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CURSO: FISIOTERAPIA DISCIPLINA: CLÍNICA NEUROLÓGICA 
 
 
 
 
 
 JÉSSICA SANTOS MACÊDO 
 
 
 
 
 
 
 
AVE INTRODUÇÃO DE ARTIGO E CASO CLÍNICO 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
2024 
 
 
 
JÉSSICA SANTOS MACÊDO 
 
 
 
INTRODUÇÃO DE ARTIGO E CASO CLÍNICO 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 2024 
 
 
Introdução 
O estudo aborda sobre acidente vascular cerebral (AVC), que acontece quando 
vasos levam sangue ao cérebro entopem ou se rompem, provocando a paralisia 
da área cerebral que ficou sem circulação sanguínea, sendo uma das principais 
causas de morte, incapacitação e internações no mundo. Atualmente, é mais 
comum usar o termo AVE, pois a lesão pode afetar todo o encéfalo, não apenas 
o cérebro. 
No artigo também foi mencionado, os fatores de risco para o AVE que se dividem 
em modificáveis, entre os quais se destacam a hipertensão arterial (HAS), o 
diabetes mellitus (DM), álcool, tabagismo, sexo masculino, raça negra. A história 
de doença vascular prévia e o uso dos anticoncepcionais configura-se como um 
relevante fator de risco para AVC, revelando, entretanto, o desconhecimento e a 
dificuldade da população em reconhecer essa condição. 
O AVE é a segunda maior causa de óbitos no mundo, sendo responsável por 
cerca de 11% do total no ano de 2019 segundo a organização mundial da saúde. 
Paralelo a isso, no Brasil, o AVE é a doença de maior mortalidade no que resulta 
em dados alarmantes, já que indivíduos disseram não saber nenhum sinal 
indicativo do AVE, e o nordeste foi destacado com maior taxas elevadas sobre a 
falta de informação sobre a sinais e sintomas e fatores de riscos sobre a doença. 
Os sinais e sintomas são fundamentais para identificação do AVE e melhor 
prognóstico e tratamento, entre os sinais e sintomas inclui a fraqueza ou 
formigamento unilateral na face e nas extremidades superiores e inferiores, 
confusão mental, alterações na fala, no raciocínio, na visão, no equilíbrio e na 
marcha, episódios súbitos e intensos de tontura, além de dores de cabeça sem 
causa aparente. 
 Por fim, o estudo constatou que ainda a falta de identificação dos sinais, sintomas 
e fatores de riscos do AVE pela população leigas, mesmo sendo a maior causa 
de mortalidade, com isso resulta em atrasos na busca por atendimento médico, 
com consequências negativas no tratamento do AVE e diminuição das chances 
de recuperação. 
 
 
 
 
 
 
 
Caso clínico 
Paciente J.F.S, sexo masculino de 60 anos, chegou ao consultório com sua filha 
onde ela relatou que seu pai apresentou dificuldade para se mexer sentido 
fraqueza e formigamento na face especificamente do lado direito do corpo, desvio 
da boca dificultando a compreensão da fala e negava cefaleia. Relatou também 
que esses sinais surgiu repentinamente enquanto o paciente estava almoçando. 
O paciente possuía histórico de hipertensão não controlada e diabetes. No 
exame físico, observa-se paresia do hemicorpo direito, em seguida foi 
encaminhado para uma avaliação e tomografia computadorizada considerando 
os sinais e sintomas, foi identificado um AVE isquêmico. 
 
 
 
	JÉSSICA SANTOS MACÊDO
	Introdução
	Caso clínico

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