadores e, para isso, a autora emprega lingua-
gem coloquial.
(E) condenar as famílias que se opõem à doação de 
órgãos e, para isso, a autora emprega linguagem 
sarcástica.
02. Assinale a alternativa que traz conclusão correta acerca 
das informações do texto.
(A) A AEDO é um avanço na área de doação de órgãos, 
embora as famílias permaneçam com o direito de 
anular a declaração de um parente.
(B) No Brasil, atualmente há 42 mil adultos e 500 crian-
ças à espera de doadores que os ajudem a sobrevi-
ver às doenças.
(C) A região Sul se destaca pelo maior número de doa-
dores, vindo as regiões Sudeste e Nordeste imedia-
tamente na sequência.
(D) Os Cartórios de Notas se encarregarão de enviar 
aos hospitais do país a lista de doadores, que estará 
disponível para todos os médicos.
(E) O Brasil, diferentemente dos países europeus mais 
ricos, destaca-se pela posição significativa que ocu-
pa em número absoluto de transplantes.
03. De acordo com o texto, é correto afirmar que a AEDO
(A) pretende dar celeridade aos trâmites para a realiza-
ção de transplantes, favorecendo, assim, pacientes 
em estado crítico.
(B) deve ser preenchida online e, por meio dessa de-
claração, a pessoa se compromete a doar todos os 
seus órgãos e tecidos.
(C) deve conter a autorização legal dos pais quando o 
interessado em ser doador de órgãos é indivíduo 
menor de idade.
(D) permitirá a médicos e familiares acessar o Colégio 
Notarial do Brasil e, pelo CPF da pessoa falecida, 
confirmar se ela é doadora.
(E) dará fim ao maior obstáculo para conseguir doado-
res que é a falta de apoio governamental àqueles 
que querem doar órgãos.
3 PMOS2402/032-PsicólogoConfidencial até o momento da aplicação.
06. Considere as passagens do texto.
•   A iniciativa busca superar um dos maiores entraves à 
doação de órgãos no país, a autorização da família. (4o 
parágrafo)
•   Por meio do sistema, poderá escolher qual órgão dese-
ja doar ou se pretende doar todos. (5o parágrafo)
•   Atualmente, mais de 500 crianças aguardam um trans-
plante. (5o parágrafo)
Segundo a norma-padrão de regência verbal e nominal, 
os trechos destacados podem ser substituídos, respecti-
vamente, por:
(A) empecilhos com a; vai oferecer-se com; estão na 
expectativa por
(B) empecilhos com a; vai oferecer-se de; estão na 
expectativa em
(C) empecilhos à; vai oferecer-se a; estão na expectativa 
com
(D) empecilhos para a; vai oferecer-se de; estão na 
expectativa com
(E) empecilhos para a; vai oferecer-se a; estão na 
expectativa por
07. Considere as frases.
•   Quando os cartórios  as informações exi-
gidas na AEDO, enviarão os dados para o Ministério 
da Saúde.
•   Se  os  pais  da  criança  a autorização 
imediata da família do falecido, a situação clínica do 
filho não teria se agravado.
•   Nossos vizinhos  para a filha o transplan-
te de coração tão aguardado por todos.
Assinale a alternativa cujos verbos preenchem, respec-
tivamente e atendendo à norma-padrão, as lacunas das 
frases.
(A) obtiverem ... obtessem ... obtiveram
(B) obtiverem ... obtivessem ... obteram
(C) obtiverem ... obtivessem ... obtiveram
(D) obterem ... obtivessem ... obteram
(E) obterem ... obtessem ... obteram
04. Considere as frases reescritas a partirdo texto.
•   A generosidade de doadores propiciou chances de uma 
nova vida para milhares de brasileiros esperançosos 
que, sem ela, não teriam alcançado essas chances 
de uma nova vida.
•   Na realização de transplantes, o Brasil ocupa a quarta 
posição mundial, o que torna o Brasil um país de evi-
dente sucesso nessa área.
•   Existem  formulários  específicos  para  a  doação  de  
órgãos, e o interessado deverá preencher esses 
formulários pelo site.
Em conformidade com a norma-padrão de emprego e de 
colocação de pronomes, os trechos destacados devem 
ser substituídos, respectivamente, por
(A) as teriam alcançado; lhe torna; preencher-lhes
(B) as teriam alcançado; o torna; preenchê-los
(C) teriam-nas alcançado; torna-o; preenchê-los
(D) teriam alcançado-as; lhe torna; preenchê-los
(E) teriam alcançado-as; o torna; preencher-lhes
05. Assinale a alternativa que segue a norma-padrão de 
concordância verbal e nominal.
(A) A Autorização Eletrônica de Doação de Órgãos be-
neficia os cidadãos visto que participar do processo 
é legal, digital e gratuita.
