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Conhecendo a Língua Brasileira de Sinais Conheça, nesta primeira unidade, o panorama da educação surda no Brasil, suas especificidades, seus marcos e suas mudanças de paradigma. Para iniciar seus estudos nesta unidade, você terá a primeira aproximação com a história da educação de surdos no Brasil e no mundo. Compreenderá também como os surdos eram vistos e como esta realidade foi transformada e se aprofundará nas modalidades de comunicação da comunidade surda, entre outros assuntos. Por isso, como objetivo de aprendizagem, você poderá conhecer os marcos históricos na trajetória dos surdos e suas conquistas, compreender a língua de sinais e suas características e identificar mitos e verdades em relação aos surdos e sua língua. Vamos lá? A história dos surdos e seus movimentos sociais Para que você compreenda o percurso histórico das pessoas com surdez, é indispensável fazer uma imersão no passado, acompanhando a evolução da sociedade e o tratamento dado às pessoas com deficiência. Nos primórdios da humanidade, não havia registros documentais, mas há suposições indicando que as pessoas com deficiência não sobreviviam. As crianças com deficiência, por exemplo, eram consideradas um fardo e eram abandonadas pelo caminho, pois seriam incapazes de sobreviver ao ambiente hostil e ajudar o grupo a buscar alimento e se defender dos perigos, mesmo depois de crescidas. Figura 1. Múltiplas deficiências na sociedade Esse comportamento persistiu em todos os períodos históricos, em diferentes contextos, desde a eliminação por meio de política de assassinatos, passando pela segregação, em instituições de caridade, evoluindo em direção à possibilidade de aprendizagem em escolas especiais e, posteriormente, nas salas regulares, por meio da inclusão. Em todas essas etapas, apesar de que muitas mudanças foram benéficas, persiste ainda a ideia de que há um padrão de normalidade , imposto pela sociedade. Esse padrão acaba sendo a forma de se medir o comportamento social da maioria em relação a esses indivíduos, que são pessoas com diferentes possibilidades de aprendizagem e de evolução. Para iniciar bem esta unidade, que tal ver uma síntese sobre os principais marcos da educação de surdos? Ao longo de seus estudos, você conhecerá cada detalhe. Nesse sentido, confira a linha do tempo a seguir. No próximo tópico, você conhecerá um pouco a questão da surdez. Preparado? Os caminhos dos surdos e da língua de sinais no decorrer da história Segundo a autora Fernandes (2012), os surdos foram vítimas de uma concepção equivocada que vinculava a surdez à falta de inteligência, com base na crença de que, como não falavam, não possuíam linguagem, não poderiam pensar e, portanto, não haveria possibilidade de aprendizagem formal. Um exemplo disso está na Grécia Antiga, onde, segundo Moraes, Gonçalves e Bergmann (2018), acreditava-se que os surdos tinham doença mental. Como não oralizavam, seriam menos inteligentes que os cegos. O desenvolvimento da linguagem levava ao pensamento e à condição humana, porém, como o surdo não conseguia se expressar falando, então, consequentemente, não pensava e não era humano”. (MORAES; GONÇALVES; BERGMANN, 2018, p. 15) Além disso, os textos bíblicos ressaltavam que a única maneira de o homem se comunicar com Deus seria por meio da voz e do ouvido, o que justificava a condição dos surdos, que, considerados sem alma, eram desassistidos e abandonados por seus familiares. Figura 2. Representação da comunicação com Deus segundo a Bíblia Diante disso, as pessoas surdas não eram instruídas e, chegando à fase adulta, não tinham autonomia e não faziam uso dos direitos legais como: receber testamentos, possuir propriedades ou casar-se . Entretanto, muitas famílias nobres, por não desejarem dividir suas riquezas, incentivavam os casamentos consanguíneos, o que resultava no nascimento de filhos com deficiência, entre elas, a surdez. Diante dessa situação e na iminência de se criar um filho