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Componentes protéticos Implantodontia – aula 7 03/10/2023 HE – hexágono externo. HI- Hexágono interno. CM – cone Morse. Subdivididos pelo tipo de próteses que serão utilizadas. Todo componente será parafusado ao implante, porém a forma como a prótese será acoplada ao pilar que pode ser por parafuso, cimento ou componentes específicos para sobredentaduras. · Auxiliares: · Utilizados durante a confecção da prótese. · Não fazem parte da reabilitação final. · Eventualmente podem ser utilizados mais de uma vez. · Não estarão incorporados na prótese. Podem ser reutilizados. São peças para moldagem ou para o processo laboratorial. Cicatrizadores, transferentes, tampas/cilindros de proteção. · Cicatrizador ou “healing cap”. · Função - Destinado a promover a cicatrização inicial da mucosa perimplantar ao redor do implante conformando o perfil de emergência INICIAL, ter acesso a plataforma do implante. Será acoplado no implante no momento da instalação em uma cirurgia de um estágio ou acoplada a plataforma do implante na reabertura na cirurgia em dois estágios. Esses cicatrizadores podem ter diferentes formatos com perfil de emergência paralelo ou divergente. Dependendo da região pode se apresentar nesses diferentes formatos. Inciso central superior – seria com um perfil de emergência menor. Um molar – um com perfil mais divergente. Tem diferentes alturas porque dependendo da região posso ter uma faixa mucosa maior ou menor. Se ficar muito alto, pode interferir na oclusão. Ideal e que fique no máximo de 1 a 2 mm acima do nível da mucosa. Não da pra moldar a plataforma do implante apenas com material de moldagem, porque precisa de muita precisão. Preciso transferir essa plataforma do implante para um modelo de gesso com peças metálicas feitas industrialmente que vão produzir com fidelidade absoluta o encaixe desse implante nas peças transfers. · Transferentes, transfers de impressão, coping de impressão, transfers. · componentes utilizados nas moldagens dos implantes ou pilares protéticos. Ele se acopla na plataforma do implante e eu parafuso ali. Agora molda e faz um modelo, material tomou presa e a peça fica no implante, molda de maneira semelhante como se molda qualquer dente com moldeira de estoque convencional. A peça continua acoplada no implante, desaparafuso e encaixo na moldagem na mesma posição em que estava. Tem várias facetas planas, com ângulos retos porque facilitar saber a exata posição que será encaixado na moldagem. Transfers de moldeira fechada parafusada convencional com moldeira de estoque convencional. A fechada de arrasta geralmente são componentes de plástico que se encaixa no implante ou no pilar protético por fricção. Material de moldagem na boca, quando levo na boca e toma presa, ele vem na moldeira junto com o material, não é parafusado. Transfers de moldeira aberta – em caso de vários implantes, preciso que eles estejam unidos em uma única prótese (no caso de PF3), não posso que estejam um grau virado. Então, uno todos os transferentes que vou moldar, faço uma peça só com resina acrílica. No caso da fechada, seria um transferente em cada implante, uma barra de resina unindo eles, molda e na hora de tirar o material de moldagem vai fazer um abraçamento na resina e não vai soltar e pra tirar os transfers só desparafusando, então vou precisar fazer furos na moldeira pra conseguir remover. Então, se faz uma moldeira aberta. Objetivo da moldagem com moldeira aberta – e pela possibilidade de desparafusar todos os transfers durante o processo de moldagem após o material tomar preso, quando tire o material da boca, todos eles venham juntos. Não compensa fazer em um elemento. Esses transfers unidos por resina e faz uma moldeira individual ou moldeiras de plástico cortando o fundo, importante e que esses parafusos fiquem aparentes pela moldeira, para conseguir remover o conjunto todo. Transfers sai junto na moldagem. O transfers só transfere a posição da plataforma protética. Podemos ter a moldagem da plataforma protética do implante ou do pilar protético que já foi instalado, se já fiz uma instalação imediata com provisório. Moldagem do implante pode ser com moldeira fechada parafusada ou com moldeira aberta. O pilar podemos moldar de maneira indireta ou direta. Indireta posso usar transferente de moldeira fechada como o transfers de arrasto ou posso usar