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SAÚDE DA CRIANÇASAÚDE DA CRIANÇA 
RESUMOS ILUSTRADOS
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SAÚDE DA CRIANÇA
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SAÚDE DA CRIANÇA
1.ASSISTÊNCIA AO RECÉM NASCIDO E REANIMAÇÃO NEONATAL......................................................................01
1.1 PREPARO PARA ATENDER RN EM SALA DE PARTO............................................................................................01
1.2 CUIDADOS NA HORA DO NASCIMENTO..........................................................................................................01
 1.2.1 ANAMNESE MATERNA (FATORES ANTENATAIS E FATORES RELACIONADOS AO PARTO..................01
1.3 DISPONIBILIDADE DE MATERIAL PARA O ATENDIMENTO ............................................................................01
1.4 PRESENÇA DE EQUIPE TREINADA EM REANIMAÇÃO NEONATAL................................................................02
1.5 AVALIAÇÃO DA VITALIDADE AO NASCER.........................................................................................................02
1.6 ASSISTÊNCIA IMEDIATA AO RN...........................................................................................................................03
1.7 ASSISTÊNCIA MEDIATA AO RN (VITAMINA K, PROFILAXIA DA OFTALMIA NEONATAL.............................03
1.8 ÍNDICE DE APGAR..................................................................................................................................................04
1.9 CUIDADOS PRESTADOS NO ALOJAMENTO CONJUNTO..............................................................................04
2. REANIMAÇÃO NEONATAL....................................................................................................................05
2.1 INTRODUÇÃO.......................................................................................................................................................05
2.2 PREPARO PARA ASSISTÊNCIA.............................................................................................................................05
2.3 PASSOS INICIAIS DA ESTABILIZAÇÃO.............................................................................................................. 05
2.4 VENTILAÇÃO POR PRESSÃO POSITIVA (VPP)..................................................................................................06
2.5 MASSAGEM CARDÍACA....................................................................................................................................... 06
3. ALEITAMENTO MATERNO.........................................................................................................................................07
3.1 INTRODUÇÃO.......................................................................................................................................................07
3.2 DEFINIÇÃO ...........................................................................................................................................................07
3.3 PRINCIPAIS VANTAGENS ...................................................................................................................................07
3.4 FISIOLOGIA DA AMAMENTAÇÃO.......................................................................................................................07
3.5 TIPOS DE POSIÇÕES.............................................................................................................................................08
3.6 DIFICULDADES......................................................................................................................................................08
3.6 TÉCNICA.................................................................................................................................................................08
3.7 O LEITE MATERNO................................................................................................................................................09
3.8 MANEJO ................................................................................................................................................................ 09
3.9 RELACTAÇÃO.........................................................................................................................................................09
3.10 ORDENHA .............................................................................................................................................................10
3.8 CONTRA INDICAÇÕES ........................................................................................................................................ 10
3.9 FATORES DE RISCO DE INSUCESSO...................................................................................................................10
4. ICTERÍCIA NEONATAL..................................................................................................................................................11
4.1 DEFINIÇÃO..............................................................................................................................................................11
4.2 COMO AVALIAR?...................................................................................................................................................11 
4.3 FISIOPATOLOGIA..................................................................................................................................................11
4.4 METABOLISMO DA BILIRRUBINA .......................................................................................................................11
4.5 CAUSAS..................................................................................................................................................................12
4.6 CAUSAS NÃO-FISOLÓGICAS..............................................................................................................................12
4.7 FATORES DE RISCO..............................................................................................................................................12
4.8 DIAGNÓSTICO......................................................................................................................................................13
4.9 ZONAS DE KRAMER..............................................................................................................................................13
4.10 TRATAMENTO (FOTOTERAPIA, EXSANGUINEOTRANSFUSÃO)..................................................................13
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SAÚDE DA CRIANÇA
5. TRIAGEM NEONATAL............................................................................................................................145.1 INTRODUÇÃO........................................................................................................................................................14
5.2 SÍNTESE DO PNTN - FASES..................................................................................................................................14
5.3 TESTE DO PEZINHO.............................................................................................................................................14
5.4 TESTE DO OLHINHO............................................................................................................................................15
5.5 TESTE DO CORAÇÃOZINHO..............................................................................................................................15
5.6 TESTE DA ORELHINHA.........................................................................................................................................16
5.7 TESTE DA LINGUINHA .........................................................................................................................................17
6. CRESCIMENTO E DESENVOLVIMENTO INFANTIL..................................................................................18
6.1 CRESCIMENTO.......................................................................................................................................................18
6.2 PARÂMENTROS PARA AVALIAR O CRESCIMENTO...........................................................................................18
6.3 OBSERVAÇÕES IMPORTANTES...........................................................................................................................18
6.4 DESENVOLVIMENTO............................................................................................................................................19
6.5 ACOMPANHAMENTO DO DESENVOLVIMENTO.............................................................................................19
6.6 AVALIAÇÃO DO DESENVOLVIMENTO...............................................................................................................19
6.7 DESENVOLVIMENTO NEUROMOTOR ...............................................................................................................19
6.8 MARCOS DO DESENVOLVIMENTO...................................................................................................................20
6.9 REFLEXOS...............................................................................................................................................................20
 6.9.1 REFLEXO MORO...............................................................................................................................................20
 6.9.2 REFLEXO TÔNICO-CERVICAL.......................................................................................................................20
7. DOENÇAS PREVALENTES NA INFÂNCIA................................................................................................21
7.1 DIARRÉIA.................................................................................................................................................................21
7.2 CARACTERÍSTICAS DA DIARRÉIA.......................................................................................................................21
7.3 SINAIS CLÍNICOS..................................................................................................................................................21
7.4 DESIDRATAÇÃO...................................................................................................................................................22
7.5 FISIOPATOLOGIA.................................................................................................................................................22
7.6 TIPOS.....................................................................................................................................................................22
7.7 TRATAMENTO......................................................................................................................................................22
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FATORES ANTENATAIS
 Idade 35 anos • Ausência de cuidado
pré-natal • Diabetes • Rotura prematura das
membranas • Hipertensão específica da gestação •
Pós-maturidade • Hipertensão crônica • Gestação
múltipla • Anemia fetal ou aloimunização •
Discrepância entre idade gestacional e peso ao
nascer • Óbito fetal ou neonatal anterior • Diminuição
da atividade fetal • Sangramento no 2º ou 3º trimestre
• Uso de drogas ilícitas • Infecção materna •
Malformação ou anomalia fetal • Doença materna
cardíaca, renal, tireoidiana ou neurológica • Uso de
medicações (por exemplo, magnésio e bloqueadores
adrenérgicos) • Polidrâmnio ou oligoâmnio • Hidropsia
fetal
FATORES RELACIONADOS AO PARTO
Cesariana de emergência • Bradicardia fetal • Uso de
fórcipe ou extração a vácuo • Padrão anormal de
frequência cardíaca fetal • Apresentação não cefálica •
Anestesia geral • Trabalho de parto prematuro •
Tetania uterina • Parto taquitócico • Líquido amniótico
meconial • Corioamnionite • Prolapso de cordão •
Rotura prolongada de membranas (>18 horas antes do
parto) • Uso materno de opióides nas 4 horas que
antecedem o parto • Trabalho de parto prolongado
(>24 horas) • Segundo estágio do trabalho de parto
prolongado (>2 horas) • Placenta prévia •
Descolamento prematuro da placenta 
ASSISTÊNCIA AO RECÉM-NASCIDOASSISTÊNCIA AO RECÉM-NASCIDOASSISTÊNCIA AO RECÉM-NASCIDO 
E REANIMAÇÃO NEONATALE REANIMAÇÃO NEONATALE REANIMAÇÃO NEONATAL
PREPARO PARA ATENDER RN EM
 SALA DE PARTO
É de extrema importância o conhecimento e a
habilidade em reanimação neonatal para todos os
profissionais que atendem RN em sala de parto,
mesmo quando se esperam crianças sem hipóxia
ou asfixia ao nascer. Manobras de reanimação
podem ser necessárias de maneira inesperada. O
risco de haver necessidade de procedimentos de
reanimação é maior quanto menor a idade
gestacional e/ou o peso ao nascer.
