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UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE CENTRO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA UNIDADE ACADÊMICA DE ENGENHARIA QUÍMICA PROFESSORA: LUCIA MARIA LIMA COLETA DE GASES Jackson Pereira Sousa Campina Grande – PB 2023.1 Sumario 1. INTRODUÇÃO ................................................................................................................................... 3 2. OBJETIVOS ........................................................................................................................................ 3 2.1. Objetivos Gerais ............................................................................................................................ 3 2.2. Objetivos Específicos .................................................................................................................... 3 3. MATERIAIS E METODOLOGIA .......................................................................................................... 4 3.1. Materiais ....................................................................................................................................... 4 3.2. Método ......................................................................................................................................... 5 4. DADOS EXPERIMENTAIS................................................................................................................... 6 5. TRATAMENTO DOS RESULTADOS .................................................................................................... 7 6. CONCLUSÃO ..................................................................................................................................... 9 7. REFERÊNCIAS.................................................................................................................................... 9 1. INTRODUÇÃO A coleta de gases é um procedimento comum em laboratórios e indústrias para análise e estudo de diferentes substâncias gasosas. Os gases podem ser coletados usando vários métodos, o que utilizamos nesse experimento foi o de deslocamento de água. Conseguinte, com estudos realizados, quando ocorre uma transformação gasosa podemos usar a equação geral dos gases ideais para descobrir qual é a variação obtida nas grandezas. 2. OBJETIVOS 2.1. Objetivos Gerais Observar a reação química entre o magnésio (Mg) e o ácido clorídrico (HCl); Notar a coleta do gás produzido; 2.2. Objetivos Específicos Estudar a Lei de Clapeyron a partir deste ensaio; Definir o volume do gás produzido na reação química; 3. MATERIAIS E METODOLOGIA 3.1. Materiais Balança; Barômetro; Béquer; Cuba; Mangueira; Pipeta e Pipetador; Balão de duas bocas; Proveta; Régua de 30 cm; Rolha; Suporte e Garra; Termômetro; Fita de Magnésio (Mg); Solução de HCl (2,0 mol/L); 3.2. Método Para este ensaio, primeiramente, separamos o material necessário para o experimento. Pegou-se uma fita de magnésio (Mg) que em seguida foi colocada para pesagem na balança, já calibrada, e se anotou o dado obtido (Figura 1). Figura 1. Figura 2. Figura 3. Figura 1: Pesagem da Fita de Magnésio (Mg). Fonte: Autoria Própria. Figura 2: Proveta virada dentro da cuba. Fonte: Autoria Própria. Figura 3: Deslocamento do Gás Hidrogênio. Fonte: Autoria Própria. Em seguida, encheu-se a proveta e a cuba até suas respectivas bordas, então virou-se a proveta com a abertura para baixo, cuidadosamente, para não entrar ar e atrapalhasse os dados experimentais, e colocou-se dentro da cuba, logo após prendeu-se a proveta na garra que foi deixada fixa a haste (Figura 2). Em outra parte da experimentação, colocou uma quantidade aleatória de ácido clorídrico (HCL) dentro de um béquer, para que se realizasse a pipetagem de 10 ml do reagente, transferindo-lhe em seguida, para o balão e reservou-se. Após isso, em uma boca do balão conectou-se a rolha com a mangueira, conectando o sistema (Figura 3), e pela outra boca inseriu-se cautelosamente a fita de magnésio dentro da vidraria. Consequentemente, nota-se a formação e liberação do gás hidrogênio a partir da reação química: 2𝐻𝐶𝑙 + 𝑀𝑔 ⟶ 𝐻2 + 𝑀𝑔𝐶𝑙 Então, devido a reação, com a diferença de pressão e de densidade, observa- se