(B) As AEDOs, onde ficará explícita as disposições do 
doador, poderão diminuir o tempo de espera na fila 
única de transplantes.
(C) Se houverem tabeliães de notas na cidade onde vive 
o doador, eles garantirão a autenticidade das infor-
mações dadas.
(D) Em nosso país, os meses vêm passando e infeliz-
mente muitas pessoas continuam à espera, sobretu-
do, da doação de rins.
(E) Caso a AEDO multiplique a doação de órgãos, em 
breve poderá existir mais pessoas com condição de 
vida saudável.
4PMOS2402/032-Psicólogo Confidencial até o momento da aplicação.
09. É correto afirmar que os dois-pontos em – A minha é sele-
tiva: andou perdendo certos endereços repletos de espe-
ranças amorosas. (2o parágrafo) – introduzem trecho que
(A) revela detalhes surpreendentes acerca dos relacio-
namentos amorosos do cronista.
(B) informa que a agenda é seletiva devido ao excesso 
de teclas e de endereços desconhecidos.
(C) enfatiza a decisão do cronista de trocar a agenda por 
um bloco para anotações rápidas.
(D) apresenta o motivo pelo qual o cronista avalia sua 
agenda como seletiva.
(E) declara que o cronista comprou a agenda com o in-
tuito específico de encontrar novos amores.
10. Com base no último parágrafo do texto, pode-se concluir 
corretamente que o cronista
(A) continuará a ludibriar o micro-ondas aquecendo 
massas como se fossem peixes.
(B) se manterá cético quando se tratar das facilidades 
oferecidas por equipamentos eletrônicos.
(C) se esforçará sobremaneira para em breve dominar 
os comandos do micro-ondas e da agenda.
(D) vai adquirir a máquina que resolve o problema das 
desagradáveis panelas engorduradas.
(E) dá razão ao amigo adepto do caderno de telefones, 
embora o veja como um homem ultrapassado.
11. Considere as frases do primeiro parágrafo.
•   Ainda não cheguei a esse estado de selvageria.
•   Provavelmente é mais fácil pilotar um avião.
•   Irredutível, o aparelho marca o tempo que considera 
adequado.
Supondo que o cronista quisesse dar sentido oposto às 
ideias expressas nas frases, os termos destacados deve-
riam ser substituídos, respectivamente, por:
(A) estupidez; Indubitavelmente; Obstinado.
(B) placidez; Certamente; Intransigente.
(C) ferocidade; Categoricamente; Empático.
(D) equilíbrio; Presumivelmente; Inflexível.
(E) serenidade; Seguramente; Condescendente.
Leia o texto para responder às questões de números 08 a 15.
Nocaute tecnológico
Abro o freezer e vasculho até capturar uma lasanha. 
Devorado pela fome, seria capaz de comê-la tal como está, 
fingindo ser sorvete. Mas ainda não cheguei a esse estado 
de selvageria. Com um nó no estômago, disponho-me a en-
frentar meu novo micro-ondas. Provavelmente é mais fácil 
pilotar um avião. Possui um painel cheio de opções. Deter-
mina como descongelar carne, frango ou peixe. De massas, 
nenhuma indicação. Minto e, ao tocar as teclas digitais, finjo 
que não é lasanha, mas peixe. Irredutível, o aparelho marca 
o tempo que considera adequado. No final, sou constrangido 
a jantar pedaços de massa ferventes misturados com cubos 
de gelo.
Meu sonho é o aparelho capaz de fazer uma única coisa, 
com um único botão. De fato, a tecnologia ainda não resolveu 
alguns dilemas mais simples do ser humano. Não conheço 
nenhuma máquina de descascar batatas realmente efetiva. 
Ou que nos livre das panelas engorduradas. Merece meda-
lha olímpica o sujeito capaz de usar a agenda do celular sem 
perder nenhum telefone. O mesmo vale para as agendas ele-
trônicas de bolso. A minha é seletiva: andou perdendo cer-
tos endereços repletos de esperanças amorosas. Que raiva! 
Diante de tantos comandos, utilidades e possibilidades, te-
nho a sensação de que comprei um jatinho quando só queria 
uma bicicleta.
Recordo o amigo que recomenda uma agenda de bol-
so, pequena, prática, barata e à prova de qualquer distúrbio 
eletrônico. Trata-se do velho e bom caderninho de telefones, 
acompanhado de uma caneta. É isso aí, e estamos conver-
sados!
(Walcyr Carrasco. VEJA SP, 11.09.1996. Adaptado)
08. Com base no comentário sobre a agenda eletrônica 
– ... tenho a sensação de que comprei um jatinho quando 
só queria uma bicicleta. (2o parágrafo) –, nota-se correta-
mente que o cronista
(A) faz uma comparação e explica que, apesar das inú-
meras funções, a agenda não atende às suas neces-
sidades.