 ANAMNSESE MATERNA: 
(fatores antenatais e fatores relacionados ao
parto);
CUIDADOS NA HORA NO NASCIMENTO
- A temperatura ambiente na sala de parto deve
ser, no mínimo, de 26ºC para que se mantenha
com maior facilidade a temperatura corpórea
normal do RN;
- Todo material necessário para reanimação deve
ser preparado, testado e estar disponível, em
local de fácil acesso, antes do nascimento. Esse
material é destinado à manutenção da
temperatura, aspiração de vias aéreas, ventilação
e administração de medicações. 
DISPONIBILIDADE DE MATERIAL PARA O 
ATENDIMENTO: 
01
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gestação a termo?
ausência de mecônio?
respirando ou chorando?
tônus muscular bom?
- A necessidade de reanimação depende da
avaliação rápida de 4 situações, referente a
vitalidade do RN, sendo feita as seguintes
perguntas: 
- Se a resposta por sim para todas as perguntas,
considera-se que o RN está com boa vitalidade e
não tem necessidade de maobras de
reanimação; 
- A determinação da necessidade de reanimação
e a avaliação da sua eficácia dependem de dois
sinais 
- É fundamental que pelo menos um profissional
capaz de iniciar de forma adequada a reanimação
neonatal esteja presente durante todo o parto. 
- Quando se antecipa o nascimento de um feto
de alto risco, podem ser necessários 2 a 3
profissionais treinados e capacitados para
reanimar o RN de maneira rápida e efetiva;
PRESENÇA DE EQUIPE TREINADA EM 
REANIMAÇÃO NEONATAL;
ASSISTÊNCIA AO RECÉM-NASCIDOASSISTÊNCIA AO RECÉM-NASCIDOASSISTÊNCIA AO RECÉM-NASCIDO 
E REANIMAÇÃO NEONATALE REANIMAÇÃO NEONATALE REANIMAÇÃO NEONATAL
RESPIRAÇÃO FREQUÊNCIA CARDÍACA
AVALIAÇÃO DA VITALIADE AO NASCER
AVALIAÇÃO DA VITALIADE AO NASCER
- A respiração deve ser regular e suficientepara
manter a FC em, aproximadamente 100bpm;
- De acordo com o Manual de Atenção a Saúde do
Recém nascido, a frequência cardíaca adequada
para recém-nascido (RN) varia, em média, de 120-
160 bpm;
-A FC é avaliada por meio da ausculta do precórdio
com estetoscópio, podendo eventualmente ser
verificada pela palpação do pulso na base do
cordão umbilical.
- Além disso, RN com esforço respiratório e FC
adequados podem demorar alguns minutos para
ficarem rosados. Nos RNs que não precisam de
procedimentos de reanimação ao nascer, a
saturação de oxigênio com um minuto de vida
situa-se ao redor de 60% – 65%, só atingindo
valores de 87% – 92% no quinto minuto de vida.
- O processo de transição para alcançar
saturação de oxigênio acima de 90% requer
cinco minutos ou mais em RNs saudáveis que
respiram ar ambiente.
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manter a tempertura corporal, 
secar e aquecer o RN e garantir a 
temperatura ambiente em sala 
de parto entre 23-26 Cº
incentivar o aleitamento 
materno na primeira hora de 
vida
OBETIVOS
ASSISTÊNCIA IMEDIATA AO RN
promover e manter o 
equilíbrio orgânico, 
prevenir infecções;
estabelecer a permeabilidade das 
vias aéreas superiores, mas não 
aspirar de rotina
PROFILAXIA DE OFTALMIA NEONATAL 
- Até 4 horas após o nascimento;
- Recomenda-se a utilização da pomada de
eritromicina a 0,5%
- Como alternativa --> tetraciclina a 1%
- Se não dispuser dos dois - utilizar nitrato de prata
a 1%
ASSISTÊNCIA MEDIATA AO RN 
- Pinçamento e corte do cordão umbilical
- Administrar vit K; 
- Profilaxia da oftalmia neonatal
- Identificar o RN; 
- Realizar medidas antropométricas
(perímetro cefálico, perímetro torácico, perímetro 
abdominal, comprimento, peso)
Todos os recém nascidos devem receber vitamina
K para profilaxia de doenças hemorrágicas, deve
ser administradas via intramuscular (IM) no vasto
lateral da coxa, dose única de 1mg;
Se os pais recusarem a administração IM, deve
oferecer ao RN por via oral, e eles devem ser
advertidos de que esse método deve seguir as
recomendações dos fabricante e exige múltiplas
doses.