que não pudesse administrar os bens da família no futuro, puseram-se a pensar em uma forma de educar esses indivíduos, para que fossem reabilitados . No final da Idade Média e início da Idade Moderna, surgiram as primeiras iniciativas para se educar os surdos e, com isso, algumas personalidades se destacaram no processo. Ficou curioso? Conheça a seguir. Com todas as contribuições dos personagens relatados até aqui, vale destacar um marco importante: em 1878, em Paris, foi realizado o I Congresso Internacional dos Surdos, em que práticas utilizadas para instruir surdos foram apresentadas. Muitos debates ocorreram, principalmente por causa das duas correntes que se formaram. Clique nas abas e conheça cada uma delas. Era uma corrente que buscava a normalização, sendo o desenvolvimento da fala dos surdos a única forma aceita para sua integração social. Era uma corrente que aceitava a língua de sinais, entendendo que, além das dificuldades que os surdos tinham para falar, havia, nos gestos, uma comunicação efetiva. Apesar dos avanços com o uso da língua de sinais, sempre havia críticas de pais de surdos, educadores e estudiosos que se mostravam contrários à educação por meio do sinal e defendiam a oralidade como única forma de educá-los. Já em 1880, foi realizado o II Congresso Internacional, em Milão, que trouxe uma completa mudança nos rumos da educação de surdos e, justamente por isso, ele é considerado um marco histórico. Na época, Alexander Graham Bell, conhecido pela invenção do telefone, também era um conhecido oralista e tinha a mãe e a esposa surdas. Ele foi uma importante personalidade, além das que você viu anteriormente, pois se lançou em defesa do oralismo, buscando dar força de lei às suas convicções a respeito do método alemão criado por Samuel Heinicke. Para Graham Bell, “a surdez era um desvio e os surdos deveriam estudar com os ouvintes, não por direito, mas para evitar que se conhecessem e se casassem, o que para ele seria um perigo para a sociedade” (HONORA, 2017, p. 56). Figura 3. Retrato de Alexander Graham Bell Sobre esse congresso em Milão, Honora (2017, p. 57) ressalta o seguinte: Neste congresso, 54 países enviaram seus mais renomados estudiosos de surdez, sendo que apenas um dos participantes era surdo. Ao final do congresso, ocorreu a votação na qual seria escolhida qual a melhor forma de educar os surdos, pela forma oral ou pelo uso da língua de sinais. O participante surdo foi convidado a se retirar da sala e outros 53 participantes escolheram que a melhor forma de educar os surdos era pelo oralismo”. (HONORA, 2017, p. 57) Entre as determinações desse congresso estavam a de que a fala era superior aos sinais — e que ela deveria ter preferência na educação dos surdos — e a de que o método oral puro deveria ser preferido ao método combinado (HONORA, 2017). Infelizmente, diante da vitória do método oral, a língua de sinais passou a ser proibida nas escolas. Os alunos que insistiam em usar os sinais eram castigados. Os surdos que frequentavam as escolas começaram a ter aulas somente na sua forma oral e quando insistiam em usar a língua de sinais eram amarrados com suas mãos para trás e, em alguns casos, eram cruelmente açoitados pela palmatória”. (HONORA, 2017, p. 57) A decisão do congresso gerou diversas consequências, tanto para profissionais quanto para as crianças surdas. Confira mais sobre o assunto no infográfico a seguir. Por volta de 1960, com o fracasso da abordagem oralista, uma vez que a quantidade de surdos oralizados era baixíssima, novos estudos começaram a ser feitos e a língua de sinais começou a ser novamente cogitada. Um desses estudiosos, William Stokoe, publicou o artigo Sign language structure: an outline of the usual communication system of the american deaf , indicando que a língua de sinais utilizada pelos surdos americanos teria uma estrutura gramatical semelhante à das línguas orais. Diante das várias pesquisas que se seguiram e da insatisfação da maioria das pessoas surdas com o oralismo e seus resultados, surge, por volta de 1968, uma nova filosofia educacional
