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SUMÁRIO 1. Teoria/socialização (O que siguinifica Libras?) 2. A História da Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS) 3. Historia da educação dos surdos 4. Cultura e Identidade 5.Características 6.Preconceitos 7.Valorização 8.Libras é uma Lingua ou Linguagem? 9.Alfabeto Manual (datilologia) 10.Saudações 11.Vocabulario 12.Verbos 13.Os 5 parametros Linguisticos 14.Adverbio de tempo 15. Números (ordinais, cardinais, numerais) 16. Dias da semana 17. Meses do ano 18. Cores 19. Horas 1. Teoria/socialização O que significa Libras? Libras é a sigla da Língua Brasileira de Sinais, uma língua de modalidade visual onde é possível se comunicar através de sinais, expressões faciais e corporais. É reconhecida como uma Língua desde 24 de abril de 2002, através da Lei nº 10.436 pelo presidente da República Fernando Henrique Cardoso, onde estabeleceu a obrigatoriedade do ensino de Libras nos cursos de licenciaturas e saúde, significando um grande avanço. Essa Língua é de suma importância para inclusão social. 2. A História da Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS) No ano de 2010, o IBGE constatou que existia aproximadamente 9.722.163 milhões de brasileiros com problemas de audição, sendo que 2,6 milhões eram surdos. A Libras é uma das línguas utilizadas no Brasil e reconhecida nacionalmente pela Lei nº 10.436/2002. No entanto, ainda há um número relevante de pessoas que vê a Libras apenas como mímica, gestos soltos no ar, movimentos sem nexo ou, ainda, simplesmente uma cópia fiel da língua portuguesa. Pesquisas na área da linguística aplicada apontam que há uma complexidade na estrutura gramatical da língua, inclusive ao que se refere às formas de expressão e a sua contextualização, assim como qualquer outro idioma ou língua oral, conseguindo expressar ideias de diversos níveis de compreensão e complexidade. Em 2005 ocorreu um fato importante para a comunidade surda no Brasil, a regulamentação do Decreto n° 5.626/2005 que regulamenta e oficializa a difusão da língua de sinais e a insere como disciplina obrigatória nas instituições de ensino, paraa formação de professores, instrutores de libras. Além disso, esse decreto auxilia na divulgação da língua de sinais brasileira e do português para as pessoas com deficiência auditiva/surdos, nos cursos de formação de tradutores e intérpretes de libras, assim como, garante o direito ao acesso à saúde e à educação para surdos. É importante lembrar que a Libras foi criada a partir da língua de sinais francesa. Com a vinda do francês Eduard Hernest Huet para o Brasil, que foi aluno doInstituto de Paris, a educação de surdos teve início durante o segundo império. Nessaépoca, promoveu-se a Libras, com forte influência da França. No entanto, não havia escolas especiais para surdos, por isso Huet solicitou ao imperador Dom Pedro II umestabelecimento para educar os surdos brasileiros. No dia 26 de setembro de 1857 foifundado o instituto de surdos-mudos do Rio de Janeiro, atualmente conhecido como Instituto Nacional de Educação de Surdos (INES). A partir desse momento, o Brasil deu seus primeiros passos para a educação de surdos, utilizando o ensino do alfabeto manual. Em meados de 1911, o INES adotou a metodologia do oralismo para que os surdos tivessem a oportunidade de se comunicar e conseguir com eficácia expressar suas vontades e pensamentos. 3. HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO DOS SURDOS Desde os primórdios da humanidade há registros de pessoas “diferentes”, ou seja, aquelas que estavam fora dos padrões da sociedade. Eram consideradas dentroda normalidade aquelas pessoas com estatura similar aos outros, com todos os membros, com capacidade de ver, ouvir, falar, pensar e de procriar a espécie. Todas aquelas que não faziam parte desse padrão eram consideradas “anormais”. Tudo isso envolve as percepções da sociedade, como os conceitos de ética e moral, que estão ligadas à época vivenciada. Associam-se também os valores culturais e religiosos como influência. Dentro do contexto religioso há registros de quena trajetória educacional dos surdos, os padres, monges e frades tiveram um papel importantíssimo, pois eles passaram a ensinar os surdos e as pessoas com deficiência. Essa ação dos religiosos fez com que se iniciasse uma nova era na história dos surdos, pois deu-se os primeiros passos para a integração em sociedade com o objetivo de oportunidade ao acesso à educação e ao trabalho aos surdos. Na Grécia antiga, na qual se cultuava o corpo e a beleza física, as pessoas comdeficiência eram afastadas da sociedade, sendo privadas do convívio social e posteriormente atiradas ao rio Tibre. Segundo Silveira (2012), as pessoas com deficiência eram vistas como um perigo à sociedade, já que eram incapacitadas de procriar a própria espécie. Em algumas culturas as pessoas com deficiência eram associadas a imagens demoníacas, a forças sobrenaturais que as levavam a serem imperfeitas e associadas também com bruxaria e feitiçaria. No século XIX, há registro de algumas tentativas de recuperação e reconstrução de membros; em alguns casosnão só de membros, mas também a reconstrução do psíquico. A história dos surdos revela todas as lutas e conquistas de pessoas que dia a dia superam inúmeros desafios. Por meio dela, também é possível ver como a sociedade tem se desenvolvido e, pouco a pouco, construindo um mundo mais inclusivo. A história dos surdos no mundo para contar a história dos surdos é preciso consideramos referências bem antigas. Os hebreus Uma das principais é a do povo hebreu. Esses escritos da Lei Hebraica trazem a informação de que os “surdos-mudos” eram considerados crianças. Por esse motivo, as pessoas que apresentavam deficiência auditiva eram protegidas por suas famílias. É possível afirmar que esse tratamento mais humano oferecido pela sociedade hebraica ocorria em grande parte devido à religião da época. Os egípcios e a história dos surdos A história dos surdos também tem importantes referências nos antigos egípcios. Nessa antiga sociedade, os surdos eram considerados como deuses. Ou seja, eles eram adorados e tinham por função realizar uma mediação entre os faraós e os deuses. Devido a essa posição de autoridade e prestígio, os surdos eram muito respeitados e até mesmo temidos pela sociedade. Grécia Antiga A história dos surdos passa por uma mudança radical na antiga sociedade grega. Para os antigos gregos, as pessoas surdas eram tidas como incapazes de raciocinar e incompetentes. Dessa forma, os surdos não podiam ter qualquer espécie de direito, sendo muito discriminados pela sociedade como um todo. Nos casos mais extremos, as pessoas surdas chegavam a ser condenadas à morte. Entretanto, mesmo em meio a uma profunda discriminação, Sócrates, um dos mais notáveis filósofos gregos, no ano de 360 a.C afirmou ser aceitável que os surdos tivessem uma comunicação que utilizasse o corpo e as mãos. A Roma Antiga A antiga sociedade romana foi totalmente influenciada pela cultura grega. Por esse motivo, na Roma Antiga, as pessoas surdas eram vistas com os mesmos preconceitos existentes na Grécia Antiga. Quem apresentava deficiência auditiva era tido como imperfeito. Dessa forma, as pessoas surdas eram excluídas quase que totalmente do convívio social. A Igreja Católica e a história dos surdos Santo Agostinho (354 d.C – 430 d.C), um dos nomes de maior relevância na Igreja Católica, chegou a dizer que uma pessoa era surda pelo fato de os pais precisarem pagar pecados anteriormente cometidos. Entretanto, Santo Agostinho, assim como o filósofo grego Sócrates, defendia a ideia de que os surdos podiam se comunicar utilizando gestos. Nesse contexto, a comunicação por meio de gestos era considerada como um importante recurso para a salvação da alma. Em 700 d.C, John Beverly, um bispo inglês, foi a primeira pessoa a ensinar um surdo a se comunicar. Por