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Cárie Dentária Tem um pouco de pigmentação, tem mancha branca observamos uma opacidade na região de sulcos e fissuras então temos uma lesão não cavitada ativa. Se ela for evoluindo vai haver a cavitação. • Dissolução química da estrutura dentária causada por eventos metabólicos que ocorrem no biofilme que cobre a área afetada, podendo afetar esmalte, dentina e cemento" Fejerskov & Kidd, 2011 A estrutura dental é composta pelo mineral hidroxiapatita. A cárie dentária resulta da dissolução da hidroxiapatita. Uma lesão de cárie não é uma cárie, ela é uma lesão de cárie. A lesão de cárie é o sinal da doença e a cárie é a doença. As lesões da doença podem apresentar variados graus de severidade. Podemos se deparar com uma lesão de cárie não cavitada ativa ou inativa, uma lesão de cárie microcavitada ativa ou inativa, lesão cavitada ativa ou inativa e com variadas extensões, envolvendo metade ou mais da metade da superfície, envolvendo metade ou toda a superfície do dente. Temos variados graus de severidade em relação a lesão. Na segunda imagem tem uma lesão de cárie cavitada ativa, atingindo dentina. O É a doença crônica mais comum no mundo O Nos EUA a prevalência de lesões cariosas não tratadas permanece alta, afetando: 19,5% das crianças entre 2 e 5 anos 22,9% de crianças e adolescentes de 6 a 19 anos *Dados do Centers for Disease Control and Prevention (CDC) O No Brasil: O ceo-d médio aos 5 anos é de 2,43 O CPO-D médio aos 12 anos é de 2,07 O CPO-D médio dos 15 aos 19 anos é de 4,2. Pq esse índice aumenta com essa idade? Depois que as crianças crescem os pais perdem o controle, eles vão começar a ter uma alimentação mais cariogênica na escola, carboidratos fermentáveis, salgadinho de milho que tem amido e não vai escovar os dentes direito de muito menos usar tio dental. Muitos desses adolescentes estão usando aparelho que é um nincho muito grande pra retenção de biofilme dentário. CPD- D: cariados, perdidos e obturados permanentes. Índice para fazer levantamento epidemiológico de cárie dentária. ceo-d: cariados, dentes extraídos ou com extração indicada por cárie dentária e obturados ou restaurados decíduos. • O componente cariado é o maior responsável pelos valores médios dos indices, em todas as faixas etárias, e em todos os estados. Isso significa que a lesão não está tratada. Se o componente obturado fosse o que representasse o maior valor do índice, isso significa que o paciente teve a lesão mas foi tratada. Mas como o componente cariado é responsável pelo maior valor do índice, significa que nesses índices tem alta porcentagem de lesões não tratadas. A prevalência de lesões cariosas não tratadas é maior nas populações de baixa renda Existentes fatores socioeconômicos e comportamentais que modificam a etiologia da doença. *Dados do Ministério da Saúde Multifatorial A cárie dentária não depende só do biofilme, só da alimentação, só do flúor, só do tempo, só da saliva. A cárie dentária é multifatorial que implica a integração de vários fatores determinantes para sua ocorrência. Triade de Keyes (1960) Tríade de Keyes modificada por Newbrun (1978) Modelo multifatorial de Fejerskov. & Manji (1990) aceito atualmente Keyes disse que para que a cárie ocorra é necessário a interação de uma dieta rica em carboidratos com uma microbiota cariogenica em um hospedeiro susceptível(dente e saliva) Hospedeiro 1) DENTES Um dente recém erupcionado na cavidade bucal ele ainda não sofreu maturação pós eruptiva. O esmalte desse dente ainda não alcançou aqueles 96,97% de mineralização que ele precisa alcançar. Então ele tá mais susceptível a doença. Forma do dente. Dentes posteriores são mais sucetíveis a doença cárie pq tem sulcos e fissuras que facilita o acúmulo do biofilme dentário. Se há um bom posicionamento desses dentes na arcada ou não. Se eu tenho um apinhamento dentário vai ser mais difícil de remover biofilme usando duodenal. 