Logo Passei Direto
Buscar

Portfólio de Introdução a Psicologia

Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.

Prévia do material em texto

............................................................................................................................... 
 
EDUCAÇÃO FÍSICA (BACHAREL) – INTRO. A PSICOLOGIA 
MARKUS ALEXANDRE CUNHA FERREIRA - 234172024 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
PORTFÓLIO DE INTRODUÇÃO A PSICOLOGIA 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
........................................................................................................................................ 
Guarulhos - São Paulo 
2024 
 
 
 
 
 
MARKUS ALEXANDRE CUNHA FERREIRA 
 
 
 
 
 
 
 
 
 PORTFÓLIO DE INTRODUÇÃO A PSICOLOGIA 
 
 
 
 
 
 
Trabalho apresentado ao Curso Educação Física - 
Bacharel do Centro Universitário ENIAC para a disciplina 
Patologia. 
 
Prof.: Daniel Takeshi Ito 
 
 
 
 
 
 
 
Guarulhos - São Paulo 
2024 
 
 
SUMÁRIO 
1 INTRODUÇÃO .......................................................................................... 3 
2 ESTUDO DE CASO .................................................................................. 5 
3 CONCLUSÃO ........................................................................................... 9 
 
3 
 
1 INTRODUÇÃO 
A atividade física (AF) na promoção da saúde e na prevenção de doenças 
ganhou destaque nas últimas décadas, sendo o combate à inatividade um desafio 
global significativo. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS, 2020), 
recomendações sobre a prática de AF foram publicadas considerando as 
especificidades de cada faixa etária. O conceito de saúde, conforme a OMS (1946), 
é definido como “um estado de completo bem-estar físico, mental e social, e não 
simplesmente a ausência de doença ou enfermidade”. Como resultado, os 
programas de saúde estão se tornando mais complexos, exigindo ações integradas 
que considerem diversas perspectivas científicas. 
De acordo com um levantamento da plataforma online Vittude (2019), 37% da 
população brasileira sofre com estresse severo e 59% está em estado máximo de 
depressão. A Organização Mundial da Saúde (OMS) afirma que, após a pandemia 
de Covid-19, a taxa de ocorrência dessas condições aumentou em 25% (VITTUDE, 
2019). Diante desse cenário preocupante, as atividades físicas são mostradas uma 
importante aliada no combate aos transtornos mentais, especialmente quando 
combinadas ao tratamento psicoterapêutico essencial (UFSM, 2024) 
Profissionais de Educação Física têm sido progressivamente inseridos em 
Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) e outras instituições psiquiátricas, a 
portaria n. 336/GM de 19 de fevereiro de 2002 como base, o professor de educação 
física ganha espaço no CAPS ao constituir-se como “outro profissional necessário 
ao projeto terapêutico”. A atuação desses profissionais envolve a promoção de 
atividades físicas como parte do tratamento terapêutico para pacientes com 
transtornos mentais, favorecendo a socialização, a saúde física e mental, e o bem-
estar geral (RUSSELL et al., 2019). 
a educação física esteve historicamente voltada para a área da saúde, de 
um modo geral. 
Entretanto, para uma saúde que se fixa em dados estatísticos, que reduz o 
fenômeno a uma relação causal determinada biologicamente, que 
desconsidera a história da sociedade, e que tende a responsabilizar, única e 
exclusivamente, o indivíduo por sua condição de vida. 
Assim, a pesquisa e a intervenção dirigidas a pessoas e comunidades à 
margem do acesso ao trabalho, ao lazer, à educação e à saúde, por 
exemplo, têm sido pouco priorizadas [...]. 
4 
 
