Logo Passei Direto
Buscar

Questões medicina

Ferramentas de estudo

Passei Direto Aniversário

Quer receber 70% de desconto para assinar o PasseIA?

Questões resolvidas

Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Questões resolvidas

Prévia do material em texto

B. A presença de icterícia confirma PA de origem biliar.
C. Geralmente ocorre elevação concomitante de amilase e lipase, sendo que a
primeira é mais persistente.
D. Níveis séricos baixos de cálcio geralmente indicam quadro de maior
gravidade.
���� �� �����������: 
���������:
Alternativa A: INCORRETA. A necrosectomia pancreática é um procedimento de
altíssima morbimortalidade e deve ser postergada sempre que possível. Acredita-
se que qualquer procedimento deva ser postergado até a terceira ou quarta
semana de evolução.
Alternativa B: INCORRETA. A icterícia pode ser sugestiva de coledocolitíase ou
até mesmo de colangite, mas não é critério diagnóstico da origem biliar.
Alternativa C: INCORRETA. Ambas são utilizadas para o diagnóstico de
pancreatite; a amilase tende a retornar mais precocemente ao seu nível basal (4
dias) em à lipase (7 a 14 dias).
Alternativa D: CORRETA. Este é um dado que deve ser sempre valorizado nos
quadros de pancreatite e decorre da saponificação com deposição de cálcio do
pâncreas e tecidos adjacentes. Níveis de cálcio inferiores a 7,0 mg/dl indicam
prognóstico ruim.
▶ ��������: D
14 (FUNDEP - Prefeitura de Ervália/MG - 2019) Embora pacientes de todas as
faixas etárias estejam sujeitos a apresentar complicações decorrentes de
procedimentos cirúrgicos, são os pacientes idosos e portadores de comorbidades
que possuem maior prevalência. Sobre este assunto, analise as afirmativas
abaixo:
I. O delirium é um distúrbio de consciência e cognição que se apresenta
durante um curto intervalo de tempo, podendo apresentar um curso
flutuante, sendo a complicação pós-operatória mais comum e mais
devastadora observada em pacientes mais velhos;
II. O mais importante fator de risco para o desenvolvimento de delirium pós-
operatório em pacientes mais velhos é a presença prévia de um déficit
cognitivo;
III. A broncoaspiração não é uma causa comum de morbidade e mortalidade
em pacientes idosos no período pós-operatório.
IV. O risco de broncoaspiração deve ser avaliado no pré-operatório em todos
os pacientes idosos com fatores de risco e com qualquer relatório de uma
anormalidade da deglutição.
Estão corretas:
A. Apenas as afirmativas I e III;
B. Apenas as afirmativas II e III;
C. Apenas as afirmativas I, II e IV;
D. Apenas as afirmativas II, III e IV.
���� �� �����������: 
���������:
Assertiva I: VERDADEIRA. Afirmativa correta e didática sobre o assunto. O
delirium pós-operatório pode ser definido como distúrbio transitório e flutuante
da consciência, atenção, cognição e percepção que complica a evolução de até
36,8% dos pacientes cirúrgicos. A mortalidade associada ao DPO é de 13%. Cerca
de 72% dos pacientes idosos com DPO morrem dentro de cinco anos após o
procedimento cirúrgico, comparados com 34,7% dos que permanecem lúcidos
durante todo o pós-operatório.
Assertiva II: VERDADEIRA. A presença de déficit cognitivo prévio aumenta muito
risco de um delirium pós-operatório.
Assertiva III: FALSA. A broncoaspiração é comum nesta faixa etária e pode
desencadear desfechos catastróficos.
Assertiva IV: VERDADEIRA. De modo semelhante à assertiva anterior, é
importante a avaliação do risco de broncoaspiração e lembrar sempre que idosos
possuem também um retardo no esvaziamento gástrico.
▶ ��������: C
15 (Fundação Dom Cintra - SEHAC/RJ - 2019) No pós-operatório
para uma apendicectomia em paciente com diagnóstico de insuficiência renal,
para evitar uma hipercalemia, NÃO devemos prescrever qual(is) das drogas
abaixo:
A. Aspirina.
B. Drogas anti-inflamatórias não esteroides.
C. Bloqueadores de canais de cálcio.
D. Diuréticos de alça.
E. Dipirona.
���� �� �����������: 
���������:
Alternativa A: CORRETA. Apesar de a aspirina também ser um anti-inflamatório
não esteroidal, em baixas doses ela é segura para o uso em pacientes com
disfunção renal.
Alternativa B: CORRETA. De modo geral, não se deve prescrever um anti-
inflamatório não esteroidal para pacientes com insuficiência renal, uma vez que
isso pode agravar o quadro de insuficiência e aumentar o nível de potássio
sérico.
Alternativa C: INCORRETA. Bloqueadores de canal de cálcio têm pouco efeito