2) SALIVA Quantidade de saliva produzida por minuto. Capacidade tampão Neutralização dos ácidos produzidos pelas bactérias do biofilme causadoras da cárie Ele acrescendo o fator tempo na tríade de Keyes Esses fatores que Keyes propôs na tríade eles precisam interagir por um determinado período de tempo. Fgenken e Manje diz que a cárie dentária tá relacionada com fatores determinantes e fatores modificadores. FATORES DETERMINANTES: (interno) (composição e frequência) Avaliar se meu paciente consume carboidratos fermentáveis ou não e qual a frequência desse consumo. (nos fluidos bucais) Avaliar se meu paciente mora em um lugar que tem água fluoretada, se for há íons flúor livres na saliva e no fluido crevicular desse paciente. Se ele usa pasta com flúor e qual a concentração de flúor dessa pasta (composição, fluxo e capacidade tampão) Só vamos preocupar com a saliva se meu paciente tiver com alguém problema sistêmico ou faz o uso de medicamento que cause xerostomia ou tiver sofrendo radioterapia na região de cabeça e pescoço. Se meu paciente for normoreativo eu não preciso preocupar com isso. (para a interação dos fatores). FATORES MODIFICADORES: (externo) • Explicam a polarização da doença entre diferentes populações e dentro de uma mesma população Nós CD atuam nos fatores determinantes e quem atua nos fatores modificadores são as políticas públicas. Biofilme • É uma comunidade microbiana altamente complexa, inserida em uma matriz extracelular O biofilme é uma comunidade microbiana altamente organizada. As bactérias dentro do biofilme estão em sinergismo metabólico, as vezes o produto metabólico de uma bactéria vai ser o substrato da outra. Matriz extracelular: • Deriva-se do próprio metabolismo bacteriano • Representa um fator de proteção para os microrganismos presentes nesta estrutura em relação ao ambiente bucal e aos sistemas de defesa do hospedeiro Temos algumas bactérias que produzem polissacarídeo extracelulares e são esses polissacarídeos que vão ser usados pra construção da matriz extracelular, essas bactérias sintetizam a matriz extracelular que vão servir de abrigo para as bactérias. Elas são capazes de se altoproteger através da síntese dessa matriz extracelular. • É o fator etiológico primário da cárie dentária (embora a sua presença isolada não seja determinante para a ocorrência da doença) Tem pacientes que tem o índice de placa altíssimo mas não tem lesão cariosa nenhuma. • Três hipóteses foram elaboradas para explicar o papel do biofilme na etiologia da doença: • Postulava que a cárie dentária é o resultado da atividade geral da microbiota total do biofilme, sem diferenciação entre as espécies e os seus diferentes níveis de virulência. • Com o aprimoramento de técnicas e culturas que permitiu o isolamento e a identificação das bactérias, uma hipótese foi desenvolvida. •Postulava que apenas algumas espécies bacterianas específicas eram os agentes causadores da cárie dentária. Espécies Bacteriana Específicas Streptococcus mutans Bactérias cariogencias Streptococcus sobrinus Lactobacillus Apresentam um nível de virulência e patogenicidade comum. • Apresentam fatores de virulência comuns, como: Estrategistas de pH Acidogenicidade Elas são capazes de produzir ácido a partir da fermentação de carboidratos. Produzem ácido lático. Aciduricidade Elas são capazes de sobreviver em um meio ácido. Produção de polissacarídeos extracelulares Servem para a construção da matriz extracelular que vão proteger as bactérias no biofilme. Produção de polissacarídeos intracelulares Servem para reserva energética. • Como advento da biologia molecular e da tecnologia de sequenciamento de genoma revelou-se que a microbiota bucal compreende uma comunidade complexa habitada por centenas de espécies microbianas que estabelecem interações complexas entre si... • O estudo de Simón-Soro et al. (2014) revelou que os S. mutans correspondem a apenas 9,02 a 0,73% da totalidade