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RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS - EaD AULA ____ DATA: ______/______/______ VERSÃO:01 RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS: ANATOMIA APLICADA A ENFERMAGEM – AULA 1 DADOS DO(A) ALUNO(A): NOME: SIMÁRIA PAES LANDIM SANTOS MATRÍCULA: 01660949 CURSO: ENFRMAGEM POLO: SÃO RAIMUNDO NONATO PROFESSOR(A) ORIENTADOR(A): RUBIANE GOUVEIA DE SOUZA E SILVA ORIENTAÇÕES GERAIS: O relatório deve ser elaborado individualmente e deve ser escrito de forma clara e concisa; O relatório deve conter apenas 01 (uma) lauda por tema; Fonte: Arial ou Times New Roman (Normal e Justificado); Tamanho: 12; Margens: Superior 3 cm; Inferior: 2 cm; Esquerda: 3 cm; Direita: 2 cm; Espaçamento entre linhas: simples; Título: Arial ou Times New Roman (Negrito e Centralizado). TEMA DE AULA: SISTEMA NERVOSO RELATÓRIO: 1. Descrever a anamnese e exame físico neurológico. A anamnese é uma entrevista realizada com o paciente, onde são feitas perguntas específicas para obter um diagnóstico. Este processo envolve a coleta de informações sobre os sintomas, histórico médico e familiar, uso de medicamentos e fatores de estilo de vida. O exame físico neurológico avalia o nível de consciência, estado mental, nervos cranianos, sensibilidade, coordenação e força muscular. Esses componentes ajudam a determinar a função do sistema nervoso e a identificar possíveis distúrbios neurológicos. 2. Apontar os principais sinais de um TCE. Os principais sinais de um TCE incluem alteração do nível de consciência, fala desconexa, desorientação, vômitos, dores de cabeça intensas, sangramento pelo nariz ou ouvidos e convulsões. 3.Descrever a escala de coma de Glasgow e Ramsay e sua aplicabilidade. A Escala de Coma de Glasgow permite determinar o nível de consciência da pessoa através da observação do seu comportamento, avaliando três parâmetros: resposta ocular, resposta RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS - EaD AULA ____ DATA: ______/______/______ VERSÃO:01 verbal e resposta motora. A pontuação varia de 3 a 15, onde uma pontuação total de 15 indica que o paciente está totalmente consciente e responsivo, enquanto uma pontuação abaixo de 8 geralmente sugere um estado grave ou coma. A Escala de Ramsay avalia o nível de sedação do paciente e é classificada da seguinte forma: - Grau 1: Paciente ansioso, agitado. - Grau 2: Paciente cooperativo, orientado e tranquilo. - Grau 3: Paciente sonolento, atendendo aos comandos. - Grau 4: Paciente dormindo, responde rapidamente ao estímulo glabelar ou ao estímulo sonoro vigoroso. - Grau 5: Paciente dormindo, responde lentamente ao estímulo glabelar ou ao estímulo sonoro vigoroso. - Grau 6: Paciente dormindo, sem resposta. 4.Descrever os casos de monitoramento da PIC e seus parâmetros ideais. A monitorização da PIC é feita por meio da análise da pressão liquórica, a partir de parafusos cranianos e cateteres de silicone ou polietileno, conectados a monitores. A pressão intracraniana normal varia entre 5 a 15 mmHg, e valores acima de 20 mmHg indicam intervenção. Para a pressão arterial, os parâmetros são: hipotenso abaixo de 90x60 mmHg; normal em torno de 120x80 mmHg; hipertenso acima de 140x90 mmHg. TEMA DE AULA: SISTEMA TEGUMENTAR RELATÓRIO: 1. Identificar os cuidados de enfermagem com o sistema tegumentar do paciente. É fundamental manter a pele do paciente sempre limpa e hidratada, utilizando produtos adequados para evitar ressecamento. Além disso, recomenda-se o uso de almofadas e dispositivos que aliviem os pontos de pressão, ajudando a prevenir lesões por pressão. A escolha de colchões que facilitem a circulação sanguínea também é importante. É essencial realizar mudanças de posição regularmente para evitar o surgimento de úlceras e promover a saúde da pele. Por fim, deve-se observar e documentar qualquer alteração na integridade da pele para intervenções rápidas. 