sobre o potássio sérico.
Alternativa D: INCORRETA. Diuréticos de alça causam hipopotassemia, sendo
inclusive utilizados no tratamento da hiperpotassemia.
Alternativa E: INCORRETA. Dipirona não tem efeito sobre o potássio sérico.
▶ ��������: A B
16 (Fundação Dom Cintra - SEHAC/RJ - 2019) Você está socorrendo um paciente
vítima de queda de moto. Constata ferida da parede torácica com quadro de
pneumotórax aberto. Neste caso, o tratamento inicial mais adequado para o
transporte desse paciente é:
A. Fechamento da ferida, intubação orotraqueal e sedação.
B. Colocação de dreno torácico próximo ao ferimento.
C. Curativo oclusivo em três dos quatro lados.
D. Dreno torácico colocado pela ferida, com curativo oclusivo ao redor.
E. Oclusão da ferida e cateter de oxigênio.
���� �� �����������: 
���������:
Alternativa A: INCORRETA. Estes são procedimentos que podem ser
necessários, mas não consistiriam na melhor conduta inicial para este paciente.
Alternativa B: INCORRETA. Assim como a alternativa anterior, não adiantaria
drenar o tórax sem o tratamento inicial adequado para o ferimento apresentado.
Alternativa C: CORRETA. Esta, sim, é a conduta inicial mais adequada para esse
tipo de lesão, uma vez que impede a livre entrada e saída de ar, fisiopatologia
primária do pneumotórax aberto. Após o curativo de três pontas, deve-se realizar
a drenagem torácica e o fechamento da ferida.
Alternativa D: INCORRETA. O dreno de tórax não deve ser posicionado por
dentro do ferimento do paciente, mas sim no 4º ou 5º espaço intercostal, na linha
hemiaxilar.
Alternativa E: INCORRETA. Deve ser realizado curativo em 3 pontas para oclusão
do ferimento.
▶ ��������: C
17 (Fundação Dom Cintra - SEHAC/RJ - 2019) Chega ao seu plantão de
emergência um homem vítima de traumatismo torácico por agressão. O
diagnóstico é de tamponamento pericárdico agudo; o paciente tem pressão
arterial sistólica de 100 mmHg e frequência cardíaca de 90 bpm. Neste caso, o
melhor tratamento inicial é:
A. Reposição de soro fisiológico para estabilizar a pressão arterial durante o
transporte para a sala de cirurgia.
B. Colocação de cateter intrapericárdico, guiado por ultrassonografia e
drenagem aspirativa.
C. Toracotomia imediata na sala de emergência com pericardiotomia e
reparação tecidual.
D. Toracoscopia na sala de emergência e drenagem pericárdica.
E. Não há indicação para drenagem pericárdica.
���� �� �����������: 
���������:
Alternativa A: INCORRETA. Apesar de se realizar a expansão volêmica durante o
transporte à sala de cirurgia, isso não irá resolver a causa da hipotensão
apresentada pelo paciente.
Alternativa B: CORRETA. No caso de um tamponamento pericárdico, a medida
imediata para tirar o paciente do risco de morte iminente é a pericardiocentese
guiada por ultrassom.
Alternativa C: INCORRETA. Paciente sem indicação de toracotomia de
reanimação. A toracotomia neste caso pode ser realizada em centro cirúrgico.
Alternativa D: INCORRETA. Em nenhuma situação é realizada a toracoscopia na
sala de emergência.
Alternativa E: INCORRETA. Há indicação evidente de necessidade de drenagem
pericárdica guiada por ultrassonografia.
▶ ��������: B
18 (Fundação Dom Cintra - SEHAC/RJ - 2019) Você atende um paciente vítima de
agressão por faca. Faz o diagnóstico de ferida corto-contusa na zona III do
pescoço, e no momento do exame não há sangramento. O paciente está nervoso,
mas apresenta exame físico sem outras alterações, com sinais vitais, funções
fisiológicas e auscultas normais. Assim, o tratamento mais adequado para este
paciente é:
A. Ressonância nuclear magnética do pescoço e tórax.
B. Ultrassonografia com color Doppler do pescoço.
C. Exploração cirúrgica imediata.
D. Observação clínica com profilaxia antibiótica e antitetânica.
E. Esofagografia com iodo.
���� �� �����������: 
���������:
Alternativa A: INCORRETA. Exame de alto custo, demorado e de baixa
disponibilidade que não deve serrealizado em uma situação de trauma.
Alternativa B: INCORRETA. Em ferimentos de zona III (do ângulo da mandíbula à
base do crânio), a ultrassonografia possui grande valia no auxílio ao diagnóstico,
porém a angiotomografia computadorizada possui maior sensibilidade.
Alternativa C: INCORRETA. Atualmente, as indicacões de cervicotomia
exploradora de urgência são instabilidade hemodinâmica, hematoma em

Mais conteúdos dessa disciplina