de microrganismos presentes em lesões cariosas, além de demonstrar biofilmes associados a lesões cariosas sem a presença de S. mutans... • A partir desses estudos, as interações dentro de comunidades complexas de microrganismos vêm sendo pesquisadas e uma terceira hipótese foi desenvolvida... • Proposta por Marsh (1994) • Agrega harmoniosamente ideias até então opostas sobre não especificidade e especificidade da placa dentária para a doença. Postulado •Todas as superficies corporais expostas ao meio ambiente são colonizadas por bactérias •Tais bactérias compõem a microbiota residente do local e organizam-se naturalmenteem biofilmes •Na cavidade bucal, o biofilme dentário acumula-se sobre as áreas retentivas dos dentes (sítios): superfícies de fóssulas e fissuras superfícies interproximais abaixo do pto de contato no 1/3 cervical das faces V e P/L, ao longo das margens gengivais •Em condições fisiológicas, as bactérias do biofilme dentário convivem simbioticamente por meio do sinergismo metabólico e do antagonismo a bactérias exógenas (que não residem na cavidade bucal), resultando em uma homeostase microbiana. Elas se ajudam e se protegem dentro do biofilme. •O pH do biofilme em homeostase está próximo da neutralidade, de modo que o processo de desmineralização e remineralização (DES-RE) está em equilíbrio. Por isso que vamos encontrar pacientes que tem kilos de biofilme na boca sem cárie dentária. Tem que haver uma interferência no equilíbrio desse biofilme para que haja um aumento do pH do biofilme. Em condições normais/fisiológicas, esse biofilme tá ali em equilíbrio o pH vai tá próximo da neutralidade, o processo Des - Re vai tá em equilíbrio e o paciente não vai ter a doença, mesmo amor pé tendo kilos de biofilme. •Uma mudança nas condições ambientais locais, como a permanência de pH baixo no biofilme em virtude da ingestão frequente de açúcares, perturba o equilíbrio da microbiota, resultando em uma mudança ecológica com crescimento e predomínio de espécies acidogênicas e acidúricas Consumo frequente de carboidratos fermentáveis, o pH vai do biofilme vai permanecer a maior parte do tempo baixo promovendo o deslocamento do processo Des-Re para desmineralização. •Tal mecanismo causará o deslocamento do processo DES- RE para a desmineralização da superfície dentária, predispondo o sítio à formação de uma lesão cariosa. Em condições normais as bactérias dentro do biofilme estão em homeostase, em equilíbrio, o pH dele vai ser quase neutro, vai ser próximo de 7, então o processo des-re vai tá em equilíbrio. Eu não vou ter nem desmineralização e nem remineralização. Só que se acontece alguma mudança ambiental dentro do biofilme aí vamos ter um desequilíbrio microbiano. essa mudança é a permanência de pH baixo através do consume de carboidratos fermentados. Porque as bactérias acidogenicas vão pegar essa carboidrato fermentado e vão produzir ácido lático e o pH do biofilme cai. Se o meu paciente ficar consumindo frequentemente carboidratos fermentáveis, esse pH vai permanecer a maior parte do tempo baixo. O processo des-re vai entrar em desequilíbrio e vai tender para a desmineralização. Se o pH do biofilme permaneceu muito tempo baixo vai haver um crescimento do número de bactérias estrategistas de pH. PH baixo muito tempo vão sobreviver às bactérias aciduricas, as outras vão morrer e agora vai ter um biofilme mais cariogênico. A cárie dentária é uma DISBIOSE Desequilibrio da microbiota residente da cavidade bucal (visto que os microrganismos relacionados à doenca estão presentes mesmo em situações de normalidade, não apresentando, nesses casos, características de patogenicidade) Se eu ter um desequilíbrio da microbiota residente na cavidade bucal, eu vou ter cárie dentária. Se essa microbiota tiver equilibrada não teria a doença cárie. Os micro-organismos que causam a doença estão presentes mesmo numa situação de saúde. Só que quando ocorre um desequilíbrio