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Exame clínico do sistema músculo esquelético baseado em evidências: manifestações clínicas do ombro e quadril. DISCIPLINA HAM V 2024.1 OMBRO ‹nº› ARTICULAÇÃO GLENOUMERAL ESCAPULOTORÁCICA ESTERNOCLAVICULAR ACROMIOCLAVICULAR. OMBRO Deve ser norteado pelas queixas apresentadas pelo paciente, as quais podem estar associadas a outras alterações relacionadas também à coluna cervical EXAME FISICO: OMBRO Inspeção: Estática e Dinâmica Palpação Avaliação da mobilidade Testes específicos Exame neurológico: força dos grupamentos musculares, sensibilidade nos dermátomos Elevação: 0-180º Flexão: 0-180º Extensão: 0-60º; Adução: 0-75º; Abdução: 0-90º Rotação interna: Medida com o nível em que o dorso da mão atinge em relação à coluna de L5 a T7; Rotação externa: 0-75º ou 0-90º (dependendo de cada paciente). Bursa São estruturas orgânicas fechadas, como bolsas ou sacos, constituídas de células mesenquimais semelhantes aos sinoviócitos, localizadas próximo às articulações. Têm como função principal permitir o deslizamento de um tecido sobre o outro com um mínimo de fricção. OMBRO Processo inflamatório, muitas vezes com deposição de cálcio. Na maioria dos pacientes, a causa é traumática (principalmente microtraumatismos repetidos), mas a doença reumatoide, a gota e as infecções bacterianas podem desencadear um quadro de bursite OMBRO BURSITE: Quadro clinico Dor Edema Limitação de movimentação. Mais comum: bursa subacromial OMBRO Bursite aguda: Apresentam dor desencadeada pela movimentação ativa dos músculos relacionados. À movimentação passiva, a dor tende a ser menor, mas se acentua quando o movimento distende ou comprime a bursa, gerando aumento da pressão intrabursal. Bursite crônica: Associadas a outras causas de ombro doloroso e tendem a ser menos sintomáticas que as formas agudas. Em alguns casos, alterações relacionadas com a contratura e com a atrofia muscular pela imobilidade podem ser observadas. Ocorre dor à mobilização ativa, com relativo alívio à mobilização passiva. A dor pode ser agravada ou desencadeada pela palpação da bursa acometida. Diagnóstico: Essencialmente clínico, mas é conveniente realizar alguns exames complementares, como hemossedimentação e análise do líquido sinovial. Os exames de imagem mostram alterações na fase inicial. OMBRO Tendões São as estruturas transmissoras da tensão muscular às partes móveis nas quais se inserem. As suas principais características biomecânicas são elasticidade, flexibilidade e resistência à compressão. OMBRO Tendinopatia é um termo genérico que se refere a qualquer doença dos tendões. É uma síndrome clínica caracterizada por dor localizada nesta estrutura, podendo ou não estar associado à perda de função. Diagnóstico é clínico e dispensa exames complementares. TENDINITE Inflamação ou irritação de um tendão A causa mais comum de inflamação da bainha dos tendões é o trauma direto, ou por pressão anormal, ou atividade que solicita excessivamente determinada região As tendinites podem acompanhar processos infecciosos OMBRO TENDINITE DO BÍCEPS Causa dor na topografiada corredeira bicipital, pela qual corre o tendão da longa porção do bíceps. A dor pode estender-se ao longo do músculo. Essa situação pode ser detectada pela palpação direta. OMBRO Dor à mobilização ativa e alívio à mobilização passiva → provável acometimento periarticular; Dor à mobilização tanto ativa quanto passiva → provável acometimento articular. Teste de sulco: Com o ombro em rotação neutra e junto do corpo