(B) faz uma suposição e lamenta que a agenda tão 
sofisticada tenha saído financeiramente mais cara 
do que poderia pagar.
(C) faz uma retificação e esclarece que prefere adquirir 
equipamentos de última geração, embora eventual-
mente lhe tragam transtornos.
(D) expõe seu sarcasmo e reconhece que se deixou 
influenciar pelos enganosos anúncios publicitários 
relativos a agendas.
(E) expõe uma contradição e assegura que o manuseio 
da agenda eletrônica é facílimo, porém fará opção 
por um equipamento mais simples.
5 PMOS2402/032-PsicólogoConfidencial até o momento da aplicação.
PoLítica de saúde
16. Assinale a alternativa que corresponde ao princípio da 
universalidade no Sistema Único de Saúde.
(A) Oferecer ações em saúde conforme a peculiaridade 
e a necessidade das pessoas, tratando desigual-
mente os desiguais e investindo onde a carência é 
maior.
(B) Prever a participação da sociedade na formulação 
de estratégias, controle e avaliação da política de 
saúde.
(C) Considerar as pessoas como um todo, integrando 
ações de promoção da saúde, prevenção de doen-
ças, tratamento e reabilitação.
(D) Garantir o acesso às ações e serviços a todas as 
pessoas, independentemente de sexo, raça, ocupa-
ção ou outras características sociais ou pessoais.
(E) Articular diferentes políticas públicas para assegurar 
qualidade de vida aos indivíduos.
17. De acordo com a Política Nacional da Atenção Básica, 
para a consolidação da atenção integral à saúde, o alcan-
ce de resultados que atendam às necessidades de saúde 
da população deve estar condicionado a
(A) integração entre a Vigilância em Saúde e Atenção 
Básica, visando estabelecer processos de trabalho 
que considerem os determinantes, os riscos e os 
danos à saúde.
(B) ampliação de unidades especializadas nos territó-
rios, com base nos problemas de saúde levantados 
pelas equipes de saúde da família.
(C) mapeamento da rede hospitalar, de modo a garantir 
que todas as regiões de saúde tenham um serviço 
de alta complexidade de referência, seja público ou 
privado.
(D) aumento dos valores repassados pelo Ministério da 
Saúde para pagamento de procedimentos executa-
dos nas Unidades Básicas de Saúde e Unidades de 
Pronto Atendimento.
(E) valorização do salário dos médicos, para garantir 
sua permanência como coordenador das equipes de 
saúde da família.
12. Assinale a alternativa em que o termo ou expressão em 
destaque estabelece relação de concomitância entre as 
ideias da frase.
(A) Minto, porque eu toco a tecla para peixes fingindo 
que é para massas.
(B) Minto, caso eu toque a tecla para peixes fingindo 
queé para massas.
(C) Minto, entretanto eu toco a tecla para peixes fingin-
do que é para massas.
(D) Minto, à medida que eu toco a tecla para peixes 
fingindo que é para massas.
(E) Minto, antes que eu toque a tecla para peixes fingin-
do que é para massas.
13. O sinal indicativo de crase está corretamente empregado 
na frase da alternativa:
(A) Para o cronista, é importante que a tecnologia tam-
bém se atenha à solucionar dilemas cotidianos.
(B) Se há pessoa capaz de usar a agenda do celular, o 
cronista dará à ela medalha olímpica.
(C) O cronista compara a lasanha à uma porção de sor-
vete e pensa em comê-la ainda crua.
(D) Sem orientações adequadas, o cronista pôs a lasa-
nha no micro e apertou a tecla destinada à peixes.
(E) Ainda que faminto e muito irritado, o cronista proce-
deu à tarefa de enfrentar o complicado micro-ondas.
14. O cronista chegou à sua casa sentindo uma fome incon-
trolável, pensou em devorar a lasanha saí-
da do freezer, todavia controlou e resolveu 
usar o micro-ondas lidar com o aparelho 
 parecesse mais difícil que pilotar um avião.
Para que a frase preserve o sentido do texto e esteja 
de acordo com a norma-padrão, as lacunas devem ser 
preenchidas, respectivamente, por:
(A) por isso ... o ... a menos que ... lhe
(B) enquanto ... se ... apesar de que ... o
(C) tanto que ... se ... ainda que ... lhe
(D) de modo que ... o ... quando ... lhe
(E) conforme ... se ... embora ... o
15. Pela eficácia contra nocautes eletrônicos (1), recen-
temente (2) um amigo do autor lhe recomendou com 
entusiasmo (3) o uso de um caderno de telefones: pe-
queno, prático, certamente (4) barato e que com grande 
probabilidade (5) virá acompanhado de lápis ou caneta.
Na frase elaborada com base no texto, a circunstância 
adverbial de causa está indicada pelo número
(A) 1.
(B) 2.
(C) 3.
(D) 4.
(E) 5.
