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Questão 11: A Contratransferência no Transtorno Bipolar – Desafios Clínicos Sabe aquela história de como que o analista deve entender né... tipo assim,,, manejar e usar na terapia a contratransferência quando tá atendendo pacientes com Transtorno Bipolar??? Então, é SUPER complexo isso daí!!! Eu mesmo já passei cada perrengue... Tem gente que acha né, que a contratransferência com pacientes bipolares são tipo uma linha reta super previsível sabe... Como se fosse um passeio no parque onde o analista só sente coisas boas e empatia, e tudo flui naturalmente assim,,, Tipo mágica! Como se desse pra manter aquela calmaria zen independente se o paciente tá lá nas alturas ou super pra baixo. Ah, e ainda acham que nem precisa de supervisão nem nada... Tá, né, como se fosse tão fácil assim!!! 1. Agora vem a real: lidar com a contratransferência em casos de bipolaridade é tipo tentar surfar numa montanha russa emocional!!! Cê tem que ficar ligado em tudo que cê tá sentindo - e olha... é cada sentimento!!! Um dia cê tá admirando o paciente, no outro tá mega frustrado, as vezes esperançoso, as vezes total perdido!!! Semana passada mesmo eu tive uma sessão MUITO DOIDA que saí de lá completamente exausto sabe??? Por isso que supervisão é tipo nosso porto seguro - não dá pra segurar essa onda sozinho não... Durante as fases maníacas então nossa!!! É tipo tentar segurar um furacão com as mãos,,, tem hora que cê se pega todo animado junto daí já bate aquele medão do que pode acontecer... E nas fases depressivas??? Meu as vezes bate uma sensação de impotência que dá vontade de chorar junto... É tipo estar numa montanha russa mas cê é o piloto e o passageiro ao mesmo tempo!!! 2. E tem aquela galera old school que fala que contratransferência são erro técnico, que analista tem que ser tipo um robô sem emoção... Ah fala sério né!!! Como se fosse possível uma pessoa atender outra pessoa e não sentir nada... Querem que o analista seja tipo um espelho de shopping - todo polido sem nenhuma marquinha. Essa história de neutralidade absoluta é papo furado na moral!!! 3. Resposta correta: B Gente,,, na real,,, trabalhar com a contratransferência em casos de bipolaridade é tipo fazer malabarismo em cima de uma corda bamba - cê precisa ter sensibilidade mas também força pra segurar a onda!!! Outro dia numa supervisão minha a supervisora falou uma coisa que nunca esqueci: "É como aprender a dançar na chuva em vez de esperar ela passar..." Na prática como é que a gente faz??? Deixa eu contar pra vocês como que isso rola no dia a dia do consultório... eu atendo vários pacientes bipolares e te falo viu!!! O setting tem que ser tipo aquelas árvores que balança no vento mas não quebra tá ligado??? Firme mas flexível.... Nas interpretações meu... é uma arte!!! As vezes cê tá com aquela interpretação ma-ra-vi-lho-sa na ponta da língua mas sente que não é hora,,,, E pra perceber as crises chegando??? Nossa é tipo ter um sexto sentido mesmo!!! Tem dia que cê já sente no ar que vem tempestade!!! Igualzinho aconteceu com meu paciente semana passada!!! Sabe o que eu aprendi nesses anos todos de consultório??? Que a contratransferência são tipo um superpoder nosso - quando a gente sabe usar né!!! É igual aqueles detectores de metal na praia... cê vai captando os sinais as vibrações do campo... Mas calma não é mágica não!!! É muito ralação muito estudo muita supervisão e principalmente muita humildade pra reconhecer que as vezes a gente também fica perdidinho no meio dessa loucura toda!!!