No entanto, é necessário aprofundar a compreensão sobre as consequências 
da prática de AF em indivíduos com doenças mentais severas (severe mental illness 
- SMI), especialmente no que se refere às repercussões psíquicas. Embora a OMS 
estruture suas recomendações por faixas etárias, os benefícios psicológicos da 
atividade física são muitas vezes discretos, como a “redução dos sintomas de 
ansiedade e depressão” para a faixa etária de 5 a 17 anos; e uma “diminuição do 
risco de doenças não transmissíveis e depressão” para indivíduos entre 18 e 64 
anos e acima de 65 anos (WHO, 2020). 
Os profissionais de Educação Física têm uma atuação que vai além do 
incentivo à prática de atividades físicas, também promovendo hábitos mais 
saudáveis para os usuários. Esse trabalho envolve tanto aspectos técnicos quanto 
um cuidado mais acolhedor e humanizado, o que contribui para uma abordagem 
integral e de maior qualidade no atendimento (OLIVEIRA et al., 2011; SARAIVA; 
CREMONESE, 2008). Na área da saúde mental, a Educação Física tem se 
mostrado uma estratégia eficaz de cuidado, promovendo a visão multiprofissional 
que trata o usuário de maneira completa, considerando suas diversas necessidades 
(WACHS, 2008; MIRANDA; FREIRE; OLIVEIRA, 2011). No entanto, a qualificação 
desses profissionais ainda é um desafio, já que muitos relatam despreparo para lidar 
com as demandas específicas da saúde mental, o que reforça a necessidade de 
pesquisas e capacitação contínua (TAVARES, 2006; SILVA; OLIVEIRA; 
KAMIMURA, 2014). 
A Psicologia do Esporte e do Exercício investiga o comportamento humano 
em contextos de atividade física e esportiva, buscando aplicar essas descobertas de 
forma prática na melhoria do desempenho e na promoção do bem-estar dos 
praticantes. Ela explora como fatores psicológicos podem afetar tanto a performance 
quanto a motivação para a prática de exercícios, além de estudar os impactos que o 
exercício físico tem sobre a saúde mental dos indivíduos (GILL; WILLIAMS, 2008). 
5 
 
2 ESTUDO DE CASO 
Perfil da paciente: Mariana tem 24 anos e é estudante universitária de 
medicina em uma faculdade federal em tempo integral. Ela decidiu se matricular em 
uma academia com o objetivo de melhorar sua saúde física, combater o 
sedentarismo e equilibrar sua rotina, que estava muito focada nos estudos. 
Nos primeiros meses, ela demonstrou muito interesse e entusiasmo, 
frequentando as aulas com regularidade — não todos os dias da semana, para 
evitar fadiga excessiva - afim de manter a aluna motivada a cumprir o plano de treino 
proposto. No entanto, nas últimas semanas, houve uma queda significativa no seu 
rendimento e frequência da mesma aos treinos. 
 
Histórico físico e comportamental: Recentemente, Mariana começou a 
reclamar de cansaço constante, dores musculares e fadiga excessiva, mesmo sem 
aumento na intensidade dos treinos. Ela também relatou insônia, além de 
dificuldades para se concentrar nas aulas. Seu humor mudou visivelmente, 
tornando-se mais apático e desmotivado durante os treinos. 
 
Observações do educador físico: Durante os treinos e em conversas 
constantes, foi observado que, além das queixas físicas, Mariana também 
demonstrava sinais de estresse emocional, incluindo ansiedade relacionada à sua 
imagem física. Em algumas dessas conversas, ela expressou preocupações 
exageradas com seu corpo e uma crescente insatisfação com o progresso dos 
treinos, apesar de ter obtido resultados positivos durante o processo. Além disso, a 
pressão e as exigências da faculdade de medicina têm sido um dos principais 
fatores contribuintes para o seu estresse, dificultando o equilíbrio entre a rotina 
acadêmica e o autocuidado físico. 
 
Identificação e encaminhamento: Diante desses sinais, houve a suspeita 
que as queixas físicas de Mariana poderiam estar relacionadas a fatores 
emocionais, como ansiedade de desempenho e preocupações com sua aparência e 
sua vida acadêmica. Após discutir algumas dúvidas com Mariana, sugeri uma 
consulta de análise psicológica para uma avaliação mais aprofundada. 
 