6PMOS2402/032-Psicólogo Confidencial até o momento da aplicação.
20. O Brasil está prestes a bater o recorde histórico de den-
gue, com quase quatro milhões de casos. Já são 3,921 
milhões de registros da doença apenas nos primeiros 
quatro meses de 2024. Até o momento, nove estados, 
Distrito Federal e 590 municípios estão em situação de 
emergência para dengue.
(https://agenciabrasil.ebc.com.br/)
De acordo com o texto, atualmente, o país está vivendo 
uma situação de
(A) surto, pelo aumento repentino e pouco comum do 
número de casos, de aparecimento súbito e dissemi-
nação localizada num espaço específico.
(B) epidemia, pelo aumento do número de casos da 
doença com uma incidência maior que a esperada 
para uma área geográfica e períodos determinados.
(C) pandemia, pelo número de casos acima do esperado, 
afetando vários países e continentes.
(D) conglomerado, pelo agrupamento de casos de um 
evento pouco comum, em uma quantidade que se 
acredita ser maior do que a que caberia esperar 
aleatoriamente.
(E) endemia, pelo número de casos controlados em deter-
minada região.
21. A diversidade e complexidade das situações com as 
quais a Atenção Básica lida, requer um atendimento 
integral com a presença de profissionais de diferentes 
formações, trabalhando com ações compartilhadas em 
um processo centrado no usuário. Essa concepção está 
relacionada a uma característica do processo de trabalho 
denominada:
(A) Acolhimento com classificação de risco.
(B) Acesso universal e sem diferenciação excludente.
(C) Trabalho em equipe multiprofissional.
(D) Definição de território e territorialização.
(E) Responsabilidade sanitária.
22. Para subsidiar o processo de planejamento, gestão e 
avaliação de políticas e ações de saúde direcionadas 
exclusivamente para a atenção pré-natal e parto, os 
gestores de saúde podem utilizar o indicador de saúde 
que estima o risco de um nascido vivo morrer durante a 
primeira semana de vida. Trata-se de indicador denomi-
nado Taxa de mortalidade
(A) infantil.
(B) infantil neonatal tardia.
(C) infantil pós-natal.
(D) infantil tardia.
(E) infantil neonatal precoce.
18. Os estudos epidemiológicos analíticos são aqueles deli-
neados para examinar a existência de associação entre 
uma exposição e uma doença ou condição relacionada 
à saúde. Dentre os principais delineamentos de estudos 
analíticos, assinale a alternativa que contém uma carac-
terística do estudo de coorte.
(A) Permite o cálculo direto da taxa de letalidade.
(B) Pode ser realizado em tempo reduzido e com baixo 
custo.
(C) Método rápido e prático para avaliação de doenças 
raras.
(D) Possibilita o cálculo da incidência e o estudo da his-
tória natural das doenças.
(E) Mede a frequência e as características de fatores de 
risco conhecidos.
19. De acordo com os níveis de prevenção estabelecidos por 
Leavell & Clarck, assinale a alternativa que corresponde 
a uma medida de prevenção secundária em tempos da 
pandemia da Covid 19.
(A) Abordagem clínica dos casos moderados e graves 
em Unidade de Terapia Intensiva, com equipe mul-
tiprofissional e infraestrutura adequada para manejo 
oportuno e melhor prognóstico.
(B) Acompanhamento sistemático após alta hospitalar 
de crianças e adolescentes com disfunção cardíaca.
(C) Implementação do Plano Nacional de Expansão da 
Testagem para Covid-19.
(D) Estímulo ao distanciamento social, como cancela-
mento de eventos públicos, fechamento de escolas 
e empresas e recomendação para que a população 
fique em casa.
(E) Execução da campanha de vacinação nacional contra 
a Covid 19.
7 PMOS2402/032-PsicólogoConfidencial até o momento da aplicação.
conHecimentos esPecÍficos
26. No artigo 10 do Código de Ética Profissional do Psicólogo 
(2005), em relação às questões referentes ao sigilo pro-
fissional, identifica-se que,
(A) em caso de quebra de sigilo, deve-se avisar imedia-
tamente o órgão competente para que sejam aplica-
das as punições cabíveis.
(B) em caso de quebra de sigilo profissional em situações 
previstas no artigo, o psicólogo deverá restringir-se a 
prestar as informações estritamente necessárias.
(C) o psicólogo poderá decidir pela liberação pública de 
dados de um caso sempre que julgar necessário, 
baseando sua decisão na busca do menor ganho.
(D) são proibidas toda e qualquer prática do psicólogo 
que envolva quebra do sigilo profissional.
(E) é dever do psicólogo respeitar o sigilo profissional a 
fim de proteger a intimidade das pessoas atendidas, 
excetuando-se o exercício profissional em equipe 
multidisciplinar.
