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APG DEPRESSÃO DEFINIÇÃO: - A depressão é um transtorno mental caracterizado por um estado persistente de tristeza profunda, perda de interesse ou prazer em atividades anteriormente prazerosas e alterações significativas no funcionamento emocional e físico de uma pessoa. Ela se manifesta com sintomas que afetam o humor, cognição e comportamento, podendo levar a dificuldades nas atividades diárias e no relacionamento social. - A depressão é uma condição complexa e multifatorial, resultante de interações entre fatores biológicos, psicológicos e sociais. - A palavra "depressão" vem do latim "deprimere", que significa "pressionar para baixo". Originalmente, era usada para descrever a sensação de abatimento ou opressão emocional, como se houvesse um peso mental sobre a pessoa. - Embora seja amplamente vista como um transtorno emocional, a depressão também pode se manifestar através de sintomas físicos, como dores crônicas, problemas digestivos e fadiga. Esses sintomas às vezes confundem o diagnóstico, sendo inicialmente tratados como condições físicas isoladas. - A depressão é experimentada e descrita de maneiras diferentes em várias culturas. Por exemplo, em algumas culturas asiáticas, a depressão pode ser mais frequentemente relatada como sintomas físicos, como dores de cabeça ou fadiga, enquanto os aspectos emocionais podem ser subestimados ou menos destacados. - Há uma condição chamada "depressão mascarada" ou "depressão sorridente", na qual a pessoa aparenta estar bem, mas por dentro sofre intensamente. Isso torna difícil identificar a doença, já que o indivíduo muitas vezes continua com suas atividades diárias de forma normal. EPIDEMIOLOGIA - Prevalência Global, a OMS indica que mais de 280 milhões de pessoas no mundo sofrem de depressão. A prevalência global média de depressão ao longo da vida gira em torno de 10-15% da população, embora esse número varie entre regiões e países. Estudos mostram que a prevalência é maior em países com baixos e médios índices de desenvolvimento humano, onde o acesso a cuidados de saúde mental é mais limitado. - A depressão afeta duas vezes mais mulheres do que homens. Fatores biológicos, como variações hormonais (especialmente ligadas à gravidez, parto e menopausa), e sociais, como maior exposição ao estresse psicossocial, são apontados como possíveis explicações para essa diferença. Em contraste, os homens, embora tenham menores taxas de diagnóstico, apresentam maior risco de suicídio associado à depressão. - A Faixa Etária, pode ocorrer em qualquer idade, mas sua prevalência tende a ser maior em adultos jovens e idosos. Entre adolescentes e jovens adultos, fatores como pressão acadêmica, mudanças de vida e redes sociais são contribuintes. Nos idosos, as perdas acumuladas, doenças físicas crônicas e isolamento social são importantes fatores de risco. - É a principal causa de incapacidade ajustada por anos de vida perdidos (DALYs) devido à sua alta prevalência e impacto funcional. - Pessoas com depressão têm uma qualidade de vida significativamente comprometida, maior mortalidade associada a condições crônicas e estão em maior risco de desenvolver outras doenças psiquiátricas, como ansiedade e abuso de substâncias. - A pandemia de COVID-19 levou a um aumento significativo nos casos de depressão em todo o mundo. O isolamento social, a incerteza econômica, o medo da doença e o luto contribuíram para o crescimento das taxas de depressão, especialmente entre os jovens e os trabalhadores da linha de frente. - Em muitos países de baixa e média renda, a depressão é subdiagnosticada e subtratada, com uma grande parcela da população sem acesso a serviços de saúde mental. Isso contribui para uma subnotificação significativa dos casos, o que distorce as estimativas globais de prevalência. - Alguns estudos