VITAMINA K
ASSISTÊNCIA AO RECÉM-NASCIDOASSISTÊNCIA AO RECÉM-NASCIDOASSISTÊNCIA AO RECÉM-NASCIDO 
E REANIMAÇÃO NEONATALE REANIMAÇÃO NEONATALE REANIMAÇÃO NEONATAL
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ÍNDICE DE APGAR 
Frequência
cardíaca
Tônus muscular 
Irritabilidade
 reflexa
Cor
0
ausente 
ausente 
flacidez total
ausente 
cianose,
 palidez cutânea
1
lenta 
100
regular (bom e forte)
boa movimentação
choro, espirro
completamente rosa
O índice baseia-se em: 
observção da FC
no tônus muscular
no esforço respiratório 
AVALIAÇAÕ DA VITALIDADE DO RN 
- APGAR 
---
Escore de 0 a 3 - Sofrimento grave 
Escore de 4 a 6 - Sofrimento moderado
(intermédiario)
Escore de 7 a 10 - Ausência de dificuldade na
adaptação a vida extrauterina
na irritabilidade reflexa e na cor
Esforço
 respiratório 
---
---
---
--- ---
---
---
---
---
---
---
---
---
---
CUIDADOS PRESTADOS NO ALOJAMENTO 
CONJUNTO
- Evitar a separação mãe-filho na primeira hora,
depois do nascimento, para procedimentos de
rotina;
- Higiene do coto umbilical com álcool a 70% a
cada troca de fraldas;
- Imunização com BCG e hepatite B;
- Estimular ao aleitamento materno; 
ASSISTÊNCIA AO RECÉM-NASCIDOASSISTÊNCIA AO RECÉM-NASCIDOASSISTÊNCIA AO RECÉM-NASCIDO 
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REANIMAÇÃO NEONATALREANIMAÇÃO NEONATALREANIMAÇÃO NEONATAL
INTRODUÇÃO
- É necessário avaliar a cor, atividade e reatividade
Ii manipulação basica (secar, aspirar, estimular), o
tonus muscular, a FC e a respiração (padrão,
esforço etc);
- A reanimação depende da avaliação simultânea
da respiração e da frequência cardíaca (FC). A FC
é o principal determinante da decisão de indicar
as diversas manobras de reanimação.
- Logo após o nascimento, o RN deve respirar de
maneira regular, suficiente para manter a FC
acima de 100 bpm; e deve ser avaliada
inicialmente por meio da ausculta do precórdio
com estetoscópio;
A maioria dos bebes nascem bem e exigem
poucas intervenções ao nascer (aquecer,
posicionar, aspirar, secar, estimular) para assumir
o controle da respiração e fazer a transição entre
a circulação fetal e a neonatal após o
clampeamento do cordão;
PREPARO PARA ASSISTÊNCIA
Em alguns casos existe
alguma dificuldade na
transição da oxigenação
placentária para a pulmonar
ou ocorrem complicações,
como: depressão respiratória ou asfixia, que
exigem a intervenção de uma equipe treinada e
habil para reverter rapidamente as situações que
podem comprometer a saúde e a performance
futura do RN.
A fim de manter a permeabilidade das vias aéreas,
posiciona-se a cabeça do RN com uma leve
extensão do pescoço. Evitar sua hiperextensão ou
flexão exagerada. Por vezes, é necessário colocar
um coxim sob os ombros do paciente para facilitar
o posicionamento adequado da cabeça
Na sequência, se houver excesso de secreções
nas vias aéreas, a boca e depois as narinas são
aspiradas com sonda traqueal conectada ao
aspirador a vácuo
PASSOS INICIAIS DA ESTABILIZAÇÃO
Após os passos iniciais da reanimação, avalia-se a
respiração e a FC. Se houver vitalidade adequada,
com respiração rítmica e regular e FC > 100 bpm, o
RN deve receber os cuidados de rotina na sala de
parto.
 Se o paciente, após os passos iniciais, não
apresenta melhora, indica-se a ventilação com
pressão positiva, a colocação dos eletrodos do
monitor cardíaco e do sensor neonatal do
oxímetro de pulso.
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A ventilação e as compressões devem ser
realizadas de forma sincrônica, sendo 3
movimentos de massagens para 1 movimento de
ventilação, numa frequência de 90 movimentos de
massagem e 30 de ventilação por minuto. Essas
manobras devem ser executadas por 60 seg antes
de reavaliar a frequência cardíaca, pois é o tempo
mínimo para que a massagem cardíaca possa
restabelecer a pressão de perfusão coronariana.
REANIMAÇÃO NEONATALREANIMAÇÃO NEONATALREANIMAÇÃO NEONATAL
MASSAGEM CARDÍACA 
Se for decisão --> ação --> reavaliação
PASSOS INICIAIS DA ESTABILIZAÇÃO
Tem como finalidade de
inflar os pulmões do
recém-nascido e, com
isso, levar à dilatação da
vasculatura pulmonar e à
hematose apropriada;
SINAIS DE VPP EFETIVA:
- Aumento da FC;
- Melhora da cor e tônus;
- Início da respiração regular.
OBSERVAR:
- Adaptação da máscara a face do RN;
- Permeabilidade das vias aéreas;
- Expansibilidade pulmonar.
A massagem cardíaca está indicada se após 30
segundos de VPP com técnica adequada, a FC
estiver 60 bpm. Caso não apresente melhora, verificar a
posição da cânula, a permeabilidade das vias
aéreas e a técnica da ventilação e da massagem,
corrigindo o que for necessário.
- O uso de adrenalina e de modo eventual, do
expansor de volume está indicado- A adrenalina é
indicada quando a ventilação adequada e a
massagem cardíaca efetiva não elevaram a FC
acima de 60 bpm;
- A via preferencial para a infusão de medicações
na sala de parto é a endovenosa, sendo a veia
umbilical de acesso fácil e rápido;
A administração de medicações por via traqueal
só pode ser usada para a adrenalina, uma única
vez, enquanto o cateter venoso está sendo
inserido.
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ALEITAMENTO MATERNOALEITAMENTO MATERNOALEITAMENTO MATERNO 
INTRODUÇÃO
PARA A MÃE 
- efeito 
anticoncepcional 
nos primeiros 
meses;
- menor incidência 
de cancêr;
- melhora do vínculo 
relação mãe-filho;
- sem custo, menos 
trabalho, compra, 
armazenamento
- retorno mais rápdio 
ao peso pré 
gestacional;
PARA O BEBÊ
- proteção contra 
doenças infecciosas;
- redução do risco de 
morte por 
diarréia/desnutrição;
- melhora o 
desenvolvimento 
neurocognitivo;
- menor incidência de 
asma, rinite, 
dermatite
- melhor 
digestibilidade
 
 A amamentação promove o vínculo afetivo
entre mãe e filho e tem repercussões na
habilidade da criança de se defender de
infecções, auxilia em seu desenvolvimento
cognitivo e emocional, e também na saúde física
e psíquica da mãe;
 O leite materno exclusivo é a alimentação
ideal para todo lactente ate o 6º mes de vida. 0
leite humano dos primeiros dias (colostro), tem
menor volume, mais proteinas, eletrólitos,
fatores imunológicos e de crescimento. A
transição do colostro para o leite maduro ocorre
entre o 7º e o 14º dia. 0 volume do leite aumenta
significativamente em torno do 3º ao 5 ºdia de
vida (apojadura);
DEFINIÇÃO
AM EXCLUSIVO (AME): quando o lactente
recebe somente leite materno, direto da mama
ou ordenhado, ou leite humano de outra fonte,
sem outros líquidos ou sólidos; com exceção de
gotas ou xaropes contendo vitaminas, sais de
reidratação oral, suplementos minerais ou
medicamentos. 
