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UNIVERSIDADE ESTADUAL DO MARANHÃO – UEMA CENTRO DE CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS CURSO DE ALUNO ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO (AEE): Benefícios da sala de recursos multifuncionais para a prática pedagógica COLINAS – MA 2025 ALUNO ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO (AEE): Benefícios da sala de recursos multifuncionais para a prática pedagógica Projeto de pesquisa apresentado ao Curso de kkk, como parte do requisito para obtenção de nota. Orientador: COLINAS – MA 2025 SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO 2. OBJETIVOS 2.1 Objetivo Geral 2.2 Objetivos Específicos 3 REFERENCIAL TEÓRICO 3.1 Evolução da Educação Especial no Brasil 3.2 Benefícios das salas de recursos para as práticas pedagógicas no AEE 4. METODOLOGIA 5. CRONOGRAMA REFERÊNCIAS 1. INTRODUÇÃO A Política de Educação Especial no Brasil, implementada pelo Ministério da Educação (MEC) e aprovada em 2008, adota uma perspectiva da educação inclusiva, provendo as condições e meios necessários para que os sistemas públicos de ensino possam garantir o direito de aprender às crianças como necessidades educacionais especiais. Na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei 9.394/96), é notado no artigo 96, que o sistema educacional deve garantir aos estudantes com necessidades educativas especiais todas as adequações necessárias, para assegurar o seu desenvolvimento pleno de modo inclusivo, sendo atendido diante de suas necessidades. Para se concretizar esta finalidade não é suficiente ajustes estruturais na escola, mas também, adequações do currículo escolar, a reflexão sobre a formação do professor e a sua atuação junto ao estudante com deficiência (ARANHA, 2000). Assim, a Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva aponta garantias que devem favorecer um trabalho escolar inclusivo e orienta quanto a necessidade de um Atendimento Educacional Especializado (AEE) que atenda aos estudantes que apresentam durante o período escolar, aspectos peculiares e significativos quanto aos seus processos de aprendizagem (BRASIL, 2008). A efetivação dessa política se dá por meio de um conjunto de instrumentos, entre os quais se destaca o Atendimento Educacional Especializado (AEE) ora identificado como objeto de estudo nesse trabalho, tendo como recorte suas contribuições à prática pedagógica na sala regular. O AEE é definido como um conjunto de atividades, recursos de acessibilidade e pedagógico para complementar e/ou suplementar o ensino regular, deve ser gratuito e em todos os níveis de ensino como mostra o Art.5º da resolução nº 4 de 2009: O AEE é realizado, prioritariamente, na sala de recursos multifuncionais da própria escola ou em outra escola do ensino regular, no turno inverso da escolarização, não sendo substitutivo as classes comuns, podendo ser realizado também em Centros de Atendimento Especializados da rede pública ou de instituições comunitárias, confessionais, filantrópicas sem fins lucrativos [...]. (BRASIL, 2009) Esse atendimento deve prover, além do desenvolvimento psíquico, um conjunto de habilidades e competências previamente estabelecidas, conforme a deficiência apresentada. Para que as ações sejam desenvolvidas com eficiência, cada instituição de ensino precisa contar com educadores especializados e devidamente capacitados. As ações de AEE devem favorecer o acesso de alunos ao currículo escolar e a sua socialização, promovendo a inclusão de indivíduos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação. O AEE, portanto, é um serviço ofertado nas Salas de Recursos Multifuncionais (SRM), na própria escola do estudante, caso esta oferte, ou em outra escola próxima que possibilite esse atendimento. Além disso, o atendimento deve acontecer no turno inverso da escolarização, não sendo substitutivo de classes comuns. As salas (SRM) de instituições públicas se restringem ao atendimento dos estudantes matriculados na rede de ensino Estadual e Municipal. Porém, os estudantes da