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A escola comum inclusiva. A Educação
Especial na Perspectiva da Inclusiva
Escolar. Brasília. Ministério da
Educação Especial, 2010. Fascículo 1.
Inclusão em escolas rompe com paradigmas
conservadores, contestando os sistemas educacionais
em seus fundamentos. A inclusão da fixação de
modelos ideais, a normalização de perfis específicos de
alunos e a seleção dos eleitos para freqüentar as
escolas, fornecendo identidades e diferenças, inserção
e/ou exclusão. O poder institucional que preside a
produção das identidades e diferenças define não só os
alunos, mas também as suas escolas. A educação
inclusiva questiona a artificialidade das identidades
normais e entende as diferenças como resultantes da
multiplicidade, e não da diversidade.
A inclusão escolar é uma
educação que garante o direito à
diferença e não à diversidade,
reafirmando o idêntico.
A educação inclusiva concebe as escolas como espaços
para todos os alunos, onde eles aprendem de acordo
com suas habilidades, expressam suas ideias
livremente, participam ativamente do processo de
ensino e se desenvolvem como cidadãos com base em
suas diferenças. No entanto, algumas escolas excluem
alunos com deficiências ou outras características,
negando-lhes o direito de participar do processo
educacional. Para garantir a inclusão, as escolas
devem reconhecer e respeitar a singularidade de cada
aluno.
A escola das diferenças é uma escola na perspectiva
inclusiva, que tem como objetivo questionar e reconstruir as
práticas que mantiam a exclusão por instituir uma
organização dos processos de ensino e de aprendizagem
incontestável. A escola comum se torna inclusiva quando as
diferenças dos alunos são mantidas e busca a participação
e o progresso de todos, adotando novas práticas
pedagógicas. A qualidade do ensino não se confunde com o
que é ministrado nas escolas-padrão, mas é apenas
especializado em todas as escolas. A organização de uma
sala de aula é atravessada por decisões da escola que
afetam os processos de ensino e de aprendizagem.
O Projeto Político Pedagógico (PPP) é um documento
dinâmico e dinâmico que exige que as escolas tomem
decisões e sigam ações específicas. Não é um
documento paralelo, mas um registro de significados
terceirizados para o processo de ensino e aprendizagem.
O PPP é legalmente mandatado pela LDBEN, que define
o papel da escola na elaboração e execução de sua
proposta pedagógica. É um entendimento compartilhado
entre professores, alunos e outros stakeholders,
promovendo a educação democrática e garantindo
acesso e permanência para os alunos. O PPP não é uma
obrigação formal, mas um resultado do envolvimento
pessoal.
A Constituição Brasileira enfatiza a gestão democrática da
educação pública, o que se reflete na Lei de Educação Nacional
(LDBEN) e no Estatuto da Educação da Criança e do Adolescente
(ECA). A LDBEN enfatiza a importância da gestão democrática na
educação básica, incluindo a participação de profissionais da
educação e comunidades locais. A LDBEN também enfatiza o
direito dos pais de terem conhecimento sobre o processo
pedagógico e participarem de propostas educacionais. Embora as
escolas não sejam independentes de seu sistema educacional, elas
podem trabalhar com autonomia e promover hábitos democráticos.
As propostas de mudança dependem de disposições,
divulgação, estudos, levantamento de dados e
iniciativas compartilhadas por seus membros, enfim, de
gestões democráticas das escolas. As escolas
precisam tomar decisões para elaborar Projetos
Pedagógicos, como fazer aprendizagem em eixo,
reprovar a repetência, abrir espaço para cooperação,
diálogo, solidariedade, criatividade e espírito crítico,
valorizar e formar continuamente o professor. A
mobilização do professor e/ou de uma equipe escolar
em torno de uma mudança educacional inclusiva é
necessária.
A experiência é subjetiva, pessoal, relativa,
adquirida nas graças em que entendemos e
atribuímos sentidos ao que nos acontece, ao
que nos passa e ao que nos sucede ao viver a
experiência.
Na escola, os alunos aprendem a conviver entre pares,
dividir responsabilidades e compartilhar tarefas. A
cooperação e a produção em grupo são essenciais,
valorizando as contribuições individuais para
objetivos comuns. Os professores devem incentivar a
colaboração, a colaboração e o compartilhamento de
conhecimento. Formar turmas homogêneas é uma
defesa contra a exclusão de alunos, mas é ilógico e
perpetua um ciclo de repetição e exclusão. Práticas
escolares inclusivas não devem envolver um currículo
adaptado para todos os alunos, mas sim um diferente
para todos.
A ideia de um currículo especializado está associada à
exclusão de alunos que não conseguem acompanhar o
progresso dos outros. A interdisciplinaridade é essencial na
educação, reconhecendo a diversidade de áreas de
conhecimento e promovendo a comunicação aberta. No
entanto, não deve ser confundida com abordagens
disciplinares, que podem negligenciar os interesses sociais.
O multiculturalismo crítico defende liberdade,
emancipação, justiça, democracia e equidade,
diferindo do multiculturalismo conservador. Práticas
educacionais inclusivas, frequentemente refutadas
por professores, são frequentemente adotadas.
Atendimento Educacional Especializado (AEE) é um serviço de
educação especial que identifica, desenvolve e organiza
recursos pedagógicos e acessibilidade, eliminando barreiras
para a participação plena do aluno. O AEE complementa e/ou
suplementa a educação do aluno, visando sua autonomia
dentro e fora da escola. Ele é normalmente fornecido em
escolas comunitárias em um espaço físico chamado Sala de
Recursos Multifuncionais. O principal propósito do AEE é
abordar necessidades educacionais específicas na escola do
aluno, permitindo que ele participe de ambientes de educação
regular e especial.