2.Descrever a escala de Braden e sua aplicabilidade. A escala de Braden é uma ferramenta amplamente utilizada para avaliar o risco de desenvolvimento de lesões por pressão em pacientes. Ela permite que os enfermeiros identifiquem e implementem medidas preventivas adequadas. A escala é composta por seis parâmetros: percepção sensorial, umidade, atividade, mobilidade, nutrição e fricção/cisalhamento. Cada parâmetro é avaliado e pontuado de 1 a 4, sendo que uma pontuação menor indica um maior risco para o paciente. A soma das pontuações resulta em um escore que varia de 6 a 23; quanto menor o escore, maior o risco de lesões por pressão. RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS - EaD AULA ____ DATA: ______/______/______ VERSÃO:01 3.Definir lesão por pressão e classifica-las. Lesão por pressão é um dano localizado na pele e/ou no tecido mole subjacente, geralmente em áreas sobre proeminências ósseas. Essas lesões podem também estar associadas ao uso de equipamentos médicos ou outros dispositivos. Podem se apresentar como pele intacta ou como úlceras abertas e frequentemente são dolorosas. As lesões por pressão são classificadas em quatro estágios principais. O Estágio 1 é caracterizado por eritema não branqueável de pele intacta. No Estágio 2, há perda de espessura parcial da pele com derme exposta. O Estágio 3 envolve a perda total da espessura da pele, podendo afetar o tecido subcutâneo. Já o Estágio 4 é a forma mais grave, onde ocorre perda total da espessura da pele e do tecido, podendo envolver músculos, ossos ou estruturas de suporte. Existem também categorias adicionais, como a Lesão por Pressão não Estadiável, que se refere a casos em que a perda total da espessura da pele e do tecido não pode ser avaliada devido à presença de esfacelo ou crostas. A Lesão por Pressão Tissular Profunda é identificada pela descoloração persistente não branqueável, que pode ser vermelha ou roxa. Além disso, incluem-se as lesões por pressão relacionadas a dispositivos médicos, que ocorrem em áreas de pressão devido ao uso desses dispositivos, e as lesões por pressão em membranas mucosas, que acontecem nas mucosas e frequentemente estão ligadas ao uso de tubos endotraqueais. TEMA DE AULA: SISTEMA CARDIOVASCULAR RELATÓRIO: 1. Descrever a circulação pulmonar e sistêmica. A circulação pulmonar, também conhecida como pequena circulação, é responsável por levar o sangue do coração para os pulmões. Nesse processo, o sangue rico em dióxido de carbono é bombeado do ventrículo direito do coração pela artéria pulmonar. Ao chegar aos pulmões, ocorre a hematose, onde o sangue se oxigena e elimina o gás carbônico. Em seguida, o sangue oxigenado retorna ao coração através das veias pulmonares, chegando ao átrio esquerdo. Por outro lado, a circulação sistêmica, ou grande circulação, é responsável por distribuir o sangue oxigenado para todo o corpo e retornar o sangue rico em gás carbônico ao coração. O sangue oxigenado é bombeado do ventrículo esquerdo pela artéria aorta, sendo transportado para as diversas partes do organismo. Após realizar as trocas gasosas nos tecidos, o sangue desoxigenado retorna ao átrio direito do coração pelas veias cavas superior e inferior. Ao chegar ao coração, esse sangue rico em gás carbônico é enviado novamente aos pulmões para ser oxigenado, reiniciando assim o ciclo da circulação pulmonar. RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS - EaD AULA ____ DATA: ______/______/______ VERSÃO:01 2. Identificar as indicações para realização do ECG. O exame de eletrocardiograma (ECG) é indicado nas seguintes situações: quando há sintomas cardíacos, como sensação de falta de ar constante, dor no peito, tontura e/ou desmaio. Também é recomendado em casos de ritmo cardíaco irregular observado durante o exame clínico e na presença de arritmias. Além disso, o ECG é indicado para suspeita ou diagnóstico de enfarte do miocárdio e para qualquer alteração significativa no ritmo cardíaco ou na frequência dos batimentos.Essas indicações são importantes para identificar problemas cardíacos e monitorar a saúde do coração. 3. Descrever a técnica para realização de um ECG. Para a realização de um eletrocardiograma (ECG), o paciente deve estar deitado em uma posição confortável. Os eletrodos são posicionados em locais específicos: no peito, nos punhos e nos tornozelos. Os eletrodos do tórax devem ser colocados nas posições V1 a V6, que formam o plano horizontal necessário para registrar a atividade elétrica do coração de forma adequada. O procedimento geralmente leva de 5 a 15 minutos para ser concluído, durante os quais é importante que o paciente permaneça relaxado e imóvel para garantir a precisão dos resultados. 