transfers de moldeira aberta (prótese protocolo, moldagem direto a plataforma do pilar). Direta é quando moldo o pilar e esse pilar e personalizado, então se molda, igual se molda dente com fio de afastamento e base leve e base pesado tendo a impressão desse pilar em gesso. Essa deve ser a ultima porque ela traz toda a imperfeição que existe no em um processo convencional de prótese sobre dente. Material de moldagem contrai, gesso expandi... e reservada para esses casos, em que tem um pilar que não se pode tirar, então molda como se fosse um dente. Para confeccionar o modelo preciso de uma réplica ou análogo daquela plataforma do implante para que eu possa encaixar no transfers. Análogo é a réplica da plataforma protética do implante ou uma réplica do próprio componente protético, pilar. Encaixa o análogo no transfers e vazo o modelo. · Análogos. · Destinados a construção do modelo de trabalho. Pode ser referente ao implante ou ao componente utilizado sobre este. · Munhões, abutments ou pilares. · São a conexão entre prótese e implante e serão escolhidos de acordo com a prótese a ser desenvolvida. · Faz a conexão entre a plataforma do implante e a prótese. De maneira análoga a prótese convencional sobre dentes, seria um núcleo metálico fundido que conecta a raiz a coroa. · Existe uma gama infinita. · Abutment/pilares. · Prótese parafusada. · Padronizados. · Personalizados. Prótese retida por parafusos, pode ser padronizado ou personalizado. Padronizado – é igual para todo mundo, em qualquer lugar do mundo. O personalizado – é feito sobre medida. Em parafusados a maior parte dos pilares são todos padronizados. · Padronizados. · Estheticone ou pilar cônico (prótese parafusada). · Por constitui-se de duas peças, o estheticone tem assentamento anti-rotacional em contato com a superfície hexagonal do implante e melhor capacidade de travamento da base, realizado pelo parafuso do pilar, fixado de maneira independente. Pilar cônico – se baseia em um conceito de duas peças, uma chamada de cinta e outra chamada de parafuso do pilar. Essa cinta se encaixa certinho no hexágono externo do implante, por exemplo. Ela está só encaixada, não deixa rodar, mas não é fixa. O que faz com que ela fique presa é o parafuso que entra por cima e trava a cinta dentro do implante. Isso faz com que eu tenha um componente que permite um certo grau de divergência entre dois implantes que não são perfeitamente paralelos. É pré-fabricada, padronizado. É mais simples porque a estrutura metálica já está pronta (não precisa mandar pro técnico para encerar e fazer fundição), o técnico só aplica a cerâmica por cima. O implante é parafuso, o pilar é um parafuso que entra dentro do implante e outro que entra dentro do pilar. Se fosse cilíndrico, não encaixaria com a divergência. Assim como o cicatrizador tem altura diferentes, esses pilares podem ter cintas de altura diferente. Uma desvantagem ate agora do pilar cônico é que não posso desgastar se tiver muito alto, então tenho limitação de altura importante. Mesmo se eu tiver com a menor cinta possível, ainda não tiver altura para a coroa, mudo o pilar. Preciso de no mínimo 6,7/7 mm de altura interoclusal. Serve tanto para próteses unitárias quanto para múltiplas. Seus componentes consequentemente também seguem isso. · Indicações: · Restaurações múltiplas ou unitárias com mais de 2 mm de profundidade de tecido mucoso perimplantar. Pra esconder a cinta dentro da mucosa, para que o perfil de emergência não seja dado pelo pilar e sim pela prótese. · Quando se deseja uma prótese retida por parafuso. Devido ao mecanismo de proteção desse parafuso. · Viabilizar fazer próteses múltiplasmesmo quando os implantes não são paralelos. · Mecanismo de autoproteção – se não quero que o parafuso dentro do implante fraturo, crio um disjuntor/fusível que é um parafusinho que passa a ser um elo fraco da prótese, irá quebrar, só remove o parafuso do pilar e coloca outro, então paciente não perde o implante, nem a prótese. · Autoproteção. · Em casos de sobrecarga, o parafuso que retem a prótese sobre o pilar, por ser mais frágil sofre afrouxamento ou fratura. Tira só o parafuso do pilar, cinta continua ali. Só troca o parafuso. O que leva o parafuso a fraturar? Sobrecarga, falta de passividade (prótese parafusada deve ser passiva, encaixa ao mesmo tempo no implante e no parafuso, como implante não tem ligamento periodontal, gero tensão