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DANIELA JUNQUEIRA GOMES TEIXEIRA SANGRAMENTOS NA GRAVIDEZ SANGRAMENTOS NA GRAVIDEZ - SANGRAMENTOS DA 2ª METADE DA GESTAÇÃO DPP, Placenta Prévia, Roturas DESCOLAMENTO PREMATURO DE PLACENTA (DPP) DESCOLAMENTO → SANGRAMENTO + COMPLICAÇÃO Descolamento prematuro após a 20ª semana FATORES DE RISCO T Trauma A Anos > 35 C Corioamionite D Drogas (cocaína e tabaco) – maconha não faz P Polidraminia (e gemelar) P Pressão alta (principal) QUADRO CLÍNICO QUADRO CLÍNICO SANGUE IRRITA O ÚTERO DOR ABDOMINAL TAQUISSISTOLIA HIPERTONIA UTERINA SOFRIMENTO FETAL AGUDO SANGRAMENTO (pode ou não exteriorizar – 20% pode ser oculto) → SANGUE ESCURO DIAGNÓSTICO Clínico Não é necessário USG! CONDUTA FETO VIVO Via mais rápida: > cesariana Parto iminente: vaginal REALIZAR ANTES: AMNIOTOMIA Diminui a pressão no hematoma Diminui a infiltração miometrial Diminui tromboplastina para a mãe FETO MORTO > vaginal Se demorar: cesariana COMPLICAÇÕES ÚTERO DE COUVELAIRE (APOPLEXIA UTEROPLACENTÁRIA) Sangue que infiltrou na parede – Quadro de atonia uterina SÍNDROME DE SHEEHAN Necrose hipofisária com amenorreia CIVD Pode ser: coagulopatia de consumo | tromboplastina para circulação materna PLACENTA PRÉVIA Placenta próxima ou sobre orifício interno do colo confirmada após 28 semanas Sangramento e mais nada CLASSIFICAÇÃO 1) MARGINAL 3) TOTAL (indicação absoluta de cesárea) 2) PARCIAL 4) INSERÇÃO BAIXA: não atinge o OI, mas localiza até 2 cm dele (PARCIAL + TOTAL) FATORES DE RISCO C Cicatriz | Cesárea I Idade > 35 M Multiparidade E Endometriose T Tabagismo QUADRO CLÍNICO P Progressivo R Repetição E Espontâneo V Vermelho vivo I Indolor A Ausência de hipertonia e sofrimento fetal DIAGNÓSTICO Não realizar o toque vaginal! Fazer exame especular primeiro! USG transvaginal : confirma o diagnóstico e classifica (para determinar conduta) DANIELA JUNQUEIRA GOMES TEIXEIRA CONDUTA CONDUTA NO SANGRAMENTO A TERMO Interrupção PREMATURO Depende do sangramento - Intenso incontrolável: interrupção - Controlável e estável: conservadora VIA DE PARTO TOTAL Sempre cesariana (indicação absoluta) PARCIAL A maioria cesariana MARGINAL Depende do sangramento COMPLICAÇÕES Prematuridade, apresentação anômala (não-cefálica), hemorragia pós-parto (restos e atonia), infecção puerperal (restos), acretismo ACRETISMO PLACENTÁRIO História típica: mulher com passado de ≥ 2 cesáreas anteriores e que nessa gravidez confirmou-se placenta prévia! DIAGNÓSTICO Suspeita: placenta prévia Pré-natal: USG ou RNM Após parto: dificuldade de extração CLASSIFICAÇÃO CONDUTA ACRETA Esponjosa do endométrio Pode tentar conservadora, mas padrão histerectomia INCRETA Até miométrio Histerectomia PERCRETA ≥ serosa ROTURAS ROTURA DE SEIO MARGINAL O seio marginal é a extrema periferia do espaço interviloso Sangramento indolor, espontâneo, vermelho vivo, tônus uterino normal e sem sofrimento fetal DIAGNÓSTICO USG normal – diferencia de placenta prévia! Confirmação: definitivo após o parto – histopatológica CONDUTA Acompanhar trabalho de parto ROTURA DE VASA PRÉVIA Ruptura de vasos desprotegidos entre a apresentação e o colo FATOR DE RISCO Principal: inserção velamentosa de cordão QUADRO CLÍNICO Sangramento vaginal após amniorrexe + Sofrimento fetal agudo CONDUTA Cesariana de urgência ROTURA UTERINA IMINÊNCIA DE ROTURA – SÍNDROME DE BANDL-FROMMEL SINAL DE BANDL - anel separa corpo do segmento SINAL DE FROMMEL – ligamento redondo retesadi ROTURA CONSUMADA Cessam as metrossístoles e fácil palpação de parte fetal SINAL DE CLARK →enfisema subcutâneo (crepitação à palpação abdominal) SINAL DE REASENS →subida da apresentação fetal CONDUTA Iminência: cesariana Consumada: histerorrafia ou histerectomia