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7:33 S 28 G situações, é que os professores não a utilizam nas aulas por não possuírem conhecimento e se sentirem inseguros para ministrar o tema para as crianças, muitas vezes por causa da visão distorcida sobre o assunto, acabam pensando que estimularão a violência. Porém, a proposta das artes marciais nas escolas segue o caminho oposto ao da violência, e quer despertar o interesse do aluno pelo conhecimento. pela resolução dos problemas explorando ao máximo a cultura corporal de movimentos. 5 OBJETIVO objetivo principal deste trabalho é demonstrar o enriquecimento que as artes marciais podem trazer para Educação Física escolar, especificamente no tocante a Educação Trazer propostas de abordagens do conteúdo no contexto escolar para que as artes marciais sejam incluídas de fato no âmbito escolar. 6 REFERENCIAL TEÓRICO 6.1 Inserção das Artes Marciais como Instrumento Pedagógico na Educação Infantil A educação infantil era alicerçada por uma visão tecnicista de educação e conforme os objetivos e valores políticos da época. A práticas pedagógicas decorrentes desta visão deixaram marcas que ainda hoje persistem nas ações de educação. A arte de maneira geral, era entendida como uma habilidade que precisava ser desenvolvida através de exercícios de cópia. Eram entregues as crianças desenhos prontos para colorir, pois acreditavam que tal prática colaboraria com o seu desenvolvimento motor. As datas comemorativas e as técnicas diversas se tornavam o centro do aprendizado em artes visuais. Do mesmo modo, as crianças aprendiam coreografias rígidas para músicas ou pecinhas de teatro, sem levar em consideração a experimentação e a pesquisa nas linguagens artísticas (TRONNOLONE 1998) Com a evolução dos tempos, esta situação mudou, surgindo uma a visão mais modernista, que valorizava a autoexpressão e fugia dos modelos dessa forma as Libere mais conteúdos sem Estudar sem anúncio assistir a anúncios! que era VISIO como com novas ou tendências para a Educação Física, a disciplina tornou-se uma atividade polivalente na busca de uma identidade própria (FIORANTE, 2008). Com a publicação dos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN/BRASIL, 1998) passou-se a considerar a importância das práticas corporais, pois