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Prótese Total: Guia Completo
Bem-vindos à apresentação sobre Prótese Total! Esta apresentação irá guiá-lo através do processo completo da confecção de próteses totais, desde o diagnóstico até o polimento final. Prepare-se para aprender sobre os materiais utilizados, os passos clínicos e laboratoriais, além de um caso clínico real.
por Rosana Siqueira
1
Aula 01: Diagnóstico e Anatomia Protética
Quem precisa de prótese total?
Pacientes que perderam todos os dentes, necessitam de prótese total para reabilitar sua função mastigatória e estética.
Objetivo da Prótese Total
Restaurar a função mastigatória, estética e equilíbrio do sistema estomatognático, garantindo a oclusão harmoniosa.
2
Aula 02: Moldagem Anatômica e Modelo de Trabalho
Materiais
Moldeiras para edêntulos, cera periférica, alginato, gesso pedra, cuba e espátulas.
Passos da Moldagem Anatômica
Prova do tamanho da moldeira, individualização, manipulação do alginato, aplicação na moldeira, inserção na boca, remoção e avaliação do negativo.
Modelo de Trabalho
Manipulação do gesso pedra, aplicação dentro da moldagem, aguardar 40-60 minutos para endurecer.
3
Aula 03: Confecção da Moldeira Individual
Materiais
Modelo de trabalho, cera 7, isolante de gesso, espátulas, lamparina, resina acrílica autopolimerizável (pó e líquido), pote paladon, placas de vidro e vaselina.
Zona de Alívio
Superior: rebordo anterior, rugosidades palatinas, rafe palatina e regiões de retenção. Inferior: todo rebordo alveolar e regiões de retenção.
Confecção da Moldeira Individual
Isolar o gesso, passar vaselina nas placas de vidro, manipular a resina acrílica, prensar na placa de vidro, levar ao modelo e modelar, confeccionar o cabo, fazer acabamento.
4
Aula 04: Moldagem Fisiológica e Modelo Fisiológico
1
Ajuste da Moldeira Individual
Ajustar a moldeira individual ao modelo de trabalho para garantir um encaixe preciso.
2
Aplicação do Silicone
Passar adesivo no rebordo, manipular silicone de condensação e posicionar no hemi-arco desejado. Levar à boca do paciente e fazer movimentos funcionais. Repetir o processo para o outro hemi-arco.
3
Modelo Fisiológico
Isolar a moldagem com cera, vasar o gesso, aguardar 40-60 minutos. Modelo fisiológico final obtido.
5
Aula 05: Montagem do Plano de Cera
Materiais
Modelo fisiológico, isolante para gesso, cera 7, espátulas 7 e 36, lamparina, vaselina.
Placa Base
Aquecer cera 7, dobrar em forma de "sanfona", curvar e posicionar sobre o rebordo alveolar.
Ajuste da Cera
Ajustar toda a face vestibular e palatina com espátula 36 aquecida, remover excessos, definir o comprimento vertical da região anterior (20mm) e posterior (5mm).
6
Aula 06: Determinar DVO e Linhas de Referências
DVO
É a medida da distância do nariz ao mento em oclusão. DVR é a mesma medida, mas sem oclusão. EFL é a diferença entre DVR e DVO.
Linhas de Referências
Definir as linhas horizontal, alta do sorriso, média, de canino e de plano de Camper, que são importantes para a escolha dos dentes.
Informação para Escolha dos Dentes
Sexo, formato do rosto, linhas de referências e cor são essenciais para a seleção dos dentes artificiais.
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Aula 08: Montagem dos Dentes no Plano de Cera
1
Incisivos Centrais Superiores
Face vestibular alinhada, terço cervical inclinado para distal, borda incisal em contato com o plano de cera inferior, face mesial em contato com a parede de cera.
2
Incisivos Laterais Superiores
Face mesial em contato com a distal do incisivo central, colo cervical inclinado para distal, borda incisal em leve afastamento para palatina.
3
Caninos Superiores
Face mesial em contato com a distal do lateral, cúspide em contato com o plano de cera inferior, paralelo à linha média, acompanhando a inclinação do arco.
4
Pré-Molares Superiores
Face mesial em contato com a distal do anterior, cúspides em contato com o plano de cera inferior, paralelos à linha média, acompanhando a inclinação do arco.
5
Molares Superiores
Face mesial em contato com a distal do anterior, 1ºMS acompanhando a inclinação do arco, 2ºMS paralelo à linha média, todas as cúspides em contato com o plano de cera inferior.
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