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Nome: Bianca Venâncio dos Santos 04/10/2024
4°Semestres Matutino
Professora: Juliana Aparecida Boaretto
ATIVIDADE 2
1 -
R: Para aferir o pulso radial, existem cinco etapas:
1. Posição do Paciente: O paciente deve estar em uma posição confortável, com o braço relaxado
e a palma voltada para cima.
2. Localização do Pulso: Utilizar os dedos indicador e médio para palpar a artéria radial, que está
localizada na parte interna do punho, próximo à base do polegar.
3. Pressão: Aplicar uma leve pressão até sentir o pulso. Sempre evitar usar o polegar, pois ele
possui seu próprio pulso, o que pode causar uma confusão.
4. Contagem: Contar os batimentos durante 30 segundos e multiplicar por 2 para obter a frequência
cardíaca em batimentos por minuto (bpm). Para maior precisão, especialmente se houver
irregularidades, contar durante um minuto.
5. Observação: Durante a contagem, precisa observar a regularidade do pulso e a amplitude
(firmeza).
Parâmetros de normalidade para o adulto:
● Frequência Cardíaca: Normalmente entre 60 e 100 bpm.
● Ritmo: Regular, sem arritmias.
● Amplitudes: Pode variar entre normal (firme) e diminuta ou aumentada, dependendo do estado
do paciente.
2 -
a) Qual a função do manguito rotador?
R: O manguito rotador é um grupo de músculos e tendões que estabilizam a articulação do ombro,
permitindo movimentos amplos e variados do braço. Ele ajuda a manter a cabeça do úmero centralizada
na cavidade glenóide da escápula durante os movimentos do braço.
b) Quais músculos que o compõem?
R: Os músculos que formam o manguito rotador são:
1. Supraespinhal
2. Infraespinhal
3. Redondo menor
4. Subescapular
c) Qual principal função motora de cada músculo citado acima?
R: Supraespinhal: Principal responsável pela abdução do braço (levantar o braço para o lado) e ajuda
na estabilização do ombro.
Infraespinhal: Facilita a rotação externa do braço e contribui para a estabilização do ombro.
Redondo menor: Também responsável pela rotação externa do braço e pela estabilidade da articulação
do ombro.
Subescapular: É responsável pela rotação interna do braço e ajuda a manter a estabilidade da
articulação do ombro.
3 -
a) Rotação Medial de Ombro:
● Posição do Paciente: Sentado ou em pé, com o braço ao lado do
corpo, flexionado em 90 graus no cotovelo.
● Posição do Terapeuta: Em frente ao paciente, para facilitar a
observação e a medição.
● Posição do Braço Fixo: Alinhado com o tronco do paciente.
● Posição do Braço Móvel: Alinhado com o antebraço do paciente.
● Posição do Fulcro/Eixo: Na articulação do ombro, próximo ao
processo acromial.
● Movimento Realizado: Rotação medial do braço, movendo o antebraço em direção ao corpo.
● Amplitude de Movimento Fisiológica: Geralmente entre 0 a 70 graus.
b) Flexão de Cotovelo:
● Posição do Paciente: Sentado ou em pé, com o braço ao lado do corpo,
totalmente estendido.
● Posição do Terapeuta: Em frente ou ao lado do paciente, conforme a
melhor visualização.
● Posição do Braço Fixo: Alinhado com a parte lateral do tronco.
● Posição do Braço Móvel: Alinhado com o antebraço do paciente.
● Posição do Fulcro/Eixo: Na articulação do cotovelo, sobre o epicôndilo
lateral.
● Movimento Realizado: Flexão do cotovelo, movendo o antebraço em
direção ao ombro.
● Amplitude de Movimento Fisiológica: Normalmente entre 0 a 150 graus.
c) Supinação:
● Posição do Paciente: Sentado, com o braço ao lado do corpo e o cotovelo
flexionado a 90 graus.
● Posição do Terapeuta: Em frente ao paciente, para uma melhor observação do
movimento.
● Posição do Braço Fixo: Alinhado com o tronco do paciente.
● Posição do Braço Móvel: Alinhado com a parte dorsal do antebraço.
● Posição do Fulcro/Eixo: Na articulação do cotovelo, sobre o processo estilóide do rádio.
● Movimento Realizado: Supinação do antebraço, girando a palma da mão para cima.
● Amplitude de Movimento Fisiológica: Normalmente entre 0 a 80 graus.
d) Desvio Radial:
● Posição do Paciente: Sentado, com o braço estendido à frente, na altura do
ombro.
● Posição do Terapeuta: Ao lado do paciente, para melhor observação.
● Posição do Braço Fixo: Alinhado com o antebraço.
● Posição do Braço Móvel: Alinhado com a mão do paciente.