causado por um fator externo há um aumento do número de bactérias estrategistas de pH que vão predispor o sítio em que o biofilme tá acumulado a cárie dentária. O agente externo que causa esse desequilíbrio é o açúcar, carboidratos fermentáveis. O vilão da cárie é o consumo dos carboidratos fermentáveis, é a dieta. A cárie dentária é o açúcar, biofilme dependente, mas quem desequilibra todo processo é o açúcar, o carboidrato fermentavel. Dieta •Composição Se o paciente consome carboidratos fermentáveis ou não e a frequência desse consumo. •Frequência - Curva de Stephan Essa curva mede o pH dentro do biofilme após o consumo de açúcar. O biofilme em equilíbrio ele tem um pH próximo da neutralidade (6,5 a 7) O paciente consumiu algum tipo de carboidrato fermentável aí o pH dentro do biofilme vai cair. E quando ele chegar num pH de 5,5 aí começa o processo de desmineralização porque temos dissolução da hidroxiapatita num pH de 5,5. Essa dissolução de hidroxiapatita ocorre num pH de 5,5 pra baixo. Abaixo dessa linha vai haver desmineralização. Vai levar uns 20 minutos pra capacidade tampão da saliva levar o pH até 5,5. E uns 40 minutos pra levar o pH a neutralidade. A partir de 5,5 já para a desmineralização. Se consumir açúcar de meia em meia hora, o pH do biofilme vai ficar quase o tempo todo abaixo de 5,5, dissolvendo hidroxiapatita ocorrendo desmineralizada da superfície. Quem desequilibra o biofilme? O consumo dos carboidratos fermentáveis. Flúor • Presença de lons flüor livres Fluoreto de cálcio Em um pH abaixo de 5,5 eu tenho desmineralização, dissolução de hidroxiapatita. Quando dissolve hidroxiapatita ela vai liberar íons cálcio e íons fosfato pro meio bucal, a saliva vai ficar cheia de íons cálcio e íons fosfato. Se tiver a presença de flúor no meio bucal Quando vou ter a presença de flúor? Se eu tiver a presença de íons flúor livres. Se meu paciente mora numa região onde a água de abastecimento é fluoretada vai ter ions flúor livre lá na saliva daquele paciente pra reagir com os íons cálcio e fosfato e formar fluorapatita. Se tiver íons fluor livre ali mesmo com o pH abaixo de 5,5 eu vou ter remineralização por fluorapatita. Mesmo em uma reação adversa com o desafio ácido, o pH abaixo de 5,5 se não tiver íons fluor livre no meio bucal vai haver desmineralização enquanto o pH tiver abaixo de 5,5 por 20 minutos. Se não tivesse íons fluor livre ali na cavidade bucal íamos contar somente com a capacidade tampão da saliva. Agora se tiver íons fluor livre e mesmo com o pH abaixo de 5,5, enquanto a saliva tá trabalhando pra elevar o pH os íons fluor livre tão formando fluorapatita com os íons cálcio e fosfato e estão remineralizando a superfície dentária. Só vamos ter íons fluor livre pra reagir prontamente com os íons cálcio e fosfato se tiver fluor de uma fonte de baixa concentração como a água de abastecimento me prove. Se meu acesso ao fluor for só pela pasta fluoretada o mecanismo é outro. Eu não vou ter íons fluor livres eu vou ter fluoreto de cálcio. Só temos acesso ao flúor através da pasta dental ou através de uma aplicação tópica que o dentista realizou. Eu não vou ter íons fluor livres eu vou ter fluoreto de cálcio espalhados pela cavidade bucal e eles vão acumular ali nas áreas retentivas dos dentes, nos espaços interprismaticos e esse glóbulos de floreto de cálcio não conseguem reagir diretamentecomo os íons de cálcio e fosfato. Esses glóbulos servem de reservatório de flúor para o futuro. Se eu tenho um desafio acido, queda no pH na área que tenho fluoreto de cálcio, o acido vai quebrar a molécula do FC e vai liberar flúor e cálcio. Com flúor livre, agora que vai reagir com cálcio e fosfato provinientes da dissolução da hidroxiapatita. Os íons flúor livres reagem com os íons cálcio e fosfato formando fluorapatita remineralizando o dente. Agora se minha fonte de flúor for de alta concentração, como na pasta dental, na aplicação tópica de flúor feita