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Definição 
Síndrome reumatológica caracterizada por dor crônica difusa, sensibilidade em 
pontos específicos e fadiga. Associada a alterações no sistema nervoso central, 
causando amplificação da dor. 
 
Causada por mecanismos espinhais e supraespinhais envolvidos na 
transmissão da dor. 
Antecedente familiar 50% genético, polimorfismos nos genes serotonins 5-HT2A 
Dopamina D4 e o transportador de Serotonina. 
Prevalência maior em mulheres 35-50 anos. 
 
Fatores ambientais traumas psicológicos/físicos, apneia do sono, estresse 
emocional. 
Achados do SNC redução das serotoninas, norepinefrina e dopamina. 
Diagnóstico clinico exame físico normal, exceto pela dor difusa. 
 
Sintomas 
Dor generalizada (acima e abaixo da cintura). 
Fadiga, distúrbios do sono, rigidez matinal. 
Sintomas associados: ansiedade, depressão, síndrome do intestino irritável. 
 
Diagnóstico 
Clínico, baseado nos critérios do American College of Rheumatology (pontos 
dolorosos específicos e duração dos sintomas). 
Exames laboratoriais para descartar outras condições. 
Tratamento Fisioterapêutico 
Todos os indivíduos diagnosticados com fibromialgia precisam realizar 
atividades físicas. EX: Técnicas de relaxamento, alongamentos e exercícios 
aeróbicos de baixo impacto. 
Terapias manuais e hidroterapia para redução da dor. 
Educação em saúde para manejo do estresse e melhora do sono. 
 
Tratamento farmacológico classes antidepressivos, e neuromoduladores, pois 
estão envolvidos na modulação e inibição da dor. 
 
 
Definição 
Doença inflamatória crônica que afeta articulações, principalmente na coluna 
vertebral e sacroilíacas, esqueleto axial, prevalência de 0,9% na população em 
geral, acomete principalmente os homens. 
Progressiva, podendo causar fusão das vértebras (anquilose). 
Sintomas 
Dor lombar crônica, rigidez matinal que melhora com atividade. 
Pode causar inflamação ocular (uveíte) e comprometimento de outras 
articulações. 
Mobilidade da coluna expansibilidade torácica e teste de shober (com a fita 
métrica) 
Testes específicos flexão axial lateral, rotação da coluna cervical (paciente 
sentada, com cabeça e pescoço em posição anatômica, vai fazer a rotação). 
Provas de atividade inflamatória exame (VHS) apresentam em níveis baixos, 
correlação com efeitos da terapia. 
 
 
 
 
ATENÇÃO 
 
Radiografia da coluna cervical, lombar e pelve (sacrilíacas e quadris) 
Avaliação história da doença; diagnóstico clinico; historia atual da patologia; 
patologias pregressas; histórico familiar; medicação continua; atividade laboral; 
EVA (intensidade e local) rigidez; deformidades; tendinites; bursites; espasmos 
musculares, mal estar, cansaço, anemia, perda de apetite, avaliação postural e 
respiratória, desconforte em avds; avaliar marcha; goniometria, avaliação 
muscular, manifestações radiológicas. 
Diagnóstico 
Clínico e por imagem (radiografias mostram sacroileíte e fusão vertebral). 
Marcador genético HLA-B27 presente em muitos casos. 
Tratamento Fisioterapêutico 
Exercícios de postura e respiração para prevenir deformidades. 
Fortalecimento muscular, alongamentos e hidroterapia. 
Técnicas para preservação da mobilidade da coluna e prevenção de dores. 
 
 
 
As doenças osteometabólicas são transtornos que afetam o metabolismo ósseo, 
resultando em perda de massa óssea, fragilidade e maior risco de fraturas. 
Podem envolver 
Produção anormal de tecido osteóide; Alterações na mineralização e 
armazenamento de substâncias ósseas; anomalias no armazenamento de 
substancia do esqueleto. 
Principais doenças 
1. Osteoporose (senil, pós-menopausa, induzida por medicamentos). 
2. Osteomalácia. 
3. Raquitismo. 
4. Hiperparatireoidismo primário. 
5. Doença de Paget. 
Formação Óssea e Papel da Vitamina D 
A vitamina D é essencial para a homeostase do cálcio e fosfato, regulando a 
mineralização óssea. 
Deficiências podem levar a hipocalcemia ou hipercalcemia, com impactos como 
cãibras, dormência ou insuficiência renal. 
Doenças Específicas 
Osteomalácia 
Deficiente mineralização óssea com acúmulo de tecido osteóide. 
Causa principal deficiência de vitamina D. 
Sinais dores ósseas, fraqueza muscular, pseudo-fraturas (Pseudo-fraturas são 
fissuras incompletas, vistas como linhas escuras em raios-X, em áreas de 
estresse ósseo). 
Diagnóstico achados radiológicos (linhas radiolucentes) e, em casos raros, 
biópsia óssea. 
Tratamento suplementação de vitamina D, cálcio e exposição solar. 
Incide uma faixa etária de 20-50 anos. 
Raquitismo 
Mineralização inadequada da placa epifisária, comum em crianças. (A placa 
epifisária é a cartilagem que permite o crescimento dos ossos longos na infância 
e adolescência). A zona de maior produção esteóide além da placa fisária é 
também, osso trabecular recém-formado; // cortical recém-formado. 
 