27. Para um dos principais expoentes da Psicologia Social, 
Martín-Baró, como forma de ajudar nas situações de 
injustiça social que permeiam os povos latino-america-
nos, a principal tarefa do psicólogo social deve ser:
(A) concentrar-se no estudo experimental do indivíduo, 
na medida em que o grupo constitui o primordial 
estímulo do ambiente social a que esse indivíduo é 
submetido.
(B) focar sua prática sobre percepção de pessoas, uma 
vez que os indivíduos associam as ações das pes-
soas a motivos e disposições internas.
(C) compreender os processos cognitivos responsáveis 
pelos mecanismos que levam o indivíduo a perce-
ber e atribuir causas pessoais ao comportamento 
do outro.
(D) investigar as influências macrossociais na conduta 
social por meio de fenômenos que se encontram na 
convergência de variáveis individuais e processos 
intergrupais.
(E) abordar a conscientização de pessoas e grupos, 
como forma de levá-los a desenvolver um saber crí-
tico sobre si e sobre sua realidade.
28. Para Moscovici, autor reconhecido pelo seu trabalho 
sobre as representações sociais, a função das represen-
tações sociais é dar sentido ao desconhecido, transfor-
mando o não familiar em algo familiar. Para tanto, apoia-se 
nos processos de
(A) assimilação e equilibração.
(B) ancoragem e objetivação.
(C) socialização e cognição.
(D) subjetivação e internalização.
(E) acomodação e adaptação.
23. A Política Nacional de Vigilância em Saúde, em conso-
nância com o conjunto de políticas de saúde do SUS, tem 
dentre seu campo de atuação a execução de açõesde 
monitoramento contínuo e estudos dos problemas e con-
dicionantes de saúde, que contribuem para a construção 
de um planejamento de saúde abrangente. Trata-se de 
ação de Vigilância em Saúde denominada:
(A) Análise da situação de saúde.
(B) Vigilância em saúde ambiental.
(C) Promoção da saúde.
(D) Vigilância sanitária.
(E) Vigilância em saúde do trabalhador.
24. Especialmente indicada para o manejo das condições 
crônicas que necessitam de atenção por longo tempo e 
em diferentes pontos de atenção, com uma abordagem 
baseada numa população adscrita, em que os fatores 
de risco biopsicológicos e as condições de saúde já 
estabelecidas são enfrentados por meio de estratégias 
focadas na estratificação de riscos e na atenção baseada 
na população, em contraposição ao modelo focado em 
um profissional de saúde individual, que responde a um 
doente por meio de procedimentos curativos, cuidadores 
e reabilitadores.
Trata-se de uma ferramenta de microgestão da RAS 
denominada
(A) Gestão de caso.
(B) Gestão das condições de saúde.
(C) Auditoria clínica.
(D) Gestão da clínica.
(E) Autocuidado apoiado.
25. Apesar dos desafios que ainda persistem, o SUS conta-
biliza muitos avanços, dentre os quais, a construção das 
políticas destinadas a populações em situação de rua, 
LGBTQIAP+, população negra, população do campo, 
floresta e água, povos indígenas, quilombolas, ciganos, 
dentre outras. Fundamentadas pelos princípios do SUS, 
todas essas Políticas associam-se ao objetivo fundamen-
tal de conquistar uma sociedade livre de preconceitos em 
que a diversidade é um valor que embasa a promoção da 
igualdade a partir do reconhecimento das desigualdades 
e da ação estratégica para superá-las.
Assinale a alternativa que representa o princípio descrito.
(A) Acesso universal.
(B) Integralidade da atenção.
(C) Transversalidade.
(D) Participação popular.
(E) Equidade.
8PMOS2402/032-Psicólogo Confidencial até o momento da aplicação.
31. Segundo a Lei Orgânica de Assistência Social, o Cen-
tro de Referência Especializado de Assistência Social 
(CREAS) consiste em
(A) unidade pública, localizada em áreas com maiores 
índices de risco social, destinada à articulação dos 
serviços e à prestação de serviços proteção social 
básica às famílias.
(B) órgão especializado responsável por normatizar as 
ações e regular a prestação de serviços de natureza 
pública e privada no campo da assistência social.
(C) serviço que integra a proteção social especial e 
consiste no apoio, orientação e acompanhamento a 
f amílias e indivíduos em situação de ameaça ou vio-
lação de direitos.
(D) unidade destinada à prestação de serviços a indiví-
duos e famílias que se encontram em situação de 
risco pessoal ou social, por violação de direitos ou 
contingência.
(E) equipamento de caráter intersetorial, responsável 
por transferências de renda, trabalho social com 
famílias e oferta de serviços socioeducativos para 
crianças e adolescentes.
32. De acordo com o artigo 19 da Lei no 11.340 de 2006, co-
nhecida como Lei Maria da Penha, as medidas protetivas 
de urgência poderão
(A) ser concedidas desde que seja lavrado boletim de 
ocorrência com descrição dos fatos que culminaram 
na violência sofrida.