mantendo o cotovelo em flexão, o examinador palpa o sulco bicipital à procura de dor no cabo longo do bíceps. Busca de instabilidade na articulação; OMBRO TESTES PARA O BÍCEPS Yergason: Com o cotovelo fletido e o ombro em rotação neutra junto ao corpo, o paciente tem o antebraço pronado e realiza supinação contra resistência. Ocorre dor no sulco bicipital na positividade do teste . OMBRO TESTES PARA O BÍCEPS PALM-UP OU SPEED: OMBRO Palm-up ou speed: O paciente realiza elevação contra a resistência, mantendo o cotovelo em extensão e supinado. A presença de dor no sulco bicipital caracteriza positividade do teste; LESÃO DO MANGUITO ROTADOR OMBRO Grupo de tendões e músculos do ombro incluindo o supraespinhoso, infraespinhoso, redondo menor e subescapular, que realizam movimentos de rotação e atuam como estabilizadores dinâmicos da articulação. Podem ser afetados por processos inflamatórios e degenerativos levando a rupturas e disfunção. Teste do supraespinal: O paciente realiza elevação dos ombros em rotação neutra, com o cotovelo em extensão. A presença de dor ou redução de força no lado afetado caracteriza sua positividade, podendo ser registrada qual característica está alterada. Avalia o músculo que dá nome ao teste; OMBRO LESÃO DO MANGUITO ROTADOR TESTE DO INFRAESPINAL: OMBRO O paciente é orientado a realizar rotação externa partindo de rotação neutra com os cotovelos fletidos a 90º e apoiados contra o tronco. A avaliação é semelhante a dos testes anteriores. Avalia o músculo que dá nome ao teste; OMBRO TESTE DE JOBE: SÍNDROME DO IMPACTO DO OMBRO OMBRO Doença causada pelo atrito entre as estruturas ósseas, ligamentares com os tendões do ombro (que são chamados de manguito rotador) e com A BURSA do ombro. YOCUM: O paciente posiciona sua mão no ombro contralateral mantendo elevação de 90º, adução e o cotovelo fletido. O examinador posiciona sua mão sobre o cotovelo do paciente, que é orientado a realizar elevação contra resistência, mantendo a mão no ombro. O teste provoca impacto entre a grande tuberosidade e a articulação acromioclavicular e o arco coracoacromial. OMBRO SÍNDROME DO IMPACTO DO OMBRO OMBRO NEER: O examinador apreende a escápula com uma das mãos e realiza elevação do membro no plano da escápula com a outra. A dor caracteriza impacto entre a tuberosidade maior e o acrômio; QUADRIL 22 ‹nº› PROPEDÊUTICA DIVIDIDA EM ANAMNESE E EXAME FÍSICO: INSPEÇÃO PALPAÇÃO GRAU DE MOBILIDADE ARTICULAR TESTES ESPECIAIS E EXAME NEUROLÓGICO (TESTES MOTORES E DE SENSIBILIDADE) ‹nº› 23 INTRODUÇÃO ARTICULAÇÕES DO QUADRIL: COXOFEMORAL SACROILÍACA SÍNFISE PÚBICA ‹nº› INSPEÇÃO ‹nº› PALPAÇÃO ‹nº› PALPAÇÃO ‹nº› ‹nº› PALPAÇÃO ‹nº› PALPAÇÃO ‹nº› PALPAÇÃO ‹nº› PALPAÇÃO ‹nº› MOBILIDADE ARTICULAR ‹nº› MENSURAÇÃO DO COMPRIMENTO ‹nº› PORTO, CELMO CELENO. SEMIOLOGIA MÉDICA. 8.ED. GUANABARA KOOGAN, 2019, PARTE 17; SISTEMA LOCOMOTOR REFERÊNCIAS ‹nº› image3.jpg image4.emf image16.png media1.mp4 image17.jpeg image18.png image19.jpeg image20.jpeg image21.png image22.png image23.jpeg image24.jpeg image25.png image26.png media2.mp4 image27.jpeg image28.jpeg image29.png media3.mp4 image30.jpeg image31.png media4.mp4 image32.png image33.png media5.mp4 image34.png media6.mp4 image35.png media7.mp4 image36.png image37.jpeg media8.mp4 image38.png media9.mp4 image39.png image40.png image41.png image42.png image43.png image44.png image45.png image46.png image47.png image48.png image49.png image50.png image51.png image52.png image53.png image54.png image55.png image56.png image57.png image58.png image8.emf