sugerem que pessoas casadas tendem a apresentar taxas menores de depressão, possivelmente devido ao apoio emocional e social proporcionado por uma parceria estável. No entanto, casamentos insatisfatórios podem aumentar o risco de depressão, especialmente em mulheres. - Embora a depressão em idosos seja comum, muitas vezes ela é confundida com os efeitos naturais do envelhecimento ou com doenças físicas. Isso resulta em um subdiagnóstico significativo nessa faixa etária, especialmente em populações de baixa renda. ETIOLOGIA/ FATORES DE RISCO - A etiologia da depressão é multifatorial, envolvendo a interação de diversos fatores biológicos, psicológicos e sociais: 1. Fatores Biológicos Genética: A depressão tem uma forte base genética. Estima-se que a herdabilidade da depressão seja de 30% a 40%. Alterações Neuroquímicas: Uma das principais teorias biológicas da depressão é o desequilíbrio dos neurotransmissores, especialmente a serotonina, noradrenalina e dopamina. Disfunção do eixo HPA: que regula a resposta ao estresse, também está envolvido na etiologia da depressão. Inflamação: Estudos mais recentes sugerem que a inflamação sistêmica e alterações imunológicas podem desempenhar um papel na depressão. 2. Fatores Psicológicos Eventos de vida estressantes: eventos traumáticos ou estressantes, como perdas significativas, divórcios, desemprego ou doenças graves. Teoria cognitiva: é resultado de padrões de pensamento distorcidos, conhecidos como "tríade cognitiva". Esta tríade inclui uma visão negativa de si mesmo, do mundo e do futuro. Esses pensamentos negativos automáticos perpetuam o humor depressivo e são alvos principais da terapia cognitivo-comportamental (TCC). 3. Fatores Sociais Isolamento social: A ausência de um suporte social adequado, como família e amigos, pode aumentar o risco de depressão, especialmente em pessoas já vulneráveis. Eventos de exclusão social, discriminação ou rejeição podem atuar como fatores desencadeantes para o desenvolvimento do transtorno. Fatores culturais: pressões sociais, normas rígidas de comportamento e desigualdades de gênero, também podem influenciar a prevalência da depressão em determinadas populações. Traumas na infância: Experiências adversas na infância, como abuso físico ou emocional, negligência e perda precoce de cuidadores, estão fortemente associadas à depressão na vida adulta. FISIOPATOLOGIA Fatores biológicos, psicológicos e sociais → Alterações neurobiológicas: 1. Disfunção dos neurotransmissores: - Serotonina (5-HT) - Noradrenalina (NA) - Dopamina (DA) 2. Circuitos neurais alterados: - Córtex pré-frontal (atividade reduzida) - Hipocampo (volume reduzido) - Amígdala (hiperatividade) - Estriado ventral (atividade reduzida) 3. Eixo Hipotálamo-Hipófise-Adrenal: - Aumento do cortisol (estresse crônico) - Efeitos tóxicos no hipocampo (redução da neurogênese) 4. Neuroplasticidade: - Diminuição do BDNF (fator neurotrófico) - Perda de volume cerebral e neurogênese comprometida 5. Inflamação: - Aumento de citocinas pró-inflamatórias (IL-6, TNF-α) - Disfunção sináptica e alterações no humor 6. Disfunção mitocondrial: - Produção reduzida de energia celular (ATP) - Fadiga e baixa motivação ↘ Manifestações clínicas de depressão: - Humor deprimido - Anedonia - Fadiga - Alterações de sono e apetite - Pensamentos de desesperança e culpa CLASSIFICAÇÃO E MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS TIPO DEFINIÇÃO/ SINTOMA Transtorno Depressivo Maior - Tipo mais comum de depressão e é caracterizado por um episódio único ou recorrente de sintomas depressivos que duram pelo menos duas semanas. O TDM pode ser classificado como leve, moderado ou grave, com ou sem sintomas psicóticos. • Humor deprimido (tristeza persistente, sensação de vazio ou desesperança). • Anedonia (perda de interesse ou prazer em quase todas as atividades). • Alterações de apetite (perda ou ganho significativo de peso sem estar em dieta).