(B) vigorar enquanto persistir risco à integridade física, 
psicológica, sexual, patrimonial ou moral da ofendida 
ou de seus dependentes.
(C) ser deferidas sob condição de ajuizamento de ação 
penal ou cível e da existência de inquérito policial e 
investigação do Ministério Público.
(D) ser indeferidas no caso de avaliação pela psicológica 
de inexistência de risco à integridade física, psicoló-
gica, sexual, patrimonial ou moral da ofendida ou de 
seus dependentes.
(E) ser substituídas a qualquer tempo por penas alter-
nativas ao agressor, como serviços de prestação à 
comunidade, mediante audiência de conciliação 
entre as partes.
29. Considerando a atuação em equipamentos do Sistema 
Único de Assistência Social (SUAS), é correto falar em 
êxito do processo de acompanhamento familiar quando 
o psicólogo consegue
(A) realizar acompanhamentos periódicos como forma 
de capacitar a família sobre seus deveres sociais em 
relação ao trabalho e à cidadania.
(B) realizar atendimentos focais e individualizados, 
assumindo uma postura temporária como ego auxi-
liar a fim de promover responsabilizações sobre rela-
ções disfuncionais.
(C) materializar o direito das famílias à proteção so-
cial do Estado, facilitando que desenvolva as suas 
potencialidades.
(D) compreender as demandas trazidas pelas famílias 
como resultantes de comportamentos de risco com 
vistas à conscientização da própria família em rela-
ção a seus problemas.
(E) conscientizar a própria família quanto a inadequa-
ção de sua organização interna, seu modo de vida, 
sua dinâmica de funcionamento e formas de rela-
cionamento.
30. No acompanhamento de famílias em situações de gra-
ve vulnerabilidade, as articulações entre fatores econô-
micos, psicológicos, relacionais, sociológicos, políticos, 
culturais e outros sinalizam ao psicólogo que
(A) as vulnerabilidades precisam ser abordadas de ma-
neira complexa, sem reduzi-las a um único campo de 
saber e atuação.
(B) a atuação deve ser focada em compreender os ga-
nhos secundários da família ao se manter em situa-
ções de exclusão.
(C) o trabalho com os componentes subjetivos envolvi-
dos em situações de vulnerabilidade é de responsa-
bilidade única da psicologia.
(D) os profissionais que atuam com as famílias precisam 
ser neutros em relação às políticas públicas de pro-
teção social.
(E) o trabalho com grupos é inócuo diante da realidade 
social das famílias por conta das múltiplas deman-
das que apresentam.
9 PMOS2402/032-PsicólogoConfidencial até o momento da aplicação.
36. Segundo o art. 19 do Estatuto da Criança e do Adoles-
cente (1990), a criança e adolescente, com a mãe ou o 
pai privado de liberdade,
(A) terão garantidas a convivência por meio de visitas 
periódicas promovidas pelo responsável ou pela 
entidade responsável por acolhimento, independen-
temente de autorização judicial.
(B) serão colocados em família acolhedora ou substituta 
até o fim do cumprimento legal da pena do genitor, 
sendo a reaproximação familiar gradual facilitada 
pelos órgãos da assistência social.
(C) deverão ser afastados do convívio com o genitor 
privado de liberdade, pois as instituições prisionais 
constituem locais inadequados de convívio para 
crianças, principalmente as de tenra idade.
(D) poderão manter o contato com os genitores privados 
de liberdade por meio de ligações diárias, com auto-
rização judicial prévia e ciência do Ministério Público.
(E) terão a extinção do poder familiar e ficarão sob 
a guarda provisória do Estado, em entidade que 
desenvolva programa de acolhimento familiar ou 
institucional.
37. O documento de Referências Técnicas para atuação do 
psicólogo sobre Relações Raciais (2017) aponta que a 
manutenção da percepção da cultura negra, como folclo-
re, pode ser caracterizada como
(A) racismo institucional.
(B) valorização racial.
(C) cultura de raça.
(D) discriminação de crença.
(E) racismo interpessoal.
38. A psicologia sócio-histórica fundamenta-se no materialis-
mo histórico e dialético como filosofia, teoria e método. 
Nesse sentido,
(A) concebe o homem com o ativo, social e histórico.
(B) compreende a sociedade como produção abstrata 
do fenômeno psicológico.
(C) interpreta as ideias enquanto representações objeti-
vas da realidade subjetiva.
(D) entende a história como o movimento fluido e invo-
luntário do fazer humano.
(E) enfoca sua prática na valorização do individualismo.