4. Identificar os possíveis achados no ECG. Alterações na frequência cardíaca (taquicardia ou bradicardia), sinais de arritmias, bloqueios de ramo, desvio do eixo elétrico, extra-sístoles e outras complicações relacionadas, como isquemia ou infarto. 5.Descrever as indicações para aferição da PVC e seus objetivos. A pressão venosa central (PVC) é uma medida hemodinâmica importante na UTI, refletindo o volume intravascular, a função do ventrículo direito, o tônus vasomotor e a pressão intratorácica. A aferição da PVC é indicada para pacientes com histórico de doenças cardíacas, vítimas de choque, problemas respiratórios e aqueles em cirurgias de grande porte. Os objetivos incluem avaliar a pressão de enchimento do ventrículo direito, monitorar o volume intravascular e orientar a terapia fluidoterápica. RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS: ANATOMIA APLICADA A ENFERMAGEM – AULA 2 DADOS DO(A) ALUNO(A): NOME: SIMÁRIA PAES LANDIM SANTOS MATRÍCULA:01660949 CURSO: ENFERMAGEM POLO: SÃO RAIMUNDO NONATO PROFESSOR(A) ORIENTADOR(A): RUBIANE GOUVEIA DE SOUZA E SILA RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS - EaD AULA ____ DATA: ______/______/______ VERSÃO:01 ORIENTAÇÕES GERAIS: O relatório deve ser elaborado individualmente e deve ser escrito de forma clara e concisa; O relatório deve conter apenas 01 (uma) lauda por tema; Fonte: Arial ou Times New Roman (Normal e Justificado); Tamanho: 12; Margens: Superior 3 cm; Inferior: 2 cm; Esquerda: 3 cm; Direita: 2 cm; Espaçamento entre linhas: simples; Título: Arial ou Times New Roman (Negrito e Centralizado). TEMA DE AULA: SISTEMA RESPITARÓRIO RELATÓRIO: 1. Descrever a anamnese e exame físico do sistema respiratório. A anamnese do sistema respiratório é fundamental para identificar a queixa principal do paciente, como tosse, dispneia ou dor torácica. Deve incluir a duração e características dos sintomas, além do histórico médico, como doenças pré-existentes e fatores de risco. O exame físico do aparelho respiratório é dividido em quatro etapas: inspeção, palpação, percussão e ausculta. Na inspeção, temos duas abordagens: a estática e a dinâmica. A inspeção estática avalia a simetria do tórax e possíveis deformidades, enquanto a dinâmica observa o padrão respiratório durante a respiração. A observação atenta pode revelar alterações no ritmo respiratório, que nem sempre estão associadas à dispneia, mas podem indicar distúrbios fisiopatológicos específicos. A Palpação verifica a expansibilidade torácica e a presença de dor ou anormalidades. A Percussão ajuda a identificar áreas de hipersonoridade ou macicez no tórax. Por fim, na Ausculta, escutam-se os sons respiratórios para diferenciar murmúrios vesiculares normais de anormais, como estertores e sibilos. 2. Citar os parâmetros adequados de respiração e saturação de O2. Os parâmetros adequados de respiração incluem: 1. Frequência Respiratória (FR); 2. Fração Inspirada de Oxigênio (FiO2); 3. Pressão Inspiratória (limite); 4. Tempo Inspiratório (ciclagem); 5. Pressão Positiva ao final da Expiração (PEEP); e 6. Sensibilidade (ou Trigger). A oximetria de pulso é a forma de medir quanto oxigênio seu sangue está transportando, utilizando um pequeno dispositivo chamado oxímetro de pulso. Com esse dispositivo, o nível de oxigênio no sangue pode ser aferido sem a necessidade de punção com agulha. O nível de oxigênio mensurado por um oxímetro é denominado Saturação de Oxigênio, abreviado como O2sat ou SaO2. A SaO2 representa a porcentagem de oxigênio que o sangue está RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS - EaD AULA ____ DATA: ______/______/______ VERSÃO:01 transportando em comparação com a máxima capacidade de transporte. Idealmente, a saturação deve estar acima de 95%, pois valores acima de 89% podem ser considerados aceitáveis em algumas condições clínicas. 