denominada comunicação total , concebida por Roy Holcomb. Vamos conhecê-la melhor? Assim, estudos sobre a língua de sinais indicaram que uma educação de surdos baseada nos princípios do bilinguismo poderia ser uma alternativa viável. Confira, então, maiores informações sobre essa abordagem. Depois de muita informação, que tal sintetizar as três abordagens? Então, clique nas abas e confira um resumo. Instituída a partir de 1880, com o objetivo de igualar o surdo ao ouvinte, com o foco no desenvolvimento da oralidade. Esta abordagem integra a pessoa surda à comunidade ouvinte e traz a visão clínica da surdez. O surdo deve se reabilitar em direção à normalidade. A estimulação do desenvolvimento da oralidade começa em casa, assim que se descobre a surdez. Gestos, alfabeto manual e língua de sinais são totalmente proibidos. Consequentemente, a audição deve ser treinada e a leitura orofacial deveria ser desenvolvida. No contexto escolar, o surdo era exposto a treinamentos de fala diários; e os conteúdos escolares ficavam em segundo plano. Grande parte dos surdos não alcançou bons resultados com essa abordagem. Instituída no período de 1970-1980, essa abordagem considerava que as línguas de sinais teriam uma organização formal semelhante às línguas faladas. Admite-se o uso da língua de sinais, da fala, do alfabeto manual, da prótese auditiva, da leitura orofacial, da escrita, além do uso do português sinalizado na aprendizagem. Nesse processo, a surdez não é vista como enfermidade, mas como uma marca que compromete as relações sociais e interfere no desenvolvimento do indivíduo surdo. Consequentemente, busca desenvolver uma comunicação real com os familiares, amigos e professores. A língua de sinais é aceita, porém não ocupa o status de língua oficial. Com essa abordagem, as relações sociais entre surdos e ouvintes foram melhoradas, porém os problemas de leitura, escrita e as dificuldades em expressar sentimentos e ideias continuaram. Instituída a partir de 1980, essa abordagem, adotada no Brasil, garantia a acessibilidade a duas línguas: a língua de sinais, como L1, e a língua oral, como L2. A surdez é uma característica do indivíduo, portanto ele não precisa se modificar. A criança surda adquire a língua nos primeiros anos de vida, em contato com a comunidade surda, sendo algo natural. A língua oral é ensinada posteriormente (L2), quando a criança ingressa na escola, na modalidade escrita e, quando possível, na modalidade oral. Em uma de suas vertentes, a língua oral é descartada. Apesar de todos os benefícios, é de difícil implantação. Depois de ir a fundo no universo das pessoas surdas e no histórico da educação surda, incluindo as principais barreiras, o que você pode perceber? Com certeza, você notou que a língua de sinais é a língua natural (a língua de conforto) para o surdo, por meio da qual ele pode se expressar com mais tranquilidade e eficácia. Mas como é a sua natureza e como ela atende à pessoa surda? É o que você descobrirá no próximo tópico. Língua de sinais: características e reconhecimento oficial Não existem relatos sobre a origem da língua de sinais. De comum acordo entre os estudiosos, tem-se que seu uso foi iniciado no ano de 1760, em Paris, na França, onde o abade Charles Michel de L’Épée criou o método, sendo ele quem fundou a primeira escola pública para surdos. Já falamos sobre isso na primeira etapa desta unidade, não é mesmo? Pois bem, foi a partir da fundação desta escola que teve início a multiplicação de profissionais surdos e ouvintes que se espalharam pelo mundo, disseminando o uso da língua de sinais. Foram criadas várias outras escolas, em que, além do uso das línguas de sinais, exploravam-se novos recursos na educação dos surdos. Mas as coisas não foram assim tão simples quanto parecem. O processo de desenvolvimento das línguas de sinais nas comunidades de surdos em todo o mundo teve muitos episódios de sofrimento, com