no dentista eu não vou ter íons flúor livre, vou ter reservatório de fluoreto de cálcio. Saliva • Composição Inorgânica (minerais) Orgânica (proteinas salivares) • Fluxo salivar • Capacidade tampão So vou preocupar com ela se meu paciente tiver alguma condição sistêmica, se ele toma alguma medicação que produza xerostomia ou se ele tiver sofrendo radioterapia da região de cabeça e pescoço. Tempo • Necessário para a interação dos fatores determinantes. Exame Visual Tátil O Padrão ouro para detecção de lesões cariosas. Requisitos: Dentes limpos Superfície seca Boa iluminação Radiografico Interproximal O Não é indicado para detecção de lesões. O É indicado para avaliar profundidade da lesão para que tomamos a melhor decisão de tratamento, não para dizer se tem lesão ou não. Se a gente tem duvidas, a gente afasta os dentes com a borrachinha ortodôntica para olhar. Índices • Nyvad •ICDAS (Sistema Internacional de Detecção e Avaliação de Cárie) Classificam a lesão quanto: À integridade da superfície A superfície pode ta não cavitada, cavitada, microcavitada ou cavitada. Lesão não cavitada: alteração óptica. É a mancha branca no esmalte. Naquele região houve desmineralização. A área ficou mais porosa e a porosidade alterou o índice de refração da luz. Eu vou enxergar aquela região que ta desmineralizada mais opaca. À atividade da doença A lesão pode ta ativa ou inativa. À localização Ela é so oclusal, é so ocluso-mesial ... 1. Características ópticas da lesão •Em esmalte: opaca (ativa) ou brilhante (inativa) 2 Textura da lesão •Em esmalte: Rugosa (ativa) ou lisa (inativa) •Em dentina: Amolecida (ativa) ou endurecida (inativa) 3-Cor •Clara (ativa) •Escurecida (inativa) • Superficies afetadas • Sonda exploradora n° 5 (melhor acuidade tátil) (Sistema Internacional de Detecção e Avaliação de Cárie) •Este índice atribui escores de O a 6 para cada superficie dentária, de acordo com a severidade/tamanho da lesão •A atividade da lesão deve ser avaliada em separado («/-) •Escores 1,2 e 3: lesão ativa ou inativa •Escore 4: lesão provavelmente ativa •Escores 5 e 6: lesão ativa ou inativa •ESCORE O: Sem evidência de lesão. Dente hígido. •Opacidade no esmalte visualizada somente após secagem ( 5segundos de secagem) •Pigmentação restrita ao fundo de sulcos e fissuras (superficie oclusal) •Opacidade no esmalte visualizada mesmo em presença de umidade •Pigmentação que extrapola o fundo de sulcos e fissuras (superficie oclusal) •Cavitação em esmalte, sem dentina visivel •Cavitação em esmalte, sem dentina visivel •Sombra subjacente em dentina (são as lesões de carie ocultas), com ou sem cavitação em esmalte. Provavelmente a lesão vai ta ativa. •Cavitação com dentina visível, envolvendo até da ½ da superficie •Cavitação com dentina visivel, envolvendo mais da ½ da superfície. ICDAS COMPLETO 0 Nenhuma evidência de cárie 1 Cárie inicial 2 Mudança visual distinta no esmalte 3 Ruptura localizada do esmalte devido a cárie sem dentina visível 4 Sombra escura subjacente da dentina 5 Cavidade distinta com dentina visível 6 Cavidade extensa e distinta com dentina visível ICDAS MODIFICADO 0 Nenhuma evidência de cárie A Cárie inicial 3 Ruptura localizada do esmalte devido à cárie sem dentina visível 4 Sombra escura subjacente da dentina 5 Cavidade distinta com dentina visível 6 Cavidade extensa e distinta com dentina visível FUNDIDO 0 Nenhuma evidência de cárie A Cárie inicial B Cárie moderada C Cárie extensa Para mais informações consulte e-learning. Sonda OMS (WHO ou ball point) Controle da doença Controlamos a doença controlando os fatores etiologicos. Controla o biofilme mecanicamente e orientar o paciente quanto ao consumo racional de carboidratos fermentáveis. - R: Controla higiene, dieta e provendo acesso ao flúor ao paciente. Antes de tratar as seqüelas da doença eu tenho que controlar a doença. Tratamento da carie é controle dos fatores etiológicos. Tratamentos da lesão de carie: resturacao.