3.Identificar as indicações para uso da oxigenoterapia. A oxigenoterapia é recomendada por um médico para aumentar a disponibilidade de oxigênio nos pulmões e tecidos do corpo, diminuindo os efeitos negativos da hipóxia. Ela deve ser considerada quando a saturação de oxigênio está abaixo de 90% ou em casos de pressão parcial de oxigênio (PaO2) menor que 60 mmHg. As principais indicações para o uso da oxigenoterapia incluem: - Insuficiência respiratória aguda ou crônica; - Doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC); - Enfisema pulmonar; - Ataque de asma; - Intoxicação por monóxido de carbono; - Apneia obstrutiva do sono; - Envenenamento por cianeto; - Recuperação pós-anestésica; - Parada cardiorrespiratória. 3.Descrever os tipos de oxigenoterapia. Existem vários tipos de oxigenoterapia, classificados de acordo com as concentrações de oxigênio liberadas. O médico recomenda o tipo mais adequado com base nas necessidades da pessoa, no grau de desconforto respiratório e na presença de sinais de hipóxia, como boca e dedos arroxeados, suor frio e confusão mental. Os principais tipos de oxigenoterapia são: 1. Sistema de Baixo Fluxo: Este tipo é indicado para pessoas que não necessitam de grandes quantidades de oxigênio. Com esses sistemas, é possível fornecer oxigênio às vias aéreas em um fluxo de até 8 litros por minuto, resultando em uma fração de oxigênio inspirado (FiO2) de até 60%. Isso significa que 60% do ar que a pessoa inspira será oxigênio. 2. Sistema de Alto Fluxo: Os sistemas de alto fluxo conseguem fornecer uma alta concentração de oxigênio, superior ao que a pessoa é capaz de inspirar normalmente. São indicados em casos mais graves, como insuficiência respiratória, enfisema pulmonar, edema agudo de pulmão ou pneumonia. 3. Ventilação Não Invasiva (VNI): A VNI é um suporte ventilatório que utiliza pressão positiva para facilitar a entrada de oxigênio nas vias respiratórias. Essa técnica é indicada por pneumologistas e pode ser realizada por enfermeiros ou fisioterapeutas em adultos com desconforto respiratório, especialmente quando a frequência respiratória está acima de 25 respirações por minuto ou a saturação de oxigênio está abaixo de 90%. Diferente dos outros tipos, a VNI não oferece RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS - EaD AULA ____ DATA: ______/______/______ VERSÃO:01 oxigênio extra; seu objetivo é facilitar a respiração ao reabrir os alvéolos pulmonares, melhorando a troca gasosa e diminuindo o esforço respiratório. 4.Identificar os cuidados de enfermagem ao paciente em oxigenoterapia. A equipe de enfermagem é parte integrante de um todo que compreende a equipe multiprofissional. O maior objetivo do trabalho em equipe na enfermagem é proporcionar assistência contínua e de qualidade ao paciente. Para tanto, é necessário planejar e sistematizar a assistência, visando desenvolver cuidados que supram as necessidades humanas básicas afetadas do cliente. O conhecimento sobre oxigenoterapia pela equipe de enfermagem é imprescindível para sua implementação e consequente melhoria do quadro clínico do paciente. É importante ressaltar dois pontos: primeiro, o oxigênio é uma medicação que possui efeitos terapêuticos e colaterais; sua eficácia depende da via de administração e da dosagem. Segundo, a equipe de enfermagem é responsávelpela instalação, controle e acompanhamento da terapia. O procedimento passo a passo consiste em: 1. Lavar as mãos; 2. Organizar o material considerando o dispositivo prescrito pelo médico; 3. Explicar o procedimento ao paciente; 4. Conectar o dispositivo escolhido ao painel de oxigênio; 5. Calçar luvas de procedimento; 6. Instalar o dispositivo no paciente; 7. Regular o volume de oxigênio de acordo com a prescrição médica; 8. Retirar as luvas de procedimento; 9. Lavar as mãos; 10. Realizar anotações de enfermagem. TEMA DE AULA: SISTEMA REPRODUTOR RELATÓRIO: 1. Descrever a anamnese e exame físico do sistema reprodutor. Masculino: No exame físico do sistema reprodutor masculino, deve-se realizar a palpação do pênis. Comprime-se suavemente entre o dedo polegar e o indicador. O normal é a não ocorrência de secreção. Se for notada secreção ou se o paciente relatar a presença de secreção que não foi observada durante o exame, deve-se pedir ao paciente que ordene o corpo do pênis da base até a glande para melhor avaliação. Feminino: RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS - EaD AULA ____ DATA: ______/______/______ VERSÃO:01 No exame ginecológico, a anamnese é fundamental. É necessário estabelecer um vínculo que garanta conforto e confiança à paciente. Após o interrogatório sobre a história da doença atual, é indispensável conhecer os antecedentes pessoais fisiológicos, especialmente no que diz respeito ao ciclo menstrual. Informações como regularidade, intensidade e duração da menstruação são cruciais para uma avaliação adequada. 