a proibição dos sinais, punição para os surdos, imposição da oralidade e muitas outras formas de reprimir e impedir que a língua fosse difundida e utilizada. Por muito tempo, as línguas de sinais não eram consideradas línguas de fato, não eram aceitas nas escolas e nos ambientes sociais, e as pessoas surdas, para participarem da vida social, tinham como condição imposta a oralidade. Figura 4. Representação de exclusão por conta da ausência da comunicação oralizada Muitos caminhos foram trilhados para que as comunidades reconhecessem a língua de sinais como uma língua completa, como um idioma com todos os elementos de que uma língua é constituída. As línguas de sinais se diferem das línguas orais-auditivas, uma vez que elas se realizam pelo canal visual e na utilização do espaço, por expressões faciais e até movimentos gestuais perceptíveis pela visão. Portanto, não são simplesmente gestos e mímicas; trata-se de línguas com léxico e gramática próprios. Elas atendem eficazmente às necessidades de comunicação, pois são um legítimo sistema linguístico. Figura 5. Diálogo em Libras entre dois indivíduos A língua de sinais permite que crianças surdas em idade precoce se comuniquem plenamente com outras pessoas surdas e com os pais (que se disponham a aprendê-la), o que não ocorre com a língua oral. E tal comunicação permite que essas crianças alcancem um desenvolvimento cognitivo semelhante ao da criança ouvinte. Para ilustrar, estudos têm apontado que, quando a criança surda é exposta desde cedo à língua de sinais, ela tem um maior desenvolvimento linguístico, que melhora seu desempenho acadêmico e facilita o aprendizado da língua escrita. Aspectos sobre a Libras utilizada pelos surdos brasileiros Diante de seus estudos até aqui, você imagina como a língua de sinais chegou ao Brasil? Não? Então acompanhe a seguir algumas curiosidades sobre esse assunto. A língua de sinais brasileira, inicialmente, foi chamada de língua nacional de sinais e foi reconhecida pela Lei nº 10.436, de 24 de abril de 2002, com a nomenclatura de língua brasileira de sinais – Libras, sendo descrita no documento como: “um sistema linguístico de transmissão de ideias e fatos, oriundos de comunidades de pessoas surdas do Brasil” (BRASIL, 2022, on-line ). Essa lei foi regulamentada por meio do Decreto 5.626, de 22 de dezembro de 2005. A relação entre surdos e a língua de sinais A relação entre a língua de sinais e seus usuários torna-se repleta de mitos e verdades perante a sociedade. Mas, antes de tudo, pense no seguinte questionamento: o que significa viver sem o sentido da audição? Seu mundo de ouvinte é repleto de conversas, risos, canto de pássaros, sons fortes e estridentes que alertam para perigos ou para festejos. Os sons que você ouve têm diferentes significados, e os sons que você emite permitem sua inserção social, sua comunicação e sua aprendizagem em todas as suas formas. Mas e se tudo isso não existisse? Como seria essa vida? Figura 6. Mulher ouvindo músicas com um fone de ouvido Há pessoas que ouviam bem e perderam a audição ao longo da vida. Com certeza, essa reflexão que você fez anteriormente faz total sentido para eles, pois sabem como é ter e depois perder esse sentido, valorizam a memória auditiva, buscam suprir a deficiência como podem e aprendem a ser surdas, vivenciando essa nova condição que lhes parece tão difícil. Figura 7. Diálogo de duas mulheres, de diferentes faixas etárias, em Libras Em contrapartida, quem já nasceu sem escutar não conseguirá, mesmo que se esforce muito, compreender com precisão as transformações sociais que os sons da comunicação promovem. Por isso, preste muita atenção nesta seção e aproveite a oportunidade para conhecer um pouco melhor este mundo, eliminar os mitos e “absorver” as verdades, mesmo que, inicialmente, não façam tanto sentido. Deficiência auditiva, surdez e outros conceitos Para contribuir com a reflexão feita no início deste tópico, conheça a classificação das perdas auditivas, que é adotada pelo Sistema Único de Saúde (SUS), com base nas diretrizes da Organização Mundial de Saúde sobre o assunto. Tendo em vista esta classificação