rede privada também devem ser assistidos pela sala (SRM) na própria escola que se encontra matriculada. Para Vygotsky (1987), a pessoa com necessidades educativas especiais é capaz de se beneficiar das interações sociais e da cultura da qual participa, e quando essas relações acontecem de forma adequada, elas são capazes de solucionar conflitos e mediar o desenvolvimento pleno do ser humano e a evolução do conhecimento Quando o aluno não participa do atendimento educacional especializado é notória a dificuldade na socialização e desenvolvimento. É observável a lacuna que existe nesse contexto, onde não se explora todas as potencialidades do AEE (Atendimento Educacional Especializado). As dificuldades também partem do despreparo, insegurança, medo e estigma dos professores e do contexto. Diante disso, tivemos a seguinte questão norteadora: Quais os benefícios que as salas de recursos multifuncionais apresentam para o professor? A hipótese a ser verificada nesse estudo é referente às contribuições do Atendimento Educacional Especializado, em que busca identificar, elaborar e organizar recursos pedagógicos e de acessibilidade. Esse serviço possibilita eliminar as barreiras para a plena participação dos alunos, considerando suas necessidades específicas. A construção dialógica entre a comunidade escolar, professor de apoio e professor especializado ao AEE, faz com que o trabalho colaborativo seja funcional dentro da proposta pedagógica cabível, como também ao bem-estar do aluno. O estudo será uma revisão bibliográfica de artigos que demonstram a importância e contribuição do AEE no ensino regular, sob a perspectiva da educação inclusiva aos alunos que apresentam baixa visão ou cegueira. Demonstro a relevância da produção desse artigo diante estes fatos, como as possíveis contribuições de ordem teórica, servindo de fontes para futuras investigações científicas. Dentro da dimensão social, este artigo busca contribuir as instituições públicas na perspectiva da educação inclusiva. 2. OBJETIVOS 2.1 Objetivo Geral Refletir sobre articulação e importância da efetivação do Atendimento Educacional Especializado (AEE) em consonância com o ensino regular e às práticas exercidas pelos professores no serviço educacional especializado. 2.2 Objetivos Específicos Esclarecer a função do trabalho desenvolvido pelo professor no AEE; Compreender dentro da perspectiva da educação inclusiva a importância do trabalho colaborativo desenvolvido pelo professor de AEE; Buscar compreender a importância das políticas públicas de educação inclusiva e como estão integrando o AEE à proposta pedagógica. 3. REFERENCIAL TEÓRICO Todo ser humano têm o direito de frequentar a escola, independentemente da cor, raça, etnia ou classe social. Seguindo essa perspectiva, o artigo 205 da Constituição Federal de 1988 destaca que “A educação, direito de todos e dever da família, será promovida e incentivada com a colaboração da sociedade, visando ao pleno desenvolvimento da pessoa, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho”. (BRASIL, 1988) Sendo assim, é na escola que a criança começará a conhecer e ser orientada sobre seus direitos, iniciar o processo de aprendizagem e se tornar cidadãos de bens, acolhendo e respeitando as diferenças. A educação especial é uma modalidade de ensino que visa a melhoria da aprendizagem dos alunos com deficiência, ela contribui significativamente para a garantia de um ensino de qualidade para todos, sem distinção e de forma inclusiva. Sendo assim, o AEE é um recurso que contempla a educação especial na rede regular de ensino, com o intuito de identificar as necessidades educacionais de cada aluno. Na visão de Costa (2010, p.531), “A formação dos professores deve abranger o desenvolvimento de sua sensibilidade para que possam refletir sobre a própria prática docente e, assim, planejar de maneira flexível, articulando o ensino às demandas de aprendizagemdos alunos, considerando diversas possibilidades educacionais”. Assim, as abordagens teóricas mostraram que há a necessidade de profissionais