AM PREDOMINANTE: recebe, além do leite
materno, água ou bebidas à base de água (água
adocicada, chás, infusões) e sucos de frutas; 
AM– recebe leite materno (direto da mama ou
ordenhado), independentemente de estar
recebendo ou não outros alimentos. 
AM COMPLEMENTADO: além do leite materno,
também recebe alimentos complementares,
definidos como qualquer alimento sólido ou
semissólido com a finalidade de complementar o
leite materno. O termo “suplemento” tem sido
utilizado para água, chás e/ou leite de outras
espécies; 
No período da gravidez a mama se desenvolve
para lactação, estimulada por estrogeno e
progesterona. Após o parto a produção do leite é
estimulada pela prolactina liberada pela hipófise e
pela perda de inibição hormonal placentária. O 
 contato do bebe com a mãe, estimulos visuais e
choro do bêbe, estimulam a produção de ocitocina
e o reflexo de descida e ejeção do leite das
unidades lactiferas para as ampolas dos seios
lactferos, perto da areola, de onde é mais
facilmente extraído pelo bebe por sucção.
FISIOLOGIA DA AMAMENTAÇÃO
PRINCIPAIS VANTAGENS 
AM MISTO OU PARCIAL: quando a criança 
 recebe, além do leite materno, outros tipos de
leite.
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PROBLEMA CAUSA
SOLUÇÃO E 
PROFILAXIA
Dermatites 
, assaduras 
e fissuras
pega
inadequada,
tempo longo
de mamada
manter a ducção
frequente e
diminuir o tempo
de mamada,
corrigir os erros de
pega e posição do
bebê na mama,
usar sutiã com
suporte
adequado, utilizar
absorventes para
manter o seio
seco, 
Mastite
 (febre ou 
flutuação)
fissuras,
ingurgitame
nto, e estase
prolongada
do leite 
tratar com
antibióticos,
manter sução se a
mãe aguentar ou
manter ordenha
do lado afetado,
em alguns casos
necessita de
drenagem. 
PROBLEMA CAUSA
SOLUÇÃO E 
PROFILAXIA
Baixa 
produção
estresse,
medo,
ansiedade,
dor e
desconforto 
Presença do
bebe ao lado da
mãe (alojamento
conjunto
precoece), criar
um ambiente
emocional
adequado de
apoio, ensinar e
corrigir erros de
técnica, 
 emocional,
vigiar a evolução
do peso do
bebe.
apojadura 
dolorosa e 
engurgitam 
ento
muita
produção -
efeito da
prolactina,
com pouca
descida
(efeito da
ocitocina)
ordenha manual,
aumentar o
intervalo entre
as mamadas,
mudar a posição
da pega do
mamilo e
massagear as
partes túrgidas.
ALEITAMENTO MATERNOALEITAMENTO MATERNOALEITAMENTO MATERNO 
DIFICULDADES
- A primeira mamada deve ocorrer dentro da
primeira hora de vida, mesmo na sala de parto.
- Amamentar em livre demanda; 
- Oferecer um seio a cada mamada, esvaziando-o
por completo, e complementar com a outra mama
após esvaziar completamente a primeira. Deve-se
iniciar cada mamada por aquela que terminou. Isso
estimula a produção do leite, além de favorecer a
sucção do leite posterior, mais rico em gorduras, o
que garante a saciedade e o ganho ponderal; 
- A mãe deve estar sentada, com as costas
apoiadas, em posição o mais confortável possível
e que permita o adequado posicionamento do
bebê; 
TÉCNICA
TIPOS DE 
POSIÇÕES 
08
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Pega adequada 
- Em caso de excesso de leite com ingurgitação
mamária, realizar massagem suave e ordenha,
esvaziando parcialmente. O mesmo deve ser
realizado no caso de mastite asséptica e quando
o RN não consegue sugar, devido à ingurgitação; 
- Em casos de fissura do mamilo, lavar os
mamilos somente com água corrente, aplicar o
próprio leite nas fissuras e realizar exposição
solar para secar. Não utilizar cremes nem
pomadas
ALEITAMENTO MATERNOALEITAMENTO MATERNOALEITAMENTO MATERNO 
O LEITE MATERNO
LEITE MATERNO
COLOSTRO: rico em protéinas
MADURO (a partir do 7º ao 10º 
dia pós parto): rico em gorduras
Principal proteína:
 LACTOALBUMINA
Principal anticorpo: 
Imunoglobulina A (IgA)
Pode ser conservado na 
geladeira por até 12h, e no 
freezer ou congelador por 
até 15 dias
COM QUE FREQUÊNCIA? - deixar o bebe sugar
por livre demanda, colocando no peito sempre que
chorar ou manifestar fome. com o tempo ele se
adaptara a um intervalo de aproximadamente 3
horas. 
QUANTO TEMPO PARA CADA MAMADA? - o
ideal é deixar o bêbe mamar quanta tempo quiser e
com o intervalo que quiser. Entratanto, para nao
cansar demais a mae ou para evitar lesao do
mamilo, pode-se limitar as mamadas em cerca de
10 minutos em cada seio com mamadas mais
frequentes. Em 5 a 10 minutos a criança mama mais
de 80% do total da mamada e tempo maior
aumenta o risco de lesao do mamilo. 
MANEJO
RELACTAÇÃO
É utilizado para recuperar a lactação quando, por
doença materna ou do bebe, a lactação não foi
iniciada após a parto. Também pode ser tentada
em casos de adoção. Recomenda-se que o bebe
seja colocado para sugar os dois seios por cerca
de 15 minutos e depois oferecer leite ordenhado,
leite humano pasteurizado (de banco de leite) ou
formula. Um boa alternativa de relactação e
administrar o leite através de um a sonda que e
introduzida na boca do bebe junto com o mamilo
de forma que, ao
sugar o seio bebe
receba algum leite
mesmo antes que a
relactaçao ocorra. 
- O leite pode será administrado pela sonda com
auxilio de uma seringa ou com um copo. A
relactação e o inicio da produção de leite ocorre
apos aproximadamente uma semana, e o aumento
de volume permite reduzir pogressivamente a
suplementação.
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CONTRA INDICAÇÕES 
- A amamentação cruzada (uma mae amamentar
ao seio o filho de outra) e contra-indicado pelo
risco de transmissao de inlecções,
principalmente HIV-AIDS;
- Necessidade de uso de drogas incompatíveis
com a amamentação;
- Doenças maternas muito graves (cardiopatias
ou disfunção renal ou hepática graves), doenças
psiquiátricas graves com risco para o bebê.
A ordenha é utilizada para obter leite materno
para prematuros que ainda não aprederam a
sugar, na prevenção e tratamento do
ingurgitamento mamário, durante pausas na
amamentação por motivos de doença (mastite
dolorosa, ictericiapersistente), utilizado
também para mães que trabalham ou se
ausentam e querem deixar o leite para ser dado
ao bebê, e para doação aos bancos de leite
materno.