2. Identificar os cuidados necessários a saúde reprodutora da mulher e do homem. Os cuidados necessários à saúde reprodutora da mulher e do homem são fundamentais para garantir direitos humanos e promover a cidadania. É essencial promover grupos educativos focados na saúde sexual e reprodutiva, abordando temas como a prevenção de DST/HIV/Aids, práticas sexuais seguras, planejamento familiar e prevenção do câncer de colo uterino e mama. Cuidados com a saúde reprodutiva feminina incluem: - Realizar exames ginecológicos regulares. - Praticar métodos contraceptivos seguros. - Adotar uma alimentação equilibrada. - Manter-se ativa fisicamente. - Estar atenta aos sinais do corpo e buscar assistência médica quando necessário. Cuidados com a saúde sexual masculina incluem: - Higienização diária do pênis. - Uso consistente de preservativos. - Prática regular de atividades físicas. - Eliminação do tabagismo e alcoolismo. - Atenção especial à alimentação. 3. Identificar as indicações do exame citopatológico do colo do útero. O exame citopatológico do colo do útero é um teste fundamental para detectar alterações nas células dessa região, que podem indicar a presença de lesões precursoras do câncer ou do próprio câncer. As principais indicações para a realização desse exame incluem: - Detecção precoce de câncer: O exame é a principal estratégia para identificar lesões precoces. - Acompanhamento de mulheres em risco: Mulheres com histórico familiar de câncer cervical ou outras condições que aumentem o risco. - Monitoramento de tratamentos anteriores: Para avaliar a eficácia de intervenções já realizadas. 4. Descrever a técnica para realização do exame citopatológico do colo do útero. O exame citopatológico do colo do útero, conhecido popularmente como Papanicolau, é realizado da seguinte maneira: RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS - EaD AULA ____ DATA: ______/______/______ VERSÃO:01 1. Avaliação inicial: O médico ginecologista começa examinando a parte externa da vagina da paciente, observando se há algum corrimento ou anormalidade visível. 2. Uso do especulo: Em seguida, o médico introduz um espéculo vaginal (também chamado de bico de pato) na vagina. Esse instrumento é utilizado para manter o canal vaginal aberto e permitir uma melhor visualização do colo do útero. 3. Coleta do material: Com o colo do útero exposto, o médico utiliza uma espátula ou um cotonete para coletar células diretamente do colo do útero. Essa coleta é rápida e indolor. 4. Análise laboratorial: O material coletado é enviado para um laboratório, onde será analisado para detectar alterações celulares que possam indicar lesões precursoras de câncer ou câncer cervical. 5. Descrever a técnica para realização do autoexame de mama. O autoexame de mama é uma prática importante que pode ser realizada pela própria paciente e também por médicos durante o exame físico. A técnica envolve alguns passos fundamentais. Primeiramente, na inspeção das mamas, a paciente deve ficar em pé diante de um espelho, observando as mamas em busca de qualquer alteração na forma, tamanho ou superfície. É importante prestar atenção a sinais como retração da pele, alteração da pigmentação, hiperemia, surgimento de manchas, edema (que pode dar um aspecto de "pele em casca de laranja"), úlceras ou fissuras. Além disso, a paciente pode levantar os braços para observar se há assimetria ou alterações que não estavam visíveis quando os braços estão abaixados. Em seguida, na palpação das mamas, com os dedos da mão oposta, a paciente deve palpar cada mama