no implante e no parafuso. Causando uma deformação), falta de torque (não respeitar o apertamento ideal). · Onde o espaço vertical é maior do que 6,7 mm. Limitação de altura. · Para implantes com angulação de até 30 graus onde os orifícios para o parafuso não interferirão na estética. Consigo consertar divergências de até 30°. Essa inclinação para vestibular não da devido a estética. Mesial e distal compensa 15° de cada lado. · Contra-indicações: · Em angulações vestibulares ou linguais, onde a estética esteja comprometida. · Em angulações maiores do que 30 graus onde dificuldades de inserção impedem o assentamento da prótese. · Menos de 2 mm de sulco perimplantar, onde um colar metálico exposto é inaceitável. Dentes anteriores. · Mini pilar cônico (miruscone, microscone, microunit, multinunit). Prótese parafusada. · É projetada para o uso na confecção de restaurações parafusadas para pacientes que possuem espaço interoclusal restrito (menos de 6,7). Reduzir as dimensões para que se utilize em cada vez mais situações. Altura é menor. Não pode ser usado em prótese unitária, só em múltiplas. · Estheticone: 6,7 mm de espaço interoclusal. · Minipilar: 4,5 mm. · Personalizados. · UCLA, pilar direto (prótese parafusada e/ou cimentada). · Esse pilar protético foi desenvolvido na universidade da Califórnia, los Angeles (UCLA), é um cilindro de plástico, pré-fabricado, calcinável, que se adapta diretamente sobre o hexágono do implante. · Uma conexão de acrílico, que permite o seu corte em alturas variáveis, é conectado diretamente ao implante através de um parafuso de titânio. Personalizado para prótese parafusada – feito especificamente para cada caso. UCLA ou pilar direto é o coringa dos pilares, serve para qualquer situação. É um cilindro de plástico que se encaixa sobre a plataforma do implante. Ele pode ser cortado na altura que for necessário, posso individualizar com cera, posso ter UCLA cerâmico, posso fazer pilar para uma prótese. É barato, fácil de utilizar, porem tem um problema: peça de plástica que vai passar por processo de fundição não terá a precisão necessária, tendo maior desajuste entre o pilar e o implante, gerando maior micromovimentações. Não dá perfil de emergência nenhum, todo perfil de emergência terá que ser dado pela prótese. Pode ser usada em próteses unitárias se tem dispositivo anti-rotacional, gera imbricamento que impede que a prótese rode. Quando liso, é para próteses múltiplas. Indicações: indicado em situações onde não posso utilizar um pilar parafusado padronizado e vou ter dificuldade na hora de remover excessos de cimento. Grande problema de próteses cimentadas é a dificuldade na remoção dos excessos de cimento, é um dos principais fatores de fracasso dos implantes, perda de implante em próteses cimentadas é por isso. · Este pilar proporciona um colar em sua base que poderá ser de ouro ou outra liga metálica. O restante do corpo em plástico calcinável pode ser cortado, encerado e fundido no mesmo metal. AR= anti-rotacional. Copiando perfil de emergência do provisório. Com a base molde de silicone moldo. Plataforma do implante, copia de como o provisório está emergindo da gengiva. Transfers de moldeira fechada parafusada. Duraley vermelho no transfers. Coloco na boca, esse transfers copiando a forma como está emergindo da gengiva. Implante saindo um pouco por vestibular, então para melhorar estética, faz a prótese cimentada. Faço a moldagem e não era pro transfers sair nesse momento. tiro o transfers da boca, encaixo no análogo da moldagem. Cópia da gengiva exatamente como está a da paciente depois de remover o transfers. Pilar para prótese cimentada. O maior é um munhão de preparo de 6 mm de diâmetro. UCLA – sendo adaptado. Encera em volta pra fazer um pilar ocupando o espaço em volta. Melhor forma de ver excesso de cimento é na radiografia. QUESTÕES FEITAS POR MIM: 1) O que são componentes auxiliares? R: são os componentes que não farão parte da estrutura do implante propriamente dita, serão auxiliares para a moldagem e confecção da prótese. Não fazem parte da reabilitação final. Utilizados durante a confecção da prótese. Podem ser reutilizados. 2) Explique o que são cicatrizadores: R: são peças colocadas sobre o implante com o objetivo de promover a cicatrização da mucosa peri-implantar ao redor do implante, fornecendo o perfil de emergência inicial, facilitando o acesso ao implante. 