ORDENHA 
ALEITAMENTO MATERNOALEITAMENTO MATERNOALEITAMENTO MATERNO 
OBS: Não interromper a amamentação nos
casos de: mastite ou infecção puerperal em
que a mae tolere continuar amamentando,
tuberculose bacilifera (se a mae está em
tratamento e a criança recebe isoniazida
profilatica), e hepatite B se o bebe recebeu
vacina e imunoglobulina nas primeiras 12
horas de vida;
- Posição e "pega" inadequada (boca-mamilo-
areola)
- Falta de suporte e orientação no ínicio da
amamentação 
- Disponibilidade de mamadeiras, bicos e
fórmulas 
- Antecedente de mamoplastia redutora
- Dor e desconforto intenso ao amamentar 
- Separação prolongada do filho no pós-parto
 - Bebes prematuros, baixo peso ou asfixiados
FATORES DE RISCO DE INSUCESSO 
Mama aparentando esticada;
A aréola fica de fora;
O bebê suga ou mastiga o mamilo, com os
labios geniva ou a língua;
A lingua pode estar mal colocada,
impedindo a protusão do mamilo na boca. 
ANOTAÇÕES
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ICTERÍCIA NEONATALICTERÍCIA NEONATALICTERÍCIA NEONATAL
Trata-se de uma das condições mais frequentes
do período neonatal, ocorrendo em recém-
nascidos (RN) de todas as idades gestacionais
(IG).
DEFINIÇÃO
A icterícia é uma manifestação visível, definida
pela coloração amarelada da pele, das mucosas e
das escleróticas, produzida pela deposição de
bilirrubina nestes tecidos, com aparecimento
céfalo-caudal.
cor normal cor amarelada
Cerca de 60% dos recém-nascidos
(RN) a termo e 80% dos RN pré-
termo tornam-se ictéricos na
primeira semana de vida, a qual
representa uma manifestação
fisiológica resultante da degradação
de hemácias fetais, que possuem
uma sobrevida mais curta nesta
fase da vida.
COMO AVALIAR?
Está associada a uma limitação transitória da
captação e da conjugação hepática e com a
exacerbação da circulação entero-hepática.
Como nos prematuros a captação e a
conjugação são mais lentas, eles se tornam mais
ictéricos no sétimo dia de vida. 
A hiperbilirrubinemia indireta também
pode decorrer de um processo
patológico, podendo-se alcançar
concentrações elevadas de bilirrubina
COMO AVALIAR?
lesivas ao cérebro, instalando-se o quadro de
encefalopatia bilirrubínica (kernicterus). 
 Várias são as restrições do metabolismo da
bilirrubina que explicam a chamada “icterícia
fisiológica”: a origem da bilirrubina está na
degradação de hemácias, fisiologicamente
normal nos RN. 
 A partir desse fenômeno, instala-se uma
cascata de eventos: a sobrecarga de bilirrubina
ao hepatócito e a menor capacidade de
captação, conjugação e excreção hepática da
bilirrubina.
 A sobrecarga de bilirrubina ao hepatócito
decorre da produção aumentada de bilirrubina
indireta: o RN produz 2 a 3 vezes mais bilirrubina
do que o adulto, por causa da maior quantidade
proporcional de hemoglobina e menor vida média
das hemácias, que é de 70 a 90 dias.
FISIOPATOLOGIA
METABOLISMO DA BILIRRUBINA
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 Considera-se hiperbilirrubinemia patológica
com risco num RN a termo, ou próximo do termo
e saudável, quando os valores obtidos por meio
de avaliação laboratorial da bilirrubina específica
para a sua idade em horas de vida, encontra-se
em níveis que podem levar a complicações de
gravidade, principalmente neurológicas.
Sobrecarga de bilirrubina ao hepatócito
- Doenças hemolíticas
- Incompatibilidade Rh
- Incompatibilidade ABO
- Incompatibilidade por antígenos irregulares (c, E,
Kell, etc.)
- Deficiência de G6PD
Causas adquiridas
- Infecções, especialmente sepse
- Coleções sanguíneas extravasculares (céfalo-
hematomas e
outras hemorragias)
- Policitemia
- Jejum prolongado, baixo aporte de leite
- Anomalias gastrointestinais/com obstrução de
trânsito
Deficiência ou inibição da conjugação da
bilirrubina
- Icterícia por leite materno
- Hipotireoidismo congênito
Envolve 2 grandes grupos de patologias, que
acolhem vários tipos de causas. Trata-se da
hiperbilirrubinemia indireta, produzida pelo
aumento sérico da fração livre (BI), e a
direta,decorrente do acúmulo da fração
conjugada, ou direta, da bilirrubina (BD).
As causas de hiperbilirrubinemia indireta podem
ser devidas à sobrecarga de bilirrubina ao
hepatócito ou as decorrentes da conjugação
hepática.
ICTERÍCIA NEONATALICTERÍCIA NEONATALICTERÍCIA NEONATAL
CAUSAS
FISIOPATOLOGIA
A icterícia por leite materno é supostamente
causada por fatores do próprio leite, e a icterícia
associada à amamentação, é geralmente
observada quando a amamentação não é
satisfatória e a ingestão é insuficiente. 
- Mãe de tipagem O, e/ou Rh negativo
- Irmão prévio que necessitou de tratamento para
icterícia neonatal
- Mãe diabética
- Peso de nascimento entre 2.000 e 2.500 g e/ou
idade gestacional entre 35 e 38 semanas (maior
risco entre 35 e 36 (semanas)
- Sexo masculino
- Baixo aporte de leite materno na primeira
semana de vida, com perda exagerada de peso
pelo RN
- Alta precoce da maternidade (antes de
completar 48 horas de vida)
CAUSAS NÃO FISOLÓGICAS
FATORES DE RISCO
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ICTERÍCIA NEONATALICTERÍCIA NEONATALICTERÍCIA NEONATAL
DIAGNÓSTICO 
- Pode ser feito pelo exame físico, pela
mensuração da bilirrubina transcutânea e pela
mensuração da bilirrubina sérica.
- No exame físico, a icterícia pode ser visualmente
detectada por meio da digitopressão da pele do
RN, sendo que a alteração passa a ser percebida
com níveis de bilirrubina maiores que 4-8mg/dL.
No entanto, impressão visual não apresenta
relação direta com o nível sérico de bilirrubina.
ZONAS DE KRAMER 
A evolução da Icterícia no RN é céfalo-caudal,
tanto o de aparecimento quanto o de resolução.
A classificação da Icterícia é feita pelas Zonas de
Kramer, que considera mais grave quanto mais
distal for a icterícia, havendo também a seguinte
relação:
TRATAMENTO 
FOTOTERAPIA 
A luz interage com o pigmento bilirrubínico
depositado na pele do RN, quanto maior a
superfície corporal exposta à luz, maior será a
eficácia da fototerapia. Deve ser colocada a 30
ou 50 cm de distância de sua pele, com óculos de
proteção ocular. 