6 
 
 Avaliação psicológica: A psicóloga que avaliou Mariana diagnosticou 
ansiedade relacionada à imagem corporal (principalmente por estar em um local 
onde há esses gatilhos de autoimagem, uma academia e de padrões atrelados a sua 
infância), além de um transtorno de ansiedade de desempenho relacionado com os 
estudos,que estavam interferindo em sua motivação para treinar e em sua saúde 
física. Mariana sentiu uma pressão interna intensa para alcançar um “corpo ideal”, o 
que estava prejudicando tanto seu bem-estar emocional quanto físico. Além de 
achar que não estava indo bem nos estudos. 
 
Apoio de Amigos e Familiares: A rede de apoio de Mariana, composta por 
amigos e familiares, é fundamental durante o processo de intervenção. Houve o 
incentivo da psicóloga para que Mariana pudesse compartilhar seus desafios com 
pessoas de confiança, o que ajuda a aliviar o estresse e proporcionar um senso de 
pertencimento e segurança. O apoio contínuo dos entes queridos, principalmente em 
momentos tensos da vida de um indivíduo, como no caso de Mariana sendo uma 
estudante de medicina, fortaleceu seu autoconhecimento, promovendo momentos 
de descontração e o aumento da sua resiliência emocional. 
 
Importância do lazer e bem-estar emocional: O lazer foi integrado ao plano 
de intervenção para ajudar Mariana a equilibrar suas responsabilidades acadêmicas 
e físicas com momentos de relaxamento. Atividades como passeios, leitura e 
encontros sociais foram incentivadas para reduzir o estresse, melhorar o humor e 
fortalecer o bem-estar emocional. A psicóloga e o educador físico garantiram que ela 
tivesse tempo para essas atividades, promovendo um equilíbrio saudável entre 
trabalho e descanso. 
 
PLANO DE INTERVENÇÃO MULTIDISCIPLINAR 
 
Psicoterapia Cognitivo-Comportamental (TCC): Mariana iniciou sessões de 
terapia para aprender a lidar com seus pensamentos distorcidos sobre sua 
aparência física e ansiedade de desempenho, tanto nas atividades físicas quanto 
nas atividades acadêmicas. Ela também foi orientada a técnicas práticas de 
relaxamento, como respiração profunda e “mindfulness”, para reduzir o estresse. 
7 
 
Para a psicanálise entende a auto cobrança constante como um reflexo de 
conflitos inconscientes, muitas vezes associados a um superego rígido que 
internaliza normas e padrões severos. Essa pressão interna leva o indivíduo a 
buscar perfeição como forma de validação, resultado de experiências emocionais 
precoces e da necessidade de aceitação. O processo terapêutico busca 
conscientizar a pessoa sobre esses padrões e promover uma auto percepção mais 
acolhedora e equilibrada. 
A psicanálise compreende a auto cobrança constante como um reflexo de 
conflitos inconscientes, frequentemente associados a um superego rígido 
que internaliza normas e padrões severos, como descrito por Freud (1923) 
em sua teoria do aparato psíquico. O superego, enquanto instância que 
representa as normas internalizadas atuando como um freio modulador em 
relação aos interesses motivacionais do Id., pode se tornar excessivamente 
punitivo, levando o indivíduo a buscar a perfeição como uma forma de 
validação externa e proteção contra o julgamento. Esse comportamento 
pode ser resultado de experiências emocionais precoces e da necessidade 
de aceitação, conforme explorado por Fairbairn (1952), que discute a 
importância das primeiras relações na formação do Eu e na internalização 
de normas e expectativas. 
Ajuste no treino físico: Foi ajustado o plano de treino de Mariana, levando 
em conta suas queixas de fadiga e dores musculares. As aulas passaram a incluir 
atividades menos intensas, como, técnicas de respiração e concentração plena, ioga 
e alongamentos, afim de promover o relaxamento e a recuperação. Além disso, foi 
adicionada uma rotina de aquecimento e resfriamento para minimizar o risco de 
lesões e desconforto. 
Promoção de hábitos saudáveis: Mariana recebeu orientações sobre a 
importância de uma alimentação equilibrada, sono adequado e práticas de 
autocuidado. Junto com uma equipe multidisciplinar (educador físico, psicóloga e 
nutricionista), foi decidido o trabalho em conjunto para incentivar a criação de uma 
rotina saudável que incluísse horários regulares para refeições, práticas de sono que 
promovem a qualidade do descanso e momentos de lazer. 
Acompanhamento e monitoramento: Durante o acompanhamento regular 
com a psicóloga e comigo enquanto educador físico, Mariana iniciou um processo de 
autoconhecimento e aceitação. Me comprometi a ter reuniões periódicas com 
Mariana para avaliar seu progresso, discutindo não apenas seu desempenho físico, 
mas também seu bem-estar emocional. Essas interações permitiram que Mariana se 
8 
 