essa razão, ele é lembrado como um dos pioneiros no processo de educação dos surdos. Por mais que o bispo Beverley seja considerado pioneiro na educação de pessoas com deficiência auditiva, o reconhecimento formal como primeiro professor para surdosfoi dado a um monge beneditino chamado Pedro Ponce de León (1520-1584). O reconhecimento de Pedro Ponce foi obtido pelo fato de ele ter criado o alfabeto manual que ajudou as pessoas surdas a soletrarem as palavras. Juan Pablo Bonet (1573-1633) seguiu o trabalho que começou por meio de Pedro Ponce. Bonet ensinava os surdos a lerem e falarem usando um método diferenciado, que era classificado como método oral. Outras referências John Bulwer (1606- 1656), um médico britânico, defendeu a utilização de gestos como uma maneira de comunicação para os surdos. John produziu vários livros para demonstrar a importância da língua gestual no processo de educação dos surdos. O matemático John Wallis (1616-1703) se dedicou a ensinar pessoas surdas usando somente a comunicação gestual. Durante a Idade Moderna, período que ocorreu de 1453 a 1789, pela primeira vez a surdez e a mudez foram diferenciadas. Dessa maneira, o termo surdo-mudo não foi mais designado aos surdos. No nosso país, a história dos surdos teve seu início no período do segundo império, que era liderado por Dom Pedro II. O segundo império começou em 1840 e finalizou em 1889, devido à Proclamação da República. Devido a um convite de Dom Pedro II, em 1855, o conde e professor francês Eduard Huet veio de mudança para o Brasil. A missão desse professor era ensinar uma metodologia já adotada na França, e grande parte da Europa, para a educação das pessoas surdas. Em decorrência do brilhante trabalho de Huet, foi fundado no Brasil, na cidade do Rio de Janeiro, o Imperial Instituto Nacional de Surdos-Mudos. Essa fundação ocorreu no ano de 1857 e foi um dos grandes marcos para a história dos surdos brasileiros. Nos dias atuais, o instituto criado por Eduard Huet recebe o nome de Instituto Nacional de Educação dos Surdos – INES. Nos anos 70, o instituto já disponibilizava um tratamento adequado e diferenciado para bebês que apresentavam surdez. Na década de 80, o INES reforçou as pesquisas com relação à Libras – Língua Brasileira de Sinais. Além disso, esse instituto dedicou-se ainda mais a pesquisas e estudos sobre as metodologias e processos utilizados na educação de surdos. A partir dessas pesquisas, foi criado o primeiro curso em nível de especialização para professores que atuam na educação para surdos. O reconhecimento da Libras tornou-se uma realidade em 2002, com a lei nº 10.436. Essa foi uma das mais importantes conquistas da comunidade surda brasileira. Por meio desse reconhecimento, foram ampliados o ensino e difusão da Língua Brasileira de Sinais. Nomes de destaque na história dos surdos – Alexandre Graham Bell: cientista e inventor que defendeu a oralização das pessoas surdas. – Jean Itarde: primeiro médico que se dedicou de maneira mais profunda à surdez. – Helen Keller: surda e cega aos 7 anos, a história de Helen é conhecida em todo o planeta. Ela foi escritora, conferencista e ativista social. – Thomas Braidwood: fundou uma escola para pessoas surdas na Europa. – Thomas Hapkins Gallaudet: importanteeducador que fundou uma escola para surdos nos Estados Unidos, em 1817. Gallaudet também foi determinante para a criação da Língua Gestual Americana. Além de aprender a história dos surdos, veja nossos outros temas de grande importância para as pessoas que apresentam deficiência auditiva. 4. Cultura e identidade: A cultura surda é o conjunto de características que tornam uma pessoa parte da comunidade surda ou do povo surdo por meio da (LIBRAS) Língua Brasileira de Sinais. Nesse contexto, a cultura possui um sentido próximo à identidade surda. Para ilustrar, é possível fazer um paralelo com outros grupos sociais: por exemplo, a população negra que em vários países, os movimentos negros levantam a identidade negra, valorizando as culturas africanas e denunciando o racismo e a desigualdade social etc. A cultura surda se orgulha dessa identidade. 