Para se ter uma eficácia desse tratamento, é
importante que a luz emitida tenha um
comprimento de onda capaz de ser absorvido
pela bilirrubina.
EXSANGUINEOTRANSFUSÃO
Nesse tratamento o sangue do bebê é removido
e substituído por outro, de um doador
compatível. Deve ser realizada em ambiente
asséptico, com o RN sob calor radiante, em
monitorização contínua da temperatura e das
frequências cardíaca e respiratória. A duração
preconizada é de 60–90 minutos. Objetiva
realizar a troca de 2 volemias a fim de diminuir
agudamente os níveis de bilirrubina e controlar a
hemólise a fim de evitar a Kernicterus.
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TRIAGEM NEONATALTRIAGEM NEONATALTRIAGEM NEONATAL
Já integrada no Brasil, é um programa de
rastreamento queabrange testes e exames
realizados nos recém-nascidos (RN) que
previnem e detectam doenças precocemente,
com o objetivo de evitar morbimortalidade na
população infantil; 
INTRODUÇÃO 
A partir da criação da Política Nacional de
Triagem Neonatal (PNTN) pelo Ministério da
Saúde em 2001, aconteceu a oficialização
desse processo com a triagem biológica
(teste do pezinho), triagem auditiva e
triagem ocular.
As doenças detectadas,
sejam elas congênitas
ou genéticas, quando
diagnosticadas em 
tempo oportuno, permite intervenções clínicas
precoces, proporciona um tratamento adequado 
e uma melhor qualidade de vida. 
SÍNTESE DO PNTN
TRIAGEM BIOLÓGICA - FASES
- É o exame feito para identificar precocemente
indivíduos com doenças metabólicas, genéticas,
enzimáticas e endocrinológicas, para que estes
possam ser tratados em tempo oportuno.
- É realizado atraves de exames em gotas de
sangue em papel de filtro:
TESTE DO PEZINHO
- Deve ser coletado após 48 horas de vida, de
preferência entre o 3º e 5º dia. 
- RNs prematuros, com baixo peso ou
enfermidades graves, a amostra é obtida por
punção venosa periférica em, pelo menos, 3
amostras em tempos diferentes: 
Primeira amostra: na admissão da UTI neonatal,
antes de iniciar nutrição parenteral, transfusões ou
medicamentos; 
Segunda amostra: entre 48 e 72 horas de vida,
também por punção venosa; 
Terceira amostra: Na alta ou no 28º dia de vida do
recém nascido em internação hospitalar. 
em caso de coleta
precoce, a fenilcetonúria
pode gerar falso negativo 
O PNTN tem a finalidade de investigar seis
doenças: Fenilcetonúria, Hipotireoidismo
Congênito, Doença Falciforme e outras
hemoglobinopatias, Fibrose Cística, Hiperplasia
Adrenal Congênita e Deficiência de Biotinidase.
O Programa Nacional da Triagem Neonatal foi
implementado em fases. Atualmente, todos os
estados brasileiros estão contemplados com a
fase IV, que compreende:
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TRIAGEM NEONATALTRIAGEM NEONATALTRIAGEM NEONATAL
TESTE DO OLHINHO
Também chamado de Teste do Reflexo Vermelho
(TRV). Rastreia anormalidades ou opacidades no
segmento posterior do olho e deve ser feito com
oftalmoscópio pelo pediatra.
É realizado utilizando um oftalmoscópio que
consiste em uma luz direcionada ao olho da
criança a uma distância de aproxidamente 50 cm
do olho do paciente, e deve haver um reflexo
vermelho, fenômeno semelhante ao observado
nas fotografias.
Para que este reflexo possa ser visto, é
necessário que o eixo óptico esteja livre, isto é,
sem nenhum obstáculo à entrada e à saída de luz
pela pupila, e em ambiente escuro.
de acordo com as Diretrizes de Atenção à Saúde
Ocular na Infância do Ministério da Saúde (2016),
deve ser realizado antes da alta da maternidade,
pelo menos 2 a 3 vezes por ano nos 3 primeiros
anos de vida, e 1 vez ao ano do terceiro ao quinto
ano de vida. 
QUANDO REALIZAR?
A evidência de opacidade (leucocoria) requer
avaliação do oftalmologista e pode indicar as
seguintes doenças:
- Catarata congênita;
- Retinoblastoma – tumor maligno intraocular mais
comum da infância, um tumor de células retinianas
imaturas;
- Glaucoma congênito;
- Opacidades congênitas da córnea;
- Retinopatia da prematuridade;
- Inflamações e hemorragias intraoculares.
TESTE DO CORAÇÃOZINHO
É capaz de detectar alterações cardíacas por meio
da aferição da oximetria de pulso no membro
superior direito e em um dos membros inferiores.
É realizado antes da alta hospitalar, permite o
diagnóstico de cardiopatias congênitas críticas, ou
seja, aquelas em que a apresentação clínica
depende do fechamento do canal arterial.
- Deve ser realizado entre
24 e 48h de vida do
recém-nascido, com as
extremidades aquecidas.
Pode ser realizado pelo
pediatra ou enfermeiro. 
QUAIS DOENÇAS DETECTAM?
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QUAIS DOENÇAS DETECTAM? 
TRIAGEM NEONATALTRIAGEM NEONATALTRIAGEM NEONATAL
Atresia pulmonar;
Hipoplasia do coração esquerdo;
Coarctação da aorta crítica; 
Transposição da grandes artérias.
Fonte: Departamento de Cardiologia e neonatologia da
SBP. Diagnóstico precoce de cardiopatia congênita crítica:
oximetria de pulso como ferramenta de triagem neonatal,
2011.
FLUXOGRAMA 
A Triagem Auditiva Neonatal (TAN) visa identificar
a deficiência auditiva o mais precocemente
possível. Também chamado de "'exame de
emissões otoacústicas evocadas'' é o metodo
mais eficaz para diagnosticar problemas auditivos
nos recém nascidos. 
- O exame é realizado por um fonoaudiólogo ou
médico, consiste na produção de um estímulo
sonoro e na captação do seu retorno através de
uma delicada sonda introduzida na orelha do RN.
É realizado partir de 48 horas de vida, e leva de 5 a
10 minutos. No caso de suspeita de alguma
anormalidade, o bebê é para uma avaliação
otológica e audiológica completa. 
TESTE DA ORELHINHA 
- É necessário ter a integridade anatômica da
orelha externa e média, os neonatos com
malformações da orelha externa devem ser
encaminhados imediatamente para avaliação
audiológica e otorrinolaringológica.