• Distúrbios do sono (insônia ou hipersonia). • Fadiga ou perda de energia. • Sentimento de culpa ou inutilidade. • Dificuldade de concentração ou tomada de decisões. • Pensamentos recorrentes de morte, ideação suicida ou tentativas de suicídio. Distimia (Persistente) - Forma crônica de depressão que dura pelo menos dois anos, com sintomas menos graves do que o transtorno depressivo maior, mas que são persistentes e constantes. • Humor deprimido crônico. • Baixa energia ou fadiga constante. • Autoestima baixa. • Alterações de apetite (para mais ou para menos). • Dificuldade de concentração. • Sensação de desesperança. • Os sintomas são mais leves, mas persistem por um período prolongado, interferindo na vida diária e no funcionamento social. Depressão Psicótica - É uma forma grave de transtorno depressivo maior, onde o indivíduo experimenta sintomas psicóticos, como alucinações ou delírios, junto com os sintomas depressivos. Essas manifestações psicóticas são congruentes com o humor depressivo (ou seja, estão de acordo com o sentimento de tristeza ou desesperança). • Delírios depressivos (crenças falsas e persistentes de culpa, inutilidade ou punição). • Alucinações auditivas ou visuais (geralmente depreciativas ou ameaçadoras). • Grave agitação ou letargia. • Grave anedonia e retraimento social. • Os pacientes podem acreditar que estão sendo punidos ou que são responsáveis por desastres, o que aumenta o risco de suicídio. Depressão Atípica - É uma variante do transtorno depressivo maior, onde os pacientes têm padrões de sintomas que diferem dos sintomas depressivos "clássicos". Apesar do nome "atípica", essa forma de depressão é bastante comum. • Reatividade do humor (o humor melhora temporariamente em resposta a eventos positivos). • Hipersonia (sono excessivo). • Aumento do apetite e ganho de peso. • Sensação de peso nos braços e pernas (paralisia de chumbo). • Sensibilidade extrema à rejeição interpessoal. • Esta forma de depressão é mais comum em mulheres e tende a se manifestar em indivíduos mais jovens. Depressão Melancólica - É uma forma de transtorno depressivo maior caracterizada por sintomas "clássicos" de depressão, muitas vezes com uma gravidade acentuada pela falta de resposta a eventos positivos. • Anedonia profunda (incapacidade total de sentir prazer em atividades). • Piora do humor pela manhã. • Despertar precoce (insônia terminal). • Perda de peso significativa. • Sentimentos intensos de culpa. • Agitação ou retardo psicomotor (movimentos lentos ou inquietação). • O paciente com depressão melancólica muitas vezes se sente extremamente "pesado" emocionalmente, e os sintomas não flutuam muito ao longo do dia. Depressão Catatônica - Forma rara e grave de depressão caracterizada por sintomas psicomotores marcantes, como imobilidade extrema ou, em alguns casos, agitação severa. • Imobilidade extrema ou mutismo. • Posturas rígidas e bizarras. • Resistência a ser movido ou repetição de palavras/movimentos. • Ecolalia (repetição de palavras ou frases ouvidas) ou ecopraxia (imitação dos movimentos de outros). • Os pacientes podem ficar imóveis por longos períodos de tempo ou, em contraste, podem ter episódios de agitação extrema. Depressão Pós-Parto - Mulheres após o parto e é caracterizada por uma profunda tristeza, ansiedade e fadiga. É diferente de "baby blues" (alterações de humor leves e transitórias). • Humor deprimido e choro excessivo. • Exaustão extrema, além da já esperada no pós-parto. • Ansiedade intensa em relação ao bebê. • Sentimento de culpa e inadequação como mãe. • Medo de machucar o bebê ou de não ser capaz de cuidar adequadamente dele. • Distúrbios do sono (insônia ou hipersonia). • Pode começar nas primeiras semanas após o nascimento e até um ano após o parto. Transtorno Afetivo