5. Características: As pessoas nunca são completamente iguais, nem totalmente diferentes. O surdo tem sua característica (a surdez) dentre outras. Os componentes da cultura surda: uso da Libras; sensibilidade visual e às vibrações; visão aguçada; e uso de tecnologias como campainha de luz. Outras características pessoas surdas: sinceridade; não medem as palavras; desconfiança; prazer em conversar; entre outros. O fato de não verbalizarem não é um demérito significado: que não tem mérito ou que perdeu o merecimento. 6. Preconceito: As pessoas nunca são completamente iguais, nem totalmente diferentes. O surdo tem sua característica (a surdez) dentre outras. Os componentes da cultura surda: uso da Libras; sensibilidade visual e às vibrações; visão aguçada; e uso de tecnologias como campainha de luz. Outras características pessoas surdas : sinceridade; não medem as palavras; desconfiança; prazer em conversar; entre outros. O fato de não verbalizarem não é um demérito – adjetivo : que não tem mérito ou que perdeu o merecimento. 7. Valorização: Dia 26 de Setembro, oficializado como Dia Nacional do Surdo. Assim como os ouvintes, os surdos tem um dia especial dedicado a ele. Dia 26 de setembro é, nacionalmente, dedicado ao surdo. Serve como lembrete para as pessoas extremamente sofridas, com os problemas da surdez, que são de dois tipos: a de nascença (surdo). Imagina uma pessoa que jamais escutou um som? O outro tipo é a perda gradativa da audição (deficiente auditivo). São situações diferentes, mas igualmente sofridas. 8. LIBRAS É UMA LÍNGUA OU LINGUAGEM? A linguagem é a capacidade que os seres humanos têm para produzir, desenvolver e compreender a língua e outras manifestações, como a pintura, a música e a dança. Já a língua é um conjunto organizado de elementos (sons e gestos) que possibilitam a comunicação. A Libras possui estrutura gramatical própria, portanto, é uma língua. Inclusive é reconhecida como meio legal de comunicação e expressão do Brasil desde 2002, através da Lei nº 10.436, de 24 de Abril de 2002. O ato de se comunicar através da Libras é fazer o uso correto. 9. ALFABETO MANUAL – DATILOLOGIA O que significa o alfabeto manual? O Alfabeto manual, utilizado para soletrar manualmente as palavras ( também referido como soletramento digital ou datilologia) , é apenas um recurso utilizado por falantes da língua de sinais. Não é uma língua, e sim um código de representação das letras alfabéticas. Para que serve a datilologia? De acordo com o dicionário, a palavra datilologia deriva da junção de datilo, que significa “dedo”, e do sufixo -logia, com o sentido de “estudo”. No que diz respeito à Libras, a datilologia também é chamada de alfabeto manual, e tem como função atribuir sinais às letras, feitos com as mãos. Como surgiu a datilologia? A dactilologia tem a sua origem em Espanha. A sua fonte conhecida mais antiga, a obra do monge franciscano Mechor Sánchez de Yebra (1526-1586 EXEMPLO DO ALFABETO MANUAL BRASILEIRO: 10. SAUDAÇÕES 11. VOCABULÁRIO/VERBOS OS 5 PARÂMETROS LINGUÍSTICOS · 1 - A configuração da mão; · 2 - Ponto ou local de articulação; · 3 - O movimento; · 4 - Orientação/direcionalidade; · 5 - Expressão facial e/ou corporal; Vamos conhecer cada um dos parâmetros: 1 - A configuração da mão A configuração adotada pela mão, tem como resultado a posição dos dedos. Cada configuração pode ser feita pela mão dominante (mão direita para os destros, mão esquerda para os canhotos), ou pelas duas mãos dependendo do sinal. Os sinais APRENDER, SÁBADO, LARANJA e DESODORANTE 2 - Ponto ou local de articulação Este parâmetro indica onde o sinal pode ser realizado. Ele é delimitado pela extensão máxima dos braços do emissor e ocorre tocado em alguma parte do corpo ou no espaço neutro, que é a região do meio do corpo até à cabeça ou para frente do emissor. Deve-se dizer que no discurso normal as extremidades são articuladas em um espaço mais limitado que a extensão máxima, portanto, o tamanho do sinal pode ser comparado à intensidade da voz. Felipe e Monteiro (2007, pg. 22) citam como exemplos de ponto ou local de articulação os sinais TRABALHAR, BRINCAR, PAQUERAR,realizados no espaço neutro e os sinais ESQUECER, APRENDER e DECORAR realizados na testa. 