A articulação entre a escola comum e a Educação
Especial é uma mudança de rumores, como substituir
a escola comum para alguns alunos que não exigem
a exigência do ensino regular. A articulação é
ocorrida em todos os níveis e etapas do ensino básico
e superior. A Educação Especial é oferecida
preferencialmente na mesma escola que o aluno
estudado. O professor de Educação Especial tem
funções abertas à articulação com as atividades
realizadas por professores, coordenadores
pedagógicos, supervisores e gestores das escolas
comuns, em vista o benefício dos alunos e a melhoria
da qualidade do ensino.
A articulação é efeitos para a melhoria
do atendimento e o conhecimento mais
detalhado de alguns alunos em
especial.
O Projeto de Educação Especial (PPP) visa integrar a
gestão democrática da escola por meio do planejamento,
organização, execução e divulgação de objetivos, metas e
ações alinhadas às propostas da escola comum. O PPP
deve contemplar a organização e os recursos para o AEE,
como recursos multifuncionais, matriciamento de alunos,
aquisição de equipamentos, indicação de professores e
colaboração entre os professores do AEE e a escola
comum e redes de apoio. Caso não haja recurso
multifuncional disponível, o PPP deve prever o
atendimento do aluno em outra instituição ou centro de
educação especializada.
O PPP também considera as necessidades
existentes de alunos, professores, especialistas
e gestores, e estabelece formas de avaliar o AEE,
alterar práticas, introduzir novos objetivos e
definir novas metas. O PPP define os
fundamentos da estrutura escolar e deve ser
coerente com os objetivos de uma educação que
aceite as diferenças, garantindo que o AEE não
seja excluído ou excluído do processo de
avaliação.
Os planos AEE são criados por
professores selecionando recursos e
suporte apropriados para eliminar
barreiras que impedem os alunos de
acessar a escola comum. Eles dão
suporte à jornada acadêmica dos alunos
e trabalham com o sistema de educação
geral, focando em necessidades e
estratégias específicas.
Um professor de AEE registra as
necessidades e habilidades do
aluno, elaborando o plano de
atendimento, elaborandoo tipo
de atendimento, materiais
produzidos, e a frequência do
aluno ao atendimento.
Produzir materiais como textos transcritos, materiais pedagógico-pedagógicos adequados, ampliados e
gravados, utilizando softwares disponíveis e outros recursos tecnológicos.
A Educação Especial na Perspectiva da
Inclusão Escolar (AES) é um plano de
atendimento especial que oferece
funcionalidade e aplicabilidade de recursos
educacionais e de acessibilidade. O professor
seleciona o tipo de atendimento, organiza o
número de atendimentos, acompanha a
funcionalidade e aplicabilidade dos recursos
pedagógicos e de acessibilidade, promove
atividades e espaços de participação da família
e a interface com os serviços de saúde,
assistência social e outros. A EES apropria-se
de novos conteúdos e recursos que ampliam
seu conhecimento para a atuação na Sala de
Recursos Multifuncional.
As Escolas com AE) envolvem recursos assistivos
em informação e comunicação, a comunicação
alternativa e aumentativa, informática acessível,
soroban, ópticas e não ópticas, softwares
específicos, códigos e linguagens, orientação e
mobilidade. O professor da AEE aprovei novos
conteúdos e recursos que ampliam seu
conhecimento para a atuação na Sala de Recursos
Multifuncional. A participação da família é
importante para elaborar os planos de AEE, como
reuniões, visitas e entrevistas. A formação de
professores para o AEE é um dos objetivos da
educação especial na perspectiva da educação
inclusiva.
A formação é em nível de aperfeiçoamento e especialização, e
é realizada por meio de palestras informativas e formações em
nível de aperfeiçoamento especialização. A formação é
fundamentada em metodologias ativas de aprendizagem,
como Estudos de Casos, Aprendizagem Baseada em
Problemas (ABP), Aprendizagem Baseada em Problemas
(PBL), Aprendizagem Baseada em Casos (ABC), Trabalhos com
Projetos, Aprendizagem Colaborativa em Rede (ACR).
Salas de Recursos Multifuncionais são
espaços localizados nas escolas de
educação básica, onde é realizado o
Atendimento Educacional Especializado
(AEE). O Programa de Implantação de Salas
de Recursos Multifuncionais atende a
demanda das escolas com matrículas de
alunos com deficiência, transtornos globais
e superdotados/altas habilidades.
A Sala Multifuncional II é
composta pelos recursos
do Tipo I, além de
ferramentas adicionais
específicas para alunos
com deficiência, como
impressoras Braille,
registradores de dados e
softwares para design
gráfico.
Jogo Cara a Cara é um jogo que encontra o outro cara igual ao outro participante, permitindo a participação
de todos em borracha e retângulos.
Garantir acesso, participação e aprendizagem
para todos os alunos nas escolas contribui
para uma nova cultura de diversidade.
Reverenciar a organização pedagógica e
administrativa é crucial para a inclusão. O
Projeto Político Pedagógico e a Educação
Especial (EEE) devem ser integrados ao PPP
para a educação inclusiva. Inventar o
cotidiano é essencial para melhorar a
qualidade da educação brasileira.
Conclusão

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