capacitados para realizar esse atendimento educacional especializado, professores aptos a conhecer de fato a educação especial e sua finalidade, que tenham estratégias para melhorar a qualidade de ensino desses alunos que apresentam certos tipos de necessidades educacionais. A educação especial é uma modalidade de ensino que, de acordo com a LDB artigo 58, “Entende-se por educação especial, para os efeitos desta lei, a modalidade de educação escolar oferecida preferencialmente na rede regular de ensino, para educandos com deficiência, transtornos globais e altas habilidades ou superdotação”. (BRASIL, 1996) Portanto, seguindo essa linha de raciocínio, fica evidente que essa educação é pautada para especificamente atender os discentes com diferentes tipos de deficiência, tendo como objetivo, os mesmos da educação em geral, o que a distingue, é o atendimento que será mediante as diferenças dos educandos. Segundo Mantoan (2003) “Inclusão é o privilégio de conviver com as diferenças”, ou seja, é necessário ter um senso crítico pautado na valorização do ser, enquanto agente transformadores considerar que cada indivíduo é único e merece ser respeitado em todos os seus aspectos. Freire (2008) afirma que: “a inclusão, enquanto forma de flexibilizar a resposta educativa de modo a fornecer uma educação básica de qualidade a todos os alunos, tem sido apontada como uma solução para o problema da exclusão educacional.” Posto isso, é necessário que a comunidade escolar tenha uma visão transformadora e que propicie aos educandos as habilidades e competências essenciais para a formação integral do indivíduo inserido nesse meio. 3.1 Evolução da Educação Especial no Brasil Durante décadas, os indivíduos que tinham algum tipo de deficiência eram desvalorizados e considerados como inferiores, ou seja, existia um grande preconceito em relação a isso. Visto que, para a sociedade, a condição física era mais importante do que princípios básicos, como o caráter e o respeito. Desse modo, até a década de 50, não se falava em educação especial, pois as pessoas discriminavam e não dava nenhuma importância a esses sujeitos. Sendo que, a maioria deles eram tidos como, loucos, doentes mentais, anormais e consequentemente eram isolados do convívio social, sem nenhuma garantia de direito. Ainda nessa perspectiva, durante a antiguidade muitas crianças que nasciam de forma “anormais” sofriam prática de abandono, negligência e até de extermínio, eram rejeitadas pela família, ou seja, eram vistas como pessoas que não mereciam oportunidade e cuidado, literalmente eram imperceptíveis para a sociedade. (SILVA, 2009) Foi a partir do ano de 1970 que houve uma mudança considerável envolvendo a educação especial, que começou a ser discutida e ganhou espaço na sociedade, porém sem muitas políticas públicas a favor dessas pessoas e de forma lenta. Ademais, ampliou-se um olhar mais compreensível da parte do governo, que adotou medidas que favoreceram esses indivíduos, coma criação de instituições e regras gerais de acordo com os órgãos normativos. Deste modo, a educação especial durante todos esses anos passou por inúmeras transformações, resultado de muitas lutas para a garantia dos seus direitos, pois se analisarmos melhor, veremos que não foi fácil, e ainda hoje não é, mesmo apesar dos avanços. (SILVA, 2009) Nesse contexto, é importante salientar que, a educação inclusiva no Brasil somente começou a se consolidar a partir de uma conferência mundial da educação especial, no ano de 1994, quando foi proclamada a declaração de Salamanca. Importante marco para o início da luta para se ter uma educação igualitária. Além do mais, foi no decorrer dos anos 2000 que a educação inclusiva ganhou força no âmbito educacional. (MANTOAN, 2003) Portanto, foi analisado, que desde a antiguidade a educação especial vem sendo construída através de muita luta, devido a exclusão e a violação sofridas por esses indivíduos. Nesse contexto, a Lei de Diretrizes e Bases (LDB), surgiu com o intuito de assegurar uma educação de qualidade e inclusiva aos alunos com