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A Defesa da Ordem Econômica e a Intervenção do Estado_ Conceitos Fundamentais no Direito Constitucional Brasileiro_

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A Defesa da Ordem Econômica e a Intervenção do Estado: Conceitos Fundamentais 
no Direito Constitucional Brasileiro"
Introdução: No direito constitucional brasileiro, a ordem econômica é regida por princípios 
que buscam equilibrar a liberdade de iniciativa com a necessidade de intervenção do 
Estado para garantir o bem-estar coletivo. A Constituição estabelece normas para o 
funcionamento da economia, prevenindo abusos e promovendo a justiça social. Este artigo 
trata das questões relacionadas à ordem econômica, à intervenção estatal e aos limites da 
liberdade de mercado.
1. De acordo com a Constituição Brasileira, a ordem econômica é 
fundada:
a) Na liberdade total de mercado e na ausência de intervenção do Estado.
b) Na busca pelo equilíbrio entre a livre iniciativa e a função social da propriedade.
c) Na total centralização do controle econômico pelo Estado.
d) Na prevalência do interesse privado sobre o coletivo.
e) Na livre competição sem regulamentações.
2. O princípio da função social da propriedade está relacionado à ideia 
de que:
a) A propriedade deve ser usada apenas para fins privados, sem consideração ao interesse 
coletivo.
b) A propriedade deve cumprir um papel essencial para a coletividade, respeitando direitos 
e garantias sociais.
c) A propriedade deve ser concentrada nas mãos do Estado para garantir o bem-estar de 
todos.
d) A propriedade privada deve ser priorizada em detrimento de qualquer regulamentação 
pública.
e) O Estado pode tomar a propriedade sem necessidade de justificativa.
3. A Constituição de 1988 determina que a ordem econômica brasileira:
a) Deve ser planejada exclusivamente pelo Estado.
b) Deve se basear em uma economia de mercado sem interferência governamental.
c) Deve ser orientada para garantir o desenvolvimento e a justiça social, com intervenção do
Estado quando necessário.
d) Deve ser totalmente centralizada e controlada pelo governo federal.
e) Não deve permitir a existência de empresas privadas no Brasil.
4. Quando o Estado intervém na economia, ele pode:
a) Imprimir dinheiro sem controle para fomentar a economia.
b) Garantir a justa distribuição de bens e a proteção da livre concorrência.
c) Intervir para garantir que o mercado atenda somente aos interesses internacionais.
d) Controlar diretamente todos os preços do mercado, sem exceções.
e) Limitar a liberdade de propriedade em favor de interesses estrangeiros.
5. A Constituição Brasileira prevê a intervenção do Estado no domínio 
econômico quando:
a) A ordem econômica está em total desequilíbrio, prejudicando o bem-estar social.
b) A propriedade privada for usada exclusivamente para fins comerciais.
c) O mercado estiver operando sem qualquer regulamentação do governo.
d) Houver um crescimento descontrolado da economia de mercado.
e) O Estado desejar controlar todas as áreas econômicas do país.
6. A livre concorrência, conforme estabelecido pela Constituição, 
significa que:
a) O Estado deve controlar todos os setores da economia, limitando a liberdade de 
concorrência.
b) As empresas privadas devem ter a liberdade para atuar sem qualquer regulação 
governamental.
c) A concorrência deve ser livre, desde que não prejudique a sociedade e respeite os 
princípios da justiça econômica.
d) A livre concorrência é permitida apenas em setores privados e não em áreas públicas.
e) O Estado deve intervir para garantir a concentração de empresas em grandes setores 
econômicos.
7. O princípio da "economia solidária" presente na Constituição 
Brasileira visa:
a) Estabelecer uma economia que não seja regulamentada pelo Estado.
b) Garantir que o mercado seja totalmente livre para práticas empresariais.
c) Promover o desenvolvimento econômico com foco na justiça social e na participação 
comunitária.
d) Limitar as práticas de colaboração entre empresas privadas.
e) Excluir qualquer forma de intervenção pública na economia.
8. Em caso de abuso do poder econômico, a Constituição prevê que:
a) O Estado pode intervir para regular o mercado e combater práticas anticompetitivas.
b) O Estado deve isentar grandes empresas de qualquer regulamentação.
c) O abuso de poder econômico é punido apenas por multas, sem nenhuma intervenção 
estatal.
d) O Estado deve incentivar ainda mais os abusos de grandes corporações.
e) O mercado deve ser livre para determinar quais práticas são aceitáveis.
9. O controle do monopólio e a defesa da concorrência são assegurados
pela Constituição por meio de:
a) A promoção de empresas monopolistas para garantir a estabilidade econômica.
b) A proibição de qualquer forma de concorrência entre empresas.
c) A criação de políticas que promovam a competição justa e punam práticas 
anticompetitivas.
d) A centralização do mercado em um único setor econômico.
e) A redução da regulação estatal sobre as empresas privadas.