Sazonal - Também conhecido como depressão sazonal, o TAS é uma forma de depressão que ocorre em certas épocas do ano, mais comumente durante os meses de outono e inverno, quando há menos luz solar. • Humor deprimido que ocorre sazonalmente (geralmente no inverno). • Letargia extrema e fadiga. • Aumento do apetite e ganho de peso (desejo por carboidratos). • Hipersonia (dormir mais do que o normal). • Dificuldade em manter o foco e a energia durante os meses de menor luz solar. • O TAS é mais comum em regiões de latitude alta, onde a exposição à luz solar é limitada durante o inverno. Depressão Bipolar - Embora o transtorno bipolar inclua episódios maníacos ou hipomaníacos, os pacientes também apresentam episódios depressivos graves, conhecidos como depressão bipolar. • Sintomas depressivos graves (humor deprimido, anedonia, distúrbios do sono). • Flutuação de humor com episódios maníacos/hipomaníacos (períodos de alta energia, impulsividade). • Mudanças rápidas entre humor elevado e deprimido. • Pacientes podem ter ideação suicida durante os episódios depressivos e podem não responder bem a antidepressivos convencionais. DIAGNÓSTICO - O diagnóstico é baseado em critérios clínicos detalhados que envolvem a avaliação dos sintomas, duração, impacto no funcionamento diário, e exclusão de outras condições médicas ou psiquiátricas. - Critérios para Diagnóstico do Transtorno Depressivo segundo o DSM-5, os seguintes critérios devem ser atendidos: 1. Presença de cinco (ou mais) dos seguintes sintomas durante um período de pelo menos duas semanas, representando uma mudança em relação ao funcionamento anterior. Pelo menos um dos sintomas deve ser humor deprimido ou perda de interesse/prazer (anedonia): o Humor deprimido na maior parte do dia, quase todos os dias, relatado por si mesmo ou observado por outros. o Perda de interesse ou prazer em quase todas as atividades. o Alterações significativas no peso ou no apetite (perda ou ganho de peso sem estar em dieta). o Distúrbios do sono (insônia ou hipersonia). o Fadiga ou perda de energia quase todos os dias. o Sentimentos de inutilidade ou culpa excessiva ou inapropriada. o Dificuldade de concentração ou indecisão. o Agitação ou retardo psicomotor (observável por outros). o Pensamentos recorrentes de morte, ideação suicida sem um plano específico, ou tentativa de suicídio. - Critérios Diagnósticos da CID-11, divide o episódio depressivo em leve, moderado, e grave, com base na quantidade e na intensidade dos sintomas. • Episódio Depressivo Leve: O paciente apresenta pelo menos dois dos sintomas principais (humor deprimido, perda de interesse/prazer, ou baixa energia) e alguns outros sintomas depressivos, com impacto leve no funcionamento. • Episódio Depressivo Moderado: Maior número de sintomas, com impacto significativo no funcionamento social e ocupacional. • Episódio Depressivo Grave: Muitos sintomas, com gravidade extrema, podendo incluir sintomas psicóticos. O impacto no funcionamento é substancial, com risco significativo de suicídio. - Instrumentos de avaliação psicométrica: o Escalas de avaliação, como o Inventário de Depressão de Beck (BDI), Escala de Depressão de Hamilton (HAM-D), ou PHQ-9, são frequentemente usados para quantificar a gravidade dos sintomas depressivos e acompanhar a resposta ao tratamento. - Exclusão de condições médicas: o Depressão pode ser secundária a doenças médicas, como hipotireoidismo, distúrbios neurológicos ou condições crônicas, ou associada ao uso de substâncias (depressão induzida por substâncias). Testes laboratoriais podem ser solicitados para descartar causas orgânicas. - Avaliação do risco de suicídio: o Parte essencial do diagnóstico envolve uma avaliação detalhada do risco de suicídio, particularmente em pacientes com depressão grave. O psiquiatra deve explorar ideação suicida, planos ou tentativas