Fatores de Risco para Deficiência Auditiva:
- Antecedente familiar de surdez permanente; 
- Permanência em UTI por mais de 5 dias ou um 
dos demais: ventilação assistida, circulação 
extracorpórea, drogas ototóxicas, 
O resultado normal é uma saturação maior que
95% em ambos os membros verificados, e uma
diferença menor que 3% entre as medidas do
membro superior direito e membro inferior. Se
haver essas alterações, uma nova aferição deve
ser feita após 1 hora.
TESTE DO CORAÇÃOZINHO
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TRIAGEM NEONATALTRIAGEM NEONATALTRIAGEM NEONATAL
TESTE DA LINGUINHA 
É um exame que possibilita diagnosticar e indicar
o tratamento precoce das limitações dos
movimentos da língua causadas pela língua presa
que podem comprometer suas funções, ex:
sugar, engolir, mastigar e falar. 
Deve ser realizado por um profissional da área da
saúde qualificado, como por exemplo, o
fonoaudiólogo. Devendo elevar a língua do bebê
para verificar se a língua está presa, e observar o
bebê chorando e sugando. 
O teste não tem contra indicações. É
recomendado que a avaliação do frênulo da
língua seja inicialmente realizada na
maternidade. A avaliação precoce é ideal para
que os bebês sejam diagnosticados e tratados
com sucesso.
QUEM REALIZA? 
No Brasil, a lei nº 13.002 de 20 de
Junho de 2014, torna obrigatória a
aplicação do protocolo de
avaliação do frênulo lingual em
todos os recém nascidos.
O QUE É AVALIADO?
FRÊNULO - uma membrana mucosa que conecta
a língua ao assoalho da boca que permite seus
movimentos. A mesma pode ter uma alteração
anatômica prejudicando os movimentos,
causando dificuldades na mamada e problemas
de fala. 
FRÊNULO 
COMO É O TESTE?
- É realizado um questionário sobre a frequência e
qualidade da amamentação;
- Observação da posição boca em repouso e da
língua enquanto chora;
- Avaliação anatômica do frênulo, quanto a
expessura e sua fixação no assoalho pélvico da
boca
- hiperbilirrubinemia, anóxia grave, Apgar menor 
que 4 no 1º minuto e menor que 6 no 5º minuto e 
peso a ao nascerÉ considerado como um dos
melhores indicadores de saúde da criança, em
razão de sua dependência de fatores nutricionais
e ambientais. E também sofre influência de
fatores genéticos e neuroendócrinos, da
atividade física e do sono.
CRESCIMENTO
De acordo com o Caderno 
da Atenção Básica nº 33 
- O acompanhamento sistemático do
crescimento e ganho de peso possibilita a
identificação de crianças com maior risco de
morbimortalidade por meio da sinalização
precoce da subnutrição e obesidade. O método
mais eficaz para acompanhar o crescimento
infantil é o registro periódico do peso, estatura e
IMC na caderneta de saúde da criança.
PARÂMETROS PARA AVALIAR O 
CRESCIMENTO DE CRIANÇAS 
(MENORES DE 10 ANOS)
PERÍMETRO
 CEFÁLICO
ÍNDICE DE MASSA 
CORPORAL (IMC)
 
PESO PARA
 IDADE
COMPRIMENTO/
ESTATURA
de zero a 2 anos 
de zero a 2 anos, 
de 2 a 5 anos e de 
5 a 10 anos
de zero a 2 anos, 
de 2 a 5 anos e de 
5 a 10 anos
de zero a 2 anos, 
de 2 a 5 anos e de 
5 a 10 anos
Diversas partes do corpo apresentam diferentes
ritmos de crescimento
OBSERVAÇÕES IMPORTANTES
A cabeça, no feto de 2 meses de vida
intrauterina --> proporcionalmente, 50% do
corpo, no RN, apresenta 25%, e na idade
adulta, 10%
A velocidade de crescimento geral NÃO é uniforme
A partir do 5º ano: velocidade de crescimento
 --> praticamente constante, de 5 a 6 cm/ano
até o inicio do estirão da adolescência: 
(11 anos) --> meninas
(13 anos) --> meninos 
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CRESCIMENTO E DESENVOLVIMENTOCRESCIMENTO E DESENVOLVIMENTOCRESCIMENTO E DESENVOLVIMENTO 
INFANTILINFANTILINFANTIL 
- O acompanhamento do desenvolvimento da
criança é parte essencial do conjunto de
cuidados que visam a promover uma infância
saudável, com o objetivo de ser um adulto
socialmente adaptado e integrado. "É o aumento
da capacidade do indivíduo para realizar funções
cada vez mais complexas"
- O desenvolvimento tem relação à aquisição de
novas habilidades pela criança. Essa aquisição
pode ser observada desde as primeiras semanas
de vida e dividida em desenvolvimentos motor,
cognitivo, social e linguístico.
DESENVOLVIMENTO
ACOMPANHAMENTO DO 
 DESENVOLVIMENTO
O desenvolvimento exposto por uma criança
depende muito do estímulo que ela recebe. É o
meio ambiente que influencia o desenvolvimento
das potencialidades;
Deve ser um processo contínuo de
acompanhamento das atividades relativas ao
potencial de cada criança, com vistas à detecção
precoce de desvios ou atrasos;
Existem testes que auxiliam os profissionais de
saúde a observar a progressão do
desenvolvimento neuro-psicomotor da criança
para detectar atrasos mais precocemente. A
aplicação rotineira destes testes ou dos
conceitos envolvidos pode chamar atenção para
problemas ainda não diagnosticados;
DESENVOLVIMENTO NEUROMOTOR
A regra do desenvolvimento motor é que ocorra no
sentido craniocaudal e proximodistal e, por meio de
aquisições mais simples para mais complexas;
- Ao nascimento, a criança fica com as mãos
fechadas na maior parte do tempo. Por volta do 3º
mês, em decorrência da redução do tônus flexor, as
mãos ficam abertas por período maior de tempo, e
as crianças conseguem agarrar os objetos, embora
ainda sejam incapazes de soltá-los;
AVALIAÇÃO DO DESENVOLVIMENTO 
Identificação de 
problemas tais 
como
atraso no 
desenvolvimento da 
fala;
tendência ao 
isolamento social 
dificuldade no
aprendizado
alterações
 relacionais 
agressividade
São fundamentais para o 
desenvolvimento e a 
intervenção precoce 
para o diagnóstico 
dessas crianças
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IDADE MARCOS IMPORTANTES
1º MÊS
- olha e observa atentamente um 
rosto;a cabeça oscila quando 
sustentado na vertical, tônus com 
extremidades fletidas, mãos 
fechadas, prende reflexamente um 
dedo colocado na sua mão. 