33. A Resolução CFP 06/2019, que trata sobre documen-
tos escritos produzidos pelo psicólogo no exercício 
profissional, orienta que, na elaboração de Relatório 
 Multiprofissional,
(A) a identificação dos procedimentos e/ou técnicas pri-
vativas da Psicologia deve vir descrita de maneira 
minuciosa, pois são desconhecidas pelos demais 
profissionais.
(B) o documentodispõe sobre a isenção do psicólo-
go realizar outros tipos de registro documental ou 
 prontuários.
(C) o psicólogo deve considerar a natureza estanque e 
cristalizada do seu objeto de estudo, podendo suge-
rir a continuidade do atendimento ou do acolhimento.
(D) os profissionais devem fazer suas análises separa-
damente, identificando, com subtítulo, o nome e a 
categoria profissional.
(E) o documento deve ser encerrado com indicação 
do local, data de emissão, carimbo e assinatura do 
coordenador da equipe multiprofissional.
34. De acordo com a literatura atual e referências técnicas na 
área, a atuação da Psicologia na Política de Assistência 
Social está sendo construída, a partir de uma reflexão 
crítica sobre seu potencial e papel. Nessa perspectiva, a 
Psicologia
(A) precisa reforçar a tutela do Estado e a submissão 
dos sujeitos às políticas públicas como formas de 
atuação em prol das normas sociais.
(B) deve adotar a visão assistencialista diante de situa-
ções extremas de vulnerabilidade e violência.
(C) busca promover a defesa de direitos humanos por 
meio de uma postura tutelar e clientelista.
(D) atua como coadjuvante na análise social e psico-
lógica dos problemas criados em âmbito público e 
estatal.
(E) tem o desafio de contribuir para os processos subje-
tivos de emancipação e autonomia dos sujeitos em 
situação de violação de direitos.
35. O art. 18-B do Estatuto da Criança e do Adolescente 
(1990) aponta que qualquer pessoa encarregada de cui-
dar de crianças e de adolescentes que utilizarem castigo 
físico ou tratamento cruel estarão sujeitos à
(A) encaminhamento a programa oficial de proteção à 
vítima.
(B) prestação de serviços à comunidade.
(C) encaminhamento a cursos ou programas de orien-
tação.
(D) obrigação de reparar o dano.
(E) internação em estabelecimento educacional.
10PMOS2402/032-Psicólogo Confidencial até o momento da aplicação.
43. Na Políticas Nacionais de Assistência Social, o olhar 
interdisciplinar dos membros da equipe foi escolhido para 
melhor compreender os direitos socioassistenciais e as 
vulnerabilidades sociais, devido
(A) ao objeto de estudo ser o mesmo nas diferentes 
profissões.
(B) à divisão igualitária de carga de trabalho.
(C) ao alto grau de complexidade das demandas.
(D) ao escasso número de membros nas equipes.
(E) à necessidade de definição dos limites profissionais.
44. De acordo com o Estatuto do Idoso (2003), os casos de 
suspeita ou confirmação de violência praticada contra 
pessoas idosas
(A) devem ser relatados imediatamente à Defensoria 
Pública da União.
(B) precisam de fatos e dados comprobatórios para 
serem levados à autoridade policial.
(C) são objeto de notificação compulsória pelos serviços 
de saúde públicos e privados à autoridade sanitária.
(D) devem ser notificados à família para a tomada das 
providências cabíveis.
(E) necessitam de estudo sociológico sobre o impacto 
do envelhecimento na sociedade.
45. Nas políticas de proteção social, o conceito de risco so-
cial é amplamente utilizado, indicando, principalmente,
(A) episódios cotidianos dos ciclos de vida da população 
que se encontra em hipossuficiência financeira.
(B) exposição de maneira consistente a eventos traumá-
ticos, como catástrofes ambientais e enchentes.
(C) necessidade de medidas de seguridade social por 
meio de benefícios de prestação continuada.
(D) possibilidade da ocorrência de um evento na vida ou 
na configuração familiar, como episódios de violên-
cia, abandono, abuso, entre outros.
(E) desenvolvimento de comportamentos de risco diante 
de situações coletivas de exclusão social.
39. De acordo com a literatura da área, a aplicação da Psico-
logia Social Comunitária visa, entre outras coisas,
(A) a aproximação da população menos privilegiada 
para distribuição do capital.
(B) o desenvolvimento da consciência dos moradores 
como sujeitos históricos.
(C) o fomento do reflexo psíquico individualizado na vida 
comunitária.
(D) o aprofundamento da consciência individual em meio 
ao grupo.
(E) a compreensão do impacto da imagem subjetiva do 
sujeito nas relações da comunidade.
40. O psicólogo no atendimento a mulher em situação de vio-
lência deverá ter clareza acerca das referências teóricas, 
técnicas e metodológicas, as quais, para nortear a sua 
atuação profissional, devem ser
(A) legitimadas pela equipe multidisciplinar.
(B) globais e holísticas.
(C) feministas e a-históricas.