sentisse mais apoiada e motivada para continuar seu processo acadêmico e de 
rotina de exercícios. 
Feedback e ajustes: A cada sessão, Mariana compartilhou como se sentiu 
em relação ao seu progresso, tanto na academia quanto em sua vida 
acadêmica/pessoal. O feedback constante permitiu que ajustes fossem feitos no 
plano de intervenção, garantindo que Mariana se sentisse no controle de sua 
jornada. A comunicação aberta entre Mariana, a psicóloga e o comigo foi 
fundamental para seu progresso. 
Reflexão Final: O caso de Mariana é um exemplo claro da intersecção entre 
saúde física e mental e da importância do papel do profissional de educação física 
em reconhecer e abordar essas questões. A abordagem multidisciplinar mostrou-se 
eficaz, permitindo que Mariana desenvolvesse habilidades para lidar com sua 
ansiedade, ao mesmo tempo em que progredia em seu treinamento físico. 
Desafios enfrentados: Durante o desenvolvimento deste trabalho, um dos 
maiores desafios foi compreender a complexidade da relação entre saúde mental e 
desempenho físico. Muitas vezes, os sintomas emocionais podem ser subestimados 
ou não reconhecidos em ambientes de alta pressão como as academias. A 
sensibilização sobre essas questões é crucial para a criação de um espaço mais 
acolhedor e saudável. 
 
9 
 
3 CONCLUSÃO 
Em conclusão, a experiência com Mariana destaca a necessidade urgente de 
uma abordagem integrada no cuidado da saúde, que considere tanto o bem-estar 
físico quanto emocional. O caso reforça que, em ambientes como as academias, a 
busca incessante por padrões estéticos e de desempenho muitas vezes sobrepõe a 
saúde mental, criando uma pressão que pode ser prejudicial. A colaboração entre 
profissionais de diferentes áreas, como educadores físicos, psicólogos e 
nutricionistas, é fundamental para proporcionar um suporte completo e eficaz, 
permitindo que o indivíduo alcance não apenas seus objetivos físicos, mas também 
um equilíbrio emocional saudável. 
A auto cobrança excessiva, muitas vezes fruto de padrões internos rígidos e 
da busca por validação externa, é um fator que contribui para o ciclo de insatisfação 
e ansiedade. A internalização de normas severas, frequentemente originadas em 
experiências emocionais precoces, leva a pessoa a se tornar refém de suas próprias 
expectativas. Esse comportamento, alimentado pela necessidade de perfeição, 
dificulta o reconhecimento das limitações humanas e da necessidade de auto 
aceitação. Portanto, é essencial promover uma visão mais ampla do cuidado com a 
saúde, que inclua a importância do bem-estar emocional e a quebra de estigmas 
relacionados à vulnerabilidade psicológica. Somente assim será possível criar 
ambientes mais acolhedores e saudáveis, onde o cuidado com a mente e o corpo se 
complementam de forma equilibrada. 
 