Sintomas atraso no crescimento, deformidades ósseas (joelhos valgos, 
craniotabes) e espasmos musculares. 
Quadro clinico retardo ponderal, estatural e da erupção dentária. 
// agudo apatia; anemia; espasmos musculares. 
Raquitismo avançado atraso no fechamento das fontanelas, diminuição da 
espessura e amolecimento do osso do crânio. 
Quadro clinico crônicos deformidades angulares; antebraço distal; joelhos. 
Diagnóstico alterações radiológicas em ossos de crescimento rápido (ulna 
distal; fêmur distal; tíbia proximal) 
Tratamento suplementação de vitamina D e cálcio, com intervenções corretivas 
nos casos crônicos. 
Grupo de risco população carente de países subdesenvolvidos; gravidas e 
lactentes; idosos; baixa exposição solar; fatores gastrointestinais. 
Hiperparatireoidismo Primário 
Excesso de PTH, levando à hipercalcemia, aumento da reabsorção óssea e 
cálculos renais, acima de 40 anos, mulheres 3:1, na pós menopausa, incidência 
só perde para DM e tireopatias. 
Diagnóstico exames laboratoriais de rotina. 
Sinais graves cistos ósseos, fraturas patológicas, "tumor marrom". 
Tratamento controle de PTH e manejo de complicações ósseas. 
Doença de Paget 
Remodelação óssea desorganizada com deformidades e fraturas. 
Locais acometidos crânio, pelve, vértebras, ossos longos. 
Mais comum na Inglaterraa, EUA, mais raro na Asia, no Brasil acomete pacientes 
de ascendência Europeia, historia familiar está presente em 15% dos pacientes. 
Causas fatores genéticos e infecções virais (ex. vírus do sarampo). 
Manifestações clinicas lesões osseas, fraturas, artrite secundaria, deformidades 
esqueléticas. 
Diagnóstico através de combinação dos sintomas; achados radiológicos, 
marcadores bioquímicos da remodelação óssea. 
 
Tratamento calcitonina, bisfosfonatos (Bisfosfonatos são medicamentos que 
fortalecem os ossos, reduzindo sua reabsorção) e intervenções cirúrgicas para 
deformidades. 
// fisioterapêutico alívio da dor; Alongamentos Musculares; Manutenção da 
mobilidade articular; Prevenção de deformidades; Fortalecimento muscular; 
Manutenção ou melhora da capacidade respiratória; Orientações Posturais; 
Exercicios aeróbicos; Melhora da atividade funcional; Treino de marcha; 
Exercícios relacionados a AVD’S 
Osteoporose 
Perda de densidade óssea e deterioração estrutural, comum em idosos. 
 
Fatores de risco idade, menopausa, baixa atividade física, dieta pobre em cálcio. 
Osteoporose primária causada por aumento da reabsorção óssea ou formação 
óssea lenta. 
Osteoporose secundária associada a doenças crônicas, endócrinas, 
hematológicas, infecciosas ou uso de medicamentos. 
Diagnóstico densitometria óssea (DXA) e FRAX (risco de fratura). 
Tratamento prevenção de quedas, fortalecimento muscular; remoção de 
obstáculos; evitar med sedativas; dieta; suplementação vitamina d e cálcio; 
sessar fumo e etilismo. 
Medicação bisfosfonatos, cálcio e vitamina D. 
Prevenção exercícios resistidos e de equilíbrio. 
 
Aspectos Clínicos e Preventivos 
Diagnóstico Radiológico crucial em osteomalácia, raquitismo e doença de Paget. 
Tratamento Fisioterapêutico fortalecimentomuscular, prevenção de quedas, 
treino funcional. 
Exercícios ioga, pilates, caminhada, para melhorar mobilidade e prevenir 
fraturas.

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