em movimentos circulares, cobrindo toda a superfície mamária. É essencial notar qualquer alteração, como nódulos ou áreas endurecidas. A expressão papilar/mamilar também deve ser realizada; a paciente deve pressionar suavemente o mamilo para verificar se há secreção anormal. Qualquer líquido que não seja leite deve ser avaliado por um profissional. Por fim, a palpação dos linfonodos axilares e supraclaviculares é crucial, pois linfonodos alterados podem indicar patologias das mamas, processos inflamatórios ou tumorais. A presença de linfonodomegalias duras é um sinal de alerta, pois pode indicar a extensão do câncer para esses linfonodos. É fundamental que as mulheres realizem o autoexame mensalmente e consultem um médico caso notem qualquer alteração. O autoexame é uma ferramenta valiosa para a detecção precoce de alterações mamárias. TEMA DE AULA: SISTEMA URINÁRIO E GASTROINTESTINAL RELATÓRIO: 1.Descrever a anamnese e exame físico do sistema urinário RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS - EaD AULA ____ DATA: ______/______/______ VERSÃO:01 A anamnese e o exame físico do sistema urinário são fundamentais para avaliar a saúde do paciente. A anamnese deve incluir a coleta de informações sobre a frequência urinária, questionando quantas vezes o paciente urina ao dia e se há necessidade de urinar à noite. É importante investigar a quantidade de diurese, além de observar alterações na coloração da urina, como urina escura ou turva, e seu odor. Também deve-se indagar sobre sintomas, como dor ou ardência durante a micção, presença de sangue na urina (hematúria) e relatos de incontinência urinária. Além disso, é relevante obter um histórico médico, incluindo doenças prévias, uso de medicamentos e histórico familiar de doenças urinárias. No exame físico, é necessário começar pela inspeção da região púbica em busca de anormalidades. A palpação da região abdominal deve ser realizada para verificar a presença de globo vesical, que pode indicar retenção urinária. Por fim, é importante inspecionar o canal uretral para identificar sinais de obstrução aparente ou estenose da uretra. 2. Identificar as indicações para sondagem vesical intermitente e de demora. A sonda vesical intermitente está indicada para promover o esvaziamento da bexiga em situações como: retenção urinária ocasional, monitoramento da produção urinária, preparo para procedimentos cirúrgicos, irrigação vesical e diminuição do contato da urina com lesões de pele na região genital. Já a sonda de demora (ou sonda de uso prolongado) é utilizada para drenar a urina de forma contínua em casos como retenção urinária crônica, paralisia, bexiga neurogênica, ou quando é necessário coletar amostras estéreis de urina. Elatambém pode ser utilizada para avaliar a urina residual após o esvaziamento da bexiga. 3. Descrever a técnica para realização da sondagem vesical intermitente e de demora. A sondagem vesical intermitente e a sondagem vesical de demora são técnicas utilizadas para o esvaziamento da bexiga em pacientes que não conseguem urinar espontaneamente. Sondagem Vesical Intermitente: Primeiramente, é importante preparar todos os materiais necessários, como um cateter estéril, lubrificante, um recipiente para coleta de urina e luvas. Inicie o procedimento lavando bem as mãos e, em seguida, coloque luvas estéreis. Antes da inserção do cateter, limpe a área genital com uma solução antisséptica para garantir a assepsia. Aplique lubrificante na ponta do cateter e, com cuidado, insira-o pela uretra até que a urina comece a fluir. Deixe a urina escoar para o recipiente apropriado. Após a coleta, retire suavemente o cateter e descarte-o adequadamente. Finalize o procedimento descartando os materiais utilizados, lave as mãos novamente e documente as informações pertinentes. Sondagem Vesical de Demora: Para a sondagem vesical de demora, siga um processo semelhante. Comece reunindo os materiais necessários, incluindo um cateter Foley ou de Owen, solução antisséptica, luvas e RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS - EaD AULA ____ DATA: ______/______/______ VERSÃO:01 um frasco coletor. Coloque luvas estéreis e limpe a área genital com uma solução antisséptica. Aplique lubrificante na ponta do cateter e insira-o pela uretra até sentir resistência, indicando que ele está na bexiga. Em seguida, infunda uma solução estéril (geralmente água destilada) no balão do cateter para fixá-lo na bexiga. Conecte o cateter a um sistema de drenagem (como um saco coletor) para permitir a saída contínua da urina. Por fim, verifique se o sistema está funcionando corretamente e documente o procedimento realizado. 