deficiência e preferencialmente na rede regular de ensino. Segundo o artigo 59, desta mesma lei, o currículo contempla uma organização importante no âmbito educacional, pois visa adaptações curriculares, de acordo com as especificidades dos alunos, com o objetivo de flexibilizar o currículo geral, permitindo ao educando uma melhoria na aprendizagem e de acordo com cada nível, ou seja, contribuindo para a terminalidade especifica dos discentes que, não conseguiram acompanhar o nível exigido para a conclusão daquela etapa de ensino e também para os superdotados que possuem um nível elevado de conhecimento. (BRASIL, 1996) 3.2 Benefícios das salas de recursos para as práticas pedagógicas no AEE Com mudanças e preparações nos ambientes educacionais, bem como as capacitações dos profissionais da educação, já é possível receber pessoas com necessidades educacionais especiais nas escolas regulares e conseguir estimulá-las ao aprimoramento de sua capacidade cognitiva, uma vez que agora as escolas estão começando a se preparar, no sentido de preparar os professores. O Atendimento Educacional Especializado (AEE) é um serviço da educação especial realizado no período contrário ao frequentado pelo aluno no ensino regular, esse atendimento identifica, elabora e organiza recursos pedagógicos e de acessibilidade, que eliminem as barreiras para a plena participação dos alunos, considerando suas necessidades especificas. (SEESP/MEC, 2008). Esse serviço é ampliado com um espaço Sala de Recurso Multifuncional (SRM). As atividades desenvolvidas nesse espaço devem ser realizadas por educadores com formação comprovada no exercício do magistério e que tenha domínio de conhecimentos específicos no campo da educação especial. Ademais, é necessário que o professor atuante na SRMF interaja com toda a comunidade escolar, técnicos, professores, gestores, como também as famílias dos alunos beneficiados por esse atendimento. Nesse sentido, todas as biografias estudadas indicam que, para a concretização de uma proposta educacional inclusiva, se faz necessário reformas na estrutura do currículo e nas práticas de ensino, portanto, a organização dos alunos, um currículo repensado e adequadas formas de avaliação, podem fazer a diversidade ser percebida, atendida e valorizada nesses espaços compostos pela diferença. Além de assegurar a pessoa com deficiência na sala regular, o AEE promove condições de igualdade, o exercício dos direitos e das liberdades fundamentais, visando a inclusão social e cidadã, e assim, dar condições para que o aluno com deficiência tenha as mesmas oportunidades que toda a turma. Carvalho (2005) cita a importância da participação da família acerca de conhecer as estratégias e recursos para ajudar o aluno no seu desenvolvimento e conhecer suas limitações e capacidades. Fazer a família entender da importância dos acompanhamentos com psicopedagogos, já que as maiores barreiras são formadas pelos pais e familiares com cuidados excessivos, sem deixar que a criança explore as possibilidades, essa participação afetiva soma grandes pontos positivos, como a autoestima e autoconfiança, aspectos importantes para a construção da aprendizagem. Desse modo, é imprescindível que todas as escolas da rede pública, implementem estratégias educacionais, voltada para as especificidades dos educandos, incentivando a autonomia e o autoconhecimento, com o intuito de valorizar as diferenças e a prática do respeito. Esse atendimento, se torna importante porque dá acessibilidade aos educandos com deficiência e dificuldades de aprendizagens, organizando estratégias e ações, com o intuito de favorecer uma boa escolarização. Contudo, esse atendimento é realizado de preferência nas salas de recursos multifuncionais, onde é o oferecido todo apoio ao aluno. A vista disso, a escola deve organizar o PPP commetodologias baseadas na sala do AEE, visando um preparo significativo da comunidade escolar para com esses educandos. Assim, potencializando o desenvolvimento dos alunos, a fim de garantir a igualdade e condições ao acesso, a participação