10. O Estado pode intervir no domínio econômico para:
a) Garantir a distribuição desigual de riquezas entre diferentes classes sociais.
b) Combater práticas de abuso do poder econômico e garantir a justiça social.
c) Impor o controle absoluto sobre todos os negócios privados no Brasil.
d) Promover o lucro de grandes corporações em detrimento do interesse público.
e) Impedir qualquer forma de crescimento empresarial que não seja controlada pelo 
governo.
11. A Constituição Brasileira proíbe que:
a) Empresas privadas se juntem para maximizar seus lucros sem controle.
b) O Estado intervenha em setores privados da economia.
c) O monopólio e o oligopólio sejam formados em setores essenciais à economia nacional.
d) O mercado seja livre para regular qualquer tipo de atividade econômica.
e) A livre concorrência seja prejudicada pela atuação de empresas privadas.
12. No que diz respeito à política fiscal, a Constituição Brasileira afirma 
que:
a) O Estado deve garantir que a distribuição de recursos seja realizada de forma equitativa, 
visando a justiça social.
b) O governo deve distribuir recursos apenas para grandes corporações.
c) O sistema fiscal deve ser centralizado e sem revisão contínua.
d) O controle fiscal do Estado é irrelevante para a economia nacional.
e) A política fiscal é apenas uma ferramenta para arrecadar impostos, sem preocupação 
com a equidade.
Respostas e Justificativas:
1. Alternativa b) Na busca pelo equilíbrio entre a livre iniciativa e a função social 
da propriedade.
Justificativa: A Constituição Brasileira estabelece que a ordem econômica deve 
respeitar a função social da propriedade e garantir o interesse coletivo.
2. Alternativa b) A propriedade deve cumprir um papel essencial para a 
coletividade, respeitando direitos e garantias sociais.
Justificativa: A função social da propriedade visa garantir que o uso da propriedade 
beneficie a sociedade, respeitando as necessidades coletivas.
3. Alternativa c) Deve ser orientada para garantir o desenvolvimento e a justiça 
social, com intervenção do Estado quando necessário.
Justificativa: A Constituição prevê que a ordem econômica deve ser livre, mas o 
Estado pode intervir para garantir justiça social e equilíbrio.
4. Alternativa b) Garantir a justa distribuição de bens e a proteção da livre 
concorrência.
Justificativa: A intervenção estatal busca regular o mercado e prevenir abusos, 
garantindo a equidade e a justiça econômica.
5. Alternativa a) A ordem econômica está em total desequilíbrio, prejudicando o 
bem-estar social.
Justificativa: O Estado pode intervir quando o mercado falha em garantir o bem-estar
social, visando o equilíbrio e a justiça econômica.
6. Alternativa c) A concorrência deve ser livre, desde que não prejudique a 
sociedade e respeite os princípios da justiça econômica.
Justificativa: A livre concorrência é permitida, mas deve ser regulada para evitar 
abusos e garantir a justiça social.
7. Alternativa c) Promover o desenvolvimento econômico com foco na justiça 
social e na participação comunitária.
Justificativa: A economia solidária é um modelo que visa a inclusão social e o 
desenvolvimento econômico sustentável e justo.
8. Alternativa a) O Estado pode intervirpara regular o mercado e combater 
práticas anticompetitivas.
Justificativa: A Constituição prevê a intervenção estatal para corrigir abusos 
econômicos e promover a concorrência justa.
9. Alternativa c) A criação de políticas que promovam a competição justa e 
punam práticas anticompetitivas.
Justificativa: O Estado assegura a livre concorrência e combate práticas que possam
prejudicar o equilíbrio do mercado.
10. Alternativa b) Combater práticas de abuso do poder econômico e garantir a 
justiça social.
Justificativa: O Estado intervém para corrigir abusos de poder econômico e garantir 
a justiça social e a equidade.
11. Alternativa c) O monopólio e o oligopólio sejam formados em setores 
essenciais à economia nacional.
Justificativa: A Constituição proíbe a formação de monopólios e oligopólios que 
possam prejudicar a livre concorrência e o interesse social.
12. Alternativa a) O Estado deve garantir que a distribuição de recursos seja 
realizada de forma equitativa, visando a justiça social.
Justificativa: A política fiscal deve garantir a distribuição justa de recursos, 
favorecendo o desenvolvimento social e econômico equitativo.
Conclusão: A Constituição Brasileira equilibra a liberdade econômica com a necessidade 
de intervenção estatal para assegurar o bem-estar social e combater práticas 
anticompetitivas. A ordem econômica visa garantir a justiça social, a livre concorrência e o 
respeito aos direitos fundamentais, com o Estado desempenhando um papel essencial na 
regulação do mercado para beneficiar toda a sociedade.

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