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���������: De maneira geral, o rastreio de CA colorretal é indicado para pacientes com > 50 anos. Entretanto, caso haja histórico familiar da condição, ela se manifestar aos 40 anos ou 10 anos antes da idade do familiar acometido, o que ocorrer primeiro, o exame deve ser repetido a cada cinco anos ▶ ��������: A 45 (SECRETARIA ESTADUAL DE SAÚDE DO ESTADO DE PERNAMBUCO – PE - 2018) Um paciente de 40 anos refere crises de cefaleia há 20 anos, cerca de uma a duas vezes por mês, com duração de seis a oito horas. Descreve a cefaleia como hemicraniana, pulsátil, com fono e fotofobia, ocasionalmente com vômitos e, cerca de duas vezes por ano, precedida por queixas visuais (escotomas e turvação visual). A resposta a analgésicos convencionais e anti-inflamatórios é pobre. Qual seria a melhor opção terapêutica para esse paciente? A. Sumatriptano precocemente nas crises de cefaleia ou das queixas visuais B. Amitriptilina 10 mg à noite. C. Propranolol 40 mg duas vezes por dia. D. Topiramato precocemente nas crises de cefaleia ou das queixas visuais E. Verapamil 120 mg/dia ���������: Clínica Médica; Neurologia. ���� �� �����������: ���� �� �����: Não confunda tratamento abortivo da crise com a profilaxia da mesma. ���������: Alternativa A: CORRETA. Estamos diante de caso típico de enxaqueca. Note que a questão está se referindo ao tratamento abortivo, em que a principal droga são os triptanos, que devem ser tomados precocemente, já quando tiver apresentando a aura. O propranolol pode ser utilizado na profilaxia, entretanto, note que o paciente só apresenta uma ou duas crises por mês, sendo que a indicação de profilaxia é na presença de três ou mais crises ao mês. ▶ ��������: A 46 (UNICAMP – SP - 2018) Uma paciente de 26 anos procurou a emergência com queixas de palpitações e dispneia aos esforços, iniciadas há três dias. Ao exame, apresenta-se eupneica, consciente e orientada, com turgência jugular, estertores finos em bases pulmonares, ritmo cardíaco irregularmente irregular com frequência de 120 bpm e sopro diastólico no ictus cordis. PA 120x70mmHg. Qual a medida recomendada nesse momento? A. Diltiazem. B. Amiodarona C. Ecocardiograma transesofágico D. Cardioversão elétrica. E. Warfarin ���������: Clínica Médica; Cardiologia. ���� �� �����������: ���� �� �����: Questão conceitual sobre a “arritmia do clínico” associada a valvopatia (atenção ao sopro diastólico). ���������: Paciente com quadro de fibrilação atrial, provavelmente há mais de 48 horas, o que contraindica a cardioversão química com amiodarona ou elétrica pelo risco de embolização de possível trombo. A cardioversão elétrica imediata também não tem indicação no caso, pois a paciente encontra-se estável. O caso relata ainda que a paciente é provavelmente portadora de estenose mitral, que está descompensada pela taquiarritmia. Certamente ela teria indicação de fazer anticoagulação como planejamento para cardioversão ou até mesmo realizar ecocardiograma para excluir trombo, entretanto, a questão nos pede a medida imediata, e o que está causando os sintomas é a elevação da frequência cardíaca, de modo que o mais recomendado agora é fazer o controle da FC, que pode ser feita com BCC, como o diltiazem. ▶ ��������: A 47 (UNICAMP – SP - 2018) Um paciente de 45 anos, em tratamento contra um linfoma não Hodgkin, procurou o hospital em queixas de febre há seis horas. Ao exame, está hemodinamicamente estável, febril, com área extensa de hiperemia a calor no antebraço esquerdo e estertores na base do hemitórax direito. Hemograma realizado de urgência revelou contagem de neutrófilos de 400/mm³. Qual o esquema antibiótico mais adequado para o caso? A. Piperacilina-tazobactam. B. Cefepime + amicacina C. Meropenem D. Cefepime + vancomicina E. Ceftazidima ���������: Clínica Médica; Hematologia. ���� �� �����������: ���� �� �����: Neutrófilos abaixo de 500 associado a febre com lesão de tegumentar e pulmonar. ���������: Quadro sugestivo de neutropenia febril, em paciente em tratamento para linfoma não Hodgkin. Devemos usar drogas com cobertura inclusive para pseudomonas, sendo o cefepime o de escolha, embora possamos usar outras drogas anti- pseudomonas (ceftazidime, carbapenêmico, pipetazo, etc). Quando cobrir gram- positivo MRSA? Quando houver algum indício (lesão de pele, cateter, pulmão, hipotensão, mucosite grave) ou positividade na cultura. Como? Vancomicina ou linezolida. O enunciado apresenta lesão de pele indicativa de celulite e pneumonia. Assim, devemos associar a cobertura empírica aos cocos gram-positivos. ▶ ��������: D 48 (SECRETARIA ESTADUAL DE SAÚDE DO ESTADO DE PERNAMBUCO – PE - 2018) Um paciente de 85 com longa história de internamentos por exacerbação de DPOC evoluiu com quadro demencial progressivo. Os familiares já definiram que o objetivo de seu tratamento deverá ser reduzir sofrimento, e as únicas medicações em uso são os broncodilatadores, Durante o plantão noturno, você foi chamado pela enfermagem para avaliar o paciente, pois a filha referia piora da dispneia. Ele encontrava-se caquético e sem contactar, com saturação de oxigênio de 92%, frequência respiratória de 32 ipm e desconforto moderado. A ausculta pulmonar era difusamente diminuída, sem ruídos adventícios. Qual a melhor conduta para alívio do desconforto respiratório nesse momento? A. Assistência ventilatória não invasiva B. Hidrocortisona C. Morfina D. Clonazepam E. Intubação orotraqueal e ventilação mecânica ���������: Clínica Médica; Pneumologia. ���� �� �����������: ���� �� �����: Atenção à solicitação dos familiares quanto aos procedimentos invasivos. ���������: A questão nos diz que o paciente está sem contactar, o que denota rebaixamento do nível de consciência, que é uma contraindicação com a ventilação não invasiva. Entretanto, também não faremos a intubação, já que, segundo os familiares, não deve ser indicado qualquer tipo de suporte invasivo, prolongando o sofrimento desse doente. A melhor conduta seria reduzir o desconforto respiratório com morfina ▶ ��������: C 49 (SECRETARIA ESTADUAL DE SAÚDE DO ESTADO DE PERNAMBUCO - PE - 2018) Um paciente tabagista há cerca de 20 anos chegou à emergência, com queixas de dispneia progressiva há 15 dias. Ao exame físico, notava-se ausência de murmúrio vesicular