e sobretudo a permanência desses indivíduos com necessidades educacionais, dentro da escola. (CARVALHO, 2005) Portanto, o atendimento educacional especializado é de grande importância para identificar as necessidades educacionais dos alunos com deficiência, proporcionando autonomia, melhoria na qualidade do ensino ofertado na rede pública, a inserção desses estudantes no meio social e, sobretudo, para a garantia de uma educação eficaz. Desta forma, também contribui significativamente para o desenvolvimento da educação inclusiva, pois oferece suporte ao professor da classe comum e tem o intuito através das leis de assegurar o direto de todos a educação. (ARANHA, 2000) 4. METODOLOGIA O presente trabalho, consiste em uma pesquisa de caráter descritivo, que segundo GIL (2007), “a pesquisa descritiva é uma análise em profundidade que visa descrever, classificar e interpretar o objeto estudado. Utiliza técnicas mais sistematizadas e rigorosas”. O mesmo tende identificar a importância do atendimento educacional especializado na educação especial, através de um estudo qualitativo, de cunho bibliográfico, fundamentado em autores como: Mantoan (2007), Silva (2009), Freire (2008), Carvalho (2005), além de artigos, livros, documentos, Lei de Diretrizes e Bases (LDB), dentre outros. Trata-se de uma pesquisa bibliográfica, que consiste na leitura e análise de artigos científicos publicados em revistas e periódicos, documentos normativos e legislações referentes a inclusão de alunos com necessidades educacionais especiais na escola, mais precisamente na sala de aula do ensino regular. Para Macedo (1994, p. 13), a pesquisa bibliográfica: “Trata-se do primeiro passo em qualquer tipo de pesquisa científica, com o fim de revisar a literatura existente e não redundar o tema de estudo ou experimentação”. Pretende-se analisar os principais artigos disponibilizados em base de dados científicos, relacionados a inclusão desses alunos com necessidades especiais e como ocorre esse processo. 5. CRONOGRAMA Dezembro/2024 Janeiro/2025 Fevereiro/2025 Março/2025 Escolha do tema x Pesquisa bibliográfica x x Elaboração do projeto x x Correção e revisão x Apresentação do projeto de pesquisa x REFERÊNCIAS ARANHA, M. S. F. Inclusão Social e Municipalização. In: Educação Especial: temas atuais. MANZINI. E. J. (Org.). Marília: UNESP, 2000. BRASIL. Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva. Brasillia: MEC/SEESP, 2008. BRASIL. Lei nº 13.146, de 06 de julho de 2015. Institui a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Estatuto da Pessoa com Deficiência). BRASIL. Resolução CNE/CEB n° 04, de 02 de outubro de 2009 - MEC Ministério da Educação. Disponível em: http://portal.mec.gov.br Acesso em 16 de janeiro de 2025. CARVALHO Rosita Edler. Educação Inclusiva: com os pingos nos is. 3. Ed. Porto Alegre: Mediação, 2005. COSTA, V. A. Políticas públicas e educação: Formação de professores e inclusão. Brasil. In: CÚPICH, Z. J. LÓPEZ, S. L. V. CÓRDOVA, J. de los S. L. (Org.). Sujeito, Educação Especial e integração. Cidade de México, DF: Editora de Universidade Nacional Autónoma de México, 2010b. P. 525-540. BRASIL. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Brasília, atualizada, 2018. FREIRE, P. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. São Paulo: Paz e Terra, 2008. GIL, Antônio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. São Paulo: Atlas, 2007. MACEDO, N. D. Iniciação à pesquisa bibliográfica: guia do estudante para a fundamentação do trabalho de pesquisa. São Paulo, SP: Edições Loyola,1994. MANTOAN, M. T. E. Inclusão escolar: o que é? Por quê? Como fazer? São Paulo: Moderna, 2003. Ministério da Educação. Diretrizes Operacionais da Educação Especial para o Atendimento Educacional Especializado na Educação Básica. Portal Mec, 2008, pag. 2. SILVA, L. M. da. Educação inclusiva e a formação de professores. 2009. 90 f. Monografia. Curso de Especialização Latu Sensu à distância em Educação Profissional e Tecnológica Inclusiva. Universidade do Estado do Mato Grosso – Campus Cuiabá. Cuiabá, 2009.