2º MÊS
- observa um rosto, segue objetos 
ultrapassados a linha média, reage 
ao som, vocaliza, (emitindo sons 
diferentes do choro), eleva cabeça e 
ombros na posição prona, sorri; 
4º MÊS 
- observa sua própria mão, segue 
com o olhar até 180°, grita, senta 
com apoio, sustenta a cabeça, 
agarra um brinquedo colocado em 
sua mão;
6º MÊS
- tenta alcançar um brinquedo, 
procura objetos fora do alcance, 
volta-se para o som, rola no leito, 
inicia uma interação
9º MÊS 
- transmite objetos de uma mão 
para a outra, pinça polegar-dedo, 
balbucia, senta sem apoio, 
estranhamento (prefere pessoas de 
seu convívio), brinca de esconde- 
achou
12º MÊS
- bate palmas, acena, combina 
sílabas, fica em pé, pinça completa 
(polpa a polpa), segura o copo ou a 
mamadeira
CRESCIMENTO E DESENVOLVIMENTOCRESCIMENTO E DESENVOLVIMENTOCRESCIMENTO E DESENVOLVIMENTO 
INFANTILINFANTILINFANTIL 
MARCOS DO DESENVOLVIMENTO REFLEXOS 
- Apoio plantar, sucção e preensão palmar:
desaparecem até o 6º mês;
- Preensão dos artelhos: desaparece até o 11º mês;
- Reflexo cutâneo plantar: estímulo da porção lateral
do pé do RN --> ocorre a extensão do hálux;
a partir do 13º mês --> ocorre a flexão do hálux;
A partir dessa idade, a extensão é patológica. 
REFLEXO MORO 
-Segurar a criança pelas mãos e liberar bruscamente
seus braços --> simétrico;
-É incompleto ao 3º mês e não deve existir a partir
do 6º mês;
REFLEXO TÔNICO- CERVICAL
-Rotação da cabeça para um lado --> Com a criança
em decúbito dorsal o examinador roda a cabeça
dela para um dos lados e sustenta essa posição por
15s a resposta esperada é a extensão dos membros
superior e inferior do mesmo lado da rotação e a
flexão dos membros do lado oposto
-A atividade é realizada bilateralmente --> simétrica;
-Desaparece até o 3º mês.
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DOENÇAS PREVALENTES NA INFÂNCIADOENÇAS PREVALENTES NA INFÂNCIADOENÇAS PREVALENTES NA INFÂNCIA 
DIARRÉIA 
- É uma alteração do conteúdo líquido das fezes,
geralmente acompanhado por aumento da
frequência e do volume e por uma diminuição na
consistência das fezes;
- É conhecida também
como evacuação amolecida
ou aquosa;
- Fezes com aspecto normal, mesmo
aumentando a frequência NÃO é considerado
diarréia. Geralmente a quantidade de evacuações
diárias depende da dieta e idade da criança;
- Segundo a Organização Mundial da Saúde
(OMS), a diarreia pode ser definida como o
aumento do número de evacuações, sendo, no
mínimo, 3 em um período de 24 horas.
CARACTERÍSTICAS DA DIARRÉIA 
- Perda de água e eletrólitos maior que o normal;
- Uma das principais causas de morbimortalidade
infantil no Brasil, especialmente em crianças
menores de 6 meses que não estão em
aleitamento materno exclusivo (AME);
- As fezes dos lactentes em AME geralmente são
amolecidas e não devem ser consideradas
diarréia;
- A percepção materna é extremamente confiável
para identificar e reconhecer a diarréia nos seus
filhos.
- Geralmente são causadas por vírus, bactérias
ou parasitas.
SINAIS CLÍNICOS
letargia inconsciência
inquietude e
 irritação 
a criança não 
consegue mamar 
ou beber líquidos
olhos fundos 
- A principal preocupação durante uma diarréia é
reidratar a criança ou evitar que ela se desidrate.
Os Iiquidos perdidos por diarréia e por vômitos
precisam ser repostos, volume a volume, como
uma solução de reidratação oral;
- É de extrema importância realizar um exame
clinico completo e detalhado, com ênfase no
estado de hidratação e nutrição. Pesquisar sinais
de infecções associadas e de doenças que
cursam com diarréia cronica ou prolongada.
cólica abdominal nauseas e vômitos
PROFILAXIA: As medidas de saneamento (água
tratada, filtro de agua, esgoto, lixo), educação
em saúde (cuidados de higiene, promoção do
aleitamento materno, use do "soro oral" em
pacientes com diarreia), reduzem a taxa
mortalidade.
febre 
A vacinação contra 
rotavírus, há redução da 
morbimortalidade
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Adesidratação é importante nos primeiros
meses de vida porque o corpo humano é mais
suscetível às perdas hídricas nessa faixa etária.
Isso pode ser observado considerando que a
proporção de água corpórea no período neonatal
é de 80%, permanecendo 50% no espaço
extracelular.
Contudo, quando ocorre processo diarréico, ou
de vômitos a perda de água e de eletrólitos pode
ser muito intensa.
DOENÇAS PREVALENTES NA INFÂNCIADOENÇAS PREVALENTES NA INFÂNCIADOENÇAS PREVALENTES NA INFÂNCIA 
DESIDRATAÇÃO 
FISIOPATOLOGIA
A desidratação aguda na infância tem como
causa principal perdas gastrointestinais por
diarréia aguda. 
TIPOS 
- Está relacionado à intensidade das perdas de
líquidos e eletrólitos e essa classificação é
fundamental para o seu tratamento. Podem ser
dividas em leve, moderada e grave. 
LEVE: A sintomatologia é discreta ou mesmo
ausente. Sede, redução da diurese com urina
concentrada e sinais de desidratação intra e
extracelular são leves ou ausentes. Existem
perdas de até 5% dos líquidos (3 a 5%), o
enchimento capilar é inferior a 3 segundos;
MODERADA: Apresenta maior redução de
diurese, sede intensa, maior intensidade de sinais
de desidratação, mucosas secas, taquicardia,
embora sem sinais de choque enchimento
capilar de 3 a 5 segundos;
GRAVE: Ocorre a perda de 10% ou mais do peso
corporal. Os sinais de desidratação intra e
extracelular são ainda mais acentuados, com
sede intensa. As mais preocupantes
características são as alterações hemodinâmicas,
muitas vezes associadas com problemas na
perfusão cerebral. Pode haver sinais de choque:
enchimento capilar lento ou mais de 5 segundos,
extremidades frias, pulsos rápidos e finos e, mais
tardiamente, hipotensão. 
TIPOS 
Aumentar a oferta de líquidos como água e sucos, 
corrigir os eventuais erros na dieta e oferecer o
soro de reidratação oral (SRO) de acordo com a
aceitação do paciente, após cada evacuação ou
vômito.
TRATAMENTO
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FOCO RESUMOS 
Licenciado para - M
árcio José de B
rito - 00195870581 - P
rotegido por E
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FOCO RESUMOS 
POR: 
MARIA CAROLINA ARAÚJO 
Licenciado para - M
árcio José de B
rito - 00195870581 - P
rotegido por E
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