e de acordo com o Decreto nº 5.626/2005, artigo 2º: Considera-se pessoa surda aquela que, por ter perda auditiva, compreende e interage com o mundo por meio de experiências visuais, manifestando sua cultura principalmente pelo uso da Língua Brasileira de Sinais – Libras. Parágrafo único: considera-se deficiência auditiva a perda bilateral, parcial ou total, de quarenta e um decibéis (dB) ou mais, aferida por audiograma nas frequências de 500Hz, 1.000Hz, 2.000Hz e 3.000Hz”. (BRASIL, 2005, on-line ) Nessa perspectiva, vamos ao primeiro esclarecimento: a literatura a respeito desse assunto considera que, apesar de ambas poderem ser de nascença ou causada posteriormente por doenças ou acidentes, há uma diferença entre as terminologias “deficiência auditiva” e “surdez” . Movimente a seta para descobrir cada uma das definições. Você já parou para pensar em como se referir à pessoa com perda auditiva? Surdo-mudo? Surdinho ou mudinho? Deficiente auditivo? Surdo? Entenda a seguir qual é o termo mais apropriado. É mito ou verdade? Vamos refletir sobre alguns conceitos que circulam na sociedade a respeito da língua de sinais. Será que você sabe dizer o que é mito ou verdade? Viu só? Espero que você tenha descoberto todos os enigmas. Mas uma coisa é certa: é importante compreender que a língua de sinais tem estrutura própria, é autônoma, portanto, independe da língua oral. Muitas vezes, é o português sinalizado que está presente nas escolas (que é o uso dos sinais seguindo a estrutura das frases em português), que, de fato, não é Libras. Empregá-lo no dia a dia nos faz pensar que a língua de sinais é uma adaptação da língua falada para se conversar com os surdos, o que não é verdade. Figura 8. Professora ensinando Libras a uma criança Gesser (2009) menciona que o português sinalizado, utilizado educacionalmente, é bastante criticado, pois se insere na filosofia do bimodalismo . E por essa ótica, a língua de sinais não seria uma língua de fato, mas um meio para atingir um fim, ou seja, um mero recurso para alcançar a língua oral. A autora relata que cada língua de sinais tem suas influências e raízes históricas a partir de línguas de sinais específicas, mas que há poucos documentos registrados pelos surdos e sobre eles que nos indiquem as origens das línguas de sinais. O que se sabe é que a língua de sinais americana (ASL) e a nossa língua de sinais (Libras) têm origem na língua de sinais francesa. Bacana, não é? Figura 9. American sign language Embora a Libras tenha sido influenciada pela língua de sinais francesa, ela está intimamente relacionada ao processo educacional do surdo brasileiro. Mesmo quando o oralismo chegou aqui e baniu a língua de sinais das escolas, ainda assim ela era praticada pelos surdos de forma reservada, de modo que nunca foi esquecida. Figura 10. Diálogo entre um adulto e uma criança em Libras Até aqui, foram muitos conceitos para a primeira unidade, não é mesmo? Que tal retomar a biografia e responder novamente ao questionamento? Aproveite para fazer uma reflexão sobre o que você pensava anteriormente e o que pensa agora, depois de seus estudos. Mesmo com os estudos desta unidade chegando ao fim, confira os materiais a seguir, para complementar ainda mais sua jornada. Estude OFFLINE Você também poderá ter este conteúdo de forma off-line . Clique no botão a seguir, faça o download e expanda seus conhecimentos em qualquer lugar. Clique aqui > Parabéns pelo término da primeira unidade! Mas, antes de avançar nos seus estudos, não se esqueça de realizar as questões de estudo diretamente no AVA. Assim, você ficará craque nos primeiros conceitos da língua brasileira de sinais. Nos encontramos na próxima unidade. Até lá! REFERÊNCIAS Para acessar as referências e os créditos desta unidade, clique no botão a seguir. Clique aqui >

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