10 
 
Referências 
1. BRACHT, V.; CRISORIO, R. Identidade e crise da educação física: um 
enfoque epistemológico. In: BRACHT, V.; CRISORIO, R. A educação física no 
Brasil e na Argentina: identidade, desafios e perspectivas. Campinas: Autores 
Associados, 2003. p. 13-29. 
2. GILL, D.; WILLIAMS, L. A Psicologia do Esporte e do Exercício. São Paulo: 
Artmed, 2008. 
3. MENDES, M. S.; et al. Physical activity and mental health: A review of the 
evidence. Health Psychology Review, v. 15, n. 3, p. 249-265, 2021. 
4. MIRANDA, A.; FREIRE, J.; OLIVEIRA, R. Saúde mental e educação física: 
uma abordagem interdisciplinar. Revista Brasileira de Ciências do Esporte, v. 
33, n. 1, p. 25-31, 2011. 
5.OLIVEIRA, A. P.; CREMONESE, J. Psicologia e exercício: estratégias de 
intervenção para a saúde mental. Revista Psicologia & Saúde, v. 9, n. 2, p. 
88-95, 2008. 
6. ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE (OMS). Global recommendations on 
physical activity for health. 2020. Disponível em: . 
Acesso em: 22 out. 2024. 
7. ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE (OMS). Pandemia de COVID-19 
desencadeia aumento de 25% na prevalência de ansiedade e depressão em 
todo o mundo. 2 mar. 2022. Disponível em: https://www.who.int/news/item/02-
03-2022-covid-19-pandemic-triggers-25-increase-in-prevalence-of-anxiety-
and-depression-worldwide. Acesso em: [22 out. 2024]. 
8. RUSSELL, J. A.; et al. Psychologists’ attitudes toward physical activity in the 
treatment of mental health disorders. Journal of Mental Health, v. 28, n. 1, p. 
1-7, 2019. Disponível em: . Acesso em: 22 out. 2024. 
9. SARAIVA, R. S.; CREMONESE, J. Educação física e saúde mental: uma 
abordagem humanizada. Revista Educação Física em Movimento, v. 14, n. 3, 
p. 123-134, 2011. 
10. SILVA, J.; OLIVEIRA, G.; KAMIMURA, K. Capacitação de profissionais de 
Educação Física em saúde mental: desafios e perspectivas. Revista Brasileira 
de Educação Física e Esporte, v. 28, n. 1, p. 15-22, 2014. 
11. TAVARES, M. O papel do educador físico na saúde mental. Revista Brasileira 
de Psicologia do Esporte, v. 7, n. 2, p. 45-53, 2006. 
12. UFSM. O profissional de Educação Física na manutenção da saúde mental. 
2024. Disponível em: https://www.ufsm.br/2024/07/11/o-profissional-de-
educacao-fisica-na-manutencao-da-saude-mental. Acesso em: 22 out. 2024. 
13. VANCAMPFORT, D.; et al. The relationship between physical activity and 
mental health in people with severe mental illness: A systematic review. 
Psychological Medicine, v. 47, n. 6, p. 1010-1021, 2017. Disponível em: . Acesso em: 22 out. 2024. 
14. VITTUDE. Pesquisa sobre a saúde mental dos brasileiros. 2019. Disponível 
em: https://www.vittude.com/blog/teste-de-
depressao/?utm_source=blog&utm_medium=page&utm_content=blog_traffic. 
Acesso em: 22 out. 2024. 
15. VITTUDE. Levantamento revela os níveis alarmantes de estresse e 
depressão no Brasil. Blog Vittude, 13 jun. 2019. Disponível em: 
https://www.v.com.br/blog/le-estrelas-depressao. Acesso em: 22 out. 2024. 
https://www.who.int/news/item/02-03-2022-covid-19-pandemic-triggers-25-increase-in-prevalence-of-anxiety-and-depression-worldwide
https://www.who.int/news/item/02-03-2022-covid-19-pandemic-triggers-25-increase-in-prevalence-of-anxiety-and-depression-worldwide
https://www.who.int/news/item/02-03-2022-covid-19-pandemic-triggers-25-increase-in-prevalence-of-anxiety-and-depression-worldwide
https://www.ufsm.br/2024/07/11/o-profissional-de-educacao-fisica-na-manutencao-da-saude-mental
https://www.ufsm.br/2024/07/11/o-profissional-de-educacao-fisica-na-manutencao-da-saude-mental
https://www.vittude.com/blog/teste-de-depressao/?utm_source=blog&utm_medium=page&utm_content=blog_traffic
https://www.vittude.com/blog/teste-de-depressao/?utm_source=blog&utm_medium=page&utm_content=blog_traffic
https://www.v.com.br/blog/le-estrelas-depressao
https://www.v.com.br/blog/le-estrelas-depressao

Mais conteúdos dessa disciplina