3) Explique o que são transferentes? R: componentes utilizados nas moldagens dos implantes ou pilares protéticos. 4) Diferencie moldagem aberta da fechada. R: a moldagem fechada é indicada para casos de próteses unitárias, em que é colocado o transferente no implante, moldado e esse transfers vem junto da moldagem, simulando como é o encaixe do pilar no implante e a forma da gengiva do paciente, para levar isso ao modelo de gesso, peça é presa no implante por fricção mas não parafusada. A moldagem aberta é indicada em casos de próteses múltiplas, em que uno os transferentes que estão parafusados com resina acrílica, moldo, faço furos nessa placa de resina e desparafuso esses transferentes. Essa técnica é indicada em próteses múltiplas pela precisão por estarem parafusados. 5) Explique o que são análogos e para que servem? R: análogo é a réplica da plataforma protética do implante ou uma réplica do próprio componente protético (pilar), destinado a construção do modelo de trabalho. 6) Qual o tipo de moldagem mais indicada para pilares personalizados? R: moldagem direta. Em que moldo como se moldaria se fosse um dente. 7) O que são Munhões, abutments ou pilares? R: é a conexão entre a prótese e o implante. 8) Diferencie o que é um pilar padronizado de um personalizado? R: os padronizados é quando são todos iguais e padronizados. Personalizados é quando eu personalizo aquele pilar, cortando, corrigindo inclinações. 9) Diferencie os dois tipos de pilares padronizados: R: existe o estheticone ou pilar cônico em que é um tipo de pilar padronizado em que preciso de no mínimo 6,7 mm de altura oclusal e o mini pilar cônico, em que posso ter uma altura menor. 10) Quais as indicações e Contra-indicações dos pilares cônicos (padronizados e parafusados)? R: as indicações são restaurações unitárias ou múltiplas com mais de 2 mm de profundida de mucosa peri-implantar, quando se deseja realizar próteses parafusadas, quando se deseja compensar inclinações de no máximo 30° de implantes múltiplos que não estão paralelos e quando esses orifícios do parafuso não interfira na estética e quando se deseja ter o mecanismo de autoproteção, onde o espaço vertical é maior que 6,7 mm. Contra-indicações: onde há inclinações para lingual ou vestibular que comprometam a estética, quando não se tem 2 mm pelo menos de profundida de mucosa peri-implantar, em casos em que se há mais de 30° de inclinação que irá dificultar o assentamento da peça. 11) Defina o conceito de autoproteção R: o mecanismo de autoproteção que existe nas próteses parafusadas, consiste em ter um parafuso que retem a prótese sobre o pilar que irá servir como um elo mais fraco da conexão que irá afrouxar ou fraturar, ao invés da estrutura do implante fraturar. Isso pode ocorrer por sobrecarga, falta de passividade ou falta de torque ideal.12) Diga as indicações e Contra-indicações do mini-pilar cônico (padronizado e parafusado). R: indicada em casos de pacientes que tenham espaço interoclusal restrito, menor que 6,7 mm. Contra-indicação: não pode ser utilizada em próteses unitárias, somente em múltiplas. 13) Defina o pilar personalizado: R: chamado de UCLA ou pilar direto, é um pilar de plástico cilíndrico em que pode ser personalizado, é parafusado e fácil de utilizar, indicado em casos em que não consigo fazer uma prótese parafusada padronizada, nem cimentada devido a dificuldade de remover excessos de cimento. O problema é que por ser uma peça de plástico que passara pela fundição, pode sofrer pequenas alterações, não tendo a precisão necessária entre pilar e o implante, com maior chance de gerar desajustes e micromovimentações e ele não fornece perfil de emergência, necessário realizar o perfil somente pela prótese. image7.jpeg image8.jpeg image9.jpeg image10.jpeg image11.jpeg image12.jpeg image13.jpeg image14.png image15.jpeg image16.jpeg image17.png image18.png image19.png image20.png image21.jpeg image22.jpeg image23.jpeg image24.jpeg image25.jpeg image26.jpeg image27.png image28.jpeg image29.jpeg image30.png image31.jpeg image32.jpeg image33.png image34.jpeg image35.jpeg image36.jpeg image37.jpeg image38.jpeg image39.jpeg image40.png image41.png image42.jpeg image43.jpeg image44.jpeg image45.jpeg image46.jpeg image2.jpeg image47.jpeg image48.jpeg image49.jpeg image50.jpeg image51.jpeg image52.jpeg image53.jpeg image54.jpeg image55.jpeg image3.jpeg image4.jpeg image5.jpeg image6.jpeg