3 - O Movimento Alguns sinais são estáticos em um local, outros contêm algum movimento. Dessa forma, podemos entender que o parâmetro de movimento refere-se ao modo como as mãos se movimentam (movimento linear, em movimento da forma de seta arqueada, circular, simultânea ou alternada com ambas as mãos, etc.) e para onde estão movimentando (para a frente, em direção à direita, esquerda, etc...). Alguns exemplos de sinais com movimento e sinais sem movimento: 4 - Orientação/direcionalidade É o plano em direção ao qual a palma da mão é orientada. Alguns sinais têm a mesma configuração, o mesmo ponto de articulação e o mesmo movimento, e diferem apenas na orientação da mão. É importante perceber como a modificação de um único parâmetro pode alterar completamente o significado do sinal. Segundo Felipe e Monteiro (2007, pg. 23) os verbos IR e VIR se opõem em relação à direcionalidade, como os verbos SUBIR e DESCER, ACENDER e APAGAR, ABRIR- PORTA e FECHAR-PORTA. 5 - Expressão facial e/ou corporal Também chamados de componentes não manuais, incluem o uso de expressões faciais, linguagem corporal, movimentos da cabeça, olhares, etc. Se uma pessoa quer demonstrar que está com raiva de alguém ou de algo, talvez não precise usar nem um sinal. Basta utilizar apenas a expressão facial. Ou, se alguém fizer uma pergunta para responder "sim" ou "não", basta simplesmente balançar a cabeça de acordo. Estas são simples situações para exemplificar este parâmetro, todavia, durante uma conversa em Libras, é necessário combinar diversos componentes não manuais com sinais específicos para esclarecer a mensagem. Exemplos de componentes não manuais, extraído de Ferreira- Brito (1995, p.240 - 242): · Rosto: Parte superior: sobrancelhas franzidas; olhos arregalados; lance de olhos; sobrancelhas levantadas. Parte inferior: bochechas infladas; bochechas contraídas; lábios; · Cabeça: Movimento de assentimento (sim); movimento de negação; inclinação para frente; inclinação para o lado; inclinação para trás; · Rosto e Cabeça : Cabeça projetada para frente; olhos levemente cerrados, sobrancelhas franzidas; cabeça projetada para trás e olhos arregalados; · Tronco: Para frente; para trás; balanceamento alternado (ou simultâneo) dos ombro Segundo Felipe e Monteiro (2007, pg. 27): "Na combinação destes quatro parâmetros, ou cinco, tem-se o sinal. Falar com as mãos é, portanto, combinar estes elementos para formarem as palavras e estas formarem as frases em um contexto". Geralmente, a expressão facial e/ou corporal se desenvolve ao longo do tempo à medida em que se torna fluente em Libras. Ao conversar com pessoas surdas, é importante observar quais componentes não manuais elas usam. Por exemplo: balançam a cabeça para indicar uma afirmação? Movimentam o corpo ou os olhos? Fazem expressões faciais quando estão conversando sobre felicidade, tristeza, raiva, susto? Por isso é extremamente importante observar cuidadosamente os sinais e seus parâmetros para reproduzi-los corretamente; Veja o exemplo abaixo! ADVERBIO DE TEMPO: https://images.app.goo.gl/ZT1dShzaJXpacu7L8 Cores em Libras 💙💚💛💜❤🖑🖑 https://www.youtube.com/watch?v=6GtwTodhZOI ATÉ PROFESSORA : ANA CARLA. S.C. ANDRADE image6.jpeg image7.jpeg image8.jpeg image9.jpeg image10.jpeg image11.jpeg image12.jpeg image13.jpeg image14.jpeg image15.jpeg image16.jpeg image17.jpeg image18.png image19.jpeg image20.jpeg image21.jpeg image22.jpeg image23.jpeg image24.png image25.jpeg image1.jpeg image2.jpeg image3.jpeg image4.jpeg image5.jpeg