(D) cientificamente válidas.
(E) aprovadas pela coordenação técnica.
41. É fundamental destacar o surgimento, no fim século 
passado, de importante marco conceitual no âmbito das 
pesquisas sobre a necessidade de diferenciar o sexo bio-
lógico de sua tradução social em papéis sociais, expec-
tativas de comportamentos e as relações de poder entre 
homens e mulheres na sociedade. Trata-se
(A) do modelo matriarcal.
(B) das discussões sobre gênero.
(C) da diversidade biossocial.
(D) do capacitismo.
(E) da naturalização da violência.
42. O art. 35 da Lei no 12.594 de 2012, que institui o Sis-
tema Nacional de Atendimento Socioeducativo (Sinase), 
apresenta que a execução das medidas socioeducativas 
rege-se, dentre outras coisas, pelo princípio da
(A) máxima intervenção, ampliada ao necessário para a 
realização dos objetivos da medida e de reeducação.
(B) regularidade da intervenção judicial e da imposição 
de medidas, favorecendo-se a educação por meio do 
conhecimento e cumprimento dos deveres.
(C) prioridade a práticas ou medidas que sejam punitivas, 
e, sempre que possível, atendam às necessidades 
das vítimas e algozes.
(D) proporcionalidade em relação ao impacto do ato na 
vida comunitária e capacidade de promover mudan-
ças de comportamentos.
(E) brevidade da medida em resposta ao ato cometido, 
em especial o respeito ao que dispõe o Estatuto da 
Criança e do Adolescente.
11 PMOS2402/032-PsicólogoConfidencial até o momento da aplicação.
49. O procedimento realizado pelos órgãos da rede de pro-
teção com o objetivo de assegurar o acompanhamento 
da vítima ou da testemunha de violência, para a supe-
ração das consequências da violação sofrida, limitado 
ao estritamente necessário para o cumprimento da fina-
lidade de proteção social e de provimento de cuidados, 
é denominado
(A) depoimento especial.
(B) avaliação psicossocial.
(C) escuta especializada.
(D) oitiva diagnóstica.
(E) relato protegido.
50. A entrevista psicológica é uma relação com caracterís-
ticas particulares que se estabelece entre duas ou mais 
pessoas sendo que, diferentemente da consulta e da 
anamnese, objetiva
(A) o diagnóstico total da realidade vivida pelo sujeito com 
os possíveis encaminhamentos para outras áreas.
(B) a intervenção diretiva e clara em aspectos patológicos 
da personalidade e comportamento do entrevistado.
(C) o reconhecimento do papel da família da pessoa 
entrevistada na produção de suas queixas e dores.
(D) o estudo e a utilização do comportamento total do 
indivíduo durante o curso da relação com o entre-
vistador.
(E) a manutenção de estrutura hierárquica entre entre-
vistador e entrevistado para o bom andamento do 
procedimento.
46. De acordo com a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa 
com Deficiência (Lei no 13.146/2015), a educação cons-
titui direito da pessoa com deficiência. Assim, incumbe 
ao poder público assegurar, implementar, acompanhar e 
avaliar
(A) o projeto pedagógico que institucionalize o atendi-
mento educacional especializado.
(B) o sistema educacional especial na educação básica.
(C) as vagas em escolas por meio da oferta de matrícu-
las exclusivas.
(D) as pesquisas sobre métodos e técnicas de normati-
zação e reabilitação.
(E) a formação para o atendimento educacional em clas-
ses especiais.
47. A Lei no 13.257, de 8 de março de 2016, que dispõe sobre 
as políticas públicas para a primeira infância passou a ser 
conhecida como o “Marco Legal da Primeira Infância”, e 
considera primeira infância o período que abrange
(A) dos dois aos seis anos incompletos.
(B) os primeirossete anos completos.
(C) do zero aos onze anos incompletos.
(D) os primeiros seis anos completos.
(E) os primeiros dois anos completos.
48. Em situações que envolvem revelação ou retratação de 
situações de violência sexual, pode ser identificada a in-
terferência de figuras de referência das crianças. Essa 
situação convoca os psicólogos que atuam nesse con-
texto a
(A) valorizarem a presença de figuras de segurança da 
criança nesses momentos, a fim de garantir a sua 
estabilidade emocional.
(B) intervirem no sentido de orientar a apresentação dos 
fatos e dados que os confirmam, visando a produção 
de provas.
(C) solicitarem, de imediato, o acolhimento institucional 
da criança, que não pode ficar exposta a novas situa-
ções de risco e violência.
(D) iniciarem, após o registro da queixa, um processo de 
psicoterapia individual com a criança, a fim de mini-
mizar os danos já sofridos por ela.
(E) considerarem criticamente as relações de poder na 
vida das pessoas que estão sob seus cuidados.
Confidencial até o momento da aplicação.

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