anteriores e fatores de risco para suicídio. - Diagnóstico Diferencial • Transtorno Bipolar: Importante diferenciar de um episódiodepressivo do transtorno bipolar, que inclui episódios maníacos ou hipomaníacos. • Transtorno de Ansiedade Generalizada (TAG): Ansiedade e depressão frequentemente coexistem, mas um diagnóstico principal deve ser estabelecido. • Transtorno de Estresse Pós-Traumático (TEPT): Pacientes com histórico de trauma podem apresentar sintomas depressivos que se sobrepõem ao quadro de estresse pós-traumático. • Distúrbios neurodegenerativos: Doenças como a doença de Parkinson ou Alzheimer podem ter manifestações iniciais que imitam a depressão. TRATAMENTO Tratamento Farmacológico da Depressão 1. Inibidores Seletivos da Recaptação de Serotonina (ISRS) • Mecanismo de Ação: Inibem a recaptação de serotonina nos neurônios, aumentando a disponibilidade deste neurotransmissor na fenda sináptica. • Exemplos: Fluoxetina (Prozac), Sertralina (Zoloft), Citalopram (Celexa). • Uso clínico: Frequentemente a primeira linha de tratamento, com perfil de efeitos colaterais moderado, como disfunção sexual e ganho de peso. 2. Inibidores da Recaptação de Serotonina e Norepinefrina (IRSN) • Mecanismo de Ação: Inibem a recaptação de serotonina e norepinefrina, aumentando a atividade desses neurotransmissores. • Exemplos: Venlafaxina (Effexor) e Duloxetina (Cymbalta). • Uso clínico: Utilizados quando ISRS não são eficazes ou há componentes de dor crônica associada à depressão. 3. Antidepressivos Tricíclicos (ATC) • Mecanismo de Ação: Inibem a recaptação de serotonina e norepinefrina, mas também afetam outros sistemas neurotransmissores, como a acetilcolina e histamina. • Exemplos: Amitriptilina (Elavil) e Imipramina (Tofranil). • Uso clínico: Eficazes, porém com mais efeitos colaterais (sedação, ganho de peso, risco de toxicidade cardíaca), sendo geralmente usados quando outros tratamentos falham. 4. Inibidores da Monoamina Oxidase (IMAO) • Mecanismo de Ação: Inibem a enzima monoamina oxidase, responsável pela degradação de serotonina, dopamina e norepinefrina, aumentando os níveis desses neurotransmissores. • Exemplos: Fenelzina (Nardil) e Tranilcipromina (Parnate). • Uso clínico: Eficazes, mas com restrições dietéticas rigorosas e interações medicamentosas significativas. 5. Antidepressivos Atípicos • Mecanismo de Ação: Varia conforme o fármaco. Alguns modulam diretamente receptores de serotonina e outros neurotransmissores. • Exemplos: Bupropiona (Wellbutrin): Inibe a recaptação de dopamina e norepinefrina, sem efeitos significativos sobre a serotonina e Mirtazapina (Remeron): Aumenta a liberação de serotonina e norepinefrina ao bloquear receptores alfa-2. • Uso clínico: Opções para pacientes que não respondem a tratamentos tradicionais ou que experimentam efeitos colaterais indesejáveis com ISRS e IRSN. Tratamentos Não Farmacológicos 1. Psicoterapia • Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) • Psicoterapia Interpessoal (TIP): Focada em melhorar as relações interpessoais e resolver problemas relacionados ao papel social do indivíduo, frequentemente associada à depressão. • Terapia Psicodinâmica: Explora os conflitos inconscientes e experiências emocionais não resolvidas, ajudando o paciente a entender a origem de sua depressão. 2. Estimulação Magnética Transcraniana (EMT): É indicada para pacientes que não respondem bem a antidepressivos. 3. Terapia Eletroconvulsiva (ECT): induz convulsões breves no cérebro através de estímulos elétricos controlados. Embora tenha um estigma associado, é um tratamento altamente eficaz, especialmente para depressão grave e resistente. 4. Atividade Física 5. Terapias Complementares e Alternativas • Meditação • Acupuntura • Suplementos Nutricionais: Ácidos graxos ômega-3 e SAMe (S-adenosilmetionina). 6. Intervenções Sociais e Ambientais