● Posição do Fulcro/Eixo: Na articulação do punho, sobre a base do segundo
metacarpo.
● Movimento Realizado: Desvio radial do punho, movendo a mão em
direção ao polegar.
● Amplitude de Movimento Fisiológica: Normalmente entre 0 a 20 graus.
e) Extensão de Ombro:
● Posição do Paciente: Sentado ou em pé, com o braço ao lado do corpo,
totalmente estendido.
● Posição do Terapeuta: Em frente ou ao lado do paciente, conforme a melhor
visualização.
● Posição do Braço Fixo: Alinhado com o tronco do paciente.
● Posição do Braço Móvel: Alinhado com o braço do paciente.
● Posição do Fulcro/Eixo: Na articulação do ombro, próximo ao processo
acromial.
● Movimento Realizado: Extensão do ombro, movendo o braço para trás do
corpo.
● Amplitude de Movimento Fisiológica: Geralmente entre 0 a 60 graus.
4 -
a) Teste de Neer:
Execução:
● Posição do Paciente: O paciente deve estar em pé ou sentado, com o braço relaxado ao
lado do corpo.
● Ação do Terapeuta: O terapeuta estabiliza a escápula do paciente com uma mão
(geralmente na parte posterior do ombro). Com a outra mão, ele eleva o braço do paciente
em abdução, mantendo o braço em rotação interna (com o polegar voltado para baixo).
● Movimento: O terapeuta eleva o braço do paciente até o ponto máximo que ele conseguir,
geralmente entre 90 e 180 graus.
Interpretação:
● Teste Positivo: Se o paciente sentir dor durante a elevação do braço, especialmente na
faixa entre 90 e 180 graus, o teste é considerado positivo. Isso sugere compressão do
tendão do supraespinhoso sob o acrômio, indicando a possibilidade de tendinite ou
síndrome do impacto.
b) Teste de Hawkins-Kennedy:
Execução:
● Posição do Paciente: O paciente deve estar em pé ou sentado, com o braço ao lado do
corpo.
● Ação do Terapeuta: O terapeuta eleva o braço do paciente a 90 graus de abdução. Em
seguida, flexiona o cotovelo do paciente a 90 graus.
● Movimento: O terapeuta, então, realiza uma rotação interna do braço, aproximando o
antebraço em direção ao corpo.
Interpretação:
● Teste Positivo: O teste é considerado positivo se o paciente sentir dor durante a rotação
interna. A dor sugere inflamação ou compressão do tendão do supraespinhoso,
frequentemente associada à tendinite.
c) Teste de Jobe:
Execução:
● Posição do Paciente: O paciente deve estar em pé ou sentado, com os braços elevados
lateralmente a 90 graus.
● Ação do Terapeuta: O terapeuta pede ao paciente para posicionar os braços com os polegares
voltados para baixo (como se estivesse "segurando uma lata vazia").
● Movimento: O terapeuta aplica resistência à abdução, enquanto o paciente tenta manter a
posição.
Interpretação:
● Teste Positivo: O teste é positivo se o paciente sentir dor ou fraqueza ao resistir ao
movimento. Isso indica comprometimento do tendão do supraespinhoso e sugere tendinite
ou lesão do manguito rotador.
5 -
a) O nome do teste é Teste de Finkelstein.
b) Para executar o Teste de Finkelstein, o paciente deve estar sentado ou em pé, com o braço ao lado do
corpo. Em seguida, ele deve fechar a mão, envolvendo o polegar dentro da palma. O terapeuta, então,
pede que o paciente desloque o punho em direção ao lado ulnar (desvio ulnar), enquanto estabiliza o
antebraço. Essa sequência de movimentos permite avaliar a presença de dor na região do polegar ou na
parte lateral do punho, o que indica uma possível tendinite de De Quervain.
c) O teste é considerado positivo se o paciente sentir dor na região do polegar ou na parte lateral do
punho durante o desvio ulnar. Essa dor é frequentemente associada à inflamação dos tendões do
polegar.
d) A finalidade do Teste de Finkelstein é avaliar a presença de tendinite de De Quervain, uma condição
que afeta os tendões que controlam o movimento do polegar. O teste ajuda a identificar inflamações ou
lesões nesses tendões.
e) A tendinite de De Quervain é umainflamação dos tendões do abdutor longo do polegar e do extensor
curto do polegar, frequentemente causada por movimentos repetitivos, sobrecarga ou traumatismos no
punho. Os principais sintomas incluem dor na parte lateral do punho, dificuldade em realizar movimentos
de pinça e inchaço. Essa condição é comum em pessoas que realizam atividades repetitivas, como
digitadores, jardineiros e mães que levantam seus filhos. O tratamento envolve repouso, fisioterapia e, em
casos mais graves, pode ser necessária cirurgia para aliviar a pressão sobre os tendões inflamados.

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