4.Descrever a anamnese e exame físico do sistema gastrointestinal. A anamnese do sistema gastrointestinal começa com a coleta de queixas do paciente, como dor abdominal (aguda ou crônica), náuseas, vômitos e alterações nos hábitos alimentares e de evacuação. É fundamental investigar o histórico de uso de medicamentos, tratamentos anteriores e cirurgias relevantes, como bariátricas ou obstétricas. O exame físico é realizado em quatro etapas: 1. Inspeção: O paciente deve estar em decúbito dorsal. Observam-se o formato e a simetria do abdômen, além de buscar sinais de massas, hérnias ou alterações na pele. 2. Ausculta: Em cada quadrante abdominal, busca-se a presença de ruídos hidroaéreos, que podem indicar a motilidade intestinal. 3. Percussão: Esta etapa avalia a presença de fluidos e áreas de dor ou distensão abdominal. 4. Palpação: É realizada para verificar sensibilidade e identificar pontos dolorosos, utilizando técnicas suaves para não causar desconforto ao paciente. 5. Identificar as indicações para sondagem gástrica. A sondagem gástrica, especialmente a nasogástrica, é indicada nas seguintes situações: 1. Impossibilidade de Alimentação Oral: Quando o paciente não consegue se alimentar por via oral devido a distúrbios de deglutição (disfagia), redução do nível de consciência ou outras condições que impeçam a alimentação. 2. Desnutrição: Pacientes com anorexia ou perda significativa de peso que necessitam de suporte nutricional. 3. Descompressão Gástrica: Em casos de obstrução intestinal, distensão abdominal ou após cirurgias abdominais, a sondagem pode ser utilizada para remover conteúdo gástrico. 4. Administração de Medicamentos: Quando há necessidade de administrar medicamentos em pacientes que não conseguem engoli-los. RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS - EaD AULA ____ DATA: ______/______/______ VERSÃO:01 5. Monitoramento: Para monitorar a presença de sangue ou secreções gástricas em casos de hemorragia ou outras patologias gastrointestinais. 6. Descrever a técnica para realização da sondagem gástrica. A sondagem gástrica é um procedimento que consiste em introduzir uma sonda na cavidade do estômago, através da boca ou das fossas nasais. A técnica para realizar a sondagem gástrica pode ser descrita da seguinte forma: •Preparação Higienizar as mãos, colocar luvas de procedimento e preparar o material e o ambiente. Informação ao paciente Caso o paciente esteja acordado, informá-lo sobre a necessidade e como será realizado o procedimento. Posição do paciente Colocar o paciente em posição de Fowler, com a cabeça a 45° e as pernas semiflexionadas. Medição da sonda Medir a extensão da sonda a ser introduzida, desde a ponta do nariz até o apêndice xifoide, mais 3 cm. • Lubrificação Lubrificar a extremidade da sonda. Inserção da sonda Inserir delicadamente a sonda no nariz e deslizá-la ao longo do assoalho da cavidade nasal. Confirmação do posicionamento Injetar 20 ml de ar na sonda e auscultar com o estetoscópio na região epigástrica. Avaliação do conteúdo gástrico Aspirar com uma seringa o conteúdo gástrico e determinar o seu pH. Fixação da sonda Prender o cordonê na sonda e fixá-lo com esparadrapo na fronte e no dorso nasal do paciente. REFERÊNCIA: https://sbpt.org.br/portal/publico-geral/doencas/oxigenoterapia/ https://artmed.com.br/artigos/sondagem-gastrica-indicacoes-tecnicas-e-melhores-praticas- para-a-enfermagem https://www.increasing.com.br/2020/07/sistema-urinario-e-cateterismo-vesical.html?m=1 RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS - EaD AULA ____ DATA: ______/______/______ VERSÃO:01 https://m.brasilescola.uol.com.br/amp/biologia/sistema-reprodutor.htm https://lavoisier.com.br/saude/blog/eletrocardiograma