o transporte do gás hidrogênio por dentro da mangueira, até que a fita de magnésio seja consumida por inteira, sendo ela o reagente limitante. Verificando, por consequência que se forma uma coluna de gás em cima da coluna de água dentro da proveta. Anotando assim o volume da coluna de água restante dentro da proveta e a altura (em centímetros) (Figura 5) do volume que o gás preencheu (Figura 4). Por fim, utilizou-se um barômetro (graduado em mmHg) e um termômetro (graduado em Celsius), para verificar a pressão e a temperatura, respectivamente, do laboratório no dia da realização do ensaio. E comparamos a pressão de vapor d’água em mmHg, a partir de uma tabela oferecida pela professora (Figura 6). Figura 4. Figura 5. Figura 6. Figura 4: Observação do volume experimental do gás hidrogênio. Fonte: Autoria Própria. Figura 5: Medição da altura da coluna de água. Fonte: Autoria Própria. Figura 6: Deslocamento do Gás Hidrogênio. Fonte: Autoria Própria. 4. DADOS EXPERIMENTAIS Tabela 1: Dados obtidos no experimento. Massa de magnésio (g) Temperatura ambiente (°C) Pressão atmosférica (mmHg) Volume experimental do gás hidrogênio (ml) Altura da coluna d’água (cm) Pressão de vapor d’agua para 22ºC (mmHg) 0,11 22 723 102 12,9 19,83 5. TRATAMENTO DOS RESULTADOS Patm = PH2 + PvH2O + Ph Primeiramente, para calcular a pressão do gás hidrogênio, utilizou-se a equação acima, onde Patm é a pressão atmosférica, PH2 é a pressão do gás hidrogênio, que é o objetivo do ensaio, PvH2O é a pressão de vapor da água e Ph é a pressão da altura do volume do gás em cmH2O, que podemos realizar a transformação para mmHg, obtendo 9,4885 mmHg. Assim tendo todos os dados, podemos calcular a pressão do gás coletado. PH2 = Patm - PvH2O - Ph PH2 = 723 - 19,83 - 9,4885 PH2 = 693,6815 mmHg Conseguinte, com o valor obtido da pressão do gás hidrogênio, podemos calcular o volume do gás através da equação de Clapeyron: 𝑃 𝑉 = 𝑛 𝑅 𝑇 Onde P é a pressão, V é o volume, que é o que estamos calculando, n é o número de particúlas, R é o valor constante geral dos gases e T é a temperatura, na escala Kelvin. Contudo, antes deve-se realizar a transformação da quantidade de mols do gás hidrogênio, através da estequiometria e também converter a temperatura, da escala Celsius para Kelvin. No primeiro momento, obteve-se o número de mols do gás hidrogênio: 1 mol de Mg --------------- 24,3g X mol de Mg ------------ 0,11g X = 0,0045 mols de Mg 1 mol de Mg --------- 1 mol de H2 0,0045 mol de Mg ------------- X mols de H2 n = 0,0045 mol de H2 No segundo momento, a conversão da temperatura: TK = TC + 273 TK = 22 + 273 TK = 295 Kelvin Com os valores convertidos pode-se calcular o volume do gás coletado no experimento. 𝑃 𝑉 = 𝑛 𝑅 𝑇 693,6815 + V = 0,0045 * 62,3 * 295 𝑉 = 82,70325 723 V = 0,11439 L = 119,22 mL VOLUME teórico – VOLUME experimental = ERRO 119,22 – 102 = 17,22 mL Com base no volume obtido segundo o experimento e com fundamentos calculados pode-se fazer a comparação do volume teórico com o volume experimental. Contudo, observa-se que o volume obtido no ensaio foi menor que o volume teórico. Apesar disso, devemos levar em consideração os erros humanos cometidos,à exemplo, de possível entrada de ar no momento de virar a proveta. 6. CONCLUSÃO Compreende-se, desta forma, com base nos estudos, a lei de Clapeyron como uma generalização das leis empíricas dos gases perfeitos de Gay-Lussac, Charles e Boyle. Ela foi crucial para o estudo dos gases ideais e possibilitou a evolução das máquinas térmicas, tornando-as cada vez mais eficientes ao longo das últimas décadas. 7. REFERÊNCIAS ATKINS,P.W.; JONES, Loretta. Princípios de química; questionando a vida moderna e o meio ambiente. 3.ed. Porto Alegre: Bookman, 2006. 965; Centímetros de água em Milímetros de mercúrio. Disponível em: . (acesso em 16/09/2023). https://convertlive.com/pt/u/converter/cent%C3%ADmetros-de-%C3%A1gua/em/mil%C3%ADmetros-de-merc%C3%BArio#12.9 https://convertlive.com/pt/u/converter/cent%C3%ADmetros-de-%C3%A1gua/em/mil%C3%ADmetros-de-merc%C3%BArio#12.9 1. INTRODUÇÃO 2. OBJETIVOS 2.1. Objetivos Gerais 2.2. Objetivos Específicos 3. MATERIAIS E METODOLOGIA 3.1. Materiais 3.2. Método 4. DADOS EXPERIMENTAIS 5. TRATAMENTO